Psicóloga Alisson Bahr

Psicóloga Alisson Bahr Proporciono um suporte psicológico através da escuta. Atuo com Psicoterapia Psicanalítica, Psico-Oncologia e Neuropsicologia. Vamos conversar?

Desacelerar não é apenas uma questão de gestão de tempo, é uma questão de saúde mental. Quando silenciamos o excesso de ...
03/03/2026

Desacelerar não é apenas uma questão de gestão de tempo, é uma questão de saúde mental.

Quando silenciamos o excesso de estímulos externos, somos forçados a entrar em contato com nossas próprias questões, desejos e faltas.

É nesse ponto que a quietude em si deixa de ser um abismo e passa a ser um espaço de reconhecimento de si e das possibilidades de modificar e se transformar.

Ficar atento aos sinais — sejam eles físicos, como o cansaço extremo, ou relacionais, ou quando alguém que nos ama aponta o ritmo frenético que estamos — é o primeiro passo para retomar o controle.

Minha provocação para você hoje é: o que aconteceria se, em vez de preencher cada minuto do seu dia, você se permitisse apenas estar?

Talvez, nesse espaço que sobra, você finalmente possa conseguir se ouvir.

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SOBRE MIM

Meu nome é Alisson Bahr.
Sou psicóloga, neuropsicóloga e em contínua formação com a Psicanálise.
No meu trabalho diário, eu me dedico a cuidar de quem esteja em busca de ajuda. Se você precisar de um apoio psicológico, meus contatos estão logo acima na bio.

-oncologia neuropsicologia

Na psicanálise, entendemos que o vazio é constitutivo do ser humano.Sentimos como se existisse um “buraco” que tentamos ...
01/03/2026

Na psicanálise, entendemos que o vazio é constitutivo do ser humano.

Sentimos como se existisse um “buraco” que tentamos preencher a todo custo. Mas somos seres faltantes e essa falta nos onera de muitas formas.

A principal questão é que temos desejos que se modificam a cada demanda interna, mas também surgem a todo instante opções intermináveis de objetos, relações, notificações e informações.

No entanto, quanto mais tentamos preencher essa lacuna com o “fazer” incessante, mais nos distanciamos do nosso “ser”.

Esse estado de alerta constante — o atropelo tecnológico que mencionei — mantém nosso sistema nervoso em um regime de hiperestimulação.

O resultado é um cérebro exausto, mas que não consegue parar, pois o silêncio e a pausa passaram a ser interpretados como ameaças.

Você se sente neste lugar?

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SOBRE MIM

Meu nome é Alisson Bahr.
Sou psicóloga, neuropsicóloga e em contínua formação com a Psicanálise.

Meus contatos estão na bio e terei o maior prazer em ouvir você!

16/02/2026

“Uma solidão tão grande que não cabe na palavra solidão e que não podemos nem imaginar se não estivermos lá. É sentir que você se desconectou do mundo, que não vão conseguir te entender, que você não tem palavras para se expressar. É como falar uma língua que ninguém mais conhece. (...) é desse tamanho de solidão que estou falando. E parece que na dor verdadeira, na dor-avalanche, acontece algo parecido” (Moretto, 2006).

O que é isso que não tem sido escutado? Que corpo é esse que dói? Que dói quando não há doença, que dói quando deveria se (re) encaixar.

Como você tem lidado com as suas perdas?

Falar sobre o que você sente, alivia, conforta e cura!

-oncologia

As definições, conceitos e nomenclaturas, são maneiras de interpretar a realidade, mas não devem ser confundidas com a p...
14/02/2026

As definições, conceitos e nomenclaturas, são maneiras de interpretar a realidade, mas não devem ser confundidas com a própria realidade.

Receber um diagnóstico nomeado e classificado dentro da ordem psiquiátrica e psicopatológica não irá transformá-lo no sintoma.

Identificar o que sente e se percebe como diferente, ou como algo que o torna disfuncional, é confortante, mas pode durar pouco.

O tratamento em si poderá seguir vários caminhos, dentre eles a medicalização, que muitas vezes se faz necessário.

Mas também é importante falar sobre isso.
Falar o quanto isso tudo lhe toma.
O quanto isso lhe afeta.
O quanto isso significa para você.

Terei o maior prazer em receber você!

SOBRE MIM

Meu nome é Alisson Bahr.
Sou psicóloga, neuropsicóloga e em contínua formação com a Psicanálise.
No meu trabalho diário, vejo como a interação com a neurologia e psiquiatria fazem uma grande diferença no tratamento.
Se você busca por um apoio psicológico, eu estarei aqui para lhe acompanhar e ajudar a seguir com mais qualidade de vida.

12/02/2026

Muitos são os estímulos que estamos recebendo simultaneamente no nosso dia a dia. O cérebro recebe e processa informações tanto do ambiente externo quanto daquilo que nos mobiliza internamente.

Nossos pensamentos, sentimentos e emoções precisam estar acomodados em um lugar muito seguro para que não adoecemos.

No nosso dia a dia, lidamos com situações estressantes, mas essa avalanche de informações pode tomar uma proporção muito maior daquilo que está ao nosso alcance.

Na psicoterapia psicanalítica há um lugar de fala onde você poderá trazer suas questões e dividir aqui comigo. Será um prazer estar aqui e recebê-lo.

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SOBRE MIM

Meu nome é Alisson Bahr.
Sou psicóloga, neuropsicóloga e em contínua formação com a Psicanálise.
No meu trabalho diário, vejo como a interação com a neurologia e psiquiatria fazem uma grande diferença no tratamento.
Se você busca por um apoio psicológico, eu estarei aqui para lhe acompanhar e ajudar a seguir com mais qualidade de vida.

Meus contatos estão na bio, terei o maior prazer em ouvir você!

Quando estamos à frente de grandes responsabilidades costumamos normalizar o cansaço. No entanto, existe uma diferença s...
09/02/2026

Quando estamos à frente de grandes responsabilidades costumamos normalizar o cansaço.

No entanto, existe uma diferença significativa entre o esforço necessário e o desgaste que nos adoece.

Chamamos de burn-in um estado de alerta constante. Você se percebe produtivo, resolve problemas e está presente, mas possui uma mente inquieta, que nunca repousa.

É uma “falsa funcionalidade” que consome suas reservas de energia de forma silenciosa.

O burnout não é apenas um aviso; é o resultado por você ter ignorado os sinais do burn-in.

Surge uma sensação de esgotamento físico e mental, fadiga e depressão.

Você sente uma certa indiferença pelas coisas e pelas pessoas e com isso há uma sensação de incompetência e baixa realização pessoal.

Se você se percebe com uma dessas características, procure por ajuda.

Na Psicoterapia Psicanalítica eu terei um lugar para ouvir você.

O medo, quando surge, pode tomar uma proporção difícil de ser enfrentado sozinho.Muitas vezes, ele é sinal de que estamo...
05/02/2026

O medo, quando surge, pode tomar uma proporção difícil de ser enfrentado sozinho.

Muitas vezes, ele é sinal de que estamos diante de algo que há mais tempo já nos afeta e com isso também surge a angústia.

O medo e a angústia estão intrinsecamente ligados ao estado de desamparo original do ser humano.

A psicoterapia não “cura” o medo; ela nos possibilita ser capazes de não mais precisar ficar paralisado por ele.

Essa travessia não precisa ser solitária. Aqui há um lugar de suporte e a escuta.

Quando alguém próximo de nós foi acometido por uma doença, nos sentimos impotentes.Queremos ajudar, tirar a dor e o sofr...
04/02/2026

Quando alguém próximo de nós foi acometido por uma doença, nos sentimos impotentes.

Queremos ajudar, tirar a dor e o sofrimento daquele que ali sofre aos nossos olhos.

Mas nem sempre isso será possível, na verdade quase nunca.

Muitas vezes o pouco de nós pode ser o suficiente para quem está ali em sofrimento.

Como você pode ajudar:

Ouça com empatia e sem julgamentos.
Esteja presente, mostrando sua preocupação e o seu interesse em ajudar.
Pergunte o que a pessoa precisa, e no que você pode ser útil.
Permita que ela fique em silêncio, não é preciso ficar falando o tempo todo.
Palavras motivadoras em excesso podem sufocar. Permita que a pessoa sinta medo, sinta aflição, apenas acolha estando do lado e ouvindo.

Mas o autocuidado é o primeiro passo para ajudar o outro que sofre.

Busque apoio, você não precisa enfrentar isso sozinho.

02/02/2026

O câncer é inevitavelmente temeroso e acompanhado de muito sofrimento. O medo em si é do desconhecido. Mas também....

Da dor.
Do processo.
Do imprevisível.
O medo do fim.

É preciso encontrar um lugar de fala.
Da palavra que possa ser dita e dirigida a quem nos escute.

Mas também do silêncio. Do silêncio escutado.

Procure ajuda com quem esteja apto e disposto a te ouvir.

Eu estou aqui se precisar.

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SOBRE MIM

Eu me chamo Alisson Bahr.

Sou psicóloga, neuropsicóloga e atuo com Psico-Oncologia através da escuta psicanalítica.
Eu me dedico a cuidar de pessoas que estejam em busca de aliviar o seu sofrimento. Se você recebeu um diagnóstico e precisa de um acompanhamento clínico, fale comigo.

Eu escutarei você!

31/01/2026

Françoise Dolto nos ensina que a dor faz parte da estrutura humana, mas que o isolamento dessa dor, através do silêncio, é o que realmente nos adoece.

Quando uma angústia, um trauma ou um incômodo não encontra espaço para ser nomeado, a pulsão encontra um caminho para se expressar: no corpo, em pensamentos, ou sintomas, como a ansiedade, a insônia ou o isolamento.

Dar nome à dor é o primeiro passo para não precisar mais carregá-la como um fardo físico ou emocional. A psicoterapia, é acima de tudo, esse lugar de significação.

Você tem conseguido transformar sua dor em palavras?

Muitas vezes, se chega à terapia com uma queixa pronta: “tenho ansiedade”, “não durmo bem”, “estou vivendo um momento di...
30/01/2026

Muitas vezes, se chega à terapia com uma queixa pronta: “tenho ansiedade”, “não durmo bem”, “estou vivendo um momento difícil de vida” ou “não tenho mais vontade de viver”. Mas, por trás desses sintomas, existe uma pergunta latente: Qual é a sua verdadeira dor?

O sintoma como uma bússola

Para a psicanálise, a dor que nos incomoda hoje é, na verdade, uma tentativa do nosso inconsciente de resolver um conflito interno. O sintoma não é um inimigo a ser eliminado de imediato, mas algo que pode ser decifrado.

A dor que paralisa: Pode ser o medo de falhar que esconde um desejo profundo de perfeição.
A dor que repete: um padrão de pensamento que sempre termina igual, revelando uma busca por algo que ficou mal resolvido em algum momento da vida.
A dor que cala: A dificuldade de dizer “não”, que esconde a angústia de não ser amado, do abandono, da rejeição.
A dor do existir: Em que há algo de um sofrimento não nomeado, mas que pode ser ouvido.

“Olhar para dentro não é um ato de fraqueza, mas de coragem para enfrentar o que o silêncio tenta esconder.

Vamos conversar?

Endereço

Rua Deputado Heitor Alencar Furtado, 3870/Sala 308
Curitiba, PR
81200-528

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