Recalculando Rotas - Psicóloga Fernanda Gasparin

Recalculando Rotas - Psicóloga Fernanda Gasparin ✨️Psicologia, feminismo e uma pitadinha de humor para recalcular suas rotas⠀
⁣🌸Terapia para mulheres

24/12/2025

O Natal não é feito de uma emoção só. Ele é esse lugar onde alegria, cansaço, saudade, irritação, amor e vazio sentam todos na mesma mesa. E isso não signif**a que você é instável, difícil ou ingrato. Signif**a apenas que você é humano — e que datas simbólicas despertam sentimentos que f**aram quietos o ano inteiro.

A ambivalência não é um erro para ser corrigido. É um sinal de que a sua vida tem camadas, história, memórias e afetos que não cabem em um único clima. Não existe “sentir certo” no Natal. Existe sentir o que é seu, no tempo que é seu, sem tentar caber em expectativas emocionais que não nasceram de você.

✈️Se esse vídeo te lembrou que o Natal não precisa ser uma emoção só, compartilha com alguém que também sente em camadas.

22/12/2025

Às vezes o conflito entre mãe e filha não nasce da falta de amor, mas da falta de tradução. Cada uma fala a própria dor no idioma que aprendeu. De um lado, a busca por liberdade. Do outro, a tentativa de proteger. E no meio disso tudo, o desencontro. Merida e Elinor mostram exatamente isso: duas mulheres parecidas demais, mas presas em papéis que não deixam espaço para escuta.

E quando a gente para para olhar com calma, sem a defesa, sem o medo de decepcionar e sem o peso das expectativas, f**a mais fácil enxergar a mulher que existe por trás do papel de mãe. E também a filha que existe para além da função de agradar, corresponder ou seguir um roteiro que nunca foi seu.

💗 Se você se viu nessa relação atravessada por amor, silêncio e exigências, a terapia pode ser o espaço onde você se escuta com verdade e reconstrói esse vínculo internamente com mais leveza e consciência.

➡O link para agendar sua sessão está na bio

17/12/2025

As emoções desconfortáveis funcionam exatamente como aquela visita que entra sem bater: aparecem do nada, bagunçam a nossa rotina interna e ainda chegam trazendo “recados” que a gente não pediu. O problema não é sentir — é quando a gente acomoda essas emoções, oferece cadeira, café e ainda f**a folheando cada página do desconforto como se fosse obrigação lidar com tudo de uma vez.

Elas vêm, avisam, apontam algo… e depois cabe a você decidir se vai acolher, se vai agradecer e mandar embora, ou se vai deixar morar. Sentir é inevitável. Se perder nelas, não precisa ser.

✈️Se esse vídeo fez sentido pra você, envia pra aquela amiga que você sabe que vive servindo café pras próprias emoções. Você sabe exatamente qual.

11/12/2025

Controlar é o jeito mais cansativo de tentar se sentir segura.

E, ironicamente, é o que mais te deixa exausta.

A verdade é que o controle não nasce de força.

Ele nasce de medo.

Medo de perder.

Medo de errar.

Medo de ser rejeitada.

Medo de reviver algo que doeu demais um dia.

E aí o controle tenta se disfarçar de organização, mas no fundo é só vigilância emocional constante.

É você tentando prever tudo para não sentir nada.

Na terapia, a gente aprende outra coisa.

Que maturidade não é antecipar todos os cenários, e sim diferenciar o que cabe a você do que nunca esteve nas suas mãos.

Soltar o controle não é abandonar a própria vida.

É parar de carregar o que nunca foi seu.

E sim, a incerteza desconforta.

Mas também abre espaço para confiança.

Confiança em si, no que você construiu, e no fato de que você consegue se cuidar mesmo quando as coisas não saem como imaginou.

Você não precisa controlar para se sentir segura.

Pode respirar e deixar a vida caminhar com você.

💛 Se esse vídeo fez sentido pra você, compartilha com aquela amiga que você sabe que também tenta controlar tudo. Você sabe exatamente qual.

09/12/2025

A história das irmãs de *Encanto* diz muito menos sobre magia e muito mais sobre o que tantas mulheres vivem todos os dias: a tentativa exaustiva de ser suficiente para a família, para o trabalho, para o mundo. Cada uma delas encontrou um jeito diferente de sobreviver às expectativas, mas todas carregam a mesma pergunta silenciosa: *“Será que eu sou o bastante?”*

E é isso que eu vejo na clínica. Mulheres que performam perfeição, que sustentam tudo nas costas ou que se tornam indispensáveis para não se sentirem invisíveis. Não porque querem, mas porque aprenderam que amor, reconhecimento e pertencimento vêm sempre condicionados a desempenho. Só que viver assim cansa. E cansa muito!

Se alguma dessas dores tocou em você, talvez seja hora de olhar para esses padrões com menos culpa e mais consciência. A terapia é o espaço onde isso pode finalmente ser dito em voz alta, e cuidado com responsabilidade.

💗➡O link para agendar sua sessão está na bio.

04/12/2025

A culpa não nasce da gente. Ela é ensinada. E quanto mais eu atendo mulheres, mais eu vejo como esse sentimento funciona quase como um alarme interno programado para tocar sempre que a gente tenta existir fora do esperado. A culpa aparece quando você descansa, quando diz não, quando coloca um limite. Quase como se tivesse alguém dentro da cabeça perguntando: *“tem certeza que você pode isso?”*

E o mais duro é que muitas mulheres acham que a culpa diz algo sobre o caráter delas, quando na verdade ela revela muito mais sobre o mundo em que a gente cresceu. Um mundo que elogia a exaustão como responsabilidade, e chama de egoísmo qualquer movimento de cuidado próprio. Em terapia, a gente começa a desmontar isso: separar responsabilidade real de autocondenação aprendida, e construir uma relação com você mesma que não seja regida pelo medo de errar.

Se esse vídeo fez sentido pra você, manda pra uma mulher que vive se culpando por tudo. Às vezes, o que ela precisa não é ouvir “força”, e sim perceber que a culpa nunca foi só dela. 💗

02/12/2025

A Elle Woods representa muita gente que eu atendo: mulheres excelentes, competentes, dedicadas… mas que ainda sentem que precisam provar o valor delas o tempo inteiro.

E não porque falta capacidade.

Mas porque cresceram em ambientes onde mulheres têm que justif**ar a própria presença enquanto homens simplesmente existem.

Esse é o peso invisível que muita gente carrega: trabalhar o dobro, pensar mil vezes antes de falar uma, suavizar a própria competência pra não parecer “demais”.

E é exatamente aí que a terapia ajuda.

A desconstruir esse olhar exigente demais, a fortalecer a confiança interna, e a te fazer ocupar o seu espaço sem precisar pedir licença pra ninguém.

💗 O link para agendamento está na bio.

Se você se reconheceu na Elle… talvez seja sua vez de reconhecer a força que você já tem.

29/11/2025

Organização não precisa ser mais uma cobrança disfarçada.

Pode (e deve) ser uma forma de cuidado com você mesma, um jeito de respirar no meio da correria e criar clareza para tomar decisões com mais consciência.

Foi com essa ideia que eu criei o Planner “De Repente Adulta” e o Kit Clínica Sustentável.

Um para te ajudar a se organizar na vida pessoal e emocional,

e outro para você, psicóloga, que quer tornar o seu consultório mais leve, sustentável e estruturado.

Ambos têm ferramentas práticas e úteis, sem páginas decorativas que você nunca vai usar.

Checklist de tarefas, plano anti-procrastinação, controle financeiro e muito mais, tudo em um só lugar, pensado para a vida real.

✨ Comece 2026 com leveza, clareza e propósito.

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25/11/2025

Sabe quando você promete pra si mesma: “nunca mais vou me envolver com ninguém”?
Ou quando decide fazer tudo sozinha, porque depender de alguém sempre termina em decepção?
Isso não é força. É defesa. E defesa também cansa.

A Meg, de Hércules, aprendeu a se proteger assim. Doou tudo e recebeu quase nada. E depois de tanta frustração, a única forma de se sentir segura foi fingindo que não precisava de ninguém. Mas o que protege, também isola.

É nesse ponto que muitas mulheres chegam até mim: fortes demais pra pedir ajuda, independentes até o limite da exaustão, cansadas de ter que provar que não precisam de ninguém quando, na verdade, só queriam poder descansar em alguém.

Na terapia, a gente entende onde termina o cuidado e começa o medo. Reconhece os padrões de defesa que já cumpriram seu papel, mas agora só afastam.

💗 Marque sua consulta pelo link da bio. Talvez esse seja o primeiro passo pra deixar alguém cuidar de você e, dessa vez, sem precisar se perder no processo.

20/11/2025

Tem mulher que não pede ajuda nem quando o mundo tá desabando.
E todo mundo acha bonito.
Mas isso tem outro nome: exaustão.

A autossuficiência extrema quase nunca é escolha.
É sintoma de um cansaço que virou costume, de uma vida que ensinou que ser forte é o mínimo, e que depender é perigoso.

Desde cedo, a gente aprende que “mulher de verdade” dá conta, segura a casa, o trabalho, os outros… e engole o próprio limite.
Essa força forçada não é dom, é defesa.
É o resultado de uma cultura que valoriza quem aguenta firme e silencia quem diz “eu não tô bem”.

Na terapia, a gente começa a reparar isso: aprender a depender de forma saudável, a criar vínculos de confiança, e reconhecer que pedir não é fraqueza. É reparação.

✨ Você não é fraca por precisar. É humana por sentir falta ✨

Autossuficiência não é virtude quando custa saúde.
Cuidar de si também é deixar que cuidem de você.

💗 Manda esse post pra amiga que tá sempre dando conta, mas já tá cansada de ser a forte o tempo todo.

13/11/2025

🌻 Você não é indecisa.
Só aprendeu que o jeito mais seguro de ser aceita era agradar.

Mulheres foram ensinadas a medir cada escolha pelo conforto dos outros, e a chamar de egoísmo qualquer vontade que não coubesse nisso.

A indecisão, muitas vezes, é culpa travestida de dúvida.
É o medo de desagradar, de perder o afeto que sempre veio como prêmio por ser “boazinha”.
Mas decidir por si não é um ato de egoísmo, é de reparação.

Parte dessa reflexão é baseada no livro “A Síndrome da Boazinha” de Harriet B. Braiker, que eu recomendo muito pra quem quer entender como esse padrão se forma.

⬇ Se isso fez sentido pra você, deixa um 💛 aqui pra eu saber que você também tá repensando o que signif**a escolher por si.

😍 Nesse dia das mães, venho apresentar à vocês a minha!     🤔 E diferente do que muitos pensam quando nos vem juntas hoj...
12/05/2024

😍 Nesse dia das mães, venho apresentar à vocês a minha!

🤔 E diferente do que muitos pensam quando nos vem juntas hoje, nem sempre tivemos uma boa relação. Esta já foi marcada por muitas brigas e desentendimentos, mas acima de tudo, falta de conhecimento uma sobre a realidade vivida pela outra. Falta de comunicação!

🚪Foi só quando nos permitimos abaixar os muros das expectativas e abrir genuinamente a portinha de entrada uma para a outra, quando nos permitindo ser vulneráveis, que enfim encontramos uma a outra e nos permitimos nos conhecer de fato. Só ai mos conectamos como mãe e filha, como boas amigas e cúmplices de vida.

💪🏻 Foi também quando eu, enfim, passei a compreender a realidade do que é de fato "ser mãe", vista pela ótica dela e não somente da minha, de uma criança que queria a mãe para brincar, mas não tinha, pois ela sempre estava ocupada cuidando da casa ou sendo a "chata" que cobrava minhas tarefas da escola.

🫂Nos unimos mais quando eu finalmente percebi que ser mãe é uma tarefa muito mais difícil e desafiadora do que parece. É uma tarefa que, embora me pareça também gratif**ante, exige força, paciência e muita resiliência. Exige também saber lidar com cobranças, expectativas e julgamentos diários da sociedade que espera uma maternidade perfeita sem considerar a realidade de fato de cada mãe.

🌸 Então, nesse Dia das Mães, eu desejo à todas as relações com suas mães um pouquinho de abertura, compreensão, comunicação e muito afeto 🫶🏻

✨ Feliz dia das Mães à todas que exercem esse papel incrível ❤️

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Curitiba, PR

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