29/12/2025
Psi, esse macetinho vai ajudar seus pacientes a diferenciarem com maestria fome fisiológica (ou física) de fome específica ou fome emocional.
Quando com fome fisiológica, o corpo precisa de energia e nutrientes, aumentando a busca por comida, mas sem critérios rígidos sobre o que comer. O corpo pede comida, então, qualquer comida serve. Ponto!
Obviamente, ele deve ter condições de fazer boas escolhas.
Quando com fome específica, seu paciente saberá identificar com facilidade, pois saberá exatamente o que quer comer. Por exemplo: “quero tomar o sundae de chocolate do Mc Donalds. O açaí, o frozen de iogurte, a casquinha mista, o sundae de uma sorveteria não vão conseguir fazer esse desejo passar.
Dica: ao invés de lutar contra a fome específica e tentar comer um monte de outros alimentos “mais saudáveis” ou menos calóricos, ajude-o a comer com prazer.
Dica extra: a fome específica acontece só de vez em quando.
Quando com fome emocional, pensamentos como “queria comer uma coisa gostosa” são comuns. Seu paciente vai sentir que parece que não tem nenhum alimento que faça esse desconforto passar, afinal, a questão não é alimentar. Ele come um doce, não passa. Como um salgado, não passa. E o problema é essa busca por sanar a desregulação emocional com a comida. Vai comer um monte de coisas e o desconforto continuará lá. E, depois, há grandes chances da culpa e do arrependimento tomarem conta. O que, seguindo o ciclo do comer emocional, pode levá-lo a um exagero alimentar ou mesmo a uma compulsão.
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