22/02/2026
Tem gente que ainda acha que seletividade alimentar é “não gostar de brócolis”.
No vídeo, a criadora relata regras internas rígidas com a comida: ordem específica, proporções exatas, alimentos que não podem se misturar, esconder comida na infância, sofrimento silencioso à mesa.
Por fora? “Normal”. Por dentro? Exaustão.
Seletividade alimentar atípica não é frescura, não é “mania” e muitas vezes vem acompanhada de obsessividade, rigidez cognitiva e até comorbidades como TOC.
E aqui vai o ponto que talvez você, profissional da saúde, precise ouvir:
Quem está de fora quase nunca percebe.
Quem não tem repertório técnico, minimiza.
Quem não sabe manejar, perde o paciente.
A demanda por casos complexos só cresce, mas a formação de base ainda ensina o superficial. Enquanto alguns seguem tratando “sintoma”, outros aprendem a enxergar mecanismo. E é isso que diferencia generalistas de especialistas.
Se você quer escalar o seu negócio com velocidade, precisa de duas coisas:
Técnica refinada para manejar casos que poucos sabem conduzir. Posicionamento estratégico para ser reconhecida como referência.
Porque quando você sabe o que está fazendo, o paciente sente. E quando o paciente sente, ele permanece, indica, confia... Especialização é estratégia, não luxo.
Agora me conta: você conhece alguém que já viveu essa relação silenciosa e exaustiva com a comida? Vem debater comigo sobre isso.
E se você, profissional da saúde, quer aprender a manejar, na prática, casos de Comer Emocional e padrões alimentares disfuncionais, no próximo sábado acontece o Workshop do Comer Emocional, das 09h às 18h. Um dia inteiro de técnica, raciocínio clínico e estratégia.
Digite WORKSHOP aqui nos comentários ou acesse o link da bio para mais informações.
Porque o mundo precisa de mais profissionais preparadas. E você pode ser uma delas.