02/01/2026
Nas férias as famílias costumam ficar mais próximas. Os compromissos que afastam a família de casa são suspensos e os afazeres passam a ser opcionais.É nesses momentos que os elos se mostram como são.
Um número considerável de famílias tem dificuldades de convívio nesse processo de coexistir e co habitar. O respeito às falas e silêncios alheios exige auto observação e autodomínio.
Pais e filhos precisam trabalhar diariamente com o narcisismo, a autoridade, e o direito à individualidade alheia.
Pais costumam ver seus filhos como extensões de suas personalidades e vidas, esquecem de permitir o corte necessário para o desenvolvimento natural da individualidade,reclamam ao mesmo tempo em que sustentam a dependência e têm um modelo exigente e vampiresco de amar.
Filhos são infelizes presas enquanto pais são escravos da paternidade moral e financeira.
São vários os casos de infelizes conviventes: pais e filhos amargos deprimidos.
Se você é uma mãe ou pai acorrentado; um filho ou filha nessa trama, a psicoterapia pode ajudar. Mas é necessário entender sua parte do jogo; querer resolver e exercitar o caminho de tornar-se indivíduo único.