Dra. Heloisa Russ

Dra. Heloisa Russ Clínica de Oftalmologia. Atendimento clínico e cirúrgico , exames complementares diagnósticos e

02/03/2026

Catarata e glaucoma no mesmo paciente exigem decisão estratégica.

Nem sempre a melhor escolha é “operar e pronto”. Em alguns casos, dá para aproveitar o momento da cirurgia de catarata para já reorganizar a dinâmica da pressão ocular de forma menos invasiva e mais planejada.

Mas o ponto central não é a técnica. É o perfil do paciente.

Existe uma diferença enorme entre um glaucoma inicial, estável, e um glaucoma que já vem progredindo rapidamente. A meta de pressão muda. A expectativa de controle muda. A conversa muda.

Quando indico uma abordagem combinada, estou pensando no longo prazo: reduzir carga medicamentosa, facilitar adesão e preservar estrutura antes que o dano avance.

Tecnologia não substitui critério.

No glaucoma, a melhor cirurgia nem sempre é a mais moderna e sim a mais adequada para aquele momento da doença.

O SIMASP é sempre uma ótima oportunidade para compartilhar experiência, discutir temas atuais da oftalmologia e seguir f...
02/03/2026

O SIMASP é sempre uma ótima oportunidade para compartilhar experiência, discutir temas atuais da oftalmologia e seguir fortalecendo a troca entre colegas da especialidade.

Será um encontro importante para quem valoriza ciência, prática clínica e atualização de qualidade.

27/02/2026

Nem todo glaucoma piora porque falta tratamento.
Às vezes ele piora porque o tratamento não está sendo usado como deveria.

Quando o controle depende exclusivamente do colírio diário, qualquer irregularidade compromete o resultado. E como a doença é silenciosa, o paciente não percebe que está havendo dano até ele já estar instalado.

É nesse cenário que o SLT ganha importância.
Ele não depende da rotina diária do paciente, atua melhorando a drenagem natural do olho e pode reduzir a necessidade de medicação contínua em casos bem indicados.

Para alguns perfis, tratar melhor significa tornar o tratamento mais simples e mais previsível.
No glaucoma, estratégia é tão importante quanto prescrição.

25/02/2026

Hoje é um dia histórico para a saúde ocular no Paraná.

Quando um projeto deixa de ser ação pontual e se transforma em política pública, o impacto deixa de ser temporário e passa a ser estrutural.
Garantir acesso à avaliação oftalmológica para crianças em todo o estado significa investir em aprendizado, desenvolvimento e qualidade de vida desde cedo.

Problemas de visão na infância afetam rendimento escolar, autoestima e oportunidades futuras.
Quando o cuidado chega de forma organizada e abrangente, o resultado ultrapassa a saúde — ele alcança educação e inclusão social.

Levar atendimento a centenas de municípios é mais do que ampliar números.
É democratizar acesso e transformar realidade.

24/02/2026

A independência dos óculos nem sempre é uma decisão simples, principalmente em casos de alta miopia.

Quando o grau é muito elevado, nem toda técnica é indicada. A escolha precisa respeitar a anatomia do olho, a estabilidade do grau e a segurança a longo prazo.

Em miopias extremas, existem alternativas que permitem corrigir o grau sem remover estruturas naturais do olho, preservando qualidade visual e previsibilidade do resultado. O planejamento é tão importante quanto o procedimento em si.

Mais do que reduzir dioptrias, o objetivo é oferecer liberdade com responsabilidade.

Quando indicação e expectativa estão alinhadas, o resultado deixa de ser apenas estético e passa a ser funcional.

18/02/2026

Tratar olho seco e blefarite não é só pingar colírio.

Muitas vezes, a origem da inflamação está na própria borda das pálpebras, onde se acumulam resíduos, oleosidade e bactérias ao longo do dia.
Se essa região não é higienizada corretamente, o tratamento perde eficácia.

A limpeza adequada da margem palpebral ajuda a manter as glândulas funcionando melhor e reduz crises recorrentes de irritação, ardência e sensação de areia.
É um cuidado simples, mas que faz diferença quando incorporado à rotina.

Assim como escovar os dentes previne problemas bucais, a higiene dos cílios contribui diretamente para a saúde da superfície ocular.
Constância é o que transforma um cuidado básico em resultado real.

16/02/2026

Controlar o glaucoma não significa apenas ter um valor de pressão ocular adequado no dia da consulta.

O verdadeiro controle acontece quando conseguimos manter o nervo óptico estável ao longo do tempo, tanto na estrutura quanto na função visual. Por isso, o acompanhamento envolve exames comparativos, avaliação do campo visual e análise detalhada do nervo óptico.

Outro ponto essencial é a regularidade no tratamento. O melhor colírio não funciona se não for usado de forma correta e contínua.

Quando pressão, exames e adesão caminham juntos, conseguimos preservar a visão com segurança e responsabilidade.

13/02/2026

Tadalafila ou sildenafila: quem tem glaucoma pode usar?

A resposta não é automática, porque glaucoma não é uma doença igual para todos. O estágio da doença, o padrão de pressão ocular e as condições vasculares do paciente fazem diferença nessa decisão.

Em alguns casos, o uso pode ser seguro com acompanhamento adequado. Em outros, exige uma avaliação mais criteriosa para evitar qualquer impacto no nervo óptico.

O ponto central não é proibir, é individualizar.
Quando existe acompanhamento regular e monitoramento correto, é possível equilibrar segurança e qualidade de vida.

Você costuma avisar seu oftalmologista sobre todos os medicamentos que usa?

11/02/2026

11/02/2026

GLAUCOMA AVANÇADO: a cirurgia muitas vezes é o que irá manter sua visão .

09/02/2026

Transplante de córnea não encerra o acompanhamento ocular, ele inaugura uma nova fase.

Depois da cirurgia, o olho passa a ter necessidades muito específicas. A pressão ocular precisa ser monitorada com atenção, mas sem colocar em risco aquilo que foi conquistado com o enxerto.
Esse equilíbrio nem sempre é simples.

Nem todo tratamento usado em outros tipos de glaucoma é adequado para quem passou por transplante de córnea.
Por isso, decisões precisam ser cuidadosas, personalizadas e, muitas vezes, compartilhadas entre especialistas.

Cuidar desses pacientes é olhar para o olho como um todo, respeitando a história cirúrgica e protegendo o futuro da visão.
Não existe protocolo único quando o objetivo é preservar duas estruturas tão delicadas ao mesmo tempo.

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