Dra. Fabíola Michelin Machado

Dra. Fabíola Michelin Machado A Clínica Vivanto é um ambiente novo, aconchegante e moderno! Conta com equipe multidisciplinar ( Médico

Você começou a usar canetas emagrecedoras e sentiu que o seu intestino simplesmente parou de funcionar?O uso de medicaçõ...
25/03/2026

Você começou a usar canetas emagrecedoras e sentiu que o seu intestino simplesmente parou de funcionar?

O uso de medicações análogas de GLP-1 (como Ozempic, Wegovy) e dos agonistas do GIP e do GLP-1 (como Mounjaro) revolucionou o tratamento da obesidade e do sobrepeso. No entanto, o próprio mecanismo que te faz perder a fome (o atraso no esvaziamento do estômago e a lentidão intestinal) pode transformar gases, estufamento e intestino com variação da consistência das fezes ou na frequência das evacuações.

E não, a solução não é se entupir de laxantes da farmácia.

O ideal é ter um acompanhamento prévio com médico gastroenterologista, para investigar como está a saúde do seu estômago e intestino e prepará-los para a medicação. Mas, se você já iniciou o tratamento, é possível fazer o acompanhamento durante também.

Se você está em tratamento para perda de peso e o seu trato digestivo está pedindo socorro, clique no link da bio e agende a sua consulta na Clínica Vivanto.

Dra. Fabíola Machado | CRM 23725 • RQE 2180

Seu desconforto digestivo tem nome, causa e solução.

emagrecimento

25/03/2026

“Por que a colonoscopia? Não existe um exame mais fácil?”

Sei que muitas pessoas já estão cansadas das campanhas dos meses coloridos, como o Março Azul ou o Setembro Amarelo, mas quero trazer de forma mais leve porque existem exames muito importantes que podem evitar casos mais graves.

No caso do Março Azul, é a prevenção do câncer de intestino. E a pergunta que mais recebo é se não existe uma alternativa mais simples à colonoscopia. Infelizmente não, mas apesar do preparo ser desconfortável, o exame é simples e muito ef**az: não é apenas um exame diagnóstico, também é terapêutico.

O que isso signif**a na prática? Ao mesmo tempo em que o exame identif**a os pólipos (que são pequenas formações no nosso intestino), ele já consegue retirar essas lesões na mesma hora.

Ao retirar as lesões, evitamos que elas se transformem em um câncer daqui a 10, 20 ou 30 anos.

Não deixe que o desconforto do preparo te impeça de proteger o seu futuro. O seu corpo agradece o cuidado. 💙

Dra. Fabíola Machado | CRM 23725 • RQE 2180

Seu desconforto digestivo tem nome, causa e solução.

Quando os exames mostram deficiência de ferro, a primeira atitude costuma ser comprar um suplemento ou até fazer infusõe...
16/03/2026

Quando os exames mostram deficiência de ferro, a primeira atitude costuma ser comprar um suplemento ou até fazer infusões na veia. Mas os meses passam e... você continua exausta.

Isso acontece por um motivo muito simples (mas que pouca gente fala): não adianta ingerir o melhor nutriente se o seu estômago e o seu intestino não estiverem conseguindo absorvê-lo. É como tentar encher de água um balde que está furado.

Nas imagens, expliquei exatamente como problemas silenciosos na sua digestão podem estar drenando a sua energia e “roubando” as suas vitaminas.

Se você não fazia ideia que o cansaço poderia estar ligado à falta de ferro, e muito menos ao sistema digestivo, envie esse post para uma amiga que também tem se sentido cansada e nada parece resolver.

Pode ser que acenda um alerta para ela investigar a raiz do problema!

Dra. Fabíola Machado | CRM 23725 • RQE 2180

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12/03/2026

Vou ser direta: existe um estudo pequeno, feito com crianças na Nigéria, que avaliou o uso de semente de mamão com mel por sete dias e mostrou eliminação de parasitas em parte dos participantes.

Interessante? Sim.
Suficiente para virar tratamento padrão? Não.

É um estudo isolado, com limitações metodológicas, sem padronização clara de dose e sem replicação robusta em adultos.

E tem um detalhe que quase ninguém comenta: sementes de mamão contêm compostos bioativos que, em excesso, podem irritar a mucosa intestinal e ter potencial toxicidade hepática. Natural não signif**a inofensivo.

Eu não recomendo vermífugo anual “por garantia” e também não indico semente de mamão como tratamento antiparasitário de rotina.

Se há suspeita de parasitose, o caminho correto é avaliação clínica e, quando indicado, exame parasitológico. Tratamento é decisão baseada em diagnóstico, não em tendência de internet.

Cuidar do intestino exige critério.
O que entra no seu corpo precisa ter mais que promessa, precisa ter evidência.

Dra. Fabíola Machado | CRM 23725 • RQE 2180
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11/03/2026

Tem um ponto que eu vejo se repetir no consultório: muita gente toma antiácido como quem toma água.

Depois do café, depois do jantar, antes de dormir.

E, com o tempo, passa a achar que isso é parte da rotina quando, na verdade, é só o corpo tentando avisar que algo não está funcionando como deveria.

O refluxo e a queimação não aparecem “do nada”.

Podem vir de alterações no esvaziamento gástrico, hipersensibilidade, uso contínuo de álcool, estresse acumulado, H. pylori, medicamentos, ou até mesmo da forma como você come e vive.

Mas nada disso se resolve colocando um antiácido na frente do problema todos os dias.

E aqui entra um detalhe importante: o uso frequente de antiácidos pode mascarar sintomas que merecem investigação.

Eu já atendi pessoas que carregavam dor e desconforto há anos porque acreditavam que “melhorar com remédio” era o suficiente.

Só quando investigamos de verdade com anamnese, exames quando necessários, história completa é que o diagnóstico aparece, o motivo f**a claro e o tratamento faz sentido.

Quando a gente entende a causa, o cuidado deixa de ser apagar incêndio e vira estratégia.

O refluxo melhora porque o corpo melhora, não porque o sintoma foi silenciado por mais um comprimido.

Se você vive tomando antiácido para seguir o dia, isso não signif**a fraqueza, exagero ou drama.

Signif**a que algo merece atenção e atenção de verdade, não de balcão de farmácia.

Se sentir e quiser investigar com profundidade e responsabilidade, meu consultório está aberto.

Dra. Fabíola Machado | CRM 23725 • RQE 2180

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Para este dia, eu sempre tinha a frase na ponta de língua ou um texto na minha cabeça mas , neste domingo... não consigo...
08/03/2026

Para este dia, eu sempre tinha a frase na ponta de língua ou um texto na minha cabeça mas , neste domingo... não consigo pensar numa única linha de pensamento.
Se eu disser que sou feminista, serei interpretada como a favor da mulher se igualar ao homem, contra a família tradicional.
Se eu disser que sou cristã, católica e que me inspiro em Maria, vão me chamar de alienada.
Se eu escrever que venho tentando perder peso, vão dizer que é exagero, que estou buscando o corpo perfeito .
Se eu confessar que não gosto de atividade física, vão dizer que tenho que ser "exemplo" para meus pacientes.
Se eu contar que já abri mão de muitas coisas profissionais para f**ar com as crianças, estarei sendo "sustentada pelo marido".
Se disser que gosto de flores no Dia da Mulher, sou "alienada".
Se contar que achei os puerpérios difíceis e que queria voltar correndo ao consultório, eu não fui boa mãe.

As mulheres são muito julgadas! Bem antes das redes sociais...Comigo não seria diferente.
Mas vejo que não preciso me posicionar nem performar aqui!
Sigo tentando ser eu mesma.
Atualmente, tento ( nem sempre consigo!) me conhecer mais, respeitando meus valores e cuidando do meu templo, recebido por Deus ( meu corpo, minha saúde mental, minha alma).
Entendo que precisamos antes travar nossas lutas internas e nos curarmos para então podermos amar a parceria, maternar, trabalhar, evoluir...

Feliz dia para quem está tentando seguir um bom caminho, o seu caminho !
E obrigada a tantas mulheres por me confiarem suas dúvidas, seus medos, suas angústias, suas dores, seus sintomas, através do meu ofício.
Vamos de mãos dadas!

05/03/2026

Vou te contar uma coisa que muita gente ainda não teve coragem de admitir: sentir desconforto toda vez que come não é “mania”, não é “gastrite que volta quando quer”, nem muito menos “coisa da sua cabeça”.

E eu falo isso porque vejo, quase diariamente, pacientes que já fizeram tudo certo: ajustaram alimentação, reduziram café, organizaram horários, tentaram comer devagar e mesmo assim continuam com aquela sensação de peso, a comida parada, o estômago reclamando já na primeira garfada.

E sabe o que acontece?

A pessoa começa a duvidar dela mesma.

Achar que está exagerando, que é ansiedade, que precisa “ser mais forte”.

Mas dispepsia ( a sensação de desconforto constante na região superior do abdômen) não funciona assim. Ela tem uma base fisiológica clara: esvaziamento mais lento, sensibilidade aumentada da mucosa, respostas exageradas a estímulos que deveriam ser leves.

E isso não melhora apenas “respirando fundo” ou “ignorando”.

Por isso eu insisto tanto em investigação.

Não para encher sua rotina de exames. Mas porque entender a causa muda completamente o caminho.

Às vezes é H. pylori. Às vezes é uso crônico de anti-inflamatórios.

Às vezes é o estômago entrando em um ritmo disfuncional que a gente consegue reverter com o tratamento certo.

E não, buscar alívio não é “mascarar sintoma”. É cuidar.

É permitir que o corpo saia do ciclo de irritação e volte ao funcionamento normal.

Se você está convivendo com esse desconforto há meses ou anos, saiba que você não precisa continuar assim.

Agende sua consulta pelo link na bio e vamos conversar.

Dra. Fabíola Machado | CRM 23725 • RQE 2180

Seu desconforto digestivo tem nome, causa e solução.

27/02/2026

Tem sintomas que você foi empurrando com a barriga até parecerem “normais”.

Mas nenhum deles deveria fazer parte da sua rotina.

- Barriga dolorida no fim do dia

Isso não é “comer errado”. Pode indicar sensibilidade aumentada, fermentação excessiva, SII, disbiose ou trânsito lento. Quando repete, tem motivo.

- Acordar cansada todos os dias

Microbiota desregulada, sono de má qualidade, deficiência de nutrientes, inflamação de baixo grau. O intestino conversa com o resto do corpo muito mais do que parece.

- Arrotar depois de quase todas as refeições

Arrotar às vezes é normal. Arrotar sempre não é. Pode ser refluxo silencioso, aerofagia, esvaziamento gástrico lento ou fermentação excessiva.

- Mais de uma candidíase por ano

Recorrência não é “azar”. É sinal de desequilíbrio imunológico e, muitas vezes, intestinal. Não é para tratar só o fungo, é para entender o terreno onde ele cresce.

- Evacuar menos de 4x/semana

Isso é constipação. Mesmo que você “não sinta dor”. Intestino preso altera humor, microbiota e pode estar ligado a SII, trânsito lento ou alterações do assoalho pélvico.

Esses sinais não te definem, mas contam muito sobre como seu corpo está funcionando.

Se eles fazem parte do seu dia a dia, não é para normalizar. É para investigar.

Dra. Fabíola Machado | CRM 23725 • RQE 2180

Seu desconforto digestivo tem nome, causa e solução.

26/02/2026

Você recebeu o diagnóstico de IMO e a primeira coisa que pensou foi: “Meu Deus, eu nunca mais vou poder comer o que gosto?”

Eu sei que a internet está cheia de dietas extremamente restritivas e listas do que é “proibido” de comer depois do diagnóstico, mas eu preciso te tranquilizar: as restrições são temporárias. E, nem sempre, são necessárias. Precisamos avaliar cada paciente individualmente para entender a relação dos sintomas e de cada alimento.

Pode ser que um paciente não tolere feijão por exemplo, e outro não sinta nenhum efeito ao ingerir essa leguminosa.

É exatamente por isso que eu não abro mão do trabalho em equipe. Aqui na Clínica Vivanto, nós atuamos em conjunto: o meu papel como sua gastroenterologista é investigar a causa raiz, realizar os exames, prescrever a medicação correta e guiar o seu tratamento. Enquanto isso, a nutricionista faz os ajustes na sua alimentação de forma individualizada e focada na sua rotina.

Se você está cansado de viver a base de dietas restritivas, e mesmo assim continuar estufado, e busca um tratamento que te olhe por inteiro, clique no link da bio e agende a sua consulta. Vamos, juntos, cuidar da sua digestão.

Dra. Fabíola Machado
Gastroenterologista — CRM 23725 • RQE 2180

24/02/2026

É aquele desconforto discreto e recorrente.
O exame vem normal, mas o corpo continua avisando.

Entre 10 a 15% da população mundial apresenta sintomas compatíveis com Síndrome do Intestino Irritável. E a maioria demora anos para buscar ajuda, porque acredita que é “sensibilidade” ou “ansiedade”.

Na SII, o que acontece não é invisível. É funcional.

Até 60% dos pacientes apresentam hipersensibilidade visceral, percebem dor com volumes de gás que outras pessoas nem notariam.
Há alterações na motilidade intestinal, com fases de diarreia e constipação ligadas à regulação da serotonina no intestino.
A microbiota costuma estar alterada, com redução de bactérias benéf**as e aumento de espécies produtoras de gases.
O eixo cérebro-intestino participa ativamente: estresse crônico modif**a motilidade, permeabilidade e resposta inflamatória.

Essas mudanças começam antes da dor intensa.

Elas aparecem como inchaço, gases, urgência, alteração nas fezes e sintomas que variam conforme rotina e humor.

A dor é o grito.
O desconforto é o aviso.

Se seus exames são “normais”, mas os sintomas continuam, talvez não falte exame. Falte investigação funcional.

Dra. Fabíola Machado | CRM 23725 • RQE 2180
Seu desconforto digestivo tem nome, causa e solução.

17/02/2026

Vou ser bem direta: o carnaval não desorganiza o seu intestino sozinho.

O que costuma piorar os sintomas é o combo que vem junto:
álcool em excesso, poucas horas de sono, desidratação, refeições fora de hora e, muitas vezes, escolhas feitas no automático porque “é só essa semana”.

Do ponto de vista fisiológico, isso faz diferença.
O álcool irrita a mucosa gastrointestinal e altera a permeabilidade intestinal.
Dormir mal desregula hormônios que participam da motilidade do intestino.
A desidratação muda a consistência das fezes.
Comer em horários caóticos confunde o ritmo digestivo.

Na prática do consultório, eu vejo isso com frequência: pessoas que passam bem o ano todo e, depois de alguns dias nesse contexto, começam a sentir distensão, diarreia, constipação, refluxo ou dor abdominal.

Não é a festa. É o ambiente que você cria no corpo durante ela.

Isso não signif**a que você precise se privar ou “f**ar em casa se cuidando”.
Signif**a entender seus limites, intercalar álcool com água, dormir quando der, respeitar sinais básicos do corpo e não normalizar sintomas intensos como se fossem parte obrigatória da diversão.

Cuidar do intestino não é estragar o carnaval.
É garantir que ele não estrague os dias depois.

Dra. Fabíola Machado | CRM 23725 • RQE 2180
Seu desconforto digestivo tem nome, causa e solução.

13/02/2026

Essa frase da Fernanda Young me deixou reflexiva: “Saudável é o que tem o diagnóstico e sobrevive a ele de forma eficiente”

Porque descreve perfeitamente o que vejo todos os dias no consultório.

Pessoas que viveram anos tentando entender o que estava acontecendo, carregando culpa, achando que era exagero, esperando “melhorar sozinho” até finalmente descobrir que aquilo sempre teve nome, só faltava alguém olhar com atenção suficiente para enxergar.

Fernanda tinha essa capacidade de falar sobre vulnerabilidade sem diminuir ninguém.

E talvez por isso essa frase dialogue tão bem com quem convive com SII, gastrite, refluxo, disbiose, intolerâncias, doenças autoimunes.

Nada disso te transforma em alguém “quebrado”. Transforma você em alguém que entende o próprio corpo com mais profundidade do que imagina.

Receber um diagnóstico não define o fim de nada. Define um caminho mais claro.

Tira da sombra aquilo que você passou tanto tempo tentando decifrar.

Devolve previsibilidade, estratégia, segurança.

Te permite reorganizar a rotina e voltar a viver com mais liberdade.

Eu vejo isso acontecer sempre: a vida muda quando você finalmente entende o que está sentindo, não quando a doença desaparece, mas quando ela deixa de comandar tudo em silêncio.

Se essa frase da Fernanda mexeu com você também, talvez seja porque você já percebeu que não precisa enfrentar nada disso sozinho.

E, se precisar de ajuda para interpretar o que o seu corpo vem dizendo, eu estou aqui para caminhar ao seu lado.

Dra. Fabíola Machado | CRM 23725 • RQE 2180

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Endereço

Clínica Vivanto/Avenida Do Batel, 1230. Torre B ( Batel Trade Center). Sala 606
Curitiba, PR
80420090

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Quarta-feira 09:00 - 12:00
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