Talita Lopes Marques

Talita Lopes Marques Sou Talita Lopes Marques, psicóloga, Esp. Transt. Contato: (41)99964-7700

Alimentares e Obesidade, Instrutora de Mindful Eating, idealizadora do Comer Mais Consciente e quero te ajudar a ter uma relação positiva com a comida e corpo.

05/01/2026

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Iniciar na Psicologia da Obesidade e Bariátrica exige mais do que interesse pelo tema.Exige conhecimento técnico, olhar ...
04/01/2026

Iniciar na Psicologia da Obesidade e Bariátrica exige mais do que interesse pelo tema.
Exige conhecimento técnico, olhar ampliado e sensibilidade clínica.

Obesidade não é sobre peso isolado.É sobre comportamento, contexto, saúde emocional e cuidado sustentável.

Quando o psicólogo compreende isso, o atendimento se torna mais ético, efetivo e transformador.

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Ps: fique de olho na novidade que será lançada em breve.

Se você quer começar 2026 com mais clareza, segurança clínica, visão profissional e se tornar referência no atendimento ...
03/01/2026

Se você quer começar 2026 com mais clareza, segurança clínica, visão profissional e se tornar referência no atendimento de pacientes com obesidade e bariátricos, esse post é pra você.

Fique atento(a) às próximas postagens, em breve trarei uma novidade incrível pra vocês!

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02/01/2026

Conte comigo para caminhar com você em tudo isso em 2026.

E encaminhe esse vídeo para as psicólogas amigas que você também deseja ver vivendo tudo isso nesse ano.💜
Créditos:

Que em 2026 você não adie mais a vida.Que este seja o ano em que você pare de esperar o corpo ideal,a rotina perfeita, o...
01/01/2026

Que em 2026 você não adie mais a vida.

Que este seja o ano em que você pare de esperar o corpo ideal,
a rotina perfeita, o peso certo, o “quando eu estiver melhor”.

Que você viva o aqui-agora.

Que você coma com mais consciência, prazer — e menos culpa.
Que cuide do corpo com amor e gentileza.
Que faça escolhas possíveis, não promessas irreais.
Que entenda que exageros não definem quem você é.
E que constância vale mais do que controle.

Que haja espaço para presença, prazer, afeto e conexão.
Com a comida.
Com o corpo.
Com quem você ama.
E, principalmente, com você mesma.

Que 2026 seja um ano de mais gentileza e menos cobrança.
Mais vida vivida.
Menos vida adiada.

Feliz Ano Novo.

31/12/2025

E se você é psicóloga e caminha comigo nessa área, eu quero te dizer uma coisa: esse também é o meu desejo para a nossa prática.

Que em 2026 a gente siga fazendo diferente. Com mais escuta, mais ciência, mais responsabilidade e mais humanidade.

Sem atalhos, sem promessas vazias, sem colocar no paciente o peso de um fracasso que nunca foi só dele.

Que a gente siga cuidando de pessoas reais, com histórias reais, dores reais — e possibilidades reais de mudança.

Obrigada por caminhar comigo, por estudar, por questionar, por sustentar um cuidado ético mesmo quando ele dá mais trabalho.

Feliz Ano Novo à todos os meus pacientes, mentorados(as) e alunos (as)! 🤍

Que 2026 seja um ano de encontros verdadeiros, escolhas possíveis e muito sentido no que a gente faz todos os dias.

30/12/2025

Se você quer se especializar em Psicologia da Obesidade e Bariátrica e construir uma prática clínica ética, consistente e sustentável, siga e acompanhe os conteúdos de diariamente.

29/12/2025

Psi, esse macetinho vai ajudar seus pacientes a diferenciarem com maestria fome fisiológica (ou física) de fome específica ou fome emocional.

Quando com fome fisiológica, o corpo precisa de energia e nutrientes, aumentando a busca por comida, mas sem critérios rígidos sobre o que comer. O corpo pede comida, então, qualquer comida serve. Ponto!
Obviamente, ele deve ter condições de fazer boas escolhas.

Quando com fome específica, seu paciente saberá identificar com facilidade, pois saberá exatamente o que quer comer. Por exemplo: “quero tomar o sundae de chocolate do Mc Donalds. O açaí, o frozen de iogurte, a casquinha mista, o sundae de uma sorveteria não vão conseguir fazer esse desejo passar. 
Dica: ao invés de lutar contra a fome específica e tentar comer um monte de outros alimentos “mais saudáveis” ou menos calóricos, ajude-o a comer com prazer.
Dica extra: a fome específica acontece só de vez em quando.

Quando com fome emocional, pensamentos como “queria comer uma coisa gostosa” são comuns. Seu paciente vai sentir que parece que não tem nenhum alimento que faça esse desconforto passar, afinal, a questão não é alimentar. Ele come um doce, não passa. Como um salgado, não passa. E o problema é essa busca por sanar a desregulação emocional com a comida. Vai comer um monte de coisas e o desconforto continuará lá. E, depois, há grandes chances da culpa e do arrependimento tomarem conta. O que, seguindo o ciclo do comer emocional, pode levá-lo a um exagero alimentar ou mesmo a uma compulsão. 

Quer saber como tratar a fome emocional?
Siga no Instagram para conteúdos diários sobre , e seu tratamento.

👙Ir à praia ou à piscina virou fonte de angústia para você?Para muitas mães, o verão não começa com leveza.Começa com um...
28/12/2025

👙Ir à praia ou à piscina virou fonte de angústia para você?

Para muitas mães, o verão não começa com leveza.
Começa com um pensamento cruel e silencioso:
“Mais um ano passou… e meu corpo continua o mesmo.”

A praia e a piscina acabam virando um espelho duro demais.
E, por vergonha do próprio corpo, muitas mulheres se afastam — não do mar, mas da experiência.

Já atendi mães que:
• Passaram a infância inteira dos filhos sentadas à margem da piscina ou escondidas sob o guarda-sol, de bermuda e camiseta.
• Até vestiam um maiô, mas não conseguiam tirar a saída de praia ou relaxar o corpo na areia.
• Iam à praia todos os anos, mas nunca entravam no mar — como se o corpo delas não tivesse direito a isso.

Agora, para um instante e pensa comigo:
quantas chances você realmente terá de viver a praia com seus filhos enquanto eles são pequenos? 🐚🏖️

Talvez 10 verões.
Talvez menos.

Verões de castelos de areia, sonecas no colo, conchinhas no bolso, picolés derretendo, mergulhos “no rasinho”, risadas e pedidos de colo.

E então vem a pergunta mais importante:
o que você quer que seus filhos aprendam sobre corpo, prazer e presença nesses momentos? 🥹

Se esse tema toca você, me conta nos comentários ou no direct.
E se você quer construir uma relação mais gentil com o seu corpo — e ensinar isso pelo exemplo — segue meu perfil.
Aqui a gente fala sobre corpo, comida e vida real, sem culpa e sem violência.

E vale uma reflexão importante:
Nem o Mounjaro, nem nenhum outro medicamento muda, por si só, a forma como você vive o seu corpo nos momentos da vida real.

Medicamentos podem ser aliados importantes em alguns contextos — mas eles não ensinam presença, não devolvem experiências perdidas e não curam a vergonha do próprio corpo.
Se a liberdade para viver a praia, a piscina e os momentos com os filhos ficou “para depois que eu emagrecer”, o sofrimento continua — com ou sem medicação.

Cuidar do corpo também é não adiar a vida.

Encaminhe este post para uma amiga que também merece viver a praia com mais leveza.

Falar sobre peso não é apenas uma questão técnica. É, antes de tudo, uma questão de respeito, vínculo e ética profission...
27/12/2025

Falar sobre peso não é apenas uma questão técnica. É, antes de tudo, uma questão de respeito, vínculo e ética profissional. Nem todo paciente está pronto para falar sobre o próprio corpo.

E quando o psicólogo insiste, sem considerar o momento emocional, o risco não é ajudar — é afastar.

Na Psicologia da Obesidade, construir confiança vem antes de qualquer intervenção. Pedir permissão, validar limites e respeitar a história do paciente fortalece a adesão ao tratamento e sustenta mudanças reais e duradouras.

Esse é o tipo de cuidado que diferencia quem apenas atende
de quem se torna referência na área.

👉 Se você deseja iniciar na Psicologia da Obesidade e Bariátrica e atuar com segurança, ética e profundidade, siga e favorite o perfil para receber conteúdos diários como este.

Legenda 2 -
Sim, é fundamental sabermos todo o histórico de peso do nosso paciente para compreendermos, dentre outras coisas, seus padrões de pensamento, comportamento, hábitos e motivações.

No entanto, para que uma relação de confiança e colaboração seja estabelecida desde a primeira sessão, é imprescindível que você haja com respeito à sua história.

Então, PEÇA PERMISSÃO para falar sobre o corpo e o peso do paciente: “Tudo bem pra você se a gente conversar sobre o seu peso e o seu corpo?”

Isso mostra respeito, compaixão e empatia.

Se ele se sentir desconfortável e preferir não falar sobre isso neste momento, aceite com gentileza e explique que quando ele se sentir à vontade, conversaremos sobre. 

Essa atitude irá reforçar a adesão dele ao tratamento e mostrará que o seu foco não está no peso, mas sim em mudanças de comportamento sustentáveis.

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26/12/2025

Nenhum tratamento cura a obesidade. O que existe é acompanhamento, cuidado contínuo e estratégias que ajudam a pessoa a viver melhor e com mais saúde ao longo do tempo.
Nesse processo, o papel do psicólogo é essencial.

É o psicólogo que sustenta a mudança de estilo de vida, trabalha adesão, motivação, comportamento alimentar e ajuda o paciente a atravessar as dificuldades que surgem no caminho.

Mas para que isso aconteça, é fundamental que o psicólogo tenha clareza do seu papel dentro do tratamento. Quando essa atuação é bem compreendida, o cuidado se fortalece e o profissional se destaca dentro da equipe e na vida do paciente.

Se você quer aprofundar esse olhar e construir uma atuação mais segura e responsável na Psicologia da Obesidade e Bariátrica, siga e acompanhe este perfil para conteúdos diários sobre o tema.

25/12/2025

Final de ano não é sobre controle.
É sobre presença.

Exagerar em alguns momentos não é falha, não é desvio, não é “perder tudo”.
É humano. É contexto. É vida acontecendo.

O que realmente importa agora não é o quanto você comeu —
é com quem você esteve,
o carinho que trocou,
as risadas,
os abraços,
a conexão.

Esses dias não definem o seu ano alimentar.
Não anulam cuidado.
Não exigem punição.
E definitivamente não pedem uma dieta depois.

É possível atravessar esse período com consciência,
com prazer,
e sem culpa.

Comer presente.
Escolher quando dá.
Acolher quando não dá.

Porque relação saudável com a comida também é isso:
saber viver — sem medo, sem rigidez, sem castigo.

Encaminhe este reels pra quem precisa saber disso.

Endereço

Curitiba, PR

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