03/01/2026
Há uma verdade que quase ninguém gosta de encarar, mas que muda tudo quando é compreendida: a sua morte é mais certa do que o seu casamento ou a sua carreira.
Você pode se casar… ou não.
Pode ter sucesso profissional… ou mudar de caminho muitas vezes.
Mas uma coisa é absolutamente inevitável: um dia, este corpo termina.
E, ainda assim, a maioria das pessoas passa a vida inteira buscando fora:
um amor que salve,
uma profissão que valide,
um título que prove valor,
um lugar que traga sentido.
Enquanto isso, a alma vai ficando em segundo plano.
Ignorada. Silenciada. Cansada.
Na psicologia profunda, especialmente na visão de Carl Gustav Jung, quando o ser humano vive desconectado da própria alma, surge o vazio, a ansiedade, a sensação de estar “vivendo errado”, mesmo quando tudo parece dar certo por fora.
Antes de procurar sua alma gêmea,
pergunte-se: eu conheço a minha própria alma?
Antes de escolher uma profissão,
pergunte-se: isso expressa quem eu sou ou quem esperam que eu seja?
Trabalhar a alma não é algo místico ou distante.
É um processo profundo de consciência, integração, cura das feridas emocionais, reconexão com o sentido da vida e com aquilo que é essencial e não apenas urgente.
Relacionamentos e carreiras saudáveis não nascem da carência, do medo ou da fuga do vazio.
Eles nascem de uma alma habitada, amadurecida e consciente.
No fim, quando tudo o que é externo se dissolve,
é a sua alma que permanece com você.
Então, antes de buscar alguém para caminhar ao seu lado…
antes de escolher o que fazer da vida… cuide de quem você é por dentro.
Porque a alma é o único lugar onde o sentido nasce e onde a vida, de fato, começa. ✨
Gisele Possatto
Psicóloga Clínica | Doutora da Alma