Psicóloga Infantil, especializada em autismo. CRP 08 19830 Cursos para terapeutas infantis ❤️☀️ Boa Leitura. Psicóloga Paula G.
Página para informar e conscientizar sobre a infância e os transtornos do desenvolvimento. Quanto mais se estuda sobre infância e desenvolvimento, mais novidades teremos para poder trabalhar com isso na clínica infantil, e é sempre bom se manter informado. Qualquer dúvida ou sugestões podem mandar mensagens inbox, obrigada. Kopruszinszki
Atendimento clínico infantil em Curitiba.
04/03/2026
Depois dos stories falando sobre isso, veio aí o desenho para organizar pensamentos sobre ABA NÃO SER MÉTODO!
Ficou claro? Eu também tive que estudar para entender melhor como era isso, mas o desenho do guarda chuva é a melhor forma de explicar isso! Me conta nos comentários se deu pra entender!
Tá tudo bem não saber, feio mesmo é dissipar informação errada pela internet ou oferecer seu "serviço em aba" falando que usa esse "método" ou essa "abordagem". Demonstra pouco conhecimento de fato em ABA. 👀
04/03/2026
Acredite em você! Você pode e vai conseguir!!! 🚀🤩
03/03/2026
(OBS: esse vídeo foi apenas uma experiência de TESTE na Tia Darda, o Nesplora aula é somente para crianças e adolescentes de 6 a 16 anos)
O Nesplora Aula é uma ferramenta de avaliação neuropsicológica em realidade virtual que avalia atenção e funções executivas 👩🏼🏫🧠
Ele simula uma sala de aula real, com estímulos visuais e auditivos (barulhos de colegas, movimento, distrações), permitindo avaliar a criança em um contexto muito próximo da vida escolar — o que aumenta a validade ecológica da avaliação 📚🎧
🔎 O que ele avalia?
✔️ Atenção sustentada
✔️ Atenção seletiva
✔️ Atenção alternada
✔️ Impulsividade
✔️ Controle inibitório
✔️ Tempo de reação
✔️ Variabilidade da resposta (muito relevante em hipóteses de TDAH)
Os estudos de validação mostram boa sensibilidade para identif**ação de padrões atencionais compatíveis com TDAH, além de permitir diferenciar desatenção de impulsividade de forma mais refinada quando comparado apenas a te**es tradicionais em papel 🧪📊
👶 Faixa etária:
É indicado para crianças e adolescentes de 6 a 16 anos.
É uma ferramenta complementar — não fecha diagnóstico sozinha — porém contribui muito para uma avaliação mais completa, principalmente quando queremos entender como a criança funciona em ambiente escolar real 💡
03/03/2026
🩷🩷🩷
03/03/2026
O medo é natural na infância e faz parte do desenvolvimento emocional.
O cuidado está em observar quando ele se torna excessivo ou começa a causar sofrimento.
Nesse post, explico quando o medo é esperado e quando pode ser um sinal de alerta.
27/02/2026
📊✨ Tempo de análise, escuta e evolução!
As terapeutas reunidas para preparar as devolutivas dos grupinhos sociais 💬💙
Aqui, cada detalhe importa: observamos interações, avanços na comunicação, flexibilidade, autonomia e as mudanças construídas ao longo dos últimos 6 meses.
Nada é por acaso. Cada conquista é fruto de acompanhamento cuidadoso, planejamento e muito trabalho em equipe. 🤝✨
A devolutiva é mais do que um retorno: é um momento de celebrar progressos, alinhar próximos passos e fortalecer a parceria com as famílias.
Seguimos acompanhando, ajustando e acreditando no potencial de cada criança. 🌱💙
26/02/2026
Superdotação e autismo podem caminhar juntos e entender isso muda tudo. 💛
Existe uma relação chamada dupla excepcionalidade, que acontece quando a criança é autista e, ao mesmo tempo, apresenta habilidades acima da média em algumas áreas.
Mas atenção: nem toda pessoa autista é superdotada e nem toda pessoa superdotada é autista.
Quando a gente entende essas diferenças, f**a mais fácil evitar rótulos, confusões no diagnóstico e, principalmente, oferecer o suporte certo para cada criança.
Se esse conteúdo te ajudou, compartilhe com alguma colega psicóloga ✨
26/02/2026
💛💛💛 Presta atenção nessa pesquisa e nessa informação!!!
Salas cheias de estímulos visuais (e sonoros) aumentam o tempo de distração das crianças!!! E estamos falando de crianças NEUROTIPICAS! Imagine você nossos pacientes atípicos em salas com tanto estímulo!
Lembrando que esse vídeo não é a minha opinião, é uma pesquisa realizada dentro desse tema.
Bora mudar isso?
Manda esse vídeo para aquela escola que você conhece, para a diretora, coordenadora, para pensarmos sobre essa mudança! 💜
25/02/2026
Cupom: PAULINHA20 no site da e MAIS 20% se baixar o app da Sinopsys e comprar por lá
Validade: 30/04/206
Três dicas de livros ótimos pra vc usar no seu consultório de psicologia! 💜💖
25/02/2026
✨ Previsibilidade visual transforma a rotina em segurança.
Para o paciente autista, saber o que vai acontecer em casa, na escola ou no consultório reduz a ansiedade e aumenta a autonomia.
Quadros de rotina, agendas visuais e combinados ilustrados ajudam a organizar o dia, melhorar a comunicação e facilitar transições.
Quando o ambiente f**a previsível, o comportamento melhora.
Quando a informação f**a visual, a compreensão aumenta.
💙 Estruture. Antecipe. Acolha.
24/02/2026
Realidade virtual para treino de habilidades sociais? Temos por aqui! Com uma criança chamada Pedro, nós vamos treinando a conversação, tem até feedback dentro da própria plataforma e relatórios do paciente dentro do jogo.
Sensacional né? Esse é o TheraSocial da
24/02/2026
💭 “Existe menina autista?”
Essa pergunta aparece muito e não é por acaso.
Sim, existem meninas autistas, e muitas passam anos sem diagnóstico.
Não porque “não têm sinais”, mas porque aprendem desde cedo a se adaptar, esconder, copiar, compensar.
É aí que entra o masking.
🧠 Masking é quando a criança (ou adulta) no espectro faz um esforço enorme para parecer “neurotípica”:
controla stims, ensaia falas, imita comportamentos, segura o cansaço emocional… tudo para caber.
👉 Em meninas, isso costuma acontecer com mais frequência e o custo disso pode ser ansiedade, exaustão, confusão sobre quem se é.
Falar sobre isso é um passo importante para:
✨ diagnósticos mais justos
✨ intervenções mais cuidadosas
✨ e menos culpa para meninas e famílias
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A história da tia Paulinha - como a psicologia, as crianças e a tia Paulinha se conheceram?
Nunca tive crianças na família, nunca convivi com crianças até o ano de 2006.
Em 2006 fiz intercâmbio e morei em uma casa com 4 crianças, e eu era a “irmã mais velha” da família, a gente se divertia muito, brincava muito, ria muito. Eles me conquistaram rapidinho, me ensinaram a falar francês, liam livros para eu aprender, e também todos os hábitos do dia-a-dia lá. As meninas iam correndo me acordar no meu quarto, pulavam na cama, cantavam na porta, a gente corria pela casa inteira, pelo pomar, era uma bagunça sem fim. Os meninos e eu íamos juntos para a escola de bicicleta todos os dias, foi uma experiência incrível que me fez conviver tão intensamente com crianças como eu nunca havia vivido, e amei muito. Descobri como o mundo com crianças era muito mais lindo. Um dos irmãos da família tinha ideações suicidas, falava sobre a morte e o morrer. Eu ainda não sabia sobre psicologia, mas de alguma forma ajudava ele a ver como a família, irmãos e a vida eram importantes, nosso vínculo foi muito forte e ele criou uma confiança enorme em mim. E eu enxerguei a possibilidade de ajudar crianças com afeto, atenção, conversa e vínculo.
Quando voltei descobri que na psicologia poderia fazer esse tipo de trabalho, então escolhi cursar Psicologia e me formei pela UFPR. Ainda enquanto estudante, meu primeiro contato com o autismo foi em uma clínica de Curitiba, logo após esse primeiro estágio fui AT do Igor, um menino de 9 anos, na escola regular e também me apaixonei pela profissão, pelas possibilidades e por tudo que ele conseguiu me ensinar mesmo com tão poucas palavras. Com ele aprendi sobre o Autismo e com a família dele também, e ai sim, entrei de vez nesse mundo e não parei mais.
Depois disso aprendi sobre várias abordagens dentro do mundo do autismo, trabalhei com elas enquanto encaixavam no que eu acreditava. Continuei estudando e ainda me faltava uma teoria e metodologia que se encaixasse com o que eu estudava sobre o autismo. Foi nessa busca que encontrei o DIR/floortime, que se encaixa com tudo que acredito no trabalho com as crianças do espectro do autismo.
E foi assim que cheguei onde estou hoje, atendendo na clinica (baseado na linha DIR/floortime, desenvolvimentista), sempre buscando mais e mais conhecimento na área infantil e, principalmente, do transtorno do espectro do autismo.
Agradeço a tantas pessoas que me ajudaram nesse caminho, mas essas 5 crianças foram essenciais para eu definir meus rumos!
*Obs: todas as fotos tem autorização dos responsáveis
Psicóloga Paula G. Kopruszinszki
Contato: paulagk.psicologia@gmail.com
Atendimento clínico infantil em Curitiba.