SPES Centro de Ensino e Especialização

SPES Centro de Ensino e Especialização Saúde Integrada. Muito mais que uma instituição de ensino, é a conexão entre a ciência, a natureza e a humanidade. Cursos que vão além do tradicional!

30/12/2025

Dismorfia corporal no tratamento da obesidade: por que você precisa identificar.

Neste trecho da aula, a Dra. Lígia aborda um dos aspectos mais negligenciados no tratamento da obesidade: a percepção corporal distorcida e a dismorfia corporal.

Esse transtorno ocorre quando a pessoa tem uma percepção distorcida do próprio corpo: ela se vê de forma diferente da realidade — geralmente, de maneira mais negativa. Pode coexistir com a obesidade ou até mesmo estar presente em pessoas com peso normal.

Sinais clínicos:
🔹 Desconforto com fotos: "Eu me vi numa foto e meu mundo caiu.”
🔹 Desconforto ao comprar roupas: "Nada me serve", evita comprar pessoalmente
🔹 Preocupação excessiva com detalhes da aparência: "A flacidez me incomoda muito."
🔹 Constrangimento ao mostrar o corpo: Evita roupas que deixem o corpo mais visível
🔹 Impacto na qualidade de vida: "isolamento, sofrimento psíquico e restrição de experiências."

Se o paciente tem uma percepção corporal distorcida, a perda de peso pode não melhorar a autoimagem. Ele pode perder 20kg e continuar se vendo da mesma forma. Isso resulta em:
❌ Insatisfação crônica
❌ Risco de transtornos alimentares
❌ Reganho de peso
❌ Depressão e ansiedade

Abordagem clínica:
✅ Investigar a percepção corporal: Pergunte como o paciente se vê, não apenas quanto ele pesa
✅ Identificar gatilhos: Fotos, roupas, eventos sociais, verão
✅ Diferenciar preocupação com saúde de preocupação com aparência: A paciente menciona "inflamação", mas a inflamação subclínica nem sempre é visível — o que incomoda é a percepção
✅ Encaminhar para suporte psicológico: Dismorfia corporal requer tratamento especializado (TCC, terapia de aceitação corporal)
✅ Tratar de forma integrativa: Obesidade + percepção corporal + saúde mental.

No SPES, você aprende a fazer uma abordagem integrativa que considera não apenas o peso, mas a relação do paciente com o próprio corpo.

29/12/2025

Você está tratando obesidade ou apenas o número na balança?
Porque se você não está olhando para esses marcadores, você não está tratando.

Neste Reels, o Dr. Roberto deixa claro: não existe "uma" obesidade. Existem múltiplas disfunções metabólicas que se retroalimentam.
E se você não identifica e corrige essas disfunções, você está apenas fazendo o paciente perder peso — que ele vai recuperar em 6 meses.
Quais marcadores você DEVE estar avaliando?
❌ Insulina alta / HOMA-IR elevado: Resistência insulínica. Se você não trata isso, o paciente vai continuar ganhando peso, não importa a dieta.
❌ Relação TG/HDL > 2: Alto risco cardiovascular. Esse marcador simples é mais preditivo do que o colesterol total.
❌ Relação ApoB/ApoA-1 > 0,8: Partículas LDL densas e pequenas, altamente aterogênicas. Essas são as que realmente causam aterosclerose.
❌ PCR ultrassensível elevado: Inflamação crônica. A raiz de diabetes, câncer, doenças autoimunes.
❌ Gordura visceral > 400g no DEXA: Alto risco metabólico. A gordura visceral é um órgão endócrino disfuncional que secreta citocinas pró-inflamatórias.

Por que a maioria dos profissionais ignora isso?
Porque é mais fácil prescrever uma dieta e mandar o paciente voltar em 30 dias.
Mas a obesidade é abrangente e complexa. Ela está por trás de diabetes, câncer, disfunções imunes, doenças autoimunes.
E se você não trata as causas metabólicas de base, você não está tratando a obesidade. Você está apenas adiando o problema.

Então, da próxima vez que você atender um paciente com obesidade, pergunte-se:
Você está avaliando esses marcadores ou apenas pesando o paciente?

Na SPES, formamos profissionais que tratam a causa, QUE PENSAM NO TODO não apenas nos sintomas.

Virou moda nas redes.Mas não é modismo. É real.Intestino permeável é o aumento da permeabilidade da barreira intestinal,...
27/12/2025

Virou moda nas redes.
Mas não é modismo. É real.

Intestino permeável é o aumento da permeabilidade da barreira intestinal, permitindo a passagem de toxinas, bactérias e partículas de alimentos para a corrente sanguínea.

O resultado?
Inflamação crônica, resistência insulínica, alergias, doenças autoimunes, fadiga, alterações de pele e até sintomas neurológicos.

As principais causas envolvem disbiose, SIBO, dieta inflamatória, álcool, estresse crônico, uso de AINEs e deficiências nutricionais.

O tratamento passa por remover os gatilhos, restaurar a barreira intestinal, modular a microbiota e reduzir a inflamação — um processo que leva meses, não dias.

Na Pós-Graduação SPES, a saúde intestinal é abordada com base em evidências e prática clínica real.
Saiba mais | Link na bio

22/12/2025

Você está tratando obesidade ou apenas o número na balança?

Porque se você não está olhando para esses marcadores, você não está tratando.

Neste Reels, o Dr. Roberto deixa claro: não existe "uma" obesidade. Existem múltiplas disfunções metabólicas que se retroalimentam.
E se você não identifica e corrige essas disfunções, você está apenas fazendo o paciente perder peso — que ele vai recuperar em 6 meses.
Quais marcadores você DEVE estar avaliando?

❌ Insulina alta / HOMA-IR elevado: Resistência insulínica. Se você não trata isso, o paciente vai continuar ganhando peso, não importa a dieta.
❌ Relação TG/HDL > 2: Alto risco cardiovascular. Esse marcador simples é mais preditivo do que o colesterol total.
❌ Relação ApoB/ApoA-1 > 0,8: Partículas LDL densas e pequenas, altamente aterogênicas. Essas são as que realmente causam aterosclerose.
❌ PCR ultrassensível elevado: Inflamação crônica. A raiz de diabetes, câncer, doenças autoimunes.
❌ Gordura visceral > 400g no DEXA: Alto risco metabólico. A gordura visceral é um órgão endócrino disfuncional que secreta citocinas pró-inflamatórias.

Por que a maioria dos profissionais ignora isso?
Porque é mais fácil prescrever uma dieta e mandar o paciente voltar em 30 dias.
Mas como o Dr. Roberto coloca: a obesidade é abrangente e complexa. Ela está por trás de diabetes, câncer, disfunções imunes, doenças autoimunes.
E se você não trata as causas metabólicas de base, você não está tratando a obesidade. Você está apenas adiando o problema.
Então, da próxima vez que você atender um paciente com obesidade, pergunte-se:
Você está avaliando esses marcadores ou apenas pesando o paciente?

Na SPES, formamos profissionais que tratam a causa, não apenas os sintomas.

Probióticos: por que nem todos são iguais para perda de peso?Seu paciente toma probiótico mas não emagrece?Pode ser a ce...
20/12/2025

Probióticos: por que nem todos são iguais para perda de peso?

Seu paciente toma probiótico mas não emagrece?

Pode ser a cepa errada.

Nem todo probiótico ajuda na perda de peso.

Alguns até engordam.

Cada cepa de probiótico tem efeitos diferentes no metabolismo.
Algumas cepas:
- Melhoram sensibilidade à insulina
- Reduzem inflamação
- Diminuem absorção de gordura
- Aumentam GLP-1 (hormônio da saciedade)

Outras cepas:
- Aumentam absorção de calorias
- Podem favorecer ganho de peso

O PROBLEMA DA ABORDAGEM CONVENCIONAL:

Abordagem convencional: "Tome qualquer probiótico."

Mas se você dá Lactobacillus acidophilus em excesso para um paciente que quer emagrecer, pode piorar.

A ABORDAGEM INTEGRATIVA:

Não é "qualquer probiótico".
É cepa específica + dosagem adequada + duração suficiente.

RECOMENDAÇÃO PRÁTICA:
Para perda de peso, procure probióticos que contenham:
- Lactobacillus gasseri
- Lactobacillus rhamnosus
- Bifidobacterium breve

Na dose de 10-50 bilhões UFC/dia.
Por no mínimo 12 semanas.
Combinado com prebióticos e dieta anti-inflamatória.

Na Pós-Graduação SPES, você aprende a prescrever probióticos baseado em evidências e objetivos clínicos.
Porque probiótico não é tudo igual.

Saiba mais | Link na bio

A cetogênica reverte diabetes tipo 2. Mas a que custo?Sim, a dieta cetogênica pode reduzir a glicemia rapidamente. Pode ...
17/12/2025

A cetogênica reverte diabetes tipo 2. Mas a que custo?

Sim, a dieta cetogênica pode reduzir a glicemia rapidamente. Pode melhorar a sensibilidade à insulina. Pode até permitir a suspensão de medicações em alguns pacientes. Os estudos estão aí, e os resultados são reais.

Mas a pergunta que poucos fazem é: a que custo fisiológico e comportamental?

Quando você restringe carboidratos a menos de 50g por dia, você não está apenas "cortando açúcar". Você está alterando profundamente a via metabólica predominante do corpo, forçando-o a depender de corpos cetônicos. Para alguns pacientes, isso é terapêutico. Para outros, é um estressor metabólico que desregula ainda mais o que já estava frágil.

Pacientes com hipotireoidismo, por exemplo, dependem de carboidratos para a conversão adequada de T4 em T3. Sem essa conversão, o metabolismo desacelera, a fadiga aumenta e a perda de peso estagna — exatamente o oposto do que se buscava. Pacientes com cortisol cronicamente elevado (e quantos dos seus pacientes diabéticos não têm estresse crônico?) podem ver a cetogênica funcionar como mais um gatilho de alarme metabólico, perpetuando a resistência à insulina.

E tem a questão da adesão. Não adianta uma dieta ser "perfeita" na teoria se o paciente não consegue sustentá-la por mais de 2 meses. A melhor dieta não é a que tem mais evidências. É a que o paciente consegue seguir sem sentir que está em uma prisão alimentar.

Então, a cetogênica funciona? Sim. Para quem? Para o paciente certo, no momento certo, com o suporte certo. E isso exige muito mais do que prescrever um cardápio. Exige ler a fisiologia, entender o contexto e acompanhar de perto.

Na SPES, ensinamos você a fazer exatamente isso: individualizar, não protocolizar.

15/12/2025

O jejum é uma cirurgia bariátrica sem a cirurgia.

Essa frase resume uma verdade que poucos profissionais param para analisar: os benefícios metabólicos da cirurgia bariátrica não vêm apenas da restrição mecânica do estômago, mas da severa redução calórica que ela impõe.

E se você pudesse oferecer esses mesmos benefícios — redução da resistência insulínica, normalização da glicemia, perda de peso sustentável — sem bisturi, sem riscos cirúrgicos e de forma reversível?

O jejum faz exatamente isso. Ele permite que o corpo acesse suas reservas de gordura mesmo na presença de glicose, reverte a resistência à insulina de forma mais eficiente do que a simples restrição calórica contínua e, surpreendentemente, reduz a sensação de fome, não a aumenta.

Porque a fome, como bem colocado no vídeo, é um estado da mente, não do estômago. O jejum nos dá clareza para distinguir a fome real da fome condicionada.

Desde 1500 a.C., com o Papiro de Ebers, já se descrevia o diabetes. Hoje, ele é uma calamidade de saúde pública. E nós temos em mãos uma ferramenta milenar, validada pela ciência moderna, que pode reverter essa condição.

A pergunta não é mais “o jejum funciona?”. A pergunta é: você está preparado para aplicá-lo com segurança e eficácia na sua prática clínica?

Na SPES, formamos profissionais que dominam a fisiologia do jejum e sabem quando, como e para quem prescrevê-lo.

12/12/2025

A abordagem medicamentosa para obesidade é suficiente? A resposta é não.

No tratamento da obesidade, o manejo medicamentoso pode ser útil, mas está longe de ser a solução completa. A dependência de dr**as, os efeitos colaterais e, principalmente, o alto índice de retorno do quadro de obesidade nos mostram que precisamos ir além.

É preciso investigar as raízes do problema, que muitas vezes estão em pilares ignorados pela medicina convencional:

• Pilar Psicológico: As causas emocionais e mentais por trás da compulsão.

• Pilar Hormonal: Desequilíbrios que geram obesidade, e não o contrário.

• Pilar Energético: Desequilíbrios na circulação energética que afetam o metabolismo.

• Pilar da Medicina Natural: O poder da fitoterapia e dos óleos essenciais.

• Pilar Nutricional: A individualidade bioquímica e os diferentes tipos metabólicos.

Só uma abordagem que integra todos esses pilares pode oferecer um resultado definitivo e duradouro. É por isso que no SPES, formamos profissionais que dominam essa visão 360°.

Quer aprender a tratar a obesidade de forma completa e se tornar uma referência na área? Conheça nossa Pós-Graduação em Obesidade, Síndrome Metabólica e Osteosarcopenia.
Link na bio.

Seu paciente repôs testosterona... e piorou?Texto:Você já viu aquele paciente que, mesmo com testosterona "alta", contin...
11/12/2025

Seu paciente repôs testosterona... e piorou?

Texto:

Você já viu aquele paciente que, mesmo com testosterona "alta", continua com fadiga, baixa libido e acúmulo de gordura? Você ajusta a dose, mas nada melhora. A frustração aumenta – a sua e a dele.

E se o problema não for a testosterona, mas o que acontece com ela depois?

Bem-vindo à aromatização: o processo em que a enzima aromatase (presente na gordura corporal) converte testosterona em estrogênio. O paradoxo é cruel: mais gordura, mais aromatase, mais estrogênio – um ciclo vicioso de piora metabólica.

Repor testosterona em um paciente inflamado e com resistência insulínica, sem controlar a aromatização, é como encher um balde furado.

O profissional de vanguarda vai além. Ele investiga o quadro completo:

• Avalia o estradiol e a relação Testosterona/Estradiol.

• Controla a inflamação e a resistência insulínica.

• Usa estratégias nutricionais e suplementos inteligentes (zinco, DIM).

• Entende que "menos pode ser mais", ajustando a dose para otimizar os resultados.

Dominar esses conceitos separa o profissional que segue protocolos daquele que se torna uma referência. É o que te dá segurança para tratar os casos mais complexos.

Na Pós-Graduação em Obesidade, Síndrome Metabólica e Osteosarcopenia do SPES, ensinamos você a entender o porquê por trás de cada desequilíbrio metabólico.

Se você quer dominar a fisiologia que realmente faz a diferença na prática clínica, este é o seu próximo passo.

Clique no link da bio e conheça a formação que vai te transformar em uma autoridade no assunto.

Obesidade, osteosarcopenia e síndrome metabólica não podem ser tratadas com uma visão única. Exigem uma abordagem 360°, ...
05/12/2025

Obesidade, osteosarcopenia e síndrome metabólica não podem ser tratadas com uma visão única. Exigem uma abordagem 360°, que integre diferentes áreas do conhecimento.

É por isso que o corpo docente da nossa Pós-Graduação é assim: multidisciplinar.

Reunimos médicos, nutricionistas, educadores físicos, psicólogos e farmacêuticos para te dar uma visão completa e aprofundada do metabolismo humano.

Coordenados pelo Prof. Dr. Roberto César Leite, nossos professores são referências em Medicina Integrativa e Prática Clínica Avançada, trazendo para a sala de aula a experiência de quem lida diariamente com casos complexos.

Arraste para o lado e conheça os especialistas que farão de você um profissional mais completo.

Pronto para ter uma visão 360° da saúde? Clique no link da bio e saiba mais.

Imagine ter a segurança e a autoridade para tratar os casos mais complexos de obesidade, osteosarcopenia e síndrome meta...
05/12/2025

Imagine ter a segurança e a autoridade para tratar os casos mais complexos de obesidade, osteosarcopenia e síndrome metabólica, com uma visão que integra todos os sistemas do corpo.

Isso é o que a Medicina Integrativa oferece. E é isso que você vai aprender na nossa Pós-Graduação.

Liderada pelo Dr. Roberto César Leite e uma equipe de especialistas, a Pós-Graduação da SPES vai te dar as ferramentas para entender o metabolismo de forma completa e avançar na sua prática clínica.

Com aulas online focadas na prática e um encontro presencial exclusivo, você estará preparado para se tornar uma referência na sua área.

O próximo passo na sua carreira começa aqui.

Clique no link da Bio e e conheça a formação completa.

04/12/2025

Como nós podemos ir além do óbvio na prática clínica? 💡

Entender o metabolismo em profundidade é o que separa um tratamento comum de um tratamento de excelência.

No vídeo, o Prof. Dr. Roberto Cesar Leite nos convida a mergulhar nos mecanismos que regem a produção de energia e a saúde celular.

Não se trata apenas de contar calorias, mas de compreender como cada nutriente interage com a fisiologia única de cada paciente.

É esse conhecimento que permite ao clínico ter segurança para tratar casos complexos, modular o sistema imunológico e promover uma saúde que vai muito além da balança.

Na Pós-graduação em Obesidade, Síndrome Metabólica e Osteosarcopenia do SPES, te damos as ferramentas para alcançar esse nível de profundidade e excelência.

Junte-se a nós e transforme sua prática clínica. Link na bio!

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