24/03/2026
Tem vídeos que não são só conteúdo, são como espelhos. Esse é um deles. O que mais me emociona aqui não é o diagnóstico e sim a coragem. É o momento em que ela diz, com a voz trêmula, que hoje é o dia um. Que bonito isso!
Se você é profissional da saúde, eu quero que você preste muita atenção com o que eu vou te dizer agora. O dia um de um paciente nunca é técnico. Ele é emocional, atravessado por medo, vergonha, preconceito, dúvida, culpa... Ele é, muitas vezes, sustentado mais pelo amor aos outros do que por si mesmo. Exatamente por isso que esse momento é tão decisivo. Um diagnóstico pode libertar, mas também pode aprisionar, dependendo de como ele é conduzido. Aqui entra uma responsabilidade que é nossa.
Se você não tem técnica, você reforça o medo.
Se você não tem direção, você aumenta a confusão.
Se você não tem segurança, o paciente sente e recua.
Todo paciente que hoje vive com mais estabilidade, com mais autonomia, com mais qualidade de vida… começou exatamente assim. Emocionado, inseguro, mas disposto a tentar. A diferença foi a condução e é isso que quase ninguém te ensina.
Se esse vídeo te tocou, comenta aqui se você já viveu, como profissional ou como pessoa, um momento assim. E envia esse vídeo pra alguém que precisa sentir que não está sozinho nesse processo.
Agora, deixa eu ser muito direta com você, profissional da saúde. Se você quer parar de se sentir inseguro diante de casos de comer emocional, se você quer saber exatamente como conduzir pacientes com mais clareza, profundidade e resultado…
Você precisa de método.
No próximo sábado, das 09h às 18h, eu vou te ensinar isso no Workshop do Comer Emocional com muita prática clínica, raciocínio e condução de caso de verdade. Se você quer dar o próximo passo como profissional, esse é o seu momento.
Digita WORKSHOP aqui nos comentários ou acessa o link da bio e garante sua vaga.