Dra Priscilla Leitner - Método pra Vida Toda

Dra Priscilla Leitner - Método pra Vida Toda Esta página é dedicada a ajudar pessoas que tem um Comer Emocional e Transtornos Alimentares de uma f

Olá, sou Priscilla Leitner, Psicóloga e Especialista em Comportamento e Transtornos Alimentares. Sou pioneira no tratamento de problemas alimentares e desenvolvi ao longo dos anos uma abordagem gentil para lidar com questões do corpo, alimentação e saúde mental. Fundadora do Instituto de Pesquisa do Comportamento Alimentar de Curitiba
Idealizadora do Método pra Toda Vida

CRP 08/19772

01/03/2026

Histórias de Consultório #11.
Ela conquistou o corpo que sempre disseram que ela precisava ter e perdeu a própria identidade no processo. Essa história vai te fazer repensar o que você chama de sucesso.

Assiste até o final ▶️

Vocês pediram e eu voltei com Histórias de Consultório!
Histórias reais, da clínica pra vida. Todo domingo, às 10h!

01/03/2026

Histórias de Consultório #11.
Ela conquistou o corpo que sempre disseram que ela precisava ter e perdeu a própria identidade no processo. Essa história vai te fazer repensar o que você chama de sucesso.

Assiste até o final ▶️

Vocês pediram e eu voltei com Histórias de Consultório!
Histórias reais, da clínica pra vida. Todo domingo, às 10h.

28/02/2026

Ela desce do beliche, vai para o café da manhã: whey protein, tomate, quatro ovos e um pepino. E o dia promete.

Mini trampolim (esse eu até gosto, vocês sabem, sou da seita da bicicletinha amarela), depois mais exercício, exercício… e, para fechar com chave de ouro, pesar todo dia. Quatro horas diárias de atividade física, alimentação totalmente controlada, rotina cronometrada.

Chamaram de acampamento de emagrecimento. Eu chamei de acampamento para perder tempo.

Porque enquanto a pessoa está pulando, suando e seguindo regra, ela acredita que finalmente encontrou a solução. Só que o foco está no esforço físico, e não no que realmente precisa ser trabalhado: a relação com a comida, com o corpo e as emoções que mantêm esse padrão.

E aí eu pergunto: o que acontece quando ela volta para a vida real?

Se você tem vontade de se inscrever num negócio desses, me manda uma DM. Eu realmente vou querer conversar com você antes. Com carinho… mas vou.

Agora, falando com você, profissional da saúde: é aqui que mora a nossa responsabilidade. Se a gente não entende a função do comportamento alimentar, se não sabe manejar o comer emocional com técnica, acaba reforçando exatamente o ciclo que mantém o paciente preso.

Emagrecimento é consequência. Manejo é prioridade.

Você conhece alguém que já entrou numa rotina super restritiva achando que tinha encontrado a solução definitiva? Comenta aqui ou envia esse vídeo para essa pessoa.

E se você quer aprender a conduzir casos de Comer Emocional com segurança clínica e estratégia prática, neste sábado, das 09h às 18h, acontece o Workshop do Comer Emocional.

Digite WORKSHOP nos comentários para receber as informações ou acesse o link da bio.

27/02/2026

Hoje saiu o segundo vídeo do meu react analisando esse episódio de Quilos Mortais.

Sim… eu estou comentando os casos da série Quilos Mortais e a participante da vez é a Teretha. E já aviso: sexta-feira que vem tem o último corte desse episódio.

E toda vez que eu assisto, eu penso a mesma coisa: a gente precisa parar de olhar para o peso e começar a olhar para a história.

A Teretha conta que desde muito nova “sempre adorou comer”. E aqui eu preciso ser muito clara: gostar de comer não é o problema. Pessoas saudáveis gostam de comer.

O que me chama atenção e parte o coração, é quando aparece o contexto de violência, de abuso, de silêncio dentro da própria família. Porque nem sempre é sobre comida. Mas sim sobre dor não elaborada, sobre trauma sem nome, sobre a comida virando regulador emocional, sobre refúgio, anestesia.

E aí alguém diz: “Ah, ela só gostava de comer.”

Não. Não era só isso.
E aqui vai meu recado, principalmente para nós, profissionais da saúde: se você quer atuar com comportamento e transtornos alimentares, você precisa de técnica para sustentar essas histórias. Não é força de vontade. Não é prescrição isolada. Não é protocolo solto.

É manejo clínico. É escuta qualificada. É formação séria. A demanda só cresce. E o mundo precisa de profissionais que saibam olhar além do sintoma.

Me conta: você conhece alguém que já viveu algo parecido? Ou já atendeu um caso em que a comida ocupava esse lugar emocional? Comenta aqui ou envia esse vídeo para quem precisa refletir sobre isso.

E se você quer aprender, com profundidade e segurança, a manejar Comer Emocional na prática clínica, neste sábado, das 09h às 18h, eu vou conduzir o Workshop de Comer Emocional.

Digite WORKSHOP aqui nos comentários para receber as informações ou acesse o link da bio.

Porque quando a comida vira refúgio… é hora de ter especialista em cena.

26/02/2026

Você já percebeu como muitas mulheres chegam ao consultório acreditando que estão “enlouquecendo”, quando na verdade estão atravessando uma alteração hormonal absolutamente fisiológica?

No vídeo, o relato é de exaustão extrema, desesperança, irritabilidade, sensação de colapso físico e mental. Exames normais. Sintomas intensos. A impressão de que ninguém consegue explicar o que está acontecendo. Até que vem o diagnóstico: perimenopausa.

O que mais me preocupa é que muitas dessas mulheres também começam a apresentar alterações importantes no comportamento alimentar. Aumento de episódios de compulsão, intensificação do comer emocional, piora da relação com o corpo. E se o profissional não tem formação sólida em Comportamento e Transtornos Alimentares, ele perde o manejo. Perde a paciente. E, muitas vezes, perde a confiança clínica.

A demanda por atendimento em saúde mental feminina só cresce. As queixas relacionadas ao comer emocional estão cada vez mais associadas a ciclos hormonais, perimenopausa e menopausa. Existe uma oportunidade enorme para quem decide se aprofundar tecnicamente e deixar de atuar como generalista.

Agora eu quero saber: você conhece alguém que passou por algo parecido e demorou para receber um diagnóstico adequado? Me conta aqui nos comentários.

E se você, profissional da saúde, quer compreender, de forma profunda e estruturada, os mecanismos do Comer Emocional, inclusive dentro desses contextos hormonais, no próximo sábado, das 09h às 18h, eu vou conduzir um Workshop completo sobre o tema.

Digite WORKSHOP nos comentários para receber mais informações ou acesse o link da bio.

26/02/2026

Você já percebeu como muitas mulheres chegam ao consultório acreditando que estão “enlouquecendo”, quando na verdade estão atravessando uma alteração hormonal absolutamente fisiológica?

No vídeo, o relato é de exaustão extrema, desesperança, irritabilidade, sensação de colapso físico e mental. Exames normais. Sintomas intensos. A impressão de que ninguém consegue explicar o que está acontecendo. Até que vem o diagnóstico: perimenopausa.

O que mais me preocupa é que muitas dessas mulheres também começam a apresentar alterações importantes no comportamento alimentar. Aumento de episódios de compulsão, intensificação do comer emocional, piora da relação com o corpo. E se o profissional não tem formação sólida em Comportamento e Transtornos Alimentares, ele perde o manejo. Perde a paciente. E, muitas vezes, perde a confiança clínica.

A demanda por atendimento em saúde mental feminina só cresce. As queixas relacionadas ao comer emocional estão cada vez mais associadas a ciclos hormonais, perimenopausa e menopausa. Existe uma oportunidade enorme para quem decide se aprofundar tecnicamente e deixar de atuar como generalista.

Agora eu quero saber: você conhece alguém que passou por algo parecido e demorou para receber um diagnóstico adequado? Me conta aqui nos comentários.

E se você, profissional da saúde, quer compreender, de forma profunda e estruturada, os mecanismos do Comer Emocional, inclusive dentro desses contextos hormonais, no próximo sábado, das 09h às 18h, eu vou conduzir um Workshop completo sobre o tema.

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Porque técnica transforma a prática.
E prática estruturada transforma o seu faturamento.

25/02/2026

As pessoas ainda acreditam que existe emagrecimento seletivo. Que vão perder “só a barriga”, que dá para escolher onde a gordura vai embora.

Não dá.

Quando falamos de medicações para perda de peso, estamos falando de uma intervenção metabólica sistêmica. O corpo responde de acordo com genética, biotipo, composição corporal e contexto clínico. Não existe botão de localização. Não existe air tag na gordura.

É aqui que entra a responsabilidade do profissional da saúde.

Sem avaliação criteriosa, sem acompanhamento e sem manejo adequado das expectativas, o que poderia ser estratégia vira frustração ou pior, risco. O ponto não é demonizar medicamento. É entender indicação, dose, tempo de uso e, principalmente, para quem aquilo faz sentido.

A demanda por emagrecimento cresce. Mas a nossa função não é entregar promessa. É entregar condução segura.

Se você quer realmente fazer diferença na vida das pessoas, precisa dominar comportamento alimentar, manejo clínico e raciocínio estratégico. Porque peso é história, emoção e fisiologia, não só número.

Se você é profissional da saúde e quer aprofundar o manejo do comer emocional com segurança e técnica, neste sábado, das 09h às 18h, acontece o Workshop do Comer Emocional.

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24/02/2026

Tem vídeos que a gente ri…

A nutri tentando montar um cardápio e a paciente simplesmente não gosta de nada. Nada.
Não gosta de fruta, não gosta de pão, não gosta de feijão, não gosta de salada, não gosta de legume, não gosta de sopa… daqui a pouco a profissional já está quase perguntando: “você gosta de respirar?”

A gente ri porque é real. Quem atende já viveu uma versão dessa cena no consultório.
Mas por trás do humor tem uma aula clínica importante. Quando o paciente “não gosta” de absolutamente tudo, estamos falando de repertório alimentar limitado, história com a comida, possível seletividade, rigidez, experiências emocionais e, muitas vezes, manejo inadequado ao longo da vida.

Se você tenta resolver isso apenas montando um cardápio criativo, a consulta vira um cabo de guerra. Se você entende comportamento alimentar, a consulta vira estratégia.

E é aqui que mora a diferença entre a profissional que se sente travada e aquela que cresce rápido na carreira. Escalar na saúde exige método, leitura comportamental e segurança na condução. Quanto mais domínio técnico você tem, mais clareza transmite, mais resultado gera e mais seu nome circula.

O vídeo é engraçado. A vida real pede especialização.

Me conta aqui nos comentários se você já atendeu (ou conhece) uma paciente que “não come nada”?

E se você quer aprender a manejar o Comer Emocional com profundidade clínica e visão estratégica de crescimento, no próximo sábado, das 09h às 18h, acontece o meu Workshop do Comer Emocional.

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Porque especialista ri do meme… mas sabe exatamente o que fazer quando ele vira realidade. 💛

23/02/2026

Percebe como, no TARE, a conversa quase sempre começa pelo prato… mas raramente aprofunda no medo?

“Não como isso", “não como aquilo”.
E, de repente, estamos discutindo listas, texturas, rotinas e rigidez. Mas me diz… você está perguntando ao seu paciente o que ele teme que aconteça se comer?

Porque muitas vezes é sobre dor, náusea, refluxo, distensão. Um intestino imprevisível. Quando o corpo dói, o cérebro faz o que ele sabe fazer melhor: protege. E essa proteção vira regra, redução de repertório, rigidez, vira “alimentos seguros”.

No TARE, ignorar a interface cérebro-intestino é reforçar o ciclo.

Escrevi mais sobre isso na última news.
Toda quinta, às 7h, a news vem pra quem quer pensar sobre alimentação com cérebro, corpo e clínica, não com terror nutricional.

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22/02/2026

Tem gente que ainda acha que seletividade alimentar é “não gostar de brócolis”.

No vídeo, a criadora relata regras internas rígidas com a comida: ordem específica, proporções exatas, alimentos que não podem se misturar, esconder comida na infância, sofrimento silencioso à mesa.

Por fora? “Normal”. Por dentro? Exaustão.

Seletividade alimentar atípica não é frescura, não é “mania” e muitas vezes vem acompanhada de obsessividade, rigidez cognitiva e até comorbidades como TOC.

E aqui vai o ponto que talvez você, profissional da saúde, precise ouvir:
Quem está de fora quase nunca percebe.
Quem não tem repertório técnico, minimiza.
Quem não sabe manejar, perde o paciente.

A demanda por casos complexos só cresce, mas a formação de base ainda ensina o superficial. Enquanto alguns seguem tratando “sintoma”, outros aprendem a enxergar mecanismo. E é isso que diferencia generalistas de especialistas.

Se você quer escalar o seu negócio com velocidade, precisa de duas coisas:
Técnica refinada para manejar casos que poucos sabem conduzir. Posicionamento estratégico para ser reconhecida como referência.

Porque quando você sabe o que está fazendo, o paciente sente. E quando o paciente sente, ele permanece, indica, confia... Especialização é estratégia, não luxo.

Agora me conta: você conhece alguém que já viveu essa relação silenciosa e exaustiva com a comida? Vem debater comigo sobre isso.

E se você, profissional da saúde, quer aprender a manejar, na prática, casos de Comer Emocional e padrões alimentares disfuncionais, no próximo sábado acontece o Workshop do Comer Emocional, das 09h às 18h. Um dia inteiro de técnica, raciocínio clínico e estratégia.
Digite WORKSHOP aqui nos comentários ou acesse o link da bio para mais informações.

Porque o mundo precisa de mais profissionais preparadas. E você pode ser uma delas.

21/02/2026

Ela achou que estava no controle e é exatamente aí que mora o perigo.

Quando ouvi no vídeo: “Eu achei que quando quisesse parar, eu parava”, eu pensei: isso surpreende um total de zero profissionais que realmente entendem transtorno alimentar.

An0rexia não é sobre vaidade, não é sobre estética e nem sobre “força de vontade”.
É sobre patologia, prejuízo funcional... É sobre um transtorno mental que sequestra a autonomia da pessoa. Transtornos alimentares não são definidos pelo prejuízo psíquico e social, não pelo peso.

É aqui que eu quero falar com você, profissional da saúde:
Se você ainda acredita que comportamento alimentar é sobre dieta, motivação ou controle… você está atrasada.

E não é uma crítica. É um alerta.

A demanda por casos complexos cresce todos os dias, mas o número de profissionais realmente preparados… não acompanha. Quem domina técnica + manejo clínico + posicionamento estratégico cresce mais rápido.
Porque deixa de ser generalista e passa a ser referência.

Escalar seu negócio na saúde não é postar mais. É dominar um problema real que poucas pessoas sabem manejar com profundidade.

Comer emocional, anorexia, compulsão, bulimia… Ou você aprende a conduzir esses casos com segurança ou pode perder pacientes por insegurança clínica.
E insegurança clínica custa caro.

Agora me conta aqui nos comentários: você conhece alguém que já acreditou que “estava no controle” e depois percebeu que era o transtorno controlando tudo?

Profissional da saúde: você quer aprender a manejar o Comer Emocional com técnica, segurança e estratégia… Tenho um convite pra você.
Neste sábado, das 09h às 18h, acontece o Workshop do Comer Emocional. Um dia inteiro para você sair do raso e entrar no nível especialista.

Digite WORKSHOP aqui nos comentários
ou acesse o link da bio para garantir sua vaga e dar o seu próximo passo.

20/02/2026

Essa série traz uma discussão muito válida para as redes sociais... e mais do que isso, traz uma discussão urgente para nós, profissionais da saúde.
Quando vemos uma paciente dizendo “eu me sinto prisioneira do meu próprio corpo”, estamos falando de agravamento clínico, perda de autonomia, anos de manejo inadequado.

Casos assim raramente acontecem por acaso. Eles são, muitas vezes, o resultado de um processo clínico mal conduzido, sem estratégia, sem profundidade e sem manejo adequado.

E enquanto isso, a demanda por comportamento e transtornos alimentares só aumenta. Mas quem realmente sabe conduzir casos complexos com segurança, técnica e raciocínio clínico ainda é minoria.

É exatamente aí que mora a diferença entre ser mais uma profissional… ou se tornar referência.
E aqui que existe uma grande oportunidade.

Especialização não é sobre ter mais um certificado. É sobre saber resolver o que a maioria não sabe.

Se você quer parar de tratar apenas o sintoma e aprender a conduzir o Comer Emocional com profundidade clínica, evitando a evolução para casos graves, eu tenho um convite pra você:

Neste sábado, das 09h às 18h, eu vou te mostrar como se maneja Comer Emocional de verdade.
Sem superficialidade, sem dica solta de Instagram. Mas sim com técnica, raciocínio clínico e aplicação prática.

Se você quer deixar de ser generalista e começar a atuar com segurança em casos que exigem profundidade, esse é o seu próximo passo.

Digite WORKSHOP nos comentários ou acesse o link da bio.
Especialista não nasce pronto. Ele decide.

Endereço

Rua Pasteur, 820
Curitiba, PR
80250-080

Horário de Funcionamento

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Quinta-feira 08:00 - 20:00
Sexta-feira 08:00 - 20:00

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