03/12/2025
“Existem três tipos de TARE… e tem gente que enfrenta os três, ao mesmo tempo.”
Sim, parece simples no vídeo. Mas na prática clínica? Nem de longe.
No react de hoje, eu trago a realidade por trás do TARE, um dos quadros mais complexos e desafiadores dentro do comportamento alimentar.
Aliás… ouso dizer: tratar TARE é mais difícil do que tratar anorexia ou bulimia.
Porque não é “frescura”, não é “manha” e nem “chatice com comida”.
É sensorial, é trauma, é aversão, é medo real.
É um manejo que envolve camadas profundas, intervenções cuidadosas e, muitas vezes, decisões críticas, como internação para realimentação segura.
E o detalhe que quase ninguém fala:
- A mesma pessoa pode ter mais de um subtipo.
- E sem diagnóstico especializado, você NUNCA terá um plano de tratamento confiável.
Se você é profissional da saúde, precisa entender que por trás de um “não consigo comer isso” existe uma história que pode ser de pânico, aversão, desnutrição… e risco.
E se você conhece alguém que já viveu isso, que sempre foi “difícil para comer” ou que convive com medos ligados à alimentação…
💛 Compartilhe esse vídeo com ela. Informação certa salva vidas.
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