Psicóloga Tânia Regina

Psicóloga Tânia Regina Prestação de Serviços na área de Psicologia.

Psicopatologia Existencial: uma possibilidade de compreensão da atualidadeNem todo sofrimento é adoecimento.Nem toda ang...
02/02/2026

Psicopatologia Existencial: uma possibilidade de compreensão da atualidade

Nem todo sofrimento é adoecimento.
Nem toda angústia é patologia.

A Psicopatologia Existencial compreende o sofrimento psíquico como uma expressão do modo de existir, sempre situado em um contexto histórico, social e cultural. Em tempos marcados pela aceleração da vida, pela lógica da produtividade e pelo excesso de exigências, manifestações como ansiedade, vazio existencial e esgotamento podem ser compreendidas como respostas humanas a um mundo que também adoece.

Autores da tradição existencial-fenomenológica apontam que o sofrimento não pode ser reduzido a rótulos diagnósticos isolados da experiência vivida. Para Kierkegaard, a angústia é condição constitutiva da existência humana. Binswanger e Boss ampliam a compreensão do adoecer psíquico a partir do ser-no-mundo, enquanto Viktor Frankl destaca a centralidade do sentido como eixo fundamental da saúde existencial.

Mais do que perguntar “o que você tem?”, essa perspectiva convida à escuta de outra pergunta:
“Como você está existindo diante das condições do mundo em que vive?”

Cuidar da saúde mental, nesse horizonte, é também questionar os modos de vida que produzimos e sustentamos coletivamente.

🧠✨

Com afeto,

Tânia Regina Melo - Psicóloga.

CRP 04/43207

Referências

BINSWANGER, Ludwig. Introdução à análise existencial. Tradução de Marco Casanova. Rio de Janeiro: Via Verita, 2013.

BOSS, Medard. Psicanálise e análise existencial. Tradução de Maria Luiza X. de A. Borges. São Paulo: Cultrix, 1979.

FRANKL, Viktor E. Em busca de sentido: um psicólogo no campo de concentração. 44. ed. Petrópolis: Vozes, 2019.

KIERKEGAARD, Søren. O conceito de angústia. Tradução de Álvaro Valls. Petrópolis: Vozes, 2010.

YALOM, Irvin D. Psicoterapia existencial. Tradução de Eliane Fittipaldi Pereira e Fabiano Moraes. Porto Alegre: Artmed, 2006.

Essa maldita lógica de produtividade aliada ao discurso motivacional roubaram nossos pensamentos e capturaram nossas emo...
14/01/2026

Essa maldita lógica de produtividade aliada ao discurso motivacional roubaram nossos pensamentos e capturaram nossas emoções, fazendo com que a gente se sinta culpado, inadequado, quase errado por não estar produzindo. por parar, descansar ou simplesmente por desejar não fazer nada...

a lógica da produtividade nos diz, por meio de uma voz interna insistente, que devemos sempre fazer algo, fazer mais e melhor. que não podemos parar. que não há tempo para o descanso ou a pausa. que devemos nos dedicar por inteiro, nos encher de tarefas, metas e atividades a serem cumpridas a todo tempo!

-faça uma pós, se prepare para o futuro, pague uma previdência privada, compre um terreno, use creme para a pele, pratique atividade física, não consuma fritura, evite enlatados, tenha uma alimentação balanceada, faça terapia, beba mais água, vá para a academia, acompanhe as notícias… enfim, são prescrições demais para apenas uma vida.

é tanta prescrição e preparação para um “futuro” que não chegou, e talvez nunca chegue, que deixamos de viver o que nos acontece neste exato momento. não conseguimos parar e respirar, sentir o presente que pulsa agora, ou simplesmente tirar um tempo para nada fazer.

somos tomados por cobranças internas que nos dizem o que fazer, como fazer, onde fazer e por quanto tempo fazer. nossos pensamentos foram configurados, nossas emoções capturadas. e a pergunta que me grita é: o que estamos fazendo de nós mesmos, justamente agora?

que tal questionar essas regras? contrariar esses imperativos? dar um tempo dessa lógica que nos atravessa a todo momento? romper, fazer algo distinto, parar, escutar uma música, apreciar uma paisagem ou simplesmente nada fazer? abrir uma brecha para, como Bartleby, apenas dizer: “prefiro não”.

Texto escrito por
Bruno Carrasco, psicoterapeuta , Filósofo e Professor universitário

Pensar sobre a saúde mental de Janeiro a Janeiro 🙏🏻💚

🎬✨ Quando o cinema brasileiro brilha, a saúde mental também ganha voz 🇧🇷𝚿A premiação do filme brasileiro O Agente Secret...
14/01/2026

🎬✨ Quando o cinema brasileiro brilha, a saúde mental também ganha voz 🇧🇷𝚿

A premiação do filme brasileiro O Agente Secreto no Globo de Ouro não celebra apenas uma conquista artística. Ela reafirma um direito fundamental: o direito à memória, à narrativa e à existência.

Ao revisitar um passado marcado por repressão, silenciamentos e violência institucional, o filme nos lembra que o tempo histórico não se encerra nos arquivos. Ele permanece atravessando corpos, afetos e subjetividades. Aquilo que não pôde ser dito retorna — muitas vezes como sofrimento psíquico.

Na perspectiva da Psicologia Existencial, lembrar é um ato ético. Dar sentido à dor, nomear a angústia e reconhecer o vivido são movimentos fundamentais para que a existência não seja reduzida ao silêncio ou à repetição do trauma. A arte, nesse caminho, não é ornamento: é possibilidade de elaboração.

🎭 Cultura também é cuidado.
📚 Arte também é escuta.
🕊️ Memória também é saúde mental.

Quando políticas públicas reconhecem a cultura como direito, elas também afirmam a importância da saúde mental coletiva, da reparação simbólica e da dignidade humana. Não há cuidado em saúde sem compromisso com os Direitos Humanos e com a história que nos constitui.

Que o cinema, a arte e a Psicologia sigam abrindo espaços para sentir, lembrar, elaborar e existir — mesmo quando dói. Principalmente quando dói.

💛🎞️

✨ Janeiro, recomeços e angústia pelas lentes do pai do Existencialismo Kierkegaard ✨Como você lida com o início do ano, ...
10/01/2026

✨ Janeiro, recomeços e angústia pelas lentes do pai do Existencialismo Kierkegaard ✨

Como você lida com o início do ano, férias e os feriados de janeiro?

Para Kierkegaard, todo começo carrega angústia — não como algo negativo, mas como sinal da liberdade. Janeiro suspende a rotina, desacelera o tempo e nos coloca frente a frente com nós mesmos. E isso pode inquietar.

A angústia não é medo do que vai dar errado.
É o frio na barriga diante das possibilidades.
É perceber que escolher também é assumir responsabilidade por si.

Talvez por isso tantas metas, listas e cobranças logo no início do ano: uma tentativa de silenciar o vazio que aparece quando o tempo desacelera. Mas, na perspectiva existencial, a angústia não pede pressa — pede escuta.

🌱 Janeiro não precisa ser produtivo.
🌱 Não precisa ser resolutivo.
🌱 Pode ser apenas um tempo de presença.

Começar o ano não é “fazer mais”, mas estar mais consciente de si.

📚 Referência:
KIERKEGAARD, S. O conceito de angústia. Editora Vozes 2010.

🎂 Carl Ransom Rogers – Celebrando um legado que atravessa fronteiras 🎂Hoje celebramos o nascimento de Carl R. Rogers (19...
05/01/2026

🎂 Carl Ransom Rogers – Celebrando um legado que atravessa fronteiras 🎂

Hoje celebramos o nascimento de Carl R. Rogers (1902–1986), um dos maiores expoentes da Psicologia Humanista e uma referência fundamental para a prática clínica, educacional e institucional no Brasil.

Sua proposta revolucionou a Psicologia ao afirmar que o ser humano possui uma tendência atualizante, isto é, uma capacidade inerente de crescimento quando encontra um ambiente marcado pela empatia, congruência e aceitação incondicional.

No contexto da Psicologia Brasileira, Rogers deixou marcas profundas:
• Influenciou a formação clínica e acadêmica de gerações de psicólogos
• Contribuiu para práticas comprometidas com os Direitos Humanos
• Fortaleceu uma clínica ética, dialógica e centrada na pessoa
• Inspirou atuações em contextos comunitários, educacionais e institucionais

Celebrar Rogers é reafirmar uma Psicologia que confia no humano, valoriza o encontro e reconhece o outro como protagonista de sua própria história.

“Sinto-me mais feliz simplesmente por ser eu mesmo e deixar os outros serem eles mesmos.”
— Carl R. Rogers







Abraçar o “Nada”: quando a angústia se torna possibilidade de existênciaJean-Paul Sartre nos convida a encarar uma das e...
05/01/2026

Abraçar o “Nada”: quando a angústia se torna possibilidade de existência

Jean-Paul Sartre nos convida a encarar uma das experiências mais desafiadoras da condição humana: a ausência de garantias. Para o filósofo existencialista, o ser humano não nasce com uma essência pronta — ele se constrói nas escolhas que faz ao longo da vida. É nesse sentido que o “nada” emerge: não como vazio patológico, mas como abertura.

Na Psicologia Existencial-Humanista, o “nada” é compreendido como espaço de liberdade e responsabilidade. A angústia que frequentemente o acompanha não é sinal de adoecimento em si, mas expressão do encontro do sujeito com a própria possibilidade de escolher, criar sentido e assumir sua existência.

Na clínica psicológica, esse contato com o “nada” costuma aparecer em momentos de ruptura: crises, lutos, mudanças de ciclo, adoecimentos ou recomeços. O trabalho clínico não consiste em eliminar a angústia ou preencher o vazio com respostas prontas, mas em sustentar uma presença ética e acolhedora, favorecendo que o sujeito possa reconhecer suas experiências, seus limites e suas possibilidades de ser-no-mundo.

Abraçar o “nada”, especialmente no início de um novo ano, pode ser um gesto profundamente libertador. Signif**a aceitar a incerteza como parte da existência, abrir mão de ideais rígidos e permitir-se construir sentidos a partir da experiência vivida, e não de expectativas impostas.

Talvez o novo não comece com controle, metas excessivas ou certezas absolutas, mas com presença, escuta e responsabilidade diante da própria liberdade.

Como nos lembra Sartre, estamos condenados à liberdade — e é justamente nesse reconhecimento que pode nascer um modo mais autêntico de existir.

Referência

SARTRE, Jean-Paul. O ser e o nada: ensaio de ontologia fenomenológica. Petrópolis: Vozes, 2015.

19/12/2025
O mundo está cansado — mas é um cansaço que não descansa. Vivemos exaustos de fazer, de provar, de controlar. Aceleramos...
02/12/2025

O mundo está cansado — mas é um cansaço que não descansa. Vivemos exaustos de fazer, de provar, de controlar. Aceleramos tanto que confundimos morte com descanso. Queremos morrer não porque a vida perdeu o sentido,
mas porque o sentido foi sequestrado pela pressa.

Byung-Chul Han me ensinou que o homem contemporâneo não é explorado por um tirano, mas por si mesmo. É o sujeito que se cobra até morrer — e chama isso de autonomia.
A eutanásia, nesse cenário, é o gesto final da sociedade do desempenho: a vida inteira tentando ser produtivo, e no fim, a pressa em produzir a própria morte.

Mas morrer “por escolha” nem sempre é liberdade. Às vezes é só a coerência final de uma vida vivida como planilha,!onde tudo parecia estar sob controle. A verdadeira liberdade não é decidir o fim, é poder parar — demorar-se, descansar, respirar, aceitar o cuidado e a vulnerabilidade sem vergonha.

Cuidar é o último ato de lentidão possível.
É o gesto que devolve profundidade à vida
num tempo que só sabe ser raso. O cuidado não é o oposto da morte — é o que devolve humanidade ao morrer.

O mundo não precisa de mais autonomia.
Precisa de demora. De mãos que sustentam, olhos que não desviam, silêncios que acolhem. Enquanto houver quem se demore cuidando da dor de alguém, a humanidade ainda terá salvação.

Texto de autoria de Dr Ana Cláudia Quintana Arantes

📸 Para refletir sobre a nossa condição humana atual, que viver fora pressão social de performance nas redes tbm pode ser legal e natural. Sem cansaço de existir.

Quando a Angústia Revela o que Está para NascerPara Kierkegaard, a angústia não é apenas desconforto: é parte da própria...
27/11/2025

Quando a Angústia Revela o que Está para Nascer

Para Kierkegaard, a angústia não é apenas desconforto: é parte da própria existência. Ela surge quando percebemos nossa liberdade — quando entendemos que somos nós que precisamos escolher e assumir o caminho que seguimos (KIERKEGAARD, 2010).

Maitê Sartori Vieira aprofunda essa compreensão ao afirmar que a angústia pode ser um despertar da liberdade. Em seu artigo, ela descreve esse movimento como aquilo que nos arranca do automático e nos coloca diante do que evitamos, adiamos ou silenciamos (VIERA, 2020). A angústia, portanto, não é doença, mas um acontecimento que revela possibilidade.

Na Psicologia Existencial-Humanista, a angústia não deve ser eliminada, mas atravessada. Ela anuncia que algo precisa ser visto, nomeado e transformado. Quando aparece, é como se a existência dissesse: “há algo em você que precisa nascer.”

A angústia convoca à autenticidade: coloca o sujeito diante da chance de tornar-se quem realmente é.
É a travessia entre o que já não serve e o que ainda está se formando — um vazio que pode se tornar potência.

Mesmo quando pesa, a angústia ilumina.
Porque revela que ainda estamos vivos, sensíveis e capazes de nos transformar.

Referências

KIERKEGAARD, S. O conceito de angústia. Trad. Álvaro L. M. Valls. Petrópolis: Vozes, 2010.

VIERA, M. S. A angústia e o despertar da liberdade: indicações para uma psicologia clínica próxima à existência. Revista Filosóf**a São Boaventura, v. 14, n. 1, p. 49–74, 2020.

A expulsão do outro — à minha maneiraVivemos um tempo em que a humanidade parece ter desaprendido a distância necessária...
27/11/2025

A expulsão do outro — à minha maneira

Vivemos um tempo em que a humanidade parece ter desaprendido a distância necessária para que o encontro exista. A tecnologia tem prometido ampliar o horizonte, mas nos entrega um espelho infinito. A rede vibra, mas em torno da repetição. Tudo o que é igual se retroalimenta, e o diverso é expulso como se fosse falha no sistema. A convivência com o outro, um ser imprevisível, indomável, portador de mundos nos exige coragem. Exige o risco de ser transformado. E talvez seja justamente esse risco que nos amedronta, pois preferimos o território domesticado da confirmação. Desejamos uma humanidade higienizada: sem confronto, sem estranhamento, sem o atrito que revela quem somos. Quando o mundo se reduz ao igual, o caminho desaparece. E com ele desaparece a chance de nos tornarmos mais vastos, de ampliarmos as nossas fronteiras.

E nesse diagnóstico do nosso tempo, há algo profundamente pessoal: quando sou diferente, quando não me curvo à repetição, quando não aceito o roteiro que esperam de mim sou banida. Não por erro meu, mas por fragilidade do ambiente. Ao nomear o fenômeno, Han me ofereceu uma lente para que eu possa ver o pode ser difícil reconhecer: a exclusão não fala sobre o excluído; fala sobre o limite de quem expulsa.

O livro desenha um mundo que teme o que não controla. E, nesse medo, fabrica uma normose emocional: tudo precisa ser igual, rápido, leve, intercambiável. O outro, aquele ser que me obriga a repensar minha identidade, minhas certezas, minhas fronteiras é percebido como risco, não como chance de ampliação.

No fundo, o que expulsamos não é o outro. É a nossa própria possibilidade de transformação. E é essa perda que mais empobrece a humanidade. Ser banida por ser diferente dói. Mas também é um aviso de que a sua voz não se dissolve no coro dos iguais.

No fim, o que A Expulsão do Outro me ensinou foi simples e radical: a alteridade é um bem espiritual. E toda vez que o mundo tenta bani-la, é a nossa própria humanidade que f**a menor.

A minha diferença não é ruído. É o meu caminho.
E eu escolho permanecer inteira, mesmo que isso custe o conforto de alguns.

Texto da Dr Ana C.Q. Arantes .
# Dica de Leitura

📚 Encerramento do Grupo de Estudos Psicologia Existencial Humanista.  📖📋Conexões, partilhas e afetosO nosso grupo de est...
25/11/2025

📚 Encerramento do Grupo de Estudos Psicologia Existencial Humanista. 📖📋

Conexões, partilhas e afetos

O nosso grupo de estudos chega ao fim, mas deixa marcas profundas de aprendizado e afeto. Tudo começou em São João Del Rei, durante um congresso na UFSJ, numa oficina de Gestalt terapia em abril deste ano. Ao final, fui convidado pela Sara, aluna da UFJF, para seguir estudando. A ideia logo ganhou força com alguns alunos da graduação da UFSJ e também com duas ex-alunas de Divinópolis e Itaúna do curso de Psicologia da Faculdade Pitágoras, que já caminhavam comigo e abraçaram o projeto.

Nossos encontros aconteceram online, mas também tivemos um momento especial presencial, em julho de 2025, com uma visita técnica ao Museu da Loucura em Barbacena, MG — experiência que ampliou ainda mais nossas reflexões sobre a existência e a prática clínica.

Ontem realizamos nosso último encontro, mergulhando no artigo “A Angústia e o Despertar da Liberdade: indicações para a Psicologia Clínica e para a próxima existência”, de Maitê Sartori, professora da pós-graduação e coordenadora em Kierkegaard pelo NUCAF/RJ.

Foram meses de trocas intensas, reflexões existenciais e partilhas que nos aproximaram não apenas como estudantes e futuros profissionais que partilham comigo suas vivências, mas como seres humanos em busca de sentido. O encerramento não é um fim, mas um convite para que cada um siga cultivando a liberdade e a responsabilidade de existir.

Gratidão a todos que fizeram parte dessa caminhada. 💫

Espero reencontrar-los em breve em 2026 🙏🏻📚😉

Com afeto!
Tânia Regina Melo Psicóloga e Professora Universitária.

"Não se pode falar de educação sem amor" (Paulo Freire). Também não se pode falar de educação sem saúde.No Dia das(os) P...
15/10/2025

"Não se pode falar de educação sem amor" (Paulo Freire). Também não se pode falar de educação sem saúde.

No Dia das(os) Professoras(es), homenageamos esses profissionais essenciais e reforçamos a urgência de cuidar de sua saúde mental.

A profissão, repleta de dedicação, também enfrenta sobrecarga, estresse e desvalorização. A Psicologia defende condições de trabalho dignas e o cuidado com o bem-estar de quem educa.

Cuidar de quem forma nossas futuras gerações é um compromisso de todos.

Parabéns, professoras e professores!

: Card com fundo verde. No centro, foto de uma professora negra, com roupa laranja, atuando em sala de aula junto a uma criança. Texto da imagem: 15 de outubro, dia da professora e do professor. Fim da descrição.

Endereço

Edifício Costa Rangel, Avenida Antônio Olímpio De Morais, 545/Centro
Divinópolis, MG
35500-900

Horário de Funcionamento

Terça-feira 09:00 - 17:00
Sexta-feira 09:00 - 17:00
Sábado 08:00 - 11:00

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