SPES Centro de Ensino e Especialização

SPES Centro de Ensino e Especialização Saúde Integrada. Muito mais que uma instituição de ensino, é a conexão entre a ciência, a natureza e a humanidade. Cursos que vão além do tradicional!

19/02/2026

Mindfulness: Atenção Plena e Aceitação Para Ansiedade

Você orienta seus pacientes a "não pensar na ansiedade"? Isso não funciona. Porque quanto mais você tenta não pensar, mais você pensa.

Mindfulness não é sobre "não pensar". É sobre aceitar, reconhecer e observar sem elaborar.

2 PONTOS FUNDAMENTAIS DO MINDFULNESS:

1️⃣ ACEITAR E OBSERVAR (NÃO ELABORAR)

Você aceita que os pensamentos e sentimentos estão ali, mas não elabora. Não f**a pensando: "Por que eu tô pensando nisso? Por que eu tô sentindo isso?"

Os pensamentos são objetos de observação. A gente observa eles e não se distrai por eles.

2️⃣ ORIENTAÇÃO PARA O PRESENTE

Caracterizada por 3 palavras:

→ Curiosidade → Abertura → Aceitação

Se você está numa experiência ansiogênica, entenda essa experiência com curiosidade, abertura e aceitação. "Estou aberta ao que tá acontecendo. Estou aceitando que eu estou sentindo ansiedade nesse momento."

PRÁTICA: MEDITAÇÃO SENTADA (FOCADA NA RESPIRAÇÃO)

Técnica simples que pode ser usada em milhões de situações:

→ Quando o paciente está ansioso → Antes de se alimentar → Em momentos de estresse

Como fazer: Sente-se, foque na respiração. Quando pensamentos surgirem, observe-os sem elaborar. Volte a atenção para a respiração.

IMPLICAÇÃO CLÍNICA:

Mindfulness não é "relaxamento". É uma ferramenta para aumentar consciência e responder (não reagir) ao estresse.

Na SPES, você aprende a usar mindfulness como ferramenta terapêutica para obesidade, ansiedade e compulsão alimentar.

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17/02/2026

Termografia: Medindo Ativação Mitocondrial para Saúde

Como você mensura a ativação mitocondrial dos seus pacientes? Você não vai tirar uma célula e ver no microscópio a mitocôndria de alguém, certo?

Você faz por termografia — um método de imagem térmica que filma a região supraclavicular e diz o quanto está ativada a BAT (gordura marrom).

Neste trecho da aula, o professor explica como usar termografia para avaliar saúde mitocondrial e aplicar isso clinicamente.

TERMOGRAFIA: FERRAMENTA DIAGNÓSTICA

A termografia filma a região supraclavicular e mostra:

→ Se a BAT está ativada (tem gente que nem está ativada) → Nas que estão ativadas, será que não dá para melhorar mais um pouquinho?

E aí você pode fazer uma manutenção da saúde mitocondrial, contribuindo para o tratamento de:

→ Diabetes → Obesidade → Doenças cardíacas

TECIDO ADIPOSO MARROM: LOCALIZAÇÃO E FUNÇÃO

O tecido adiposo marrom se localiza principalmente numa região perivascular (também conhecido como tecido adiposo perivascular), onde tem:

→ Alta densidade mitocondrial → Alto nível de expressão da UCP1 (proteína desacopladora de ATP)

O QUE É UCP1?

É a proteína que, junto com glicose e oxigênio, faz a transformação em calor e produção de ATP para que tenha as reações enzimáticas do corpo humano.

IMPLICAÇÃO CLÍNICA:

Termografia não é apenas "tirar foto com câmera térmica". É uma ferramenta diagnóstica para avaliar ativação de gordura marrom e saúde mitocondrial.

E quando você sabe que o paciente tem baixa ativação de BAT, você pode intervir: exposição ao frio, exercício, capsaicina, chá verde.

Na SPES, você aprende a usar ferramentas diagnósticas avançadas (termografia, bioimpedância, calorimetria) para avaliar metabolismo e criar intervenções personalizadas.

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16/02/2026

Ozempic resolve obesidade? Não. Ele apenas adia o problema.

Neste Reels, o Dr. Roberto desmonta a ilusão de que os análogos de GLP-1 são a solução definitiva para a obesidade.
A verdade:
📌 Enquanto você usa, o peso se mantém
📌 Quando você para, o peso volta
📌 Porque você não tratou a causa
Por que o peso volta?
Porque a obesidade não é causada por falta de GLP-1. Muitas pessoas obesas produzem quantidades normais dessas moléculas.
O problema não é a falta do hormônio. O problema são as disfunções metabólicas de base:
❌ Resistência insulínica
❌ Carências nutricionais
❌ Desregulação hipotalâmica
❌ Aspectos emocionais não tratados
❌ Desequilíbrios energéticos
E os análogos tratam isso?
Não. Eles apenas suprimem o apetite.
E tem um preço:
❌ Paralisia gástrica
❌ Diminuição da capacidade digestiva
❌ Perda de massa muscular
❌ Desnutrição
❌ Toxicidade
Então, qual é a solução?
Como o Dr. Roberto coloca: tratar as disfunções metabólicas de base.
✅ Homeopatia, fitoterapia, óleos essenciais
✅ Nutrição profunda (jejum intermitente, tipos metabólicos)
✅ Individualização terapêutica
✅ Tratamento das causas, não dos sintomas
Ozempic pode ser um paliativo bem-vindo?
Sim. Enquanto se trabalha em profundidade com as questões de base.
Mas se você acha que é só usar a "caneta" e está resolvido, você está se enganando.
Na SPES, formamos profissionais que tratam a causa, não o sintoma.

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13/02/2026

Cálcio Iônico: A Forma Ativa Essencial para o Corpo

Você prescreve cálcio para seus pacientes. Mas você sabe que apenas 50% do cálcio no plasma é cálcio iônico — a forma ativa que realmente funciona?

Neste trecho da aula, o professor explica a diferença entre cálcio ligado e cálcio iônico, e por que isso importa clinicamente.

DISTRIBUIÇÃO DO CÁLCIO NO PLASMA:

41% do cálcio: ligado a proteínas plasmáticas (não difusível através da membrana)

9% do cálcio: difusível através da membrana, mas combinado a substâncias aniônicas do plasma (citrato, fosfato) — não ionizado

50% do cálcio: difusível através da membrana dos capilares e ionizado — essa é a forma ativa

CÁLCIO IÔNICO: A FORMA ATIVA

Esse cálcio iônico (50% do cálcio plasmático) é a forma ativa para a maioria das funções do cálcio no corpo, incluindo:

→ Efeito sobre o coração (contração cardíaca) → Sistema nervoso (transmissão de impulsos nervosos) → Parte óssea (mineralização óssea)

ABSORÇÃO INTESTINAL DE CÁLCIO:

As taxas usuais de ingestão são cerca de 1 grama de cálcio por dia (o que corresponde a cerca de 1 litro de leite). Muita gente tem deficiência.

Normalmente, os cátions divalentes (como íons cálcio) são mal absorvidos pelos intestinos.

Entretanto, a vitamina D promove a absorção de cálcio pelos intestinos.

Cerca de 35% (350mg/dia) do cálcio ingerido costumam ser absorvidos. O cálcio restante no intestino é excretado nas fezes.

IMPLICAÇÃO CLÍNICA:

Prescrever cálcio sem vitamina D é perder oportunidade terapêutica. Porque sem vitamina D, a absorção de cálcio é muito baixa.

E mais: você precisa garantir que o cálcio chegue na forma iônica (forma ativa) para ter efeito sobre coração, sistema nervoso e ossos.

Na SPES, você aprende a prescrever suplementação de forma estratégica, entendendo fisiologia e farmacocinética.

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Cromo Picolinato: Verdade x MitoVocê prescreve cromo picolinato para seus pacientes? Ótimo. Mas você sabe o que é verdad...
12/02/2026

Cromo Picolinato: Verdade x Mito

Você prescreve cromo picolinato para seus pacientes? Ótimo. Mas você sabe o que é verdade e o que é mito sobre esse suplemento?

Porque existe muita informação errada circulando. E se você não sabe separar verdade de mito, pode estar prescrevendo de forma inadequada.

O QUE AS EVIDÊNCIAS DIZEM:

✅ VERDADE 01: Melhora sensibilidade à insulina

Cromo potencializa ação da insulina. Como?

→ Melhor captação de glicose → Reduz glicemia em 10-20mg/dL → Reduz HbA1c em 0,5-0,7%

Evidências: estudos mostram eficácia em diabéticos tipo 2.

✅ VERDADE 02: Pode reduzir compulsão por açúcar

Cromo melhora regulação da glicemia, o que pode reduzir compulsão por açúcar.

Mecanismo: → Menos hipoglicemia reativa → Menos compulsão por açúcar

Evidências: funciona em ALGUNS pacientes, não em todos.

❌ MITO 01 E 02:

Mito 01: Cromo emagrece Realidade: efeito indireto (melhora glicemia → pode reduzir compulsão)

Mito 02: Cromo é milagroso Realidade: não substitui dieta/exercício. Funciona melhor em deficientes de cromo.

Segurança: → Seguro nas doses recomendadas → Monitore glicemia → Evite doses excessivas → Como pode ajudar, mantenha a solução sugerida

IMPLICAÇÃO CLÍNICA:

Cromo picolinato não é milagroso. Mas pode ser útil em pacientes com resistência insulínica e compulsão por açúcar — desde que usado corretamente.

Pare de prescrever cromo achando que ele vai emagrecer o paciente. Prescreva com estratégia: para quem tem resistência insulínica, compulsão por açúcar, ou deficiência de cromo.

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11/02/2026

Seu Intestino Conecta Tudo! Desvende o Eixo Cérebro-Intestino

Você trata obesidade, ansiedade, síndrome metabólica. Mas você está tratando o sistema endocanabinoide? Ou apenas prescrevendo medicação sem entender a conexão entre intestino, cérebro e microbiota?

Neste vídeo, a professora explica como o sistema endocanabinoide modula o eixo intestino-cérebro.

SISTEMA ENDOCANABINOIDE: MUITO ALÉM DO CBD

É um complexo sistema de sinalização celular que favorece a homeostase de todo o organismo. Os receptores endocanabinoides estão em todo o corpo, inclusive no intestino.

COMO ELE MODULA O EIXO INTESTINO-CÉREBRO?

O sistema endocanabinoide está presente no epitélio intestinal e nas células enteroendócrinas. Ele modula as funções cerebrais:

→ Indiretamente: através de fatores circulantes derivados do intestino → Diretamente: através do nervo vago

INTERAÇÃO COM A MICROBIOTA:

Os endocanabinoides são secretados por micro-organismos e interagem com a microbiota. O sistema endocanabinoide intestinal regula:

→ Motilidade do intestino
→ Permeabilidade intestinal
→ Respostas inflamatórias

A composição da microbiota influencia a atividade do sistema endocanabinoide.

FUNÇÃO HOMEOSTÁTICA:

O sistema endocanabinoide proporciona resiliência ao organismo para lidar com condições adversas. Ele oferece resiliência fisiológica e comportamental ao estresse e modula o eixo intestino-cérebro.

IMPLICAÇÃO CLÍNICA:

Quando você trata obesidade, ansiedade, depressão, síndrome metabólica — você está tratando o sistema endocanabinoide? A microbiota? A permeabilidade intestinal? A inflamação?

Se não está, você está tratando sintoma, não causa.

Na SPES, você aprende a tratar o corpo de forma sistêmica e integrativa.

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10/02/2026

Estímulo ao Frio: A Chave Secreta para Queimar Gordura!

Existe uma série de situações que interferem na termogênese do tecido adiposo. E o estímulo ao frio é uma delas.

Neste trecho, o professor explica 3 situações que ativam a gordura marrom:

1️⃣ SITUAÇÃO BÁSICA PÓS-PRANDIAL (após comer):

Quando você come, o corpo ativa a gordura marrom para produzir calor. Como?

→ Estímulo de T3 e T4 (tireoide) → Estimulação do sistema nervoso simpático → Circulação de gordura e glicose → Leptina diminui saciedade e libera mais T3 e T4

Isso é fisiologia normal.

2️⃣ ESTÍMULO AO FRIO:

Quando você coloca o indivíduo num ambiente frio, a resposta é muito mais acentuada do que no pós-prandial.

Como funciona?

→ Temperatura do ambiente abaixa → Maior estímulo do sistema nervoso simpático (noradrenérgico) → Resposta mais acentuada para o tecido adiposo marrom → Ativação de T3 e T4 para manter temperatura corporal → Fígado aumenta circulação de ácido graxo e glicose (via estimulação simpática) → Isso também influencia a gordura marrom

Resultado: o estímulo ao frio faz o indivíduo produzir mais calor, aumentar gasto energético e controlar peso.

Por que isso é importante?

Porque você pode usar o estímulo ao frio como ferramenta terapêutica para ativar gordura marrom, aumentar termogênese e facilitar emagrecimento.

Ferramentas práticas: → Banhos frios (água fria no final do banho) → Crioterapia → Exposição ao frio controlada (reduzir aquecimento em casa)

Na SPES, você aprende a usar termogênese e ativação de gordura marrom como estratégia terapêutica para obesidade e síndrome metabólica.

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09/02/2026

"O mais difícil na obesidade não é a perda de peso. É a manutenção em longo prazo."

Essa frase da Dra. Lígia resume o que todo profissional de saúde que trata obesidade deveria ter tatuado na mente.

É fácil fazer o paciente perder peso. Restrinja carboidratos, corte calorias, aumente exercício. Em algumas semanas, a balança desce.

Mas e depois de 6 meses? 1 ano? 5 anos?

Neste trecho da aula, a Dra. Lígia fala sobre a complexidade real do tratamento da obesidade.

Quando você olha para um caso real — com toda a história de vida, crenças, traumas, fatores metabólicos, hormonais, emocionais e sociais —, pode parecer assustador.

Mas como ela coloca: "É a vida como ela é."

Ser simplório e dar "mais uma dieta" diante dessa complexidade é, no mínimo, ingênuo. Porque você não está tratando a obesidade. Você está perpetuando o ciclo de perda e reganho de peso.

O tratamento precisa fazer sentido em longo prazo. É preciso pensar fora da caixa e ter uma equipe multidisciplinar.

A Dra. Lígia orienta com honestidade rara:

"Talvez você se canse do que a gente tá fazendo. Mas veja teu histórico. Se precisar, dá um tempo e volta. Ou procura outros profissionais para fazer parte dessa equipe."

O objetivo não é manter o paciente dependente. É construir um tratamento efetivo e sustentável. Um tratamento sobre manter a perda — que é o verdadeiro desafio.

Na SPES, formamos profissionais que entendem que tratar obesidade não é sobre prescrever dietas. É sobre pensar em sistemas e criar soluções que funcionam na vida real.

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Seu Paciente Fez Bariátrica. Emagreceu. Depois Recuperou o Peso. Você Acha Que É Falta de Controle?Não é.Reganho de peso...
05/02/2026

Seu Paciente Fez Bariátrica. Emagreceu. Depois Recuperou o Peso. Você Acha Que É Falta de Controle?

Não é.

Reganho de peso pós-bariátrica tem 7 causas principais:

1.
Dilatação: estômago dilata → ganha peso

2.
Deficiências nutricionais: B12, ferro, vitamina D, zinco → fadiga, fome → ganho de peso

3.
Hipotireoidismo: metabolismo lento → ganho de peso

4.
Disbiose: inflamação crônica → ganho de peso

5.
Resistência insulínica: pode voltar → ganho de peso

6.
Fatores emocionais: ansiedade, depressão, compulsão → comer emocional → ganho de peso

7.
Dieta ruim: ultraprocessados, açúcar → inflamação, ganho de peso

Solução:

→ Investigar e corrigir deficiências nutricionais → Avaliar dilatação gástrica → Avaliar TSH, T3, T4 → Probióticos, dieta anti-inflamatória → Avaliar HOMA-IR → Terapia cognitivo-comportamental → Reeducação alimentar

Emagrecer não é sobre "comer menos". É sobre tratar a raiz.

Pós-Graduação SPES Obesidade, Síndrome Metabólica e Osteosarcopenia , você aprende a tratar reganho de peso pós-bariátrica de forma integrativa.

04/02/2026

Seu Paciente Emagrece. Depois Recupera o Peso. Você Acha Que É Falta de Controle?

Não é.

É que a grelina (hormônio da fome) aumenta quando o paciente emagrece. E quando a grelina aumenta, o paciente sente mais fome. É o corpo tentando recuperar o peso perdido.

Isso explica por que 95% das dietas falham.

Porque o corpo tem mecanismos compensatórios para manter o peso.

Mas tem mais:

A disfunção da regulação da grelina relacionada à obesidade causa inflamação sistêmica e neuroinflamação.

Na obesidade, as anomalias metabólicas aumentam os níveis de citocinas pró-inflamatórias (TNF-α, IL-6, IL-1β). E essas citocinas provocam:

→ Resistência à insulina → Doença hepática gordurosa não alcoólica → Hipertensão → Disfunção endotelial

Além disso, há redução da secreção de BDNF e da neurogênese. E isso está associado à depressão.

Obesidade não é apenas "comer demais". É inflamação sistêmica, neuroinflamação, disfunção hormonal e depressão.

Na Pós-Graduação SPES, você aprende a tratar obesidade pela raiz.

03/02/2026

Gordura em Volta do Coração: Proteção ou Inflamação?

Estudo publicado no Jornal Brasileiro de Cirurgia Cardiovascular mostra que a gordura em volta do coração em pacientes com doença cardiovascular é muito branca. Já não é mais marrom.

Isso já faz parte da própria doença.

Já não é uma gordura que estava protegendo o coração. Já é uma gordura que tem mais efeito maléfico (efeitos inflamatórios).

Gordura branca em volta do coração = inflamação. Gordura marrom em volta do coração = proteção.

E aqui, de curiosidade: essa é a imagem térmica durante a cirurgia. Ela mostra a produção de calor do corpo humano em tempo real.

Por que isso é importante?

Porque a gordura marrom produz calor (termogênese). A gordura branca não. Então, quando você vê uma gordura muito branca em volta do coração, você sabe que aquela gordura não está produzindo calor. Não está protegendo. Está inflamando.

02/02/2026

Neste trecho da aula, a Dra. Lígia faz uma análise crítica da indústria das dietas e seu impacto na saúde física e mental dos nossos pacientes. E ela começa com uma pergunta que todo profissional deveria fazer: se a dieta da chia, do ovo, low carb, cetogênica fossem realmente ef**azes a longo prazo, por que a cada mês surge uma nova?
A resposta é direta: porque elas não funcionam de forma sustentável.

Mas a indústria não quer que os pacientes saibam disso. Ela quer que eles continuem tentando, porque alguém está lucrando com esse ciclo. E a forma como ela faz isso é através do marketing. É uma manipulação neuronal para influenciar comportamento de consumo.
E os pacientes acabam linkando o termo "dieta" com algo negativo, não positivo.
Mas aqui está o problema que enfrentamos na clínica: todo o ambiente dos nossos pacientes é recheado por esses alimentos. Então prescrever uma dieta baseada em "não pode, não pode, não pode" é colocar o paciente em conflito constante com o ambiente em que ele vive.
E a indústria quer que os pacientes continuem nesse ciclo, trazendo novas estratégias, novas promessas, novas "soluções". E o que nós, como profissionais, precisamos considerar — são os impactos negativos para a saúde física e mental. E quem paga o preço? O paciente, que gasta dinheiro, gasta saúde e não tem o resultado que deveria acontecer.
E o pior de tudo, e aqui está o ponto crítico para a nossa prática clínica: esses pacientes acham que eles são fracassados. Na cabeça deles, não é que a dieta está errada — é o indivíduo que está errado. E quando nós, como profissionais, prescrevemos dietas restritivas sem considerar o contexto de vida do paciente, nós perpetuamos esse ciclo de culpa e fracasso.

Pós Graduação SPES, Obesidade, Síndrome Metabólica e Osteosarcopenia.

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