Dra Priscilla Leitner - Método pra Vida Toda

Dra Priscilla Leitner - Método pra Vida Toda Esta página é dedicada a ajudar pessoas que tem um Comer Emocional e Transtornos Alimentares de uma f

Olá, sou Priscilla Leitner, Psicóloga e Especialista em Comportamento e Transtornos Alimentares. Sou pioneira no tratamento de problemas alimentares e desenvolvi ao longo dos anos uma abordagem gentil para lidar com questões do corpo, alimentação e saúde mental. Fundadora do Instituto de Pesquisa do Comportamento Alimentar de Curitiba
Idealizadora do Método pra Toda Vida

CRP 08/19772

Tem pacientinho emagrecendo… e se sentindo pior no próprio corpo. Menos energia, menos força, menos vontade. Mas o númer...
30/03/2026

Tem pacientinho emagrecendo… e se sentindo pior no próprio corpo. Menos energia, menos força, menos vontade. Mas o número na balança está “indo bem”.

O que quase ninguém te conta é que, no meio do caminho, pode não ser só gordura que você está perdendo. É aí que mora o problema clínico que muitos profissionais ainda não estão sabendo manejar.

Escrevi mais sobre isso na última news.
Toda quinta, às 7h, a news vem para quem quer pensar alimentação com cérebro, corpo e clínica. Não com terror nutricional. Assine gratuitamente a newsletter da Dra Pri.
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29/03/2026

Tem algo muito simbólico nesse relato... O sonho não era emagrecer, era ser controlada, vigiada, pressionada, punida. Como se a única forma possível de mudar o comportamento fosse através da força, do medo e da restrição absoluta.

E aqui está o ponto que muitos profissionais ainda não conseguem enxergar com clareza clínica: quando o paciente acredita que só funciona sob vigilância, estamos falando de desregulação, de uma relação fragilizada com o próprio comportamento e, muitas vezes, de um histórico de tentativas frustradas que reforçam essa crença. Não de falta de vontade.

Não é sobre “ser mais firme”. Não é sobre “dar bronca”. É sobre entender por que esse paciente só confia em si mesmo quando está sob controle externo. Sim, é mais complexo. E não, não se resolve com protocolos prontos ou discursos motivacionais. Se você é profissional da saúde e quer, de fato, ajudar seus pacientes a construírem autonomia e não dependência você precisa de técnica, leitura de caso e estratégia.

Agora me conta, você já ouviu algo parecido no seu consultório ou conhece alguém que se sente assim? Comenta aqui e vamos conversar.

E se você quer aprender, na prática, como manejar casos de comer emocional com segurança e profundidade, no próximo sábado, das 09h às 18h, vou conduzir um workshop completo sobre isso. Digite WORKSHOP ou acesse o link da bio para mais informações. Vagas limitadas.

28/03/2026

Tem coisa que parece igual… mas na prática clínica muda tudo.

Compulsão alimentar e Comer Emocional não são a mesma coisa. E quando você mistura tudo no mesmo pacote, você não simplif**a o caso… você compromete o resultado.

Compulsão alimentar envolve perda de controle, sofrimento e episódios marcados. Comer emocional é quando a comida vira estratégia para lidar com estados internos. Agora, o que aparece nesse vídeo é outra coisa: um pensamento recorrente em comida, com prazer associado, muito mais próximo de um hiperfoco, especialmente quando olhamos para contextos de neurodivergência.

Percebe o detalhe? Não tem, necessariamente, perda de controle. Não tem a mesma estrutura de um episódio compulsivo. Mas tem frequência, tem intensidade e tem função.

E é aqui que muita gente escorrega bonito.

Porque sem repertório técnico, o profissional chama tudo de compulsão. E aí erra a leitura, erra a intervenção e, claro, erra o resultado. Se você quer fazer diferença de verdade na vida do seu paciente, você precisa aprender a diferenciar. É sobre conduzir melhor, não rotular.

Agora me conta: você já confundiu esses três conceitos em algum momento?

Se você quer parar de duvidar de si mesma e começar a conduzir casos com clareza, comenta, a Especialização do IPCAC não é mais um curso. É a formação que organiza o seu raciocínio clínico, te dá segurança e te coloca em um outro patamar de atuação.

Comenta ESPECIALISTA aqui embaixo. Eu vou te mostrar como você pode dar esse próximo passo.

27/03/2026

Reagi a um episódio da série Mentes Extraordinárias e tem uma nuance clínica aqui que muita gente deixaria passar. Tem uma diferença enorme entre “não reconhecer” e “não conseguir se conectar”. E, para quem está de fora, tudo vira a mesma coisa: desespero.

Nesse trecho, o que mais me chama atenção não é a falha de memória em si, mas a tentativa de intervenção que ignora o estado emocional da paciente. Pedir para alguém em possível crise de ansiedade ou pânico focar em detalhes físicos pode até funcionar… quando existe regulação mínima. Mas no auge do desespero, o cérebro não acessa vínculo, acessa sobrevivência.

É aqui que muitos profissionais escorregam. Não por falta de boa intenção, mas por falta de repertório técnico para manejar o estado emocional antes de propor qualquer estratégia cognitiva.

Se você quer, de fato, fazer diferença na vida de quem sofre com questões alimentares e emocionais, precisa ir além do protocolo bonito. Precisa entender o timing clínico, a leitura do paciente e, principalmente, como conduzir alguém de volta para um estado de segurança.

E se você quer aprender, na prática, como manejar o Comer Emocional com segurança e profundidade, neste sábado, das 09h às 18h, acontece o Workshop do Comer Emocional. Digite WORKSHOP ou acesse o link da bio para mais informações.

26/03/2026

Tem uma frase nesse vídeo que, pra mim, já entrega tudo: ela achava que era “preguiça” até viver na própria pele.

É curioso como até pessoas informadas, inteligentes e funcionais ainda carregam uma visão distorcida sobre sofrimento psíquico. E isso não é falta de caráter, pode ser falta de repertório técnico mesmo. A ansiedade social não é frescura, não é falta de força de vontade e definitivamente não é uma escolha. É um quadro que limita, isola, paralisa e, muitas vezes, enche a pessoa de vergonha por não conseguir fazer o que parece “simples” para todo mundo. Ir à academia, entrar num elevador, frequentar a igreja, passar no mercado. Coisas básicas viram desafios gigantes.

E aqui está o ponto que eu quero que você, profissional da saúde, preste atenção: quantas vezes o seu paciente já foi julgado antes de chegar até você? E pior, quantas vezes ele ainda se julga?

Quando você não tem técnica, você corre o risco de reforçar esse ciclo. Quando você não tem repertório, você simplif**a o que é complexo. E quando você não entende o funcionamento do comportamento alimentar e emocional, você não consegue sustentar o paciente no processo.

Agora, se você é profissional da saúde e quer parar de se sentir insegura diante de casos complexos como esse, parar de “achar” e começar a ter clareza do que fazer em cada etapa do atendimento, então você precisa dar o próximo passo certo.

A Comunidade IPCAC não é sobre mais conteúdo. É sobre formação de verdade. É sobre se tornar a profissional que sabe conduzir, sustentar e transformar casos que hoje te deixam travada.

É o ambiente onde você deixa de ser generalista, ganha direção clínica e constrói segurança técnica pra atender comportamento e transtornos alimentares com autoridade.

Se você quer fazer parte desse movimento e construir uma carreira sólida, reconhecida e com impacto real na vida das pessoas, esse é o seu lugar.

Comenta IPCAC ou acessa o link da bio e vem pra comunidade!

25/03/2026

Tem um erro muito comum que vem sendo repetido, inclusive por profissionais da saúde e ele começa assim: romantizar o emagrecimento.

Esse vídeo traz uma verdade que pouca gente tem coragem de sustentar. A 0besidade não é desleixo, nunca foi. Mas, ainda assim, a sociedade insiste em transformar corpo em caráter. E aí a pessoa emagrece, faz procedimento, muda o corpo… e todo mundo acha que o problema acabou.

Não acabou.

Porque o emagrecimento, na maioria dos casos, é a parte mais fácil. Difícil é sustentar uma vida que faça sentido depois disso. Difícil é ter saúde mental, relação equilibrada com a comida, com o corpo, com a própria história. Sem isso, o ciclo se repete. E o paciente volta, muitas vezes pior, mais culpado, mais frustrado, mais desacreditado.

Agora eu te pergunto, profissional: você está tratando peso ou está tratando comportamento? Porque são coisas completamente diferentes. Quando você não tem método, você entra no jogo do imediatismo. Quando você tem técnica, você constrói transformação de verdade.

Se esse vídeo te fez pensar, me conta aqui se você já viu ou viveu algo parecido. E envia para alguém que precisa ouvir isso.

E se você quer aprender a conduzir casos de comer emocional com profundidade, segurança e estratégia, no próximo sábado, das 09h às 18h, eu vou te mostrar exatamente como fazer isso no Workshop Comer Emocional.

Digita WORKSHOP ou acessa o link da bio para garantir sua vaga.

24/03/2026

Tem vídeos que não são só conteúdo, são como espelhos. Esse é um deles. O que mais me emociona aqui não é o diagnóstico e sim a coragem. É o momento em que ela diz, com a voz trêmula, que hoje é o dia um. Que bonito isso!

Se você é profissional da saúde, eu quero que você preste muita atenção com o que eu vou te dizer agora. O dia um de um paciente nunca é técnico. Ele é emocional, atravessado por medo, vergonha, preconceito, dúvida, culpa... Ele é, muitas vezes, sustentado mais pelo amor aos outros do que por si mesmo. Exatamente por isso que esse momento é tão decisivo. Um diagnóstico pode libertar, mas também pode aprisionar, dependendo de como ele é conduzido. Aqui entra uma responsabilidade que é nossa.

Se você não tem técnica, você reforça o medo.
Se você não tem direção, você aumenta a confusão.
Se você não tem segurança, o paciente sente e recua.

Todo paciente que hoje vive com mais estabilidade, com mais autonomia, com mais qualidade de vida… começou exatamente assim. Emocionado, inseguro, mas disposto a tentar. A diferença foi a condução e é isso que quase ninguém te ensina.

Se esse vídeo te tocou, comenta aqui se você já viveu, como profissional ou como pessoa, um momento assim. E envia esse vídeo pra alguém que precisa sentir que não está sozinho nesse processo.

Agora, deixa eu ser muito direta com você, profissional da saúde. Se você quer parar de se sentir inseguro diante de casos de comer emocional, se você quer saber exatamente como conduzir pacientes com mais clareza, profundidade e resultado…

Você precisa de método.

No próximo sábado, das 09h às 18h, eu vou te ensinar isso no Workshop do Comer Emocional com muita prática clínica, raciocínio e condução de caso de verdade. Se você quer dar o próximo passo como profissional, esse é o seu momento.

Digita WORKSHOP aqui nos comentários ou acessa o link da bio e garante sua vaga.

Tem paciente que não “resiste” à comida. Ele só já está cansado demais para tolerar mais estímulo.Aí o repertório encolh...
23/03/2026

Tem paciente que não “resiste” à comida. Ele só já está cansado demais para tolerar mais estímulo.

Aí o repertório encolhe, a rigidez aumenta e o profissional insiste em chamar de seletividade. Rápido, simples… e completamente impreciso.

Porque, quando a sensorialidade sobe e a autorregulação cai, a comida deixa de ser só comida e vira mais uma tarefa que o sistema não dá conta de sustentar.

Se você não entende isso, você não conduz o caso, você só gira em volta dele.

Escrevi mais sobre isso na news da semana passada.

Toda quinta, às 7h, a news vem para quem quer pensar alimentação com cérebro, corpo e clínica. Não com terror nutricional. Assine gratuitamente a newsletter da Dra Pri.
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22/03/2026

O que está sendo chamado de “leve” no autismo adulto… na prática clínica, não tem nada de leve.

A cena é simples: uma mulher sozinha, trabalhando. Quando, de repente, o corpo começa a falhar. A cabeça pesa. O pensamento confunde. O ambiente f**a alto demais. Isso tem nome: sobrecarga sensorial. Mesmo assim, ela segue. Vai ao supermercado, não porque está bem, mas porque a vida exige.

E aqui está o ponto que muitos ainda não sustentam na clínica. Decisão em desregulação não é racional e sim resposta de sobrevivência. Evitar um possível confronto pode custar menos do que se expor. Mesmo que isso signifique mais tempo, mais dor, mais desgaste. O efeito vem depois. Exaustão, restrição alimentar, isolamento, insônia.

Quando você entende regulação, interocepção e contexto, o caso muda. Você deixa de ler comportamento como escolha e passa a enxergar como adaptação de um sistema sobrecarregado.

Se você é profissional da saúde e quer sair da condução superficial e começar a atuar com segurança, a especialização do IPCAC foi construída para isso. Uma formação completa, com professores experientes, integração entre áreas e foco direto na prática. Para quem quer parar de tentar… e começar a conduzir.

O mercado ainda não está cheio de especialistas. Está cheio de profissionais inseguros. Se você quer elevar seu nível clínico e construir autoridade de verdade, esse é o próximo passo.

Digite ESPECIALISTA que te indico o caminho.

21/03/2026

Colocar mulheres lado a lado e perguntar quem é mais bonita, melhor, mais desejável. Parece leve, quase inofensivo. Mas, na prática, é um treino diário de inadequação. Porque, no fundo, a mensagem é clara: você precisa competir. Você precisa provar. E, inevitavelmente, você nunca é suficiente.

Isso não f**a só na internet. Isso entra no consultório. Vira comparação constante, autocrítica cruel, ansiedade, sensação de estar sempre atrás. E muitas vezes, vira comida. Vira tentativa de anestesiar o que dói, de controlar o que parece fora de controle.

E aí o profissional olha só para o comportamento alimentar… mas esquece de olhar para a raiz.

Se você é da saúde, precisa parar de tratar só o sintoma e começar a entender o que sustenta esse padrão. Porque sem isso, você até ajuda por um tempo… mas não transforma de verdade.

Agora me conta, você conhece ou já atendeu alguém que vive nesse ciclo de comparação? Comenta aqui ou envia esse vídeo para esta pessoa.

E se você olha para tudo isso e sente que ainda está “apagando incêndio” na clínica, sem clareza profunda do que fazer, eu vou ser bem direta com você: não é falta de esforço, é falta de formação certa. Você não precisa de mais um curso solto. Precisa de uma especialização que te dê método, segurança e posicionamento.

A Especialização em Comportamento e Transtornos Alimentares existe exatamente para isso. Para te tirar do raso e te colocar no lugar de especialista que conduz casos com confiança, técnica e resultado real.

Ou você continua atendendo com dúvida… ou decide se tornar a profissional que esses casos precisam.

O próximo passo é seu. Link na bio.

20/03/2026

Quem assiste Quilos Mortais muitas vezes olha só para o peso. Mas quem é da área sabe que nunca foi só sobre isso. É sobre sistema, contexto e tudo aquilo que sustenta o comportamento.

O caso do Randy (parte 2, final) deixa isso muito evidente. Ele não está restrito, se movimenta, trabalha, compra a própria comida. Ou seja, a dinâmica clínica já muda completamente. Mas existe um ponto que não dá para ignorar: a família inteira compartilha um padrão alimentar desorganizado.

E aqui está uma das maiores armadilhas do manejo. Tentar mudar o indivíduo sem considerar o ambiente. É sobre entender reforçadores, rotina, acesso, padrão familiar e o quanto esse paciente vai precisar sustentar uma mudança praticamente sozinho.

É exatamente por isso que tantos casos não evoluem. Falta estratégia, não só boa intenção. E se você é profissional da saúde, precisa decidir se vai continuar no improviso ou se vai aprender a conduzir casos complexos com segurança.

Agora me conta, você conhece ou já atendeu alguém em um contexto parecido? Comenta aqui ou envia esse vídeo.

Se você ainda se sente insegura diante de casos assim, sentindo que está sempre “quase lá”, mas sem clareza real de condução, isso não se resolve com mais conteúdo raso.

No próximo sábado, das 09h às 18h, eu vou te mostrar exatamente como manejar o comer emocional com técnica, estratégia e segurança clínica.

Ou você segue acumulando dúvida, ou decide dar o passo que te posiciona como especialista de verdade. Comenta WORKSHOP e garante sua vaga, ou acessa o link da bio agora.

19/03/2026

O que está sendo chamado de “normal” em muitas pacientes… na verdade é adaptação crônica.

O que em homens é rapidamente visto como sinal de alerta, em mulheres é normalizado. A mulher quieta, adaptada, “boazinha”, parece funcional. Mas muitas vezes ela só aprendeu a se moldar para caber. Isso não signif**a que homens não sofram pressões sociais, eles também sofrem, mas de formas diferentes. Aqui, estamos olhando para um recorte específico que, na prática clínica, ainda passa despercebido com muita frequência.

E aqui está o ponto que separa um profissional comum de um especialista: adaptação não é sinônimo de saúde. Essa mulher chega aos 30, 40 anos exausta, desconectada de si, sem nunca ter sido verdadeiramente compreendida. Não porque faltavam sinais, mas porque faltou profundidade no olhar clínico.

E vamos ser honestos? A formação tradicional não te prepara para isso. Os critérios, te**es e referências foram construídos, em grande parte, a partir de um padrão masculino. E quem paga essa conta é o paciente.

Se você sente insegurança no manejo ou dificuldade em ler casos mais complexos, não é falta de capacidade. É falta de formação direcionada.

Agora me conta: você conhece alguém que passou por algo assim? Ou já atendeu uma paciente que demorou anos para ser compreendida? Comenta ou envia esse vídeo.

E se você quer aprender a identif**ar e manejar esses casos com segurança, no próximo sábado tem workshop intensivo do Comer Emocional, das 09h às 18h.

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