Dra. Juliana De Biagi

Dra. Juliana De Biagi Informações sobre a profissional Dra. Juliana De Biagi - Ginecologista & Obstetra

Cheguei na Itália alguns dias antes do ISGE Roma, que começa amanhã (04/03) e eu fiz questão de viver a cidade antes de ...
03/03/2026

Cheguei na Itália alguns dias antes do ISGE Roma, que começa amanhã (04/03) e eu fiz questão de viver a cidade antes de mergulhar no congresso.

Porque descanso também é estratégia e clareza clínica não vem só de estudar, vem de estar inteira para absorver, filtrar e transformar informação em orientação prática no consultório.

Nos próximos dias, estarei focada em atualizações (de verdade) sobre climatério, menopausa e contracepção consciente com o olhar que eu levo para cada paciente: ciência, experiência e zero promessas fáceis.

Qual dúvida ou curiosidade você tem? Deixe nos comentários e acompanhe os stories! Vou mostrar bastidores e os aprendizados que valem a pena trazer pra vida real!

02/03/2026

Infecção urinária de repetição na menopausa é uma queixa comum — o ponto mais importante é: tratamento bom depende de causa bem definida.

Algumas causas frequentes nessa fase:
• Queda do estrogênio, que altera mucosa e flora do trato geniturinário e pode aumentar a vulnerabilidade a infecções e irritações.
• Ressecamento e microfissuras, que geram ardor e facilitam a inflamação.
• Disfunções do assoalho pélvico / bexiga hiperativa: pode dar urgência e ardor e nem sempre é infecção bacteriana.
• Relações com atrito e pouca lubrificação, especialmente quando há atrofia vaginal.
• Esvaziamento incompleto da bexiga, que favorece a recorrência em alguns casos.

Se você está tendo episódios repetidos, vale investigar com calma: confirmar se é infecção mesmo (com exame), entender o padrão e tratar o que está por trás.

Existe abordagem eficaz quando a conduta é individualizada! Quais dúvidas você tem? Mande aqui nos comentários que eu vou te responder!

27/02/2026

No climatério, ainda pode haver ovulação e gravidez é possível antes da menopausa estar confirmada. Por isso, a contracepção continua sendo tema, mas com outra lógica!

Depois dos 40, o método precisa considerar riscos individuais e qualidade de vida. Se seu corpo mudou, insistir no “mesmo de sempre” pode gerar sintomas e insegurança.

Se você está nessa fase e sente que algo não encaixa mais, vale reavaliar com calma e critério!

26/02/2026

*Iara Mello:*
O assunto viralizou, mas precisa de clareza!
Alguns medicamentos para perda de peso/controle metabólico (como agonistas de GLP-1) podem alterar o esvaziamento gástrico e causar efeitos gastrointestinais (vômito/diarreia). Isso pode interferir na eficácia de anticoncepcionais orais em situações específicas.

O alerta mais forte aparece com tirzepatida, especialmente no início e após aumento de dose, quando pode ser recomendado associar pr********vo por um período ou optar por método não oral.
Se você está usando essas medicações e quer evitar gravidez, vale revisar seu método com seu ginecologista!

26/02/2026

O assunto viralizou, mas precisa de clareza!
Alguns medicamentos para perda de peso/controle metabólico (como agonistas de GLP-1) podem alterar o esvaziamento gástrico e causar efeitos gastrointestinais (vômito/diarreia). Isso pode interferir na eficácia de anticoncepcionais orais em situações específicas.

O alerta mais forte aparece com tirzepatida, especialmente no início e após aumento de dose, quando pode ser recomendado associar pr********vo por um período ou optar por método não oral.

Se você está usando essas medicações e quer evitar gravidez, vale revisar seu método com seu ginecologista!

Muitas mulheres chegam aqui no consultório dizendo: “Dra., eu perdi a libido”.E quando a gente investiga, aparece outro ...
20/02/2026

Muitas mulheres chegam aqui no consultório dizendo: “Dra., eu perdi a libido”.
E quando a gente investiga, aparece outro cenário: secura vaginal, ardor, dor na relação, cansaço, sono ruim, queda de energia, insegurança com o corpo e medo do desconforto.
O desejo não “some” do nada. Ele costuma ser afetado quando o corpo não está confortável, quando a relação vira esforço, quando a mulher está exausta ou quando a mucosa está sensível no climatério.

O ponto é simples: isso não é frescura, nem falta de interesse. É um sinal clínico que merece cuidado.

Tem tratamento, tem ajuste, tem abordagem e não começa com culpa. Começa com avaliação e conversa.

Minha agenda está disponível para te ouvir! Conte comigo!

Antidepressivos podem ter um papel na menopausa, mas precisam ser usados com clareza de objetivo!Em algumas mulheres, do...
18/02/2026

Antidepressivos podem ter um papel na menopausa, mas precisam ser usados com clareza de objetivo!

Em algumas mulheres, doses baixas de certos antidepressivos (como alguns SSRIs/SNRIs) podem ajudar a reduzir fogachos e suores noturnos, principalmente quando a mulher não pode fazer terapia hormonal.

O problema começa quando o antidepressivo vira “solução universal” para tudo o que é sintoma do climatério.

Ele geralmente não resolve questões como secura vaginal, dor articular, cefaleia ou sintomas ligados diretamente à queda de estrogênio/testosterona.

Se a indicação é para fogacho? Pode ajudar. Se a indicação é “calmante para menopausa” sem diagnóstico, é aí que a gente precisa parar e avaliar melhor.

Conduta boa é a que combina sintomas, histórico e indicação real e não a que tenta silenciar o corpo!

No climatério, muita coisa piora quando a mulher tenta “compensar” no esforço: dormir pouco, comer mal, viver no limite ...
16/02/2026

No climatério, muita coisa piora quando a mulher tenta “compensar” no esforço: dormir pouco, comer mal, viver no limite e empurrar sintomas!

Autocuidado aqui não é estética nem spa. É estratégia clínica: sono, alimentação, atividade física, acompanhamento, revisão de exames e decisões mais inteligentes para a fase que você está vivendo.

Quando a rotina melhora, sintomas costumam ficar mais manejáveis e o tratamento responde melhor. Cuidar de si não é um prêmio. É parte do plano!

13/02/2026

Carnaval costuma vir com calor, suor, roupa apertada, atrito e menos sono.

Tudo isso pode irritar a região íntima e aumentar risco de infecções.

O básico bem feito evita muita dor de cabeça: pr********vo quando houver risco, higiene externa suave, roupa mais respirável quando possível e atenção aos sinais do corpo.

E se algo mudou depois do Carnaval, o caminho não é improviso é avaliação!

11/02/2026

Depois da menopausa, muita mulher relaxa com prevenção porque “não tem mais risco de gravidez”. Só que IST não depende de idade — depende de exposição.

No pós-menopausa, a queda do estrogênio pode deixar a mucosa mais sensível e seca, favorecendo desconforto e microlesões. E isso pode aumentar a vulnerabilidade a infecções em algumas situações.

Se você tem vida sexual ativa, ca*****ha continua sendo cuidado. E conversar sobre isso no consultório faz parte da saúde ginecológica!

Essa pergunta aparece muito no consultório: “se eu já tenho mais de 40, ainda preciso?”Precisa quando há risco de exposi...
09/02/2026

Essa pergunta aparece muito no consultório: “se eu já tenho mais de 40, ainda preciso?”

Precisa quando há risco de exposição. Porque método contraceptivo e prevenção de IST são coisas diferentes.

Ca*****ha continua sendo a medida mais direta de proteção em relações com risco. E conversar sobre isso com clareza também faz parte da consulta ginecológica!

Esse é um lembrete importante e sem moralismo: menopausa não é “escudo” para IST.O que muda é o risco de gravidez, mas a...
06/02/2026

Esse é um lembrete importante e sem moralismo: menopausa não é “escudo” para IST.

O que muda é o risco de gravidez, mas a prevenção de infecções continua necessária em qualquer fase da vida.

Se você está em um novo relacionamento, ou se a relação não tem exclusividade combinada, o pr********vo é parte do autocuidado!

Salve este post e envie para uma amiga: informação preventiva evita sofrimento desnecessário.

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Categoria

Dra Juliana De Biagi

Médica Graduada - FEPAR (CRM/PR 27031)

Ginecologista e Obstetra - Santa Casa de Curitiba

Titulo de Especialista em Ginecologia e Obstetrícia (TEGO 189/2015)

Especialização em Uroginecologia e Disfunções do Assoalho Pélvico - FMUSP