Psicóloga Simone Souza Dreher

Psicóloga Simone Souza Dreher Gestalt-terapeuta

Hoje morre “a bailarina de Auschwitz”, Edith Eger, aos 99 anos.Estar nesse lugar não foi apenas visitar um campo de conc...
28/04/2026

Hoje morre “a bailarina de Auschwitz”, Edith Eger, aos 99 anos.

Estar nesse lugar não foi apenas visitar um campo de concentração.
Foi me confrontar com a dimensão da barbárie humana — e, ao mesmo tempo, com aquilo que ainda pode ser sustentado depois dela.

Autora do livro “A Escolha”, publicado no Brasil também com o título “A Bailarina de Auschwitz”, sua escrita foi muito além de um relato de sobrevivência.

Ela fala de responsabilidade.
De liberdade interna.
De escolha.

Assim como “Em Busca de Sentido”, de Viktor Frankl, sua obra nos atravessa.
Mas Edith nos conduz um pouco além: ela nos chama a olhar para o que fazemos, hoje, com a nossa própria história.

Em um tempo em que facilmente nos afastamos de nós mesmos, suas palavras seguem como um lembrete ético, clínico e profundamente humano.

Não apenas para lembrar.
Mas para escolher.

Hoje, minha homenagem é também um gesto de agradecimento.
Pela coragem de atravessar o indizível — e ainda assim escolher viver.

E, de alguma forma, ela segue presente aqui.
Na forma como escuto.
Na forma como sustento uma dor.
Na forma como acredito que, mesmo depois de tudo, ainda é possível escolher.
Vá em paz.
Que honra ter vivido em um tempo em que você existiu.

A maioria das perguntas que fazemos mantém o paciente contando a história. Mas a transformação não acontece na narrativa...
25/04/2026

A maioria das perguntas que fazemos mantém o paciente contando a história. Mas a transformação não acontece na narrativa — acontece na experiência.

“O que você está sentindo agora?” é a pergunta que muda isso. Mas ela só funciona se vier no momento certo.

Quando o corpo congela. Quando a voz falha. Quando algo emerge.

Esse é o momento terapêutico. E se a gente não souber ler e intervir ali, ele passa.

Na masterclass “A Sessão que Anda” eu vou te ensinar a identif**ar esses momentos e a usar as perguntas certas no timing certo.

Link na bio.

23/04/2026

Acolher é essencial. Mas acolhimento sem intervenção pode manter o paciente no lugar de conforto — não no lugar de mudança.

O momento em que a emoção emerge é o momento da oportunidade terapêutica. E se a gente não souber ler esse momento, ele passa.

Na masterclass “A Sessão que Anda” eu vou te mostrar como identif**ar quando acolher deixa de ser terapêutico — e o que fazer quando isso acontece.

Link na bio.

Eu criei essa masterclass porque vi psicólogos travarem na frente de casos complexos — não por falta de conhecimento, ma...
22/04/2026

Eu criei essa masterclass porque vi psicólogos travarem na frente de casos complexos — não por falta de conhecimento, mas por falta de leitura clínica.

Saber a teoria é essencial. Mas saber ler o momento terapêutico, identif**ar quando intervir e ter repertório pra fazer isso com segurança — isso muda tudo.

“A Sessão que Anda” é sobre isso: desenvolver o olhar clínico que te permite ver o que está acontecendo na sessão em tempo real e saber o que fazer.

Se você quer amadurecer clinicamente e fazer suas sessões andarem de verdade, clica no link da bio.

Te espero lá.

Ler a sessão não é dom. É método.Campo, corpo, vínculo e tempo — esses são os 4 eixos que eu observo em cada sessão. Ele...
21/04/2026

Ler a sessão não é dom. É método.

Campo, corpo, vínculo e tempo — esses são os 4 eixos que eu observo em cada sessão. Eles me mostram o que está acontecendo no momento presente e me orientam sobre qual intervenção fazer.

Quando a gente não tem esse mapa, a sessão vira improviso. E improviso não sustenta transformação.

Na masterclass “A Sessão que Anda” eu vou te ensinar a usar esses 4 eixos na sua leitura clínica — e a saber exatamente onde você está dentro da sessão.

Link na bio.

20/04/2026

Conhecimento teórico é fundamental. Mas ele só vira intervenção quando a gente consegue ler o que está acontecendo na sessão — em tempo real.

O corpo que congela. A respiração que muda. O momento exato em que o paciente sai da emoção e volta pra narrativa.

Se a gente não vê, a gente não intervém. E a sessão não anda.

Na masterclass “A Sessão que Anda” eu vou te ensinar a desenvolver esse olhar clínico.

Link na bio.

15/04/2026

Frustrar também é cuidado, quando existe vínculo e leitura clínica.

Saber o momento certo não é sobre “impor limites”,
é sobre perceber se o paciente já tem recursos para sustentar esse confronto.

Se ainda não há base, a frustração pode afastar.
Se já existe estrutura, ela pode abrir caminho para o crescimento.

O ponto está na leitura:
o paciente está pronto para avançar… ou ainda precisa de sustentação?

Se você quer aprender a conduzir suas sessões com mais clareza e direção,
participe da Masterclass A Sessão que Anda, dia 25/04 às 9h30.

Digite “Interessado” nos comentários e eu mesma vou te explicar como vai funcionar

Tem uma crença silenciosa que muitos psicólogos carregam na clínica.“Se eu travo, é porque falta técnica.”E aí vem mais ...
15/04/2026

Tem uma crença silenciosa que muitos psicólogos carregam na clínica.

“Se eu travo, é porque falta técnica.”

E aí vem mais um curso. Mais uma certif**ação. Mais um protocolo.

Mas a sessão continua não andando.

Lambert (2001) mapeou o que realmente determina o resultado da terapia — e os números surpreendem: técnica responde por apenas 15% do resultado. O que sustenta o processo de verdade é a relação terapêutica, responsável por 30%.

Isso não signif**a que técnica não importa. Signif**a que ela está a serviço de algo maior — a qualidade do vínculo, a leitura do paciente, a capacidade de adaptar o manejo ao que está vivo na sessão agora.

Essa habilidade não vem de acumular abordagens. Vem de integrar o que você já sabe a partir do que o paciente precisa. É a diferença entre aplicar um protocolo e conduzir uma sessão.

É exatamente isso que vou trabalhar na masterclass A Sessão que Anda: Clareza e Direção na Clínica — 25 de abril, 9h30, f**a gravada.

Se você sente que sabe a teoria, mas ainda trava na condução — o problema provavelmente não é o que você sabe. É como você usa o que sabe.

Link na bio.

11/04/2026

Cada vez mais mulheres adoecendo.

Doenças inflamatórias.
Doenças autoimunes.

E, muitas vezes, o olhar ainda está só no sintoma.

Gabor Maté chama atenção para algo mais profundo:

não é só o que acontece no corpo —
mas o que essa mulher precisou sustentar ao longo da vida.

Desde cedo, muitas aprenderam a:

— cuidar de todos
— evitar conflitos
— serem “boas o suficiente”

E hoje, além disso:

— precisam produzir
— performar
— dar conta da vida financeira
— sustentar (ou complementar) a família

👉 não é só emocional.
👉 é estrutural.



Quanto mais precisa funcionar,
menos espaço para sentir.

E o corpo entra em adaptação.

Não é só emocional.
É fisiológico.

O sistema nervoso passa a operar em alerta, esforço e contenção.

E isso cobra um preço.



Na clínica, isso muda tudo.

Se você não sabe ler:

— corpo
— ritmo
— ativação e colapso

você perde parte essencial do caso.



É aqui que o estudo do sistema nervoso autônomo deixa de ser teoria
e vira prática clínica.

Uma lente que atravessa:

— Gestalt-terapia
— EMDR
— trauma
— neurociência



Nos grupos de leitura que conduzo, o foco é esse:

transformar leitura em intervenção.

São aprofundamentos de 15 a 30 horas por livro,
com aplicação direta no consultório.

Se você quer mais direção clínica,
os combos estão no link da bio.

Leitura que não f**a no papel.
Vai para o consultório.

Na clínica, é muito comum encontrar pacientes que conseguem explicar perfeitamente o que vivem.Eles nomeiam padrões, rec...
09/04/2026

Na clínica, é muito comum encontrar pacientes que conseguem explicar perfeitamente o que vivem.

Eles nomeiam padrões, reconhecem repetições, entendem suas histórias.

E ainda assim… não mudam.

Isso não é falta de inteligência, nem de insight.
É falta de awareness no sentido gestáltico.

Awareness não é saber sobre si.
É estar em contato com o que se sente, com o que emerge, com o que acontece no momento — inclusive na relação terapêutica.

Sem esse contato, a experiência não se organiza.
Sem organização, não há assimilação.
E sem assimilação, o padrão se repete — mesmo sendo compreendido.

Esse é um dos pontos mais delicados da clínica:
quando o terapeuta acompanha a explicação…
e perde a experiência.

Sustentar awareness exige presença, timing e refinamento clínico.
Não é uma técnica — é uma forma de trabalhar.

É exatamente isso aprofundamos no 3º encontro do GLEE 11:

→ awareness como experiência
→ self em ação
→ fronteira de contato
→ assimilação e mudança real

Se você sente que sua clínica, às vezes, f**a na compreensão…
mas ainda busca mais transformação,

talvez seja hora de aprofundar.

📩 Vem estudar com a gente no GLEE 11

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