31/01/2026
*MANIFESTO SOCIAL*
Limite é amor! Presença é educação!
Responsabilidade não se terceiriza!
Amores, quero compartilhar com vocês algo que está no fundo do meu ser, com relação ao que está profundamente fora de lugar na forma como estamos criando nossos filhos.
Os recentes atos de violência praticados por adolescentes não surgem do nada.
Eles são reflexo de uma sociedade que *normalizou a ausência, relativizou o limite e terceirizou a educação emocional.*
Vivemos a era do adulto workaholic, sempre ocupado, irritado, tenso, cansado, culpado e quase sempre ausente, e do jovem sem direção, literalmente um ZUMBI emocional.
Entregar um celular cedo demais não é cuidado:
É silêncio comprado.
É presença substituída por tela: no carro, no restaurante, em casa, à mesa:
cada um no seu aparelho, ninguém no vínculo, como se isso preenchesse!
*NÃO PREENCHE NÃO!*
A criança cresce sem escuta, sem se sentir vista, amada, cuidada... Muitas vezes substituídas por babás, cuidadores, professores...
O adolescente cresce sem frustração, sem limites.
E nenhum ser humano amadurece sem limite.
Precisamos dizer com coragem:
🎯 *Crianças e adolescentes não sabem se auto regular sozinhos.*
*Quem precisa saber são os adultos.*
E cá entre nós: ser adulto é ter maturidade emocional para isso!
De uma coisa é certa:
* Limite não é castigo.
* Limite é proteção.
* Limite é o que constrói o freio interno que impede a crueldade, a impulsividade e a desumanização.
Quando a família não sustenta esse lugar, o jovem busca se sentir visto, incluído , amado, em outro campo: campo das dr**as, da violência, das redes sociais...
É um grito de alerta que os jovens tá tentando dizer:
Por favor, olhem com amor para mim!
Eu preciso de amor, de carinho e de afeto, de limites e não de compensações da ausência de vocês, meus pais!
E hoje essa ausência parental, muitas vezes, é substituída pelo virtual, pelas telas, pelo estímulo à violência que a internet pode "fazer companhia" e, dessensibilizando e trazendo um grande perigo em substituição ao amor não recebido, ou ainda, até estimulado na indiferença, no sarcasmo, na prepotência e arrogância que se é melhor do que o outro seja por posição