Luisa Costa Fisioterapeuta.

Luisa Costa Fisioterapeuta. Fisioterapeuta
• Reabilitação funcional
• Reabilitação ortopédica
• Reabilitação ortopédica pós-cirúrgica
osteopatia
•Pós Graduanda Osteopatia- Facl.

Inspirar- PR
•Pós Graduanda em Traumato e Ortopedia desportiva pelo CETE- SP

26/03/2026

O lance do Moses Moody não é sobre “lado mais carregado”.
O membro direito freia e absorve carga linear. O esquerdo entra para estabilizar sob uma condição muito mais exigente: valgo dinâmico associado à rotação interna de tíbia, com alto torque e pouco tempo de resposta.

É nesse cenário que o sistema falha.

A lesão ocorre no membro que não conseguiu organizar carga rotacional em alta velocidade, não necessariamente no que recebeu maior carga absoluta.

Do ponto de vista cirúrgico, o padrão desse mecanismo frequentemente leva à reconstrução de LCA, com investigação obrigatória de lesões associadas, principalmente meniscais e, em alguns casos, condrais. A intervenção não se limita à estrutura rompida. O objetivo é restabelecer estabilidade funcional para permitir progressão de carga sem risco de novo colapso.

O tempo de recuperação segue critérios biológicos e funcionais, não calendário:
controle inicial de dor e edema com recuperação precoce de extensão, evolução de força e controle neuromuscular nas primeiras semanas, progressão para impacto e mudança de direção entre o terceiro e sexto mês e retorno ao esporte entre seis e nove meses, condicionado a te**es objetivos de força, simetria e controle.

Antecipar retorno sem critério é o caminho mais curto para recidiva.

A lesão não começa no momento do gesto. Ela se constrói na forma como esse atleta tolera, distribui e organiza carga ao longo do tempo.

25/03/2026

Essa cena é forte, mas o que mais chama atenção é o histórico por trás dela.

Esse atleta já passou por um trauma cervical grave, com risco neurológico importante. Voltar ao futebol profissional depois disso já mostra um processo de recuperação fora do padrão.

Sobre a convulsão, qualquer relação direta com o acidente exige cuidado. Sem avaliação médica adequada, não existe conclusão segura.

Mas ignorar o histórico também não faz sentido.

Traumas dessa magnitude deixam adaptações no sistema nervoso que não desaparecem com o retorno ao esporte. Elas precisam ser consideradas na leitura clínica e no acompanhamento a longo prazo.

No alto rendimento, retorno não é só liberação para jogar.
É monitoramento contínuo, gestão de risco e tomada de decisão ao longo da carreira.

Você leva em conta histórico neurológico na sua condução clínica?

24/03/2026

O caso do Ronaldo Nazário não é sobre “superação”.

É sobre carga mal resolvida ao longo do processo.

O tendão patelar não falha de forma aguda por acaso.
Ele falha quando a capacidade do tecido não acompanha a demanda imposta.

E nesse tipo de lesão, alguns pontos são críticos:

• capacidade de suportar carga excêntrica e elástica
• qualidade de armazenamento e liberação de energia no tendão
• controle em desaceleração e transição de movimento
• tolerância progressiva a esforços repetidos de alta intensidade

Uma ruptura parcial seguida de retorno precoce ao jogo competitivo cria um cenário clássico:

o atleta está clinicamente melhor,
mas mecanicamente ainda insuficiente.

E o tendão… não negocia.

A segunda ruptura não é um evento isolado.
É a continuidade de um processo mal fechado.

Depois disso, o que aconteceu foi interessante:

não foi só reabilitação.
Foi adaptação de função.

Menos dependência de explosão contínua,
mais eficiência de movimento,
melhor leitura de jogo e posicionamento.

Isso também é reabilitação de alto nível:

não apenas devolver o que o atleta era,
mas ajustar o que ele precisa ser para continuar performando.

24/03/2026

No paratriathlon, a transição é cronometrada.

Ajuste de prótese, apoio do guia, troca de equipamento.
Tudo permitido. Tudo treinado.

Não é privilégio.
É categoria específ**a, com regra clara.

E mesmo com essa dinâmica, o nível de exigência é brutal.
Enquanto alguns discutem, ele está voando.

Competição é sobre desempenho dentro da regra.

E ali, está tudo dentro dela.

23/03/2026

Nesse tipo de lance, o que chama atenção não é só a queda.

É a combinação de fatores: desaceleração, rotação e o joelho entrando em valgo enquanto o corpo continua em movimento.

Esse padrão coloca o LCA sob uma carga que ele não foi feito para suportar sozinho.

Quando ainda existe lesão associada de menisco, o cenário muda completamente.
A estabilidade articular f**a mais comprometida e o processo de reabilitação exige ainda mais controle de progressão.

Cirurgia reconstrói o ligamento.
O retorno ao jogo depende de recuperar força excêntrica, controle neuromuscular e capacidade de lidar com movimentos imprevisíveis em alta velocidade.

No futebol, o joelho precisa responder rápido e com precisão.

Se você estivesse conduzindo esse caso, qual seria seu principal critério antes de liberar mudança de direção em alta intensidade?

Respirando fora por alguns dias. 🤤
23/03/2026

Respirando fora por alguns dias. 🤤

21/03/2026

Kobe Bryant luxou o dedo no meio do jogo.

Redução ali mesmo.

Estabilização rápida.

E ele seguiu jogando.

Luxação de dedo envolve cápsula e ligamentos. Dói muito. Pode gerar instabilidade se houver lesão associada.

Mas quando a articulação reduz bem e mantém estabilidade, é possível proteger e continuar.

Isso não é romantizar lesão.

É entender que contexto clínico e nível competitivo importam.

Era o Kobe.

E algumas mentalidades simplesmente não saem de quadra.

20/03/2026

Mecanismo claro: pé fixo + rotação sob carga → fratura.

É uma lesão séria, mas bem conduzida, tem ótimo prognóstico.

Com estabilização adequada e uma reabilitação bem estruturada, o foco é:
• recuperar força
• restabelecer controle
• devolver capacidade de absorver carga

O retorno ao esporte costuma acontecer entre 6 e 9 meses, respeitando critérios de função e não só o tempo.

Não é só consolidar o osso.
É reorganizar o corpo para voltar a performar com segurança.

E isso, quando bem feito, devolve o atleta ao jogo em alto nível.

20/03/2026

No snowboard cross, o problema nunca foi só a lesão.

É a exigência.

Estamos falando de um esporte com:

• alta velocidade
• instabilidade constante
• resposta reativa em milissegundos
• impacto imprevisível a cada descida

Lesões em membro superior, nesse contexto, não são “periféricas”.

Elas interferem diretamente em:

• controle de tronco em alta velocidade
• dissociação de cinturas
• absorção e redirecionamento de impacto
• estratégia de proteção em queda

Ou seja, afetam o sistema como um todo.

O que diferencia um retorno comum de um retorno ao alto nível não é “seguir protocolo”.

É reconstruir capacidade sob as mesmas condições que o esporte impõe.

Isso exige:

• integração entre membros superiores e inferiores
• controle neuromuscular em ambiente instável
• tolerância a erro e recuperação rápida
• exposição progressiva a situações reais de competição

No alto rendimento, o tempo biológico é só uma parte da equação.

A outra é mais difícil:

restaurar a capacidade de responder ao imprevisível.

19/03/2026

Lesões ósseas em atletas raramente são limitadas ao osso.

O período de imobilização e descarga altera propriedades que são críticas para o desempenho:

• capacidade de produção de força em alta taxa (RFD)
• rigidez do sistema músculo-tendíneo
• eficiência na absorção e redistribuição de impacto
• coordenação intermuscular em tarefas reativas

Isso cria um cenário clássico:
o tecido cicatriza dentro do esperado, mas o sistema ainda está desorganizado.

No futebol, isso é decisivo.

A exigência não é apenas gerar força,
é gerar força rápido, com precisão e sob variabilidade.

Se esse ajuste fino não é restaurado, o atleta até volta…
mas com queda de eficiência mecânica e aumento de sobrecarga em estruturas adjacentes.

Por isso, o tempo de retorno não pode ser guiado por imagem ou cronologia isolada.

Ele precisa responder a uma pergunta mais incômoda:

esse membro inferior voltou a se comportar como um sistema capaz de sustentar alta demanda?

19/03/2026

Esse é só o começo do que estamos construindo juntos.
Se você quer fazer parte, o próximo passo já começou.

Comenta “EU QUERO” e entra pra lista de espera do próximo curso.

Vamos seguir evoluindo. Juntos. 🙌

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