Odontopediatra e Consultora em Amamentação - Dra. Suzana Beatriz Fucio

Odontopediatra e Consultora em Amamentação - Dra. Suzana Beatriz Fucio Sou mãe do Theo, de 6, e da Sarah, de 18. Sou Odontopediatra há 16 anos, especializada no atendimento a bebês, desde as questões de frênulos orais.

Sou Consultora em Aleitamento Materno há 5 anos e a partir de 2020 uma IBCLC! O aleitamento materno possui inúmeros benefícios à mãe e ao bebê, mas algumas dificuldades podem surgir, como a pega inadequada, fissuras nas mamas, baixa produção de leite, leite "empedrado" ou mesmo a insegurança materna, interferindo nesse momento tão especial. Portanto, orientações podem ser buscadas nos períodos pré e pós-natal, a fim de tranquilizar e tornar mais agradável esse processo de adaptação e aprendizagem entre família/bebê. A Odontologia para Bebês tamabém está fundamentada em orientações preventivas aos pais, tendo como objetivo evitar o tratamento dentário através da manutenção da saúde bucal. Para tal, deve-se informar a respeito dos benefícios da amamentação, hábitos de higiene, dieta e sucção e uso correto de flúor.

E as PALESTRAS ON-LINE com temas relevante e complementares para os colegas que atuam com bebês e freios orais voltam a ...
28/01/2026

E as PALESTRAS ON-LINE com temas relevante e complementares para os colegas que atuam com bebês e freios orais voltam a acontecer no mês de fevereiro. E temos a imensa honra de iniciar a nossa programação com o tema “ANQUILOGLOSSIA e o IMPACTO na SAÚDE RESPIRATÓRIA e no CRESCIMENTO CRANIOFACIAL” ministrado pelo querido e inspirador convidado:

Professor Pedro Pileggi Vinha, , é Cirurgião-dentista pela Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto /USP, Especialista em Ortopedia Funcional dos Maxilares e em Ortodontia, Doutor em Ciências da Saúde pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto/USP, na área do conhecimento Apneia Obstrutiva do Sono, Pós-Doutor em Apneia do Sono pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto /USP e Coordenador dos cursos de atualização e especialização em Ortopedia Funcional dos Maxilares, na São Leopoldo Mandic – São Paulo e SOBRACOM.

A palestra acontecerá pela Plataforma Zoom, no sábado, dia 21 de fevereiro, das 9h às 11h, ao vivo. Mas permanecerá gravada e disponível aos inscritos por 60 dias. O formulário de inscrição se encontra na bio e para mais informações pelo WhatsApp +55 41 99985-9519.

Que seja o início de um ano de muitos aprendizados, trocas reais, crescimento em conjunto e muito cuidado com amor! Espero vcs!

Nesta semana, tive algumas famílias que cancelaram a cirurgia de ANQUILOGLOSSIA dos seus bebês porque o pediatra respons...
24/01/2026

Nesta semana, tive algumas famílias que cancelaram a cirurgia de ANQUILOGLOSSIA dos seus bebês porque o pediatra responsável pelo bebê afirmou ser desnecessário o procedimento, visto que os bebês estavam GANHANDO PESO. Mas será que este deveria ser o único critério a ser observado para indicar ou contra-indicar a cirurgia? Será que foi realizada uma avaliação da ma**da ou ao menos uma conversa com a família para entender como está a rotina de amamentação, ou se há dor/trauma mamilar, ou se o bebê está mamando tranquilo e confortável? Precisamos falar sobre isso:

1. O impacto da ANQUILOGLOSSIA vai além da amamentação, embora as notas técnicas disponíveis sugiram que mesmo com a suspeita de Anquiloglossia GRAVE só devemos considerar a necessidade cirúrgica se houver dificuldade na amamentação antes da alta hospitalar (o que acontece com a maioria das famílias, independente da anatomia do freio lingual, não é? 🙄). Na prática clínica de quem atua com bebês, amamentação e freios orais, encontramos freios encurtados e/ou anteriorizados interferindo na mobilidade da língua e nas funções orais. E função inadequada gera crescimento e desenvolvimento inadequados. Penso que ignorar esses prejuízos é cruel!

2. O bebê consegue mamar com adaptações e ganhar peso, sim! Mas a partir de ma**das muito longas, intervalos curtos e um nível de exaustão familiar altíssimo, pois o cansaço do bebê sempre chega antes de sua saciedade. Ou a partir de movimentos compensatórios, com tensão oral exacerbada, padrão mordedor e dor e trauma mamilar recorrentes. Ou a partir de ma**das estressantes para toda a família, na presença de tosses, engasgos, ingesta de ar, desconforto gastrointestinal e irritabilidade do bebê.

Eu sinto profundamente pelas famílias que irão pagar um preço altíssimo pela negligência do tratamento de uma anomalia diagnosticada em seu bebê, num momento precioso de cuidado e prevenção. E desejo imensamente que os colegas que ainda afirmam que “faltam evidências científicas” no assunto lembrem-se que a experiência clínica do profissional e as preferências e valores do paciente também são pilares de uma prática baseada em evidências.

É muito comum que eu receba mensagens de colegas com imagens de seus casos clínicos em fase de pós-operatório me pergunt...
18/01/2026

É muito comum que eu receba mensagens de colegas com imagens de seus casos clínicos em fase de pós-operatório me perguntando: “profe, será que está com FIBROSE?”. E eu sinto muito em responder que não vou conseguir responder. Porque para identificar uma fibrose eu preciso tocar o tecido, sentindo sua mobilidade, flexibilidade e volume.

Como não sabemos qual será a resposta individual de cada paciente, existe sempre o RISCO de acontecer uma FIBROSE no processo de cicatrização. Mas o ideal é que possamos identificar alguns aspectos da ferida cirúrgica que podem nos revelar um risco AUMENTADO. Podemos e devemos monitorar alguns sinais como:

- HIPEREMIA ao redor da ferida que se prolonga para além do prazo esperado. E este prazo pode variar com a técnica cirúrgica de cada colega. Hiperemia prolongada = inflamação residual = rigidez tecidual.

- TECIDO DE GRANULAÇÃO mais denso, com bordas irregulares e que se estende para além dos limites da ferida cirúrgica. Se a base para o reparo já se encontra desorganizada, o colágeno também pode se depositar desta forma, desorganizado.

- RIGIDEZ TECIDUAL adjacente à ferida cirúrgica que não melhora naturalmente. Espera-se que, na fase de remodelamento, o excesso de colágeno seja gradualmente reabsorvido e reorganizado.

O monitoramento da ferida cirúrgica é FUNDAMENTAL para que possamos identificar quando o processo cicatricial não caminha como deveria. E, lembrando que FORMA e FUNÇÃO estão intrinsecamente ligadas, a atuação em equipe torna-se indispensável nesta etapa pós-operatória.

Em meu dia-a-dia de atuação com freios, confesso que evito operar bebês nos seus primeiros dias de vida. Mesmo tendo cer...
10/01/2026

Em meu dia-a-dia de atuação com freios, confesso que evito operar bebês nos seus primeiros dias de vida. Mesmo tendo certeza do diagnóstico de anquiloglossia, mesmo quando existe dificuldade na amamentação, mesmo diante da pressa familiar e/ou da pressão do pediatra responsável pelo bebê. Reflitam comigo:

- Primeiro, vamos pensar sobre o DIAGNÓSTICO: na maternidade, é realizada uma TRIAGEM, baseada em parâmetros anatômicos dos freios, com o objetivo de identificar os casos mais severos. Mas, neste momento, ainda não é possível que seja realizada uma avaliação funcional confiável da ma**da, visto que o bebê pode ainda se apresentar cansado, sonolento ou nauseado nos primeiros dias. Além disso, a família está começando a aprender sobre amamentar, com mamilos comumente sensíveis e uma apojadura que ainda está por vir. E passados alguns dias, com adequado suporte a este processo, mas dificuldades persistentes, é que um correto diagnóstico será definido.

- Segundo, a LIBERAÇÃO CIRÚRGICA ADEQUADA NÃO É UM PIQUE, descrito às famílias como “simples e seguro”. Precisaremos minimizar o desconforto do bebê com anestésico local e realizaremos um corte em um tecido inervado e vascularizado. Isto implica em RISCOS de intercorrências, as quais devem ser prevenidas através de avaliação adequada do quadro clínico do bebê, assim como de conhecimento profundo da anatomia cirúrgica. No pós-operatório, existirá uma fase de adaptação funcional e de risco de cicatrização sub-ótima. Portanto, quanto mais a família estiver orientada e ciente para tomar a sua decisão, melhor é para todos!

Reforçando o que já afirmei em tantos outros posts, a cirugia de freios em bebês NÃO É URGENCIAL, e precisa de um bom diagnóstico e adequado planejamento! Aguardar um peso mínimo, a melhora de um quadro de icterícia e o resultado do Teste do Pezinho são requisitos que trazem SEGURANÇA para o procedimento. E aguardar alguns dias não fará com que a família perca a amamentação, se estiver bem amparada por uma consultora e um pediatra amigo da amamentação. Tenham certeza disso!

É com muita alegria e carinho que divulgamos as próximas edições PRESENCIAIS do curso “A Liberação Cirúrgica dos Freios ...
10/01/2026

É com muita alegria e carinho que divulgamos as próximas edições PRESENCIAIS do curso “A Liberação Cirúrgica dos Freios Orais do Bebê”, programadas para o primeiro semestre de 2026. Mais do que um curso, este é um espaço de transformação, de aprendizado profundo e de troca verdadeira sobre algo que toca o coração: o CUIDADO com os bebês e o IMPACTO real que podemos ter na vida deles e de suas famílias.

Aqui, cada conteúdo é atualizado e preparado com muito cuidado, pensando não apenas na técnica, mas na sensibilidade que envolve o olhar clínico, o toque respeitoso e a escuta atenta. Pois esta área nos exige ciência, sim — mas também pede presença, empatia e humanidade.

E é isso que queremos cultivar juntos: *conhecimento com propósito, técnica com afeto e segurança com acolhimento.*

Quem estiver disposto a estar conosco nesses dias de imersão, preparem seus corações, mentes e mãos!!!

Para inscrições em Curitiba-PR e Porto Alegre-RS, o link está na bio! Para inscrições em Recife-PE, favor entrar em contato com a professora e em Belo Horizonte-MG, com o professor .marcus_phd .

Contem comigo nesta jornada!
Suzana Fucio

É com muita alegria e carinho que divulgamos as próximas edições PRESENCIAIS do curso “A Liberação Cirúrgica dos Freios ...
10/01/2026

É com muita alegria e carinho que divulgamos as próximas edições PRESENCIAIS do curso “A Liberação Cirúrgica dos Freios Orais do Bebê”, organizadas para o primeiro semestre de 2026. Mais do que um curso, este é um espaço de transformação, de aprendizado profundo e de troca verdadeira sobre algo que toca o coração: o CUIDADO com os bebês e o IMPACTO real que podemos ter na vida deles e de suas famílias.

Aqui, cada conteúdo é atualizado e preparado com muito cuidado, pensando não apenas na técnica, mas na sensibilidade que envolve o olhar clínico, o toque respeitoso e a escuta atenta. Pois esta área nos exige ciência, sim — mas também pede presença, empatia e humanidade.

E é isso que queremos cultivar juntos: *conhecimento com propósito, técnica com afeto e segurança com acolhimento.*

Quem estiver disposto a estar conosco nesses dias de imersão, preparem seus corações, mentes e mãos!!!
Preparem seus corações, mentes e mãos — o que começa aqui tem o poder de mudar histórias. 💫

As primeiras fotos do Theo, ainda na maternidade, já mostravam uma predominância de dormir com a cabeça virada para o la...
09/01/2026

As primeiras fotos do Theo, ainda na maternidade, já mostravam uma predominância de dormir com a cabeça virada para o lado direito. Também tinha preferência pela mama esquerda, a qual era justificada por um fluxo maior de leite. O Theo era um bebê que parecia sempre irritado e chorava muito, mas a pediatra que o acompanhava justificava serem as cólicas e o refluxo “fisiológicos”.

Aos dois meses do Theo, achei sua cabecinha amassada do lado direito e perguntei o que fazer em consulta, mas ouvi da dia médica que esta questão era irrelevante e apenas estética, e que com o crescimento do cabelo estaria resolvido. Para as cólicas e refluxo, sugeriu dieta restritiva, medicamentos e medidas posturais. Aliás, me recordo de dormir sentada com ele em meu colo até os três anos de idade (a esta altura, já seguíamos com gastro, endoscopia, mais remédios sem grandes evoluções).

Quando o Theo tinha 6 anos de idade, em plena época de lives do Instagram na pandemia, escutei de um osteopata pediátrico (com quem a vida me permitiu construir um vínculo profissional e de amizade) o que era a PLAGIOCEFALIA. E a cada detalhe que ele trazia sobre o posicionamento dos ossos do crânio e da face, assim como das orelhas, olhos e mandíbula, eu mesma examinava meu filho e fazia o seu DiAGNÓSTICO. Eram tantos desvios e assimetrias COM IMPACTOS FUNCIONAIS que tratamos ao longo destes anos, que comecei a chorar. E refleti sobre quantos outros tratamentos ainda estariam por vir para amenizar SEQUELAS que, em poucos atendimentos e com orientações preciosas, poderiam ter sido evitadas. E lembrei daquele meu apontamento aos seus dois meses de vida para a médica, que não foi validado, investigado e muito menos sugerido algo a ser feito, enquanto havia OPORTUNIDADE de cuidado e tratamento.

SUBDIAGNOSTICAR e SUBTRATAR é NEGLIGENCIAR! Seja quanto a torcicolos, assimetrias, queixas gastrointestinais ou FREIOS ORAIS… Portanto, encaminhem seus pacientes, queridos colegas! A família se beneficia do olhar transdisciplinar sempre!!!

Receber este depoimento de uma família tão especial me mostra que estou atuando como acredito: com acolhimento, empatia ...
02/01/2026

Receber este depoimento de uma família tão especial me mostra que estou atuando como acredito: com acolhimento, empatia e conhecimento!

Obrigada querida por confiar em meu trabalho e direcionamento, e por me emocionar com suas palavras! E parabéns por seguir determinada e dedicada com sua história de amamentação! Continue contando com o meu apoio!

Vamos em frente, alinhada com meu propósito, em 2026!

#2026

Antes de mergulhar na cirurgia de freios orais em bebês, precisamos olhar para muito mais do que o freio em si: cada beb...
27/11/2025

Antes de mergulhar na cirurgia de freios orais em bebês, precisamos olhar para muito mais do que o freio em si: cada bebê é único, cada família vive sua própria história e condutas clínicas precisam ser tomadas com responsabilidade, ética e cuidado.

O processo começa impreterivelmente com um diagnóstico assertivo e o planejamento cirúrgico, através da avaliação das condições médicas do bebê e de uma análise crítica dos riscos e benefícios da intervenção. Ainda, é fundamental estudar a anatomia cirúrgica de cada freio, assim como reconhecer as características das estruturas que se localizam próximas à área de atuação.

O trabalho transdisciplinar contribui com a qualidade e a resolutividade da cirurgia, a partir da ampliação das capacidades funcionais e fisiológicas da díade. Mas devemos lembrar que o núcleo familiar necessita de empatia e acolhimento de suas angústias, pois uma família segura em sua decisão certamente refletirá num pós-operatório mais tranquilo para o bebê.

NÃO EXISTE URGÊNCIA PARA SE OPERAR FREIOS EM BEBÊS! Se o momento cirúrgico não é o mais favorável, o manejo clínico de amamentação irá contribuir para que este momento seguro seja alcançado, mantendo o bebê nutrido sem bicos artificiais e o cuidado com a produção láctea materna. Existem critérios para um bom diagnóstico e técnicas cirúrgicas adequadas para que a cirurgia seja segura e efetiva. E isto precisa ser respeitado!!!

E a mentoria de novembro foi especial! Recebi em meu Espaço de atendimento, aqui em Curitiba, duas colegas muito querida...
14/11/2025

E a mentoria de novembro foi especial! Recebi em meu Espaço de atendimento, aqui em Curitiba, duas colegas muito queridas, que veio de Itabaiana, SE, e .nicolebrenny , de Joinville, SC. Ambas colegas odontopediatras e com importante experiência com freios e cirurgias a LASER. E isto só aumenta a minha responsabilidade em agregar conhecimento com ciência, experiência clínica e sensibilidade.

Para que isso aconteça correspondendo as expectativas das mentoradas, elas tem a oportunidade de previamente nos apontar quais são suas maiores necessidades. Acompanhar avaliações? Acompanhar cirurgias a LASER? De bebês, crianças e/ou adultos? Acompanhar o seguimento do pós-operatório? E, desta forma, os casos a serem acompanhados pelas alunas são triados e agendados para os dias de mentoria.

Conseguimos juntas, nesses dois dias, realizar 13 atendimentos: 9 retornos de pós-operatório, em diferentes idades e etapas de cicatrização, 6 avaliações e 7 cirurgias de freio lingual. Destas, recebemos um bebê de 2 meses, três bebês de 4 meses, um bebê de 6 meses, uma criança de 10 anos e uma adulta. E todas as cirurgias foram realizadas com acolhimento e técnica cirúrgica adequada.

Você tem interesse em vir pra mentoria de dezembro? Ela acontecerá nos dias 4 e 5! E resta uma vaga! Fico à disposição para encaminhar informações aos colegas interessados. Venham me visitar!

E a mentoria de novembro foi especial! Recebi em meu Espaço de atendimento, aqui em Curitiba, duas colegas muito querida...
14/11/2025

E a mentoria de novembro foi especial! Recebi em meu Espaço de atendimento, aqui em Curitiba, duas colegas muito queridas, que veio de Itabaiana, SE, e , de Joinville, SC. Ambas colegas odontopediatras e com importante experiência com freios e cirurgias a LASER. E isto só aumenta a minha responsabilidade em agregar conhecimento com ciência, experiência clínica e sensibilidade.

Para que isso aconteça correspondendo as expectativas das mentoradas, elas tem a oportunidade de previamente nos apontar quais são suas maiores necessidades. Acompanhar avaliações? Acompanhar cirurgias a LASER? De bebês, crianças e/ou adultos? Acompanhar o seguimento do pós-operatório? E, desta forma, os casos a serem acompanhados pelas alunas são triados e agendados para os dias de mentoria.

Conseguimos juntas, nesses dois dias, realizar 13 atendimentos: 9 retornos de pós-operatório, em diferentes idades e etapas de cicatrização, 6 avaliações e 7 cirurgias de freio lingual. Destas, recebemos um bebê de 2 meses, três bebês de 4 meses, um bebê de 6 meses, uma criança de 10 anos e uma adulta. E todas as cirurgias foram realizadas com acolhimento e técnica cirúrgica adequada.

Você tem interesse em vir pra mentoria de dezembro? Ela acontecerá nos dias 4 e 5! E resta uma vaga! Fico à disposição para encaminhar informações aos colegas interessados. Venham me visitar!

Antes de ontem foi dia de receber muitas mensagens de colegas e acolher! Dia de escutar muitos desabafos e lamentações! ...
10/10/2025

Antes de ontem foi dia de receber muitas mensagens de colegas e acolher! Dia de escutar muitos desabafos e lamentações! Dia de muita gente ética e responsável se sentir indignada! Dia de colocar num mesmo balaio quem faz da saúde um business e quem atua com seriedade e respeito às famílias! Dia de também desmerecer a dor que nós, mulheres, sentimos ao amamentar nossos filhos e a nossa busca por ajuda e solução! Dia de valorizar “a melhor evidência científica possível” e anular por completo a experiência clínica dos profissionais e as preferências dos pacientes! Dia de colocar pânico nas famílias que não querem seus bebês “mutilados”, mas que também permanecem sem uma terapêutica comprovada por estudo publicado na Cochrane!

E o que devemos fazer então com os bebês que possuem uma alteração anatômica estrutural e apresentam dificuldade na amamentação, os quais já passaram por experientes especialistas que descartaram qualquer outra etiologia para a queixa familiar? Como ajudar essas famílias que certamente irão recorrer à fórmula infantil e aos bicos artificiais? Cabe lembrar que freio lingual não solta sozinho e não se alonga com o tempo ou com terapia! E tb cabe lembrar que os principais fatores de risco para DESMAME PRECOCE são a dor pra amamentar e uma percepção materna de baixa produção de leite. E será que a anquiloglossia PODE causar isso? Respondam aí, meus queridos colegas que estão na área materno-infantil: SIM ou NÃO? Tenham certeza que o aborrecimento é nosso… consultoras, fonos, fisios, osteos, pedis e odontos.

Endereço

Rua Padre Anchieta, 2050, Sala 605, Champagnat
Curitiba, PR
80730-000

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