Psicanalista Rosana Gomes

Psicanalista Rosana Gomes Reconstrua sua identidade e descubra sua melhor versão. agende sua sessão.

27/02/2026
27/02/2026

Conhece a ti mesmo!

21/02/2026

Nem todo mundo muda porque ainda não aprendeu como mudar.
Às vezes, a pessoa já entende o problema… mas ainda não teve coragem de intregá-lo.

Reconhecer não é o mesmo que aceitar.
E enquanto negamos a própria sombra, ela continua conduzindo nossas reações.

Não é falta de conhecimento.
É falta de integração.

A verdadeira transformação começa no momento em que paramos de apontar para fora e dizemos com honestidade:

“Isso também existe em mim — e agora eu posso escolher diferente.”

Porque só cura aquilo que é visto. 🌿

Psicanalista Rosana Gomes 😉

21/02/2026

E no meio do caos, das contas, do trânsito e das segundas-feiras, talvez se descubra um segredo quase proibido:

Às vezes a felicidade não acontece porque tudo está bem.
Ela acontece porque alguém decidiu ficar bem mesmo assim.

Ironia da vida:
o cérebro não sabe diferenciar muito bem o sorriso ensaiado do sorriso verdadeiro.

Então eles riem.
Do cansaço.
Dos problemas.
Da bagunça da vida adulta.

E, sem perceber, acabam sendo felizes de verdade…
porque começaram fingindo só um pouquinho.

No fim, talvez felicidade não seja esperar sentir para sorrir.
Talvez seja sorrir até o sentimento chegar.

18/02/2026

Às vezes você continua forte não porque está bem,
mas porque aprendeu que parar nunca foi uma opção.
Engole sentimentos, tenta entender tudo pela razão,
carrega mais do que deveria… em silêncio.
E não, isso não significa fraqueza.
Significa que você está cansado(a) de sustentar pesos sozinho(a).
A terapia não é sobre mudar quem você é,
mas sobre encontrar um lugar onde você pode simplesmente ser —
sem máscaras, sem cobranças, sem precisar parecer forte o tempo todo.
Cuidar das emoções não é luxo, é necessidade.
E permitir-se receber ajuda também é um ato de coragem.
Me conta:
o que você tem carregado sozinho(a) que já poderia ser dividido?

11/02/2026

A relação entre pais e filhos — ou entre a criança e aqueles que exercem a função de cuidado — ocupa um lugar fundamental na constituição psíquica. É nesse primeiro vínculo que se organizam as referências de amor, reconhecimento e diferença.
Para Freud, o complexo de Édipo não é apenas uma fase da infância, mas uma operação estruturante. Nele, a criança direciona seu investimento afetivo aos pais e, ao mesmo tempo, se depara com a interdição e o limite. Ao compreender que não pode ocupar todos os lugares nem possuir exclusivamente o objeto amado, ela entra em contato com a experiência da falta — condição essencial para que o desejo se amplie para além do núcleo familiar.
Quando uma criança diz que, no futuro, quer se unir a alguém “como” o pai ou a mãe, isso não deve ser entendido literalmente. Trata-se de uma referência identificatória. Os cuidadores tornam-se o primeiro modelo do que significa amar e ser amado. Essa vivência inicial deixa marcas que reaparecem nas escolhas afetivas da vida adulta — não como cópias exatas, mas como traços de familiaridade que organizam o campo do desejo.
A travessia edípica também envolve reconhecer um limite: o amor infantil encontra uma barreira, pois a criança precisa aceitar que não ocupa o lugar de parceiro privilegiado do pai ou da mãe. Essa renúncia é o que possibilita a separação psíquica e a abertura para novos vínculos.
A qualidade dessa experiência — marcada por presença, ausência, excesso ou distância — constitui uma matriz inconsciente que influenciará, mais tarde, a forma como o sujeito buscará reconhecimento, cuidado e validação. Amar alguém “como” um dos pais não significa repetir a infância, mas carregar as marcas inevitáveis dos primeiros laços que ensinaram o que é vínculo, desejo e diferença.

11/02/2026

Aquilo que você fala para o seu filho é uma verdade pra ele quando repetida várias vezes.

11/02/2026

Muitas vezes nos sentimos errados, rejeitados, invalidados ou até indignos de amor e pertencimento. Essas sensações não surgem do nada. Elas costumam ser construídas a partir de experiências em que, quem deveria acolher acabou por humilhar, desvalorizar, julgar ou fazer sentir que não merecíamos cuidado.
Essas vivências geram crenças profundas sobre quem somos e sobre o nosso valor no mundo. Crenças que carregamos para a vida adulta, influenciando relações, escolhas e a forma como nos tratamos internamente.
Acolher a criança ferida que ainda habita em nós não é reviver a dor, mas reconhecê-la com compaixão. É oferecer hoje o cuidado que faltou no passado. Esse processo é fundamental para que possamos nos tornar adultos mais inteiros, conscientes e emocionalmente livres.

Endereço

Descalvado, SP
13690-000

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