Psicologia - Daphne Resnauer Queiroz

Psicologia - Daphne Resnauer Queiroz �Daphne Resnauer Queiroz é psicóloga formada pela PUC-PR em fevereiro de 2011. Pós-graduada em

10/12/2025

O que é traço de superdotação e o que fala de nossos traumas de infância? O que é uma relação saudável?

Quer saber mais sobre isso? Confira nosso minicurso sobre relacionamentos, o link está na Bio!

Fontes: Our Polivagal World - Porges & Porges; Living with intensity- Daniels & Piechowski; Nós - Terrence Real

03/12/2025

Muitas vezes o perfeccionismo não começa como um traço de personalidade, mas como uma adaptação de sobrevivência Para um superdotado que cresceu em ambientes onde ser “bom”, “fácil”, “impressionante” ou impecável parecia garantir amor, segurança ou previsibilidade, o corpo pode aprender a associar perfeição com sobrevivência.

Como aponta DANA (2017), estados de sobrevivência ativam automaticamente a autocrítica. Para ela, quando saímos da segurança e conexão e entramos em um estado de proteção, perdemos a capacidade de autocompaixão.

No superdotado, o perfeccionismo costuma ganhar proporções ainda mais intensas porque a alta capacidade cognitiva cria a ilusão de que tudo deveria ser possível — e possível com excelência. A discrepância entre o que a mente imagina e o que o corpo consegue sustentar gera um ciclo de autocrítica feroz.

A verdadeira mudança não nasce do esforço compulsivo de “trabalhar em si mesmo”, mas da gentileza radical de parar de se rejeitar com discursos de autoaperfeiçoamento. Crescimento real exige espaço interno — não punição.

A saída desse ciclo é reeducar o sistema nervoso: reaprender limites, reconstruir a sensação de segurança, permitir pausas, acolher a imperfeição e abandonar a ideia de que o valor pessoal precisa ser conquistado por desempenho. Só então o corpo pode finalmente baixar a guarda e voltar a viver, em vez de apenas sobreviver.

12/11/2025

Inscrições para o curso no link da Bio!

07/11/2025

✨ Curso Identificação e Avaliação da Superdotação

Se você deseja se tornar um profissional diferenciado e realmente fazer a diferença na vida de pessoas superdotadas, este curso é para você.

Durante o programa, você aprenderá estratégias práticas e fundamentadas para identificar e avaliar a superdotação de forma sensível, precisa e atualizada.

Destaque especial: no domingo, trarei conteúdo sobre Intervenção em Adultos Superdotados, onde vamos aprofundar nas estratégias para compreender e atender as complexidades emocionais, cognitivas e relacionais dessa população, pelo olhar da Teoria Polivagal e dos meus 15 anos de experiência clínica com essa população.

As vagas são limitadas!
Garanta sua inscrição e saiba mais no link da bio.

16/09/2025

Ser superdotado é bom ou ruim?
A resposta não cabe em “sim” ou “não”.

As sobre-excitabilidades trazem intensidade, criatividade e profundidade únicas — mas também podem gerar desregulação, ansiedade e até sobrecarga.

Viver nesse corpo-mente que sente tudo “a mais” é tanto um convite para o florescimento quanto um desafio de autorregulação.

O ponto não é romantizar nem patologizar, mas compreender: ser superdotado é carregar potenciais imensos e vulnerabilidades reais.

E você, como sente a sua intensidade?

11/09/2025

Quais as queixas que mais aparecem na clínica quando superdotados abordam o trabalho?

Nesse vídeo trago apenas algumas dentre as questões que esse tema provoca, mas abordaremos de forma mais profunda no workshop on-line que faremos dia 20/09/2025 pela manhã.

As inscrições podem ser feitas pelo link da Bio do

Venha refletir conosco e buscar formas de regular esses sentimentos!

25/08/2025

Por que pessoas neurodivergentes nem sempre acham a co-regulação um bom recurso?

Nem sempre a co-regulação é sentida como segura

Para muitas pessoas, especialmente neurodivergentes (como no TDAH, TEA, superdotação ou alta sensibilidade), estar perto de alguém para se acalmar nem sempre funciona — às vezes, pode até gerar mais desconforto.

Isso acontece porque o trauma relacional ensina o corpo a associar a presença do outro ao perigo, rejeição ou invasão, em vez de segurança. O sistema nervoso, em vez de relaxar, ativa defesas de luta, fuga ou congelamento.

Na neurodivergência, esse processo se intensifica:
• O corpo pode ser hipersensível a olhares, toques ou tons de voz.
• Pequenos sinais são lidos como ameaça devido à hipervigilância.
• A sobrecarga sensorial pode transformar até um gesto de cuidado em algo invasivo.

Assim, o que para muitos é regulador, para outros pode ser um gatilho.

O caminho está em microdoses de conexão: respeitar limites, oferecer presença suave, permitir que a confiança seja reconstruída pouco a pouco. Porque, mesmo quando o corpo aprendeu que “estar sozinho é mais seguro”, ele também guarda um desejo profundo de conexão.
-regulacao

09/08/2025

10/08 está chegando e é o dia da superdotação! Eis o que eu desejo para você!

06/08/2025

Saber sobre trauma é uma urgência coletiva — não apenas um tema clínico. Entender seus impactos transforma a forma como nos relacionamos, educamos, cuidamos e convivemos. Eis quatro razões pelas quais todos deveriam compreender o trauma:

1. Percepção e consentimento: O trauma afeta a capacidade de dizer “sim” ou “não” com clareza. Quando o corpo está em estado de alerta, confunde perigo com segurança. Muitas pessoas consentem com o que não querem ou evitam vínculos seguros por proteção. Consentimento real exige segurança no corpo — e isso precisa ser reconstruído, não cobrado.

2. Relações e apego: Trauma de apego gera padrões como medo de abandono, desconfiança ou controle excessivo. Essas reações não são falta de amor, mas estratégias de sobrevivência. Saber disso evita julgamentos e favorece vínculos mais seguros.

3. Corpo e saúde: O trauma se armazena no corpo. Dores crônicas, distúrbios digestivos, sono irregular, hipersensibilidades e colapsos energéticos podem ser sinais de um sistema nervoso sobrecarregado. Regular o corpo é parte essencial da cura, não só contar a história.

4. Cognição e aprendizagem: A mente traumatizada prioriza a sobrevivência. Isso compromete memória, atenção e planejamento. Pessoas podem parecer distraídas ou desinteressadas, quando na verdade estão lutando para se manter presentes. Compreender isso muda como educamos e acolhemos.

Saber sobre trauma é oferecer cuidado em vez de julgamento. É reconhecer a dor por trás dos comportamentos e cultivar segurança onde antes havia ameaça.

21/07/2025

De que serve a um adulto saber da sua superdotação?

Essa é uma grande oportunidade de olhar para o passado de outras formas, entender o funcionamento do corpo e aprender a respeitar e cuidar de si.

A autorregulação não existe sem autoconhecimento.

O pertencimento também é algo subestimado, mas opera transformações fundamentais num organismo neurodivergente.

Venha conosco! Esperamos você no próximo sábado!

O link de inscrição está na Bio!

30/06/2025

O idoso superdotado: considerações cognitivas

15/05/2025

Endereço

Curitiba, PR
82015100

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 18:00
Terça-feira 09:00 - 18:00
Quarta-feira 09:00 - 18:00
Quinta-feira 09:00 - 18:00
Sexta-feira 09:00 - 18:00

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