Dra. Fabíola Michelin Machado

Dra. Fabíola Michelin Machado A Clínica Vivanto é um ambiente novo, aconchegante e moderno! Conta com equipe multidisciplinar ( Médico

27/02/2026

Tem sintomas que você foi empurrando com a barriga até parecerem “normais”.

Mas nenhum deles deveria fazer parte da sua rotina.

- Barriga dolorida no fim do dia

Isso não é “comer errado”. Pode indicar sensibilidade aumentada, fermentação excessiva, SII, disbiose ou trânsito lento. Quando repete, tem motivo.

- Acordar cansada todos os dias

Microbiota desregulada, sono de má qualidade, deficiência de nutrientes, inflamação de baixo grau. O intestino conversa com o resto do corpo muito mais do que parece.

- Arrotar depois de quase todas as refeições

Arrotar às vezes é normal. Arrotar sempre não é. Pode ser refluxo silencioso, aerofagia, esvaziamento gástrico lento ou fermentação excessiva.

- Mais de uma candidíase por ano

Recorrência não é “azar”. É sinal de desequilíbrio imunológico e, muitas vezes, intestinal. Não é para tratar só o fungo, é para entender o terreno onde ele cresce.

- Evacuar menos de 4x/semana

Isso é constipação. Mesmo que você “não sinta dor”. Intestino preso altera humor, microbiota e pode estar ligado a SII, trânsito lento ou alterações do assoalho pélvico.

Esses sinais não te definem, mas contam muito sobre como seu corpo está funcionando.

Se eles fazem parte do seu dia a dia, não é para normalizar. É para investigar.

Dra. Fabíola Machado | CRM 23725 • RQE 2180

Seu desconforto digestivo tem nome, causa e solução.

26/02/2026

Você recebeu o diagnóstico de IMO e a primeira coisa que pensou foi: “Meu Deus, eu nunca mais vou poder comer o que gosto?”

Eu sei que a internet está cheia de dietas extremamente restritivas e listas do que é “proibido” de comer depois do diagnóstico, mas eu preciso te tranquilizar: as restrições são temporárias. E, nem sempre, são necessárias. Precisamos avaliar cada paciente individualmente para entender a relação dos sintomas e de cada alimento.

Pode ser que um paciente não tolere feijão por exemplo, e outro não sinta nenhum efeito ao ingerir essa leguminosa.

É exatamente por isso que eu não abro mão do trabalho em equipe. Aqui na Clínica Vivanto, nós atuamos em conjunto: o meu papel como sua gastroenterologista é investigar a causa raiz, realizar os exames, prescrever a medicação correta e guiar o seu tratamento. Enquanto isso, a nutricionista faz os ajustes na sua alimentação de forma individualizada e focada na sua rotina.

Se você está cansado de viver a base de dietas restritivas, e mesmo assim continuar estufado, e busca um tratamento que te olhe por inteiro, clique no link da bio e agende a sua consulta. Vamos, juntos, cuidar da sua digestão.

Dra. Fabíola Machado
Gastroenterologista — CRM 23725 • RQE 2180

24/02/2026

É aquele desconforto discreto e recorrente.
O exame vem normal, mas o corpo continua avisando.

Entre 10 a 15% da população mundial apresenta sintomas compatíveis com Síndrome do Intestino Irritável. E a maioria demora anos para buscar ajuda, porque acredita que é “sensibilidade” ou “ansiedade”.

Na SII, o que acontece não é invisível. É funcional.

Até 60% dos pacientes apresentam hipersensibilidade visceral, percebem dor com volumes de gás que outras pessoas nem notariam.
Há alterações na motilidade intestinal, com fases de diarreia e constipação ligadas à regulação da serotonina no intestino.
A microbiota costuma estar alterada, com redução de bactérias benéficas e aumento de espécies produtoras de gases.
O eixo cérebro-intestino participa ativamente: estresse crônico modifica motilidade, permeabilidade e resposta inflamatória.

Essas mudanças começam antes da dor intensa.

Elas aparecem como inchaço, gases, urgência, alteração nas fezes e sintomas que variam conforme rotina e humor.

A dor é o grito.
O desconforto é o aviso.

Se seus exames são “normais”, mas os sintomas continuam, talvez não falte exame. Falte investigação funcional.

Dra. Fabíola Machado | CRM 23725 • RQE 2180
Seu desconforto digestivo tem nome, causa e solução.

17/02/2026

Vou ser bem direta: o carnaval não desorganiza o seu intestino sozinho.

O que costuma piorar os sintomas é o combo que vem junto:
álcool em excesso, poucas horas de sono, desidratação, refeições fora de hora e, muitas vezes, escolhas feitas no automático porque “é só essa semana”.

Do ponto de vista fisiológico, isso faz diferença.
O álcool irrita a mucosa gastrointestinal e altera a permeabilidade intestinal.
Dormir mal desregula hormônios que participam da motilidade do intestino.
A desidratação muda a consistência das fezes.
Comer em horários caóticos confunde o ritmo digestivo.

Na prática do consultório, eu vejo isso com frequência: pessoas que passam bem o ano todo e, depois de alguns dias nesse contexto, começam a sentir distensão, diarreia, constipação, refluxo ou dor abdominal.

Não é a festa. É o ambiente que você cria no corpo durante ela.

Isso não significa que você precise se privar ou “ficar em casa se cuidando”.
Significa entender seus limites, intercalar álcool com água, dormir quando der, respeitar sinais básicos do corpo e não normalizar sintomas intensos como se fossem parte obrigatória da diversão.

Cuidar do intestino não é estragar o carnaval.
É garantir que ele não estrague os dias depois.

Dra. Fabíola Machado | CRM 23725 • RQE 2180
Seu desconforto digestivo tem nome, causa e solução.

13/02/2026

Essa frase da Fernanda Young me deixou reflexiva: “Saudável é o que tem o diagnóstico e sobrevive a ele de forma eficiente”

Porque descreve perfeitamente o que vejo todos os dias no consultório.

Pessoas que viveram anos tentando entender o que estava acontecendo, carregando culpa, achando que era exagero, esperando “melhorar sozinho” até finalmente descobrir que aquilo sempre teve nome, só faltava alguém olhar com atenção suficiente para enxergar.

Fernanda tinha essa capacidade de falar sobre vulnerabilidade sem diminuir ninguém.

E talvez por isso essa frase dialogue tão bem com quem convive com SII, gastrite, refluxo, disbiose, intolerâncias, doenças autoimunes.

Nada disso te transforma em alguém “quebrado”. Transforma você em alguém que entende o próprio corpo com mais profundidade do que imagina.

Receber um diagnóstico não define o fim de nada. Define um caminho mais claro.

Tira da sombra aquilo que você passou tanto tempo tentando decifrar.

Devolve previsibilidade, estratégia, segurança.

Te permite reorganizar a rotina e voltar a viver com mais liberdade.

Eu vejo isso acontecer sempre: a vida muda quando você finalmente entende o que está sentindo, não quando a doença desaparece, mas quando ela deixa de comandar tudo em silêncio.

Se essa frase da Fernanda mexeu com você também, talvez seja porque você já percebeu que não precisa enfrentar nada disso sozinho.

E, se precisar de ajuda para interpretar o que o seu corpo vem dizendo, eu estou aqui para caminhar ao seu lado.

Dra. Fabíola Machado | CRM 23725 • RQE 2180

Seu desconforto digestivo tem nome, causa e solução.

10/02/2026

Falar sobre ir ao banheiro ainda é um tema evitado. Mas é ali que muita coisa sobre a sua saúde se revela.

As fezes contam histórias que os exames nem sempre mostram. E ignorar isso faz com que sintomas simples virem problemas grandes.

Tem gente que acredita que “é só o intestino lento”.

Mas a constipação pode ser consequência de disbiose, uso de remédios, baixa ingestão de água, alterações hormonais e até do hábito de segurar pra não evacuar fora de casa.

E sim, dá para ser constipado mesmo indo ao banheiro todos os dias.

A sensação de evacuação incompleta, o esforço constante, as fezes endurecidas, tudo isso é sinal de que algo não vai bem.

O problema é que a gente aprendeu a normalizar o desconforto. E quando o corpo avisa, a gente ignora.

Mas o intestino não esquece. Falar de fezes é falar de saúde.

E observar o que acontece ali é um dos hábitos mais simples (e mais negligenciados) que existem.

Você costuma reparar no seu intestino? Ou é do time que evita o assunto?

🩺 Dra. Fabíola Machado

Gastroenterologia Funcional | Clínica Vivanto | Curitiba

30/01/2026

Eu precisava de um lugar que respirasse o que eu acredito.
Um espaço onde falar de intestino não significasse medo, culpa ou vergonha.
Onde você pudesse chegar com suas dúvidas, suas dores e até suas tentativas frustradas, sem sentir que está fazendo algo errado.

Eu cansei de ver a saúde sendo usada como ameaça.
Cansei de ver pacientes confusos, assustados, achando que precisavam cortar metade da vida para melhorar.
E percebi que, se eu queria transformar essa experiência, eu precisava começar por aqui.

Essa nova fase nasce do meu desejo de trazer leveza, clareza e humanidade.
De construir um ambiente que acolhe antes de explicar.
Que escuta antes de diagnosticar.
Que devolve autonomia ao invés de impor mais medo.

Nada aqui foi escolhido ao acaso.
Cada detalhe do consultório, as cores, palavras e até o café que te recebo, carrega intenção.
Porque quando você está diante de alguém que realmente te vê, o corpo sente.

Se você chegou até aqui, saiba: existe um caminho possível para o que você vive.
E ele não precisa ser solitário, pesado ou cheio de proibições.

Bem-vindos ao meu recomeço.
E à versão mais verdadeira da Dra. Fabíola Machado.
Dra. Fabíola Machado

CRM 23725 • RQE 2180

16/01/2026

Pouca gente sabe, mas existem sinais muito claros de que o seu sistema digestivo está funcionando bem e outros que mostram que ele precisa de atenção.

Eu vou começar invertendo a lógica: antes de falar das causas, quero te mostrar como um intestino equilibrado se comporta.

👉 Evacuação de 1 a 3 vezes ao dia:

Esse é o ritmo fisiológico esperado. Evacuar menos que isso, com esforço ou sensação de “não esvaziar completamente”, já indica alteração no funcionamento intestinal.

👉 Fezes com formato e cor normais:

O ideal é o tipo 3 ou 4 da Escala de Bristol: formato cilíndrico e cor marrom. Fezes muito fragmentadas, claras ou escuras demais podem indicar desequilíbrio da microbiota, sangramento ou disfunção na digestão de gorduras.

👉 Exames sem deficiência de vitaminas:

Quando o intestino está saudável, ele absorve bem o que você consome.

Deficiências de ferro, B12, magnésio ou vitamina D, mesmo com boa alimentação, sugerem má absorção intestinal, que pode ocorrer em casos de disbiose, SIBO ou intolerâncias alimentares.

👉 Não sentir dor logo após comer:

A digestão deve acontecer sem desconforto.

Se você sente peso, distensão, cólicas ou urgência logo depois das refeições, há algo na motilidade intestinal que merece ser investigado.

👉 Não sentir enjoo ou azia durante as refeições:

A azia e o refluxo são queixas comuns, mas não normais.

Esses sintomas indicam alterações na acidez do estômago, na válvula que separa o esôfago do estômago ou até impacto do estresse sobre o trato digestivo.

Esses são alguns sinais de que a digestão está acontecendo de forma adequada, mas quando um deles foge do esperado, o corpo começa a pedir atenção.

Estudos mostram que alterações digestivas sutis (como gases, azia ou variações nas fezes) podem preceder o diagnóstico de doenças funcionais em até 2 anos.

Ou seja, o corpo avisa. O problema é que quase ninguém escuta.

Se algum desses sinais não está presente no seu dia a dia, talvez seja hora de olhar com mais calma para o seu intestino.

Dra. Fabíola Machado | Gastroenterologia & Saúde Digestiva

15/01/2026

Eu falo tanto sobre digestão, sintomas e caminhos possíveis… que às vezes vocês esquecem que eu também tenho um corpo. E o meu também fala, também reclama, também protesta quando algo não vai bem.

Eu tenho intolerância à lactose.
E sim, eu descobri do mesmo jeito que muita gente descobre: tentando entender por que algo tão comum me fazia tão mal.

Na época, eu não tinha “respostas prontas”.
Tinha desconforto, distensão, aquela sensação de que meu corpo estava reagindo antes de eu entender o motivo.
E isso me fez olhar para a minha própria saúde com a mesma atenção que eu peço que você olhe para a sua.

A diferença é que, depois de anos estudando digestão, microbiota, intolerâncias e doenças funcionais, eu passei a enxergar os sintomas como mensagens, não como inimigos.
E foi assim que entendi meu diagnóstico, ajustei minha alimentação e aprendi a usar enzimas com critério, não com medo.

Eu sei exatamente o que você sente quando algo tão simples vira um desafio.
E sei o quanto é libertador quando a gente entende o que está acontecendo de verdade.

O meu objetivo aqui nunca foi criar restrições.
Foi justamente o contrário: devolver liberdade.
E se eu consigo viver bem com a minha intolerância, você também pode viver com a sua condição, seja ela qual for.

Essa é a minha experiência.
E é por isso que, quando eu falo… eu falo com conhecimento, mas também com vivência.

Dra. Fabíola Machado | CRM 23725 • RQE 2180

Seu desconforto digestivo tem nome, causa e solução.

13/01/2026

Eu sei que, na internet, tudo parece fácil demais: corta isso, acrescenta aquilo, toma aquilo outro…

Mas na prática, sendo gastro, existem coisas que você nunca vai me ver fazendo.

E eu vou te explicar o porquê:

1. Retirar glúten sem investigar doença celíaca.

Porque isso mascara o diagnóstico.

E doença celíaca precisa de pedido, exame, confirmação e acompanhamento, não de chute.

Glúten não é vilão universal. Mas para quem é celíaco, ele é um problema grave e só o diagnóstico te dá clareza para viver com segurança.

2. Deixar H. pylori de lado.

Se o teste deu positivo, tratar não é opcional.

Essa bactéria está ligada a gastrite crônica, úlceras e aumento de risco de câncer gástrico.

O que varia é o protocolo, não a necessidade.

3. Dizer que gordura no fígado é normal.

Não é.

Mesmo em graus leves, a esteatose é um marcador metabólico importante e precisa ser acompanhada com responsabilidade.

4. Ignorar saúde mental em quem tem SII.

Isso não significa jogar tudo na conta da ansiedade. Significa reconhecer que SII é um diálogo constante entre intestino e cérebro.

Quando um desregula, o outro sente. E tratar só metade da equação não funciona.

5. Prescrever probiótico sem indicação.

Probiótico não é bala de hortelã.

Tem indicação específica, dose específica e situações em que pode piorar desconfortos.

Microbiota se trata com estratégia, não com modinha.

Você também não vai me ver recomendando chá milagroso, detox de 3 dias, água morna com limão ou qualquer ritual “mágico” de internet.

Não porque eu seja anti-natural, mas porque eu sou a favor de você.

E da sua saúde ser tratada com seriedade, não com promessa vazia.

Se o assunto é aparelho digestivo, você merece clareza, segurança e decisões embasadas sempre.

Dra. Fabíola Machado • CRM 23725 | RQE 2180

Cuidar do que você sente também é cuidar do que você vive.

09/01/2026

Nem toda paciente percebe, mas existe um motivo claro para a piora da gastrite, refluxo e queimação no período menstrual.

E sim, isso aparece muito mais nas mulheres, porque não estamos falando só do estômago. Estamos falando de sensibilidade visceral, hormônios e resposta inflamatória cíclica.

Estudos mostram que, durante a fase lútea e o início da menstruação, ocorre uma redução do limiar de dor visceral. Ou seja: o que antes era apenas um incômodo passa a ser percebido como dor.

Além disso, a queda de estrogênio e progesterona altera o tempo de esvaziamento gástrico, a motilidade intestinal e aumenta a liberação de prostaglandinas.

Mais sensibilidade, mais ardência, mais queimação, mais refluxo.

E não é “impressão” nem “sensibilidade demais”. É fisiologia.

É por isso que tantas mulheres relatam: “Minha gastrite sempre piora na TPM ou logo no primeiro dia do ciclo.”

O corpo muda, os hormônios mudam, a sensibilidade também.

E quando já existe gastrite, SII, disbiose ou refluxo, esses ciclos hormonais ampliam o que já estava vulnerável.

Se esse padrão se repete todos os meses, vale investigar.

Seu estômago não está “nervoso”.

Ele está reagindo ao que seu corpo inteiro está vivendo.

Dra. Fabíola Machado

Gastroenterologista — CRM 23725 • RQE 2180

08/01/2026

O uso contínuo de anti-inflamatórios é uma das principais causas de úlcera gástrica, perdendo apenas para a infecção por H. pylori.

E não é exagero.

Esses medicamentos como ibuprofeno, nimesulida, cetoprofeno e diclofenaco, agem bloqueando enzimas chamadas COX-1 e COX-2.

Elas são responsáveis pela produção de prostaglandinas, substâncias que, entre outras funções, protegem a mucosa do estômago, regulam o fluxo sanguíneo local e controlam a secreção de muco.

Quando essa via é bloqueada com frequência, o estômago perde parte dessa proteção natural.

O ácido gástrico continua sendo produzido, mas sem a barreira adequada, ele começa a agredir o próprio tecido.

É daí que surgem as gastrites, as erosões e, em alguns casos, as úlceras.

E o problema não para aí: o mesmo mecanismo pode comprometer o fluxo sanguíneo nos rins, aumentando o risco de insuficiência renal em quem usa esses medicamentos de forma crônica ou sem acompanhamento.

Anti-inflamatório não é vilão, mas precisa de indicação, tempo definido e proteção adequada.

Usar com consciência é o que evita que um alívio momentâneo se transforme em uma dor muito maior.

O corpo não precisa de mais cápsulas, precisa de interpretação.

Porque você não nasceu pra viver de remédio, você merece entender o que cada sintoma está tentando contar.

Endereço

Clínica Vivanto/Avenida Do Batel, 1230. Torre B ( Batel Trade Center). Sala 606
Curitiba, PR
80420090

Horário de Funcionamento

Terça-feira 09:00 - 12:00
Quarta-feira 09:00 - 12:00
14:00 - 17:30
Quinta-feira 09:00 - 12:00
Sexta-feira 09:00 - 12:00

Telefone

+5541999006488

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