Espaço Aconchego Psicologia Materno-infantil

Espaço Aconchego Psicologia Materno-infantil Consultório de Psicologia em Curitiba, atendimentos de crianças, adolescentes, adultos, adoção e Além de palestras e cursos.

Consultório de Psicologia em Curitiba, com abordagem psicanalítica, realiza atendimentos de crianças, adolescentes e adultos. Foco no atendimento de crianças, e acompanhamento de crianças em acolhimento e processo de adoção. Entre em contato e agende uma consulta! (41) 99607-5127

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30/01/2026

Atenção escolas!

O cuidado com a saúde emocional é importante para professores, pais e alunos. É um trabalho em conjunto da escola com Psicóloga.

Compete ao profissional da psicologia poder trabalhar temas voltados ao desenvolvimento infantil e também sobre parentalidade! Aos professores já existem grandes demandas de ensinar conhecimento.

Por isso falamos em parceria, um trabalho em conjunto!

Já havia pensado nisso?
Marca aqui escolas, professores, coordenadores e diretores...

Psicóloga Fernanda de Camargo
Especialista em psicologia clínica, com aperfeiçoamento em psicologia perinatal e da parentalidade.
CRP/PR - 08/15834

Hoje a dica da psi é dupla: livro e filme!Mas já aviso que esta não é uma história confortável. E talvez esse seja exata...
29/01/2026

Hoje a dica da psi é dupla: livro e filme!

Mas já aviso que esta não é uma história confortável. E talvez esse seja exatamente o ponto: nos incomodar.

A história é narrada pela mãe, que escreve cartas revisitando a maternidade, a infância e a adolescência de Kevin que, desde muito cedo, parece deslocado, hostil e indiferente aos vínculos afetivos. Falando em psicologia, o livro escancara temas que costumam ser silenciados muitas vezes.

Eva, a mãe, vive uma maternidade ambivalente. Há culpa, rejeição, frustração e um luto constante pela vida que ela perdeu ao se tornar mãe. O livro confronta o mito do amor materno incondicional e mostra como a falta de identificação com o papel materno pode gerar sofrimento psíquico profundo. Eva oscila entre a auto responsabilização excessiva e a tentativa de compreender se havia algo, desde o início, que escapava ao seu controle.

Já o pai representa a negação. Ele minimiza os sinais, idealiza o filho e invalida as percepções da mãe. Psicologicamente, ocupa um lugar permissivo e ingênuo, contribuindo para a dinâmica familiar disfuncional ao não sustentar limites claros e ao desacreditar a experiência emocional de Eva.

Kevin é construído como uma criança que desafia explicações simples. Frio, manipulador e provocativo, ele levanta questões complexas sobre personalidade, psicopatia, vínculos precoces e responsabilidade. O livro não oferece respostas fáceis: Kevin é produto do ambiente? De uma estrutura psíquica específica? Ou da combinação dolorosa entre ambos?

Talvez o grande mistério da obra seja nos obrigar a pensar que nem todo sofrimento infantil é visível, nem toda maternidade é construída facilmente e nem toda violência nasce “do nada”.

“Precisamos falar sobre Kevin” não é apenas sobre um ato extremo, mas sobre silêncios familiares, falhas de escuta, idealizações parentais e o quanto evitamos olhar para aquilo que nos assusta.

Já leu ou viu o filme?
Conta aqui nos comentários!

Psicóloga Fernanda de Camargo
Especialista em psicologia clínica, com aperfeiçoamento em psicologia perinatal e da parentalidade.
CRP/PR - 08/15834

Nem tudo é transtorno, nem tudo é preciso patologizar. Criar filhos é difícil, mas é preciso responsabilizar adultos res...
28/01/2026

Nem tudo é transtorno, nem tudo é preciso patologizar.
Criar filhos é difícil, mas é preciso responsabilizar adultos responsáveis por crianças e adolescentes quando algo foge da moral e social.

Criar filhos passa por colocar limites. E é preciso sustentar estes limites. Quando pais minimizam comportamentos disruptivos dos filhos estão ensinando que podem agir de forma errada com os outros, quando pais ignoram a dificuldade do filho se incomodar com o sofrimento do outro, ensinam que podem ser cruéis. Quando pais permitem atitudes violentas dos filhos, estão ensinando que podem agir assim e conseguir o que querem.

É preciso colocar limites e sustentar, manter o posicionamento sobre o que é errado e certo, só assim é possível ensinar crianças e adolescentes sobre o cuidado e respeito com o outro.

Passar a mão na cabeça e "resolver" os problemas dos filhos, não os conduz para a independência e autonomia com responsabilidade.

Frente aos casos de extrema violência vinda de adolescentes nos últimos dias e principalmente a forma como os adultos responsáveis conduziram, precisamos urgentemente pensar sobre esta parentalidade que tudo permite e que nada cerceia. É preciso falar sobre a dificuldade dos adultos em impor limites e mais ainda sustentar estes limites, afinal, que tipo de ser humano será entregue para o mundo?

Psicóloga Fernanda de Camargo
Especialista em psicologia clínica, com aperfeiçoamento em psicologia perinatal e da parentalidade.
CRP/PR - 08/15834

A violência contra animais não é brincadeira.Quando meninos torturam um cachorro, como no caso do Orelha, estamos diante...
27/01/2026

A violência contra animais não é brincadeira.
Quando meninos torturam um cachorro, como no caso do Orelha, estamos diante de um sinal de alerta psicológico e familiar.

Do ponto de vista da psicologia, a crueldade com animais pode indicar dificuldades no desenvolvimento da empatia, falhas na educação emocional e exposição prévia à violência. Esses comportamentos não surgem do nada: eles se constroem nos vínculos, nos limites (ou na ausência deles) e nos modelos oferecidos pelos adultos responsáveis.

A empatia é aprendida em casa.
É na parentalidade que a criança aprende o que é cuidado, respeito e consequência.

Pais e cuidadores têm papel central na formação moral e emocional dos filhos. Quando a agressividade é minimizada, justificada ou ignorada, a mensagem transmitida é clara: a dor do outro não importa. Responsabilizar os pais é reconhecer que educar também envolve intervir, orientar e buscar ajuda quando necessário.

A agressão a um animal pode ser uma forma distorcida de exercer poder e controle, especialmente quando faltam limites claros, escuta emocional e presença adulta consistente.

Isso não justifica o ato, mas exige responsabilização conjunta: dos adolescentes e da família. Intervenção psicológica, orientação parental e educação ética são medidas de proteção, não punição vazia.

Negligência não é somente violência contra crianças e adolescentes, mas ser ausente emocionalmente e socialmente na vida dos filhos. Quando pais ignoram os comportamentos dos filhos, isso também é negligência e vemos o resultado em atitudes violentas como essa.

Psicóloga Fernanda de Camargo
Especialista em psicologia clínica, com aperfeiçoamento em psicologia perinatal e da parentalidade.
CRP/PR - 08/15834

26/01/2026

Pais, qual o seu papel na psicoterapia do seu filho?
Sua participação no processo é fundamental para o desenvolvimento das crianças.

Nesse vídeo eu conto um pouco mais sobre como é importante!
Vem ver e me conta se já havia pensado nisso!

Psicóloga Fernanda de Camargo
Especialista em psicologia clínica, com aperfeiçoamento em psicologia perinatal e da parentalidade.
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Talvez você não perceba, mas algumas atitudes fazem total diferença para uma mãe!✓ Quem é apoio na gestação, parto e pue...
25/01/2026

Talvez você não perceba, mas algumas atitudes fazem total diferença para uma mãe!

✓ Quem é apoio na gestação, parto e puerpério. Se faz presente e se faz escuta, além de colo.
✓ Quem é presente na maternidade, não só nos momentos bons e divertidos, mas está alí nos dias ruins onde tudo parece desmoronar.
✓ Quem lembra dos filhos, sabe da história de vida e acompanham de verdade.
✓ Quem lembra das mães, uma mensagem, uma ligação, um café. Saber como está e convido, mesmo que ela não vá. Mas lembrar sempre, porque se importa.

É possível que você nunca tenha se dado conta, mas tudo isso faz diferença no maternar.

Psicóloga Fernanda de Camargo
Especialista em psicologia clínica, com aperfeiçoamento em psicologia perinatal e da parentalidade.
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23/01/2026

Você sabia que o retorno às aulas também precisa de adaptação?
Pois é, crianças precisam estar preparadas para retornar às aulas, mesmo já conhecendo a escola e professores.
A mudança de rotina sempre traz estranhamento, por isso é necessário conversar e preparar as crianças para este retorno.

Psicóloga Fernanda de Camargo
Especialista em psicologia clínica, com aperfeiçoamento em psicologia perinatal e da parentalidade.
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A Organização Mundial da Saúde (OMS) ampliou o olhar sobre a maternidade e definiu que o bem-estar materno vai muito alé...
22/01/2026

A Organização Mundial da Saúde (OMS) ampliou o olhar sobre a maternidade e definiu que o bem-estar materno vai muito além da ausência de doenças ou complicações físicas.

Para nós profissionais não muda muito do que já sabemos, mas a partir do dia momento que a OMS define este conceito, surge uma validação para uma sociedade inteira sobre este cuidado. E com esta validação, práticas melhores de cuidado devem acontecer.

Para a OMS, bem-estar materno é um estado de equilíbrio físico, mental, emocional e social, no qual a mulher se sente segura, respeitada, apoiada e com seus direitos garantidos durante a gestação, o parto, o pós-parto e a maternidade como um todo.

Isso significa reconhecer que:
✓a saúde mental importa
✓o cansaço emocional é real
✓o apoio da rede faz diferença
✓a mulher precisa ser ouvida e acolhida
✓cuidar da mãe é cuidar do bebê e da família

Falar de bem-estar materno é falar de humanização, autonomia, dignidade e cuidado integral.
É entender que mães também precisam de colo.

E você, já tinha visto esta notícia? O que achou?

Psicóloga Fernanda de Camargo
Especialista em psicologia clínica, com aperfeiçoamento em psicologia perinatal e da parentalidade.
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Tem coisas que ninguém te conta ao longo do seu planejamento, mas estou aqui para falar daquilo que não se fala, ou melh...
21/01/2026

Tem coisas que ninguém te conta ao longo do seu planejamento, mas estou aqui para falar daquilo que não se fala, ou melhor, que os médicos não costumam falar ao longo das consultas de pré natal!

✓ Leis: existem leis que toda gestante deveria saber, como a lei do acompanhante que permite 1 acompanhante no parto e pós parto imediato, lei que permite a entrada da Doula no hospital e também a mais recente que permite que mulheres tenham um acompanhante realizar exames e consultas, principalmente se exigir sedação.

✓ Atividade física: sim, gestantes podem fazer atividade física, existem personais especializados em gestação e puerpério para realizar o melhor acompanhamento.

✓ Saúde mental: estar bem emocionalmente irá conduzir seu caminho pela maternidade!

✓ E por último: não é o carrinho de última geração que fará uma maternidade melhor, o que faz uma maternidade mais leve é estar bem com você mesma, ter rede de apoio e cuidar da sua saúde mental!

Psicóloga Fernanda de Camargo
Especialista em psicologia clínica, com aperfeiçoamento em psicologia perinatal e da parentalidade.
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20/01/2026

Preparar o corpo, coração e a mente para a chegada de um bebê é fundamental.
O pré natal psicológico auxilia no cuidado das emoções!
Vem ouvir nesse vídeo, um pouco mais sobre o pré natal psicológico e já marca uma gestante que precisa saber...

Psicóloga Fernanda de Camargo
Especialista em psicologia clínica, com aperfeiçoamento em psicologia perinatal e da parentalidade.
CRP/PR - 08/15834

É sobre isso!Ensinamos meninas sobre defesa, sobre cuidado, privacidade... Mas é preciso também ensinar aos meninos sobr...
20/01/2026

É sobre isso!

Ensinamos meninas sobre defesa, sobre cuidado, privacidade... Mas é preciso também ensinar aos meninos sobre respeito, principalmente aos meninos.

Ensinar eles sobre respeitar meninas, ensinar que elas não são objetos e que tocar no corpo delas sem consentimento é errado!

Ensinem aos meninos! Ensinem...

Ah, e não é função exclusiva da mãe ensinar. Homens dêem o exemplo, ensinem aos seus filhos o que é respeito através do exemplo!

É isso...

Psicóloga Fernanda de Camargo
Especialista em psicologia clínica, com aperfeiçoamento em psicologia perinatal e da parentalidade
CRP/PR - 08/15834

19/01/2026

Abri minha biblioteca para vocês e trouxe a dica de 04 livros sobre maternidade.
São livros que falam desde a gestação, vem conferir!

Já li todos, você já conhecia algum deles?
Conta aqui nos comentários...

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