Conselho da Comunidade de Curitiba

Conselho da Comunidade de Curitiba O Conselho da Comunidade da Comarca da Região Metropolitana de Curitiba é um órgão da Execução Penal

O Conselho da Comunidade é a ponte entre sociedade e cárcere e atende doze penitenciárias da Região Metropolitana de Curitiba.

A Coordenação de Tratamento Penal e a Divisão de Educação do DEPPEN receberam o Conselho da Comunidade de Curitiba na úl...
28/04/2026

A Coordenação de Tratamento Penal e a Divisão de Educação do DEPPEN receberam o Conselho da Comunidade de Curitiba na última sexta-feira (24) para tratar de possibilidades de novos projetos voltados à promoção da saúde e do bem-estar das pessoas em situação de cárcere.

O Conselho da Comunidade de Curitiba participou da inauguração do orquidário do Complexo Médico Penal. O projeto é volta...
25/04/2026

O Conselho da Comunidade de Curitiba participou da inauguração do orquidário do Complexo Médico Penal.

O projeto é voltado para atividades terapêuticas para pessoas que cumprem pena na unidade.

O acesso à renda também é parte do cuidado em liberdade.O Projeto Inclusão e Dignidade foi criado para buscar viabilizar...
23/04/2026

O acesso à renda também é parte do cuidado em liberdade.

O Projeto Inclusão e Dignidade foi criado para buscar viabilizar o acesso ao Benefício de Prestação Continuada (BPC) para pessoas em situação asilar no Complexo Médico Penal.

A iniciativa busca articular documentação, CadÚnico, laudos médicos e requerimentos junto ao INSS para garantir proteção social mínima a quem enfrenta maiores barreiras no processo de desinstitucionalização.

Mais do que um procedimento burocrático, o projeto busca assegurar dignidade, cuidado e condições concretas para a reconstrução da vida fora da institucionalização.

O projeto acontece em parceria com o programa de desinstitucionalização da Defensoria Pública do Estado do Paraná e conta com o apoio da Secretaria Municipal de Assistência Social de Pinhais.

O Projeto Entrelinhas promove clubes de leitura e oficinas de escrita com mulheres privadas de liberdade, incentivando a...
18/04/2026

O Projeto Entrelinhas promove clubes de leitura e oficinas de escrita com mulheres privadas de liberdade, incentivando a produção de resenhas literárias.

A iniciativa é Vara de Execução Penal de Cirutiba, numa parceria com a PUCPR e o Conselho da Comunidade de Curitiba.

Mais do que ler livros, o projeto abre espaço para que histórias sejam reescritas e compartilhadas.

Porque a leitura também pode ser um caminho de dignidade e reconstrução.

A presidente do Conselho da Comunidade de Curitiba, Leovalda Moreira, esteve na Casa de Custódia de Curitiba para se reu...
18/04/2026

A presidente do Conselho da Comunidade de Curitiba, Leovalda Moreira, esteve na Casa de Custódia de Curitiba para se reunir a Direção da unidade com o objetivo de acertar detalhes de um novo projeto da entidade no local. Em breve, teremos novidades.

O início de um novo trabalho pode ser decisivo para quem está reconstruindo a vida após o cárcere.O projeto Caminhos da ...
15/04/2026

O início de um novo trabalho pode ser decisivo para quem está reconstruindo a vida após o cárcere.

O projeto Caminhos da Reconstrução, do Conselho da Comunidade de Curitiba, garante passagens de ônibus para pessoas em progressão de regime ou com tornozeleira eletrônica que começam a trabalhar por meio do Complexo Social do Departamento de Polícia Penal (DEPPEN).

Esse apoio permite que consigam se deslocar até o trabalho no primeiro mês de atividade — período em que ainda não receberam o primeiro salário.

Entre 2023 e 2025, o projeto concedeu 10.730 passagens, ajudando a garantir que o início no trabalho não seja interrompido por falta de recursos.

Porque apoiar o acesso ao trabalho também é fortalecer caminhos de reintegração social.

Leitura como ferramenta de transformação dentro do sistema prisional.O projeto Asas para Liberdade, realizado pelo Conse...
10/04/2026

Leitura como ferramenta de transformação dentro do sistema prisional.

O projeto Asas para Liberdade, realizado pelo Conselho da Comunidade de Curitiba em parceria com o Deppen, fortalece o acesso à literatura nas unidades prisionais e apoia atividades vinculadas à remição de pena pela leitura.

Por meio do projeto, foram doados 1.100 livros para dez unidades penais da Comarcas de Curitiba, que estão sendo utilizados em ações educacionais.

No ano passado, o projeto realizou oficinas de produção cultural e leitura, beneficiando 440 pessoas privadas de liberdade.

Porque abrir um livro também pode abrir caminhos para reconstruir trajetórias.


A Rede de Apoio a Pessoas Egressas do Sistema Prisional, que há quase um ano vem discutindo e buscando implantação de aç...
10/04/2026

A Rede de Apoio a Pessoas Egressas do Sistema Prisional, que há quase um ano vem discutindo e buscando implantação de ações na área em Curitiba, agora, deve passar a ter abrangência estadual.

No dia 26/03, na 10ª reunião do grupo, na Universidade Federal do Paraná, foi deliberado que a rede passará se tornaria uma RAESP - Rede de Atenção às Pessoas Egressas do Sistema Prisional, existente como política nacional do CNJ e do Ministério da Justiça.

A RAESP é uma articulação da sociedade civil, de instituições governamentais, de movimentos sociais e de membros individuais que atuam em prol dos direitos sociais das pessoas que estiveram em privação de liberdade. O objetivo é concretizar a superação de obstáculos que permeiam a trajetória das pessoas que estiveram no sistema prisional, utilizando estratégias como: participação social, comunicação social, capacitações, pesquisas e publicações e articulação para implantação de políticas públicas.

Presente desde a primeira reunião da Rede, o Conselho da Comunidade de Curitiba é um dos grandes incentivadores e articuladores dessa construção. Durante a reunião que marcou a decisão pela criação da RAESP, a então presidente do Conselho, Waleiska Fernandes, que participou do encontro de forma remota, reforçou a importância da união de esforços e da participação da sociedade civil nessa construção.

Entre as autoridades presentes no evento, esteve a vice-reitora da UFPR.

CURITIBA – A Rede de Atenção a Pessoas Egressas surgiu na capital sob provocação da Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares (ITCP) da UFPR. O grupo conta com a participação de órgãos governamentais do Executivo e do Judiciário, universidades, mandatos legislativos populares e entidades da sociedade civil organizada.

A rede tem reuniões mensais, sempre na sede de uma das entidades parceiras, onde são articuladas ações e planejadas iniciativas para superar as barreiras enfrentadas por pessoas que deixam o ambiente prisional.

Arte, sustentabilidade e novas oportunidades.O Projeto EcoJoias promove oficinas de criação de acessórios artesanais a p...
06/04/2026

Arte, sustentabilidade e novas oportunidades.
O Projeto EcoJoias promove oficinas de criação de acessórios artesanais a partir de materiais recicláveis, como embalagens tetrapack e retalhos de tecido.

A iniciativa fortalece a criatividade, amplia perspectivas de geração de renda e valoriza práticas sustentáveis.

O Ecojoias foi um dos primeiros projetos implantados após a reestruturação do Conselho da Comunidade de Curitiba, em 2023. À época, foi voltado às mulheres do seguro da Penitenciária Feminina do Paraná (PFP).

No ano passado, o projeto passou a ser ofertado no Complexo Social de Curitiba a pessoas egressas do sistema prisional e seus familiares, como alternativa de atividade profissional e geração de renda.

Transformar materiais descartados em arte também pode ser um caminho para reconstruir trajetórias.

Leovalda Moreira é a nova presidente interina do Conselho da Comunidade de Curitiba, em substituição à Waleiska Fernande...
04/04/2026

Leovalda Moreira é a nova presidente interina do Conselho da Comunidade de Curitiba, em substituição à Waleiska Fernandes, que ficou à frente da entidade desde setembro de 2023 e renunciou ao cargo por motivos profissionais. Ela seguirá apenas como conselheira.

Leovalda, que foi a primeira presidente do órgão, em 2011, tem uma longa trajetória no sistema prisional. Entre as atividades, é voluntária da Pastoral Carcerária e, desde setembro de 2025, vice-presidente do Conselho.

AVALIAÇÃO – Presidente por dois anos e meio, Waleiska Fernandes foi responsável por grandes mudanças na entidade. Reestruturou a administração, recompôs a equipe técnica, implantou novos projetos e reorganizou a rotina de vistorias nas unidades penais. Além disso, inseriu o Conselho em espaços de debates e construção de políticas públicas, como os Conselhos Estadual (COPED) e Municipal de Direitos Humanos (CMDH), e o Plano Pena Justa, criado pelo STF e CNJ com o objetivo de enfrentar as grandes violações de direitos humanos no sistema prisional.

Antes dela, o defensor público Bruno Müller teve o papel de reorganizar as contas do Conselho. Ao assumir, Waleiska definiu como meta abrir frentes de trabalho e colocar o órgão presente nas 14 unidades penais da Comarca de Curitiba. Para isso, foi necessário lutar para ampliar os recursos destinados pela Vara de Execução Penal, o que foi possível diante da metodologia implantada de execução de ações por meio de projetos.

“Nesse período, chegamos a ter 53 frentes de trabalho simultâneas com projetos em ação. E tudo foi possível porque temos uma equipe técnica altamente comprometida, além de um corpo de voluntários que se importa com a pauta. Nos tornamos uma referência nacional de atuação da sociedade civil na execução penal”, avalia.

CONTINUIDADE – Experiente em gestão, projetos e vistorias, Leovalda Moreira assume a presidência com o compromisso de prosseguir a tudo que deu certo e ampliar o que for possível. “Temos muito trabalho pela frente e tudo será feito com muita responsabilidade e dedicação. Entro nessa tarefa confiante de que poderei contar com apoio de nossos parceiros e técnicos”, afirmou a nova presidente.

O yoga também pode ser uma ferramenta de cuidado dentro do sistema prisional.O projeto Yoga e Consciência Corporal, real...
02/04/2026

O yoga também pode ser uma ferramenta de cuidado dentro do sistema prisional.

O projeto Yoga e Consciência Corporal, realizado pelo Conselho da Comunidade de Curitiba, começou com mulheres custodiadas no seguro da Penitenciária Feminina do Paraná (PFP), que vivem em condições de maior isolamento e com poucas oportunidades de participação em atividades coletivas.

A iniciativa foi ampliada para gestantes da unidade e, posteriormente, para pessoas custodiadas no Complexo Médico Penal (CMP).

Por meio de práticas de respiração, atividade física e relaxamento, o projeto promove saúde, equilíbrio emocional e redução da tensão.

As técnicas aprendidas podem ser usadas mesmo fora das aulas, reduzindo o sofrimento no ambiente prisional.

O Projeto Amigurumi - Arte para o Bem mostra que o trabalho manual também pode transformar trajetórias.Nas unidades pris...
31/03/2026

O Projeto Amigurumi - Arte para o Bem mostra que o trabalho manual também pode transformar trajetórias.

Nas unidades prisionais da Comarca de Curitiba, a iniciativa une cuidado, qualificação e solidariedade.

No Complexo Médico Penal, as oficinas têm caráter terapêutico e contribuem para a saúde mental de pessoas em medida de segurança.

Na Penitenciária Estadual de Piraquara II, os participantes aprendem a técnica do amigurumi como atividade profissional, com remição de pena. Os brinquedos produzidos são doados a hospitais, abrigos e instituições que atendem crianças em situação de vulnerabilidade.

A projeto conta com apoio da Direção das duas unidades.

Porque a execução penal também pode construir caminhos de cuidado, aprendizado e responsabilidade social.

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