05/03/2024
NÃO adianta querer fazer diferente da sua família de origem se você não suportar o peso da culpa de ser diferente deles.
A busca pela necessidade de pertencimento na família nos coloca na rota de repetirmos acontecimentos difíceis do nosso sistema, como uma forma de solidariedade familiar. Sofremos para acompanhar alguém que sofreu antes. Fracassamos para acompanhar alguém que fracassou. Somos infelizes porque ser feliz nos faria diferente de um sistema familiar que enfrentou muitos infortúnios e infelicidades no seu caminho.
Conscientizar-se de si e compreender os mecanismos internos que nos movem é um caminho para a solução, e assim também olharmos com consciência e respeito às lealdades inconscientes e para os mandatos transgeracionais. O que nos compete é apenas a nossa própria mudança interior, o que significa que não temos o poder de mudar o destino de outros membros da família nem de modificar o “script interior” das suas lealdades invisíveis.
Por isso é tão necessário que tenhamos consciência dos padrões que nos condicionam, nos travam e nos sabotam, para assumir o nosso verdadeiro lugar no sistema familiar. Trilhar o caminho do autoconhecimento é conhecer as nossas luzes e também as nossas sombras.
Fazer diferente CUSTA! Causa CULPA, e muitas vezes, você se sabota pois não consegue SUSTENTAR uma nova
postura.
A buscadora é aquela que busca autoconhecimento e desenvolvimento.
Aquela que prospera mesmo que toda a família só olhou para a escassez.
Aquela que se casou e vive um relacionamento saudável, mesmo que toda a família viveu relacionamentos
tóxicos e cheio de traições.
Que os filhos honrem seus pais, fazendo principalmente algo de bom com sua vida, renunciando, portanto, às imposições trágicas dos que sofreram antes ou que foram banidos do amor familiar.
Um adulto saudável é aquele que com liberdade e protagonismo, assume as rédeas da própria vida, toma atitudes e faz escolhas autênticas que o levam para o MAIS.
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