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Luciana Lupe Vasconcelos é uma artista brasileira contemporânea que trabalha principalmente com pintura, desenvolvendo u...
13/02/2026

Luciana Lupe Vasconcelos é uma artista brasileira contemporânea que trabalha principalmente com pintura, desenvolvendo uma poética ligada à bruxaria, ancestralidade feminina herética e cenas mitológicas profundamente sanguíneas.

Ela pinta a partir de experiências sensíveis, do corpo e da memória, criando cenas e atmosferas em que mulheres e seres híbridos aparecem em estados de ação, recolhimento ou ritual, ativando saberes não institucionalizados e formas de conhecimento historicamente associadas a curandeiras, benzedeiras e bruxas.

Não há em seu trabalho uma iconografia religiosa tradicional nem narrativas dogmáticas. Do seu trabalho emana uma compreensão da bruxaria como forma de resistência simbólica e política. A artista afirma o conhecimento intuitivo, rejeita hierarquias espirituais rígidas e entende o corpo feminino como instrumento de saber, cura e transformação. Pintar, em sua prática, é um gesto de concentração e chamado — um ato que carrega a mesma potência de um feitiço.

A página da artista está disponível no IG como

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O despertar do coração da cartomante é um epifenômeno da natureza. Aquele estalo que emerge na hora certa, na lua certa,...
09/02/2026

O despertar do coração da cartomante é um epifenômeno da natureza. Aquele estalo que emerge na hora certa, na lua certa, no chão preparado pelo desejo e a coragem. Abrimos espaço na tenda para mais uma caravana bailar e brilhar. Nomes no assentamento, oferendas servidas, elementais presentes. Foi a consagração das cartas e dos elementos da mesa sob o poder da Grande Mãe Cósmica - encontro de Sara Kali e Yemanjá no 02/02.

Lampejos da presença de Zaira nas imagens me fizeram chorar. Ela veio e conversou por horas. Dilatou o tempo e retorceu a linguagem. Deixou um aroma gostoso em mim, que atravessou as moradas das novas alunas da Escola Livre de Baralho Cigano.
Giremos, minhas amoras!
chi.meli

Sabrina


rregina
Mariana Pelizerrajao
Pamela de la Riva
Gabriela Ribeiro

Estou cansada do turbilhão de imagens misóginas difundidas sobre bruxas, produzidas em enorme maioria por artistas homen...
08/02/2026

Estou cansada do turbilhão de imagens misóginas difundidas sobre bruxas, produzidas em enorme maioria por artistas homens. Essas representações caricatas e vazias de sentido contribuíram na construção histórica do estereótipo que nos perseguiu e ainda persegue.

Basta! Somos muitas, de vários lugares, diferentes e autoras das nossas próprias narrativas e imaginários! Esta é a proposta da série de posts "Bruxas que pintam a si mesmas": nos guarnecer com referências iconográficas criadas por mulheres bruxas.

Remedios Varo (1908–1963) criou uma obra profundamente singular, na qual pintura, ciência, magia e imaginação se fundem em um universo poético e simbólico. Nascida na Espanha e radicada no México após o exílio causado pela Guerra Civil Espanhola, Varo encontrou na América Latina um terreno fértil para expandir seu interesse por alquimia, hermetismo, misticismo medieval, psicanálise e saberes esotéricos. Sua pintura se constrói como uma linguagem narrativa: cada tela parece um fragmento de um romance iniciático, habitado por figuras andróginas, geralmente femininas, que transitam por arquiteturas impossíveis, laboratórios alquímicos e paisagens cósmicas.

Ao contrário do surrealismo mais automatista e caótico, Varo elaborava suas imagens com rigor quase científico. Suas composições são minuciosas, detalhadas e estruturadas, sugerindo que a imaginação, para ela, era também uma forma de conhecimento. A ciência racional e a magia não aparecem como opostas, mas como caminhos complementares de investigação do mundo. Nesse sentido, suas personagens — frequentemente alquimistas, inventoras ou viajantes espirituais — representam uma figura feminina ativa, intelectual e transformadora, em contraste com a tradição artística que relegava as mulheres ao papel de musas ou objetos de desejo.

A obra de Varo pode ser lida como uma reinterpretação da figura da bruxa sábia: aquela que domina saberes interditos, transita entre o visível e o invisível e busca a transmutação — não apenas da matéria, mas do próprio ser. Seus temas recorrentes incluem a metamorfose, o deslocamento, o exílio e a busca por integração entre corpo, mente e espírito.

Uma Grande Artista!

Do outro lado da sombra, muitas histórias querem ser ouvidas. Passagens de um tempo duro, de enclausuramento da Arte. Te...
05/02/2026

Do outro lado da sombra, muitas histórias querem ser ouvidas. Passagens de um tempo duro, de enclausuramento da Arte. Tessituras cozidas em segredo. Olhos acusatórios por toda a parte. Perseguição sistemática. Inveja cruel dos cordeirinhos luminosos, os "cidadão de bem" da colônia. Denúncias e mais denúncias pulavam pelas janelas das casas senhoriais e alcançavam os tribunais malditos da igreja-suplício.

De geração em geração, com tanta gente apontando o dedo sujo, fomos ficando com medo. Muitas de nós, as pessoas movidas à magia, fomos abandonando os conjuros, silenciando os encantos, desistindo da força que tangencia as cordas do destino. A conversão transformou coragem em mansidão ressentida. Tudo sendo enterrado nos calabouços do "Deus me livre, o que vão pensar de mim?".

Sim, a inquisição colonial fez estragos e reverbera até hoje. Mas estamos aqui. É tempo de retomar a conversa com as mestras e mestres que não se converteram a p*rr4 nenhuma. Aquelas e aqueles que mantiveram a chama da bruxa acesa, que seguiram com suas heresias depois da hora grande, que chamaram seus camaradas do lado de lá, que moveram os ventos divinatórios e escreveram feitiços em papeizinhos guardados a 7 chaves. São essas as sabedorias que podem nos arrancar do labirinto. Banir as armadilhas da religião totalitária. Devolver poder de alma.

Bruxaria Brasileira e Oráculos I é uma porta no chão dessa ferida. Pelo conhecimento historiográfico investido de afecção, sondaremos os rastros de antigos rituais e oráculos que emergem nos relatos inquisitoriais. Erguemos um espelho diante da linguagem do inimigo e atravessamos a barreira. Nos desbatizamos.

Entre uma Ave Maria e um Pai Nosso, uma reza para Maria Padilha e Toda a sua Quadrilha. Por baixo dos panos de enfeitar ...
28/01/2026

Entre uma Ave Maria e um Pai Nosso, uma reza para Maria Padilha e Toda a sua Quadrilha. Por baixo dos panos de enfeitar o altar dos santos, um assentamento para os ancestrais. Para tomar uma decisão, a tesoura e a peneira a girar. O ovo no copo d'água. As velas para Barrabás, Caifás e Satanás. Oráculos heréticos comendo soltos nas madrugadas da colônia.

Mãos que teciam feitiços na sombra da noite, que chamavam São Cipriano para vencer inimigos, que pactuavam com seres bestiais para escapar do olhar do algoz. Cartas de tocar escritas com o próprio sangue. Hóstias roubadas, ressignificadas e inscritas em amuletos de proteção. Palavras sacras em latim para prender amores proibidos. Feitiços que misturavam mundos despudoradamente.

A bruxaria brasileira no tempo colonial desafia categorias, retorce dogmas, cospe nos sacramentos. E sim, tudo isso nos atravessa hoje espiralarmente. Pois sabemos, o futuro é reencontro com a História. Ontem, hoje e amanhã se entrelaçam no coração da magia.

Matrículas abertas para a turma 4 de Bruxaria Brasileira e Oráculos I - um convite às almas em processo de liberação dos carregos cristãos e reencantamento pela subversão dos moralismos estéreis.

As aulas começam após o carnaval.
Venha, se tiver coragem.

O sino bateu e o caldeirão borbulhou!Estão abertas as matrículas para a nova turma em Bruxaria Brasileira e Oráculos I: ...
27/01/2026

O sino bateu e o caldeirão borbulhou!
Estão abertas as matrículas para a nova turma em Bruxaria Brasileira e Oráculos I: Ativando magias e divinações heréticas no rastro da Inquisição no Brasil.
Rituais de conjuro e libação à nossa ancestralidade disruptiva, estudos aprofundados de registros inquisitoriais e análises historiográficas, pesquisa genealógica e descatequização ativa das nossas almas!
As aulas começam depois do carnaval.
Descontão para quem se inscrever até 5 de fevereiro.
Para saber mais, comente "BRUXARIA" abaixo que eu te mando tudo no privado 🗝️

Os evolucionistas chamam de "infância da humanidade". A camada de existência que reconhece, alimenta e cuida das relaçõe...
25/01/2026

Os evolucionistas chamam de "infância da humanidade". A camada de existência que reconhece, alimenta e cuida das relações com seres ocultos é taxada pelos antropólogos racionalistas como " ingenuidade" e "ignorância" de povos selvagens. Os europeus mataram as suas próprias pitonisas, os seus xamãs, raizeiros, alquimistas, parteiras. Queimaram os grimórios ou os trancaram nas mãos dos pais da mentira cristã. Primeiro chamaram de demônios as fadas, os duendes, as ninfas, sereias, vastas sociedades não-humanas que eram adoradas pelos ancestrais do norte. Depois disseram ser apenas "alienação", uma reminiscência rudimentar do pensamento mágico primitivo. Contam piadas sobre isso até hoje, zombando dos seus mais velhos. Que tristeza naqueles olhos azuis vazios de alma... Tudo pelo dinheiro, pelo poder capitalista. O coração dos colonizadores carrega uma dupla ferida-maldição: o sangue derramado dos povos escravizados/expropriados e o oco de sua ancestralidade que foi emudecida. Os Deuses de lá choram de solidão.

Não por acaso, os europeus roubaram os fetiches das aldeias. Colocaram em museus. Se deslumbram até hoje com a beleza exótica das comunidades que mantêm acesso o paganismo maior, que ainda cultuam os pilares da natureza. Tudo numa ilusão de que ter esses elementos em mãos poderia trazer de volta um encantamento, uma paixão que move além da melancolia predatória que tanto veneram. Eles acham que dominam o mundo, mas estão cavando o poço da própria miséria.

Conversei com alguns, e me disseram que as fadas morreram. Eles me perguntaram como posso ser assim, falar sobre coisas assim, cantar para mortos em plena universidade. Eu respondi que só assim existo. Só em dança demoníaca com as forças da natureza posso Ser. Ficaram com medo. Foram seduzidos. Que loucura tudo isso! Que delícia saber que desta vez nasci no Brasil: chão que samba para Zé Pilintra e que come com os Orixás. Mesmo com todo ódio religioso que atravessa esta terra, seguimos lembrando quem somos. Seguimos com encanto!

Imagem: ilustração de Karoline Juzanx

Olhos que encaram de frente o abismo misterioso do destino. Línguas que hipnotizam os invejosos pela própria formosura d...
21/01/2026

Olhos que encaram de frente o abismo misterioso do destino. Línguas que hipnotizam os invejosos pela própria formosura de ser. Encantos que quebram os labirintos do medo. Gritos que despertam corpos e ressuscitam confiança. São esses os poderes raros das almas convictas!

Que delícia estar com gente assim, desatada e atuante nos próprios percursos... Um deleite sentir a presença de seres que sabem se posicionar decididamente na vida! Essa virtude é, de longe, a que mais propicia movimento cósmico. Libera, dinamiza, cura. Cardinalidade nas próprias escolhas, sem titubeios ou pirraças.

Na outra banda, a multidão daqueles que se enveredam nos caracóis da eterna dúvida. Os que permanecem encarnações inteiras procurando garantias de sucesso e não se decidem nunca. E que por não terem força de autoria, babam amargura diante do brilho dos corajosos.

Enquanto os melindrosos se escondem parasitando a vida alheia, temperemos o nosso molho!
Quem tem, tem. Quem não tem, que sorva o caldo insosso de uma trajetória sem personalidade.

Imagem: pintura de Tristan Elwell.

Cartomancia Latina. Multicolor. Apaixonada. Com quentura e bailado. Maximalista. De corazón.Um salve à verdade que brota...
20/01/2026

Cartomancia Latina. Multicolor. Apaixonada. Com quentura e bailado. Maximalista. De corazón.

Um salve à verdade que brota do corpo emocional! Os sentimentos falam pelas cartas. A gente escuta, chora e canta junto. Vamos saboreando as mensagens... amargor, azedume, doçura sutil e picância violenta. Todos os aromas e gostos nos interessam na mesa do baralho. Tudo importa na experiência. Sem apaziguamento racionalista: somos feitos de fibra vibrátil.

A pele brilha suor. A fumaça do ca****bo penetra pelas frestas da estrutura colonizada. Vamos liberando a magia oracular no pulso da Terra.
E Ela é Exuberante!

Lembro da primeira vez que senti o conhecimento abrindo uma porta da minha alma. Foi na sala de aula, em uma roda de deb...
13/01/2026

Lembro da primeira vez que senti o conhecimento abrindo uma porta da minha alma. Foi na sala de aula, em uma roda de debate sobre a ditadura no Brasil. Os olhos faiscantes do professor de História atravessaram os meus e conclamaram a minha fúria adolescente a elaborar saber. Nós lemos textos e poesias, escutamos as canções de protesto, acessamos o clima de luta que formou a nossa sociedade. Ali reencontrei a minha fagulha de Rebelião. E, mesmo com tantas tentativas paroquiais de me tornarem cordeirinha, nunca mais abandonei a chama do Opositor.

Conhecimento é mesmo o maior Pecado. A razão da nossa queda no mundo da experiência e do tempo. A abertura ontológica para a nossa agência. Do contrário, a plena ignorância nos coloca como peças de um projeto edênico que contempla apenas o ego de um deus tirânico. A salvação nos retira do mundo, apaga ancestralidade, viramos zumbis vaporizados pela promessa entediante de uma eternidade sem enredo. O céu é o fim da narrativa.

Ser professora, no sentido supremo do termo, é uma bruxaria pesada. Um ofício inflamador de bestas que encontram forças para romper cadeias antigas de opressão e mentira. Encontrei em uma encruzilhada do meu ser esse prazer: ensinar e aquecer rebeliões.
Assim segue, aonde quer que eu vá.

Imagem: "Eve", pintada por Albrecht Dürer.

Sustentar o próprio magnetismo diante do olhar do outro é uma coragem bonita. Não é um teatrinho para agradar. Emerge do...
08/01/2026

Sustentar o próprio magnetismo diante do olhar do outro é uma coragem bonita. Não é um teatrinho para agradar. Emerge do centro. Confiança que ganha espaços sem pedir atenção. Apenas ressoa. Como vento que tudo toca e desloca.

Tenho pensado sobre isso na mesa do baralho. Conduzir um trabalho oracular pode ser um laboratório primoroso de aprimoramento da força pessoal. Tornar-se cartomante é em primeiro lugar um gesto de afirmação da própria dicção e capacidade intuitiva. Um processo que vai se metamorfoseando com o tempo, as sessões, os desafios. A minha maior paixão.

Na Escola Livre de Baralho Cigano construímos essa segurança com alegria e dedicação. Estudo e muitas rezas. Chamamos nossas mentoras e mentores como alianças fundamentais no estofo energético: firmamos as proteções e abrimos o contato. Mas não somos marionetes de espírito. Temos personalidade. E esse jeitinho particular de cada cartomante vai desabrochando ao longo das aulas e exercícios. Uma poesia que é tão gostosa de viver.

A próxima caravana está sendo composta agora. As portas permanecem abertas até o dia 25 de janeiro. Matrículas pela página da Escolha (link na Bio).
...

Imagem: fotografia de mulheres etíopes da cultura eritréia, de autoria desconhecida (procurei muito, mas não encontrei o nome da pessoa fotógrafa).

Usarei a minha boca para proferir realidades de bem-aventurança. Exaltarei as belezas que surgem como gotas de sangue da...
06/01/2026

Usarei a minha boca para proferir realidades de bem-aventurança. Exaltarei as belezas que surgem como gotas de sangue das feridas, me lembrando que estou viva. Estarei na companhia das poderosas senhoras que inventam percursos inéditos de gozo. Temperarei poções convocatórias às ousadias.

Diante de uma rede de irmãs que gritam auto-ódio em coro, que se chamam "gordas", "velhas", "pobres", implantarei antídotos que nos abrem outros olhos sobre nós mesmas. Não, eu não vou me machucar para saciar o sadismo do sistema que nos devora por dentro.

Basta!!! Nem mais um golpe contra o meu corpo. Nem mais uma palavra que me amaldiçoa. Nem mais um gesto que me apaga. Honrando isso em mim, posso contaminar outras. Propor festas em que giramos com nossas entranhas contempladas. Acender ímpetos que instauram novos vínculos: deliciosos.

A tristeza desse deus cadáver não me atinge. Porque estou no colo das que portam os mistérios da verdadeira Alegria.

Laroyê Rainhas!

Endereço

Divinópolis, MG

Telefone

+553196145568

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