Carol Neuropsicopedagoga

Carol Neuropsicopedagoga PEDAGOGA-UNESP, ESPECIALISTA EM NEUROPSICOPEDAGOGIA COM APROFUNDAMENTO EM NEUROCIÊNCIA PELA UNIVERS
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Você é mais do que sua aparência Seu rosto, seu corpo e como você se veste não definem o seu valor. O que realmente impo...
26/02/2026

Você é mais do que sua aparência

Seu rosto, seu corpo e como você se veste não definem o seu valor. O que realmente importa é quem você é por dentro – sua bondade, inteligência, criatividade e como trata as pessoas ao seu redor. Cada corpo é diferente e cresce em seu próprio tempo, isso é completamente normal!

Amizades devem te fazer bem

Busque amigas que te respeitam, te apoiam e te deixam ser você mesma. Não se force a ficar em grupos onde você se sente pequena, julgada ou precisa fingir ser alguém que não é. Uma amizade verdadeira vale mais do que muitas amizades superficiais.

Estude com dedicação, mas não se cobrique demais

Os estudos são importantes para abrir portas no futuro, mas não são o único jeito de ser sucesso na vida. Faça o seu melhor, mas lembre-se que errar faz parte do aprendizado. Não deixe que notas baixas te façam sentir que você não é capaz.

Respeite seu corpo e seus limites

Você é dona do seu próprio corpo. Nunca faça algo que não se sinta confortável, seja em relação a toques, fotos ou qualquer outra situação. Aprenda a dizer "não" e saiba que seu "não" sempre deve ser respeitado.

Use a tecnologia com responsabilidade

A internet pode ser um lugar incrível para aprender, se conectar e se expressar, mas também tem riscos. Não compartilhe informações pessoais com desconhecidos, não acredite em tudo o que vê online e lembre-se que as fotos e mensagens que você envia podem ficar armazenadas para sempre.

Você não precisa ter todas as respostas

É completamente normal não saber o que quer fazer da vida ou ter dúvidas sobre quem você é. Essa fase é justamente para descobrir coisas novas sobre você mesma – experimente diferentes atividades, converse com pessoas diversas e vá conhecendo seus gostos e talentos.

25/02/2026

Principais diferenças - Características clínicas: O autismo se manifesta na infância, com dificuldades na comunicação so...
25/02/2026

Principais diferenças

- Características clínicas: O autismo se manifesta na infância, com dificuldades na comunicação social, padrões restritos de interesses e comportamentos repetitivos. A esquizofrenia geralmente surge na adolescência tardia ou início da vida adulta, com sintomas como alucinações, delírios, desorganização do pensamento e retraimento social.

- Causas: Embora ambos envolvam fatores genéticos e ambientais, os mecanismos biológicos subjacentes são diferentes. O autismo está ligado a alterações no desenvolvimento cerebral precoce, enquanto a esquizofrenia parece envolver desequilíbrios neuroquímicos e alterações na conectividade cerebral ao longo do tempo.

Possíveis conexões

- Fatores genéticos: Estudos indicam que algumas variantes genéticas podem estar associadas a um risco aumentado tanto para autismo quanto para esquizofrenia, embora a forma como esses genes atuem possa ser distinta.

- Sobrecarga sintomática: Em alguns casos, pessoas com autismo podem apresentar sintomas que podem ser confundidos com sinais de esquizofrenia, como alucinações sensoriais ou pensamentos não convencionais, mas esses geralmente estão ligados às características do autismo e não aos processos patológicos da esquizofrenia.

- Risco comum: Pessoas com um histórico familiar de um dos transtornos podem ter um risco ligeiramente maior de desenvolver o outro, embora isso não signifique que um cause o outro.

É importante destacar que não existe uma relação de causalidade entre eles – ter autismo não aumenta significativamente o risco de desenvolver esquizofrenia, e vice-versa. O diagnóstico de cada transtorno é feito com base em critérios específicos estabelecidos em manuais como o DSM-5 ou o CID-11.

 

O diagnóstico pode ser difícil, pois crises (agressividade, "desligamento", movimentos repetitivos) podem ser confundida...
24/02/2026

O diagnóstico pode ser difícil, pois crises (agressividade, "desligamento", movimentos repetitivos) podem ser confundidas com comportamentos típicos do TEA. 

Risco Elevado: Pessoas autistas têm maior probabilidade de desenvolver epilepsia do que a população geral, com maior incidência se houver deficiência intelectual ou regressão no desenvolvimento.

Diagnóstico: O EEG (eletroencefalograma) pode mostrar alterações em até 60-80% dos casos de TEA, mas o diagnóstico clínico depende da observação de crises.

Sintomas: Podem ocorrer crises convulsivas clássicas, mas também crises focais/ausência, caracterizadas por movimentos repetitivos, estiramento muscular ou desligamento.

Regressão: A perda de habilidades de linguagem ou sociais após os 3 anos pode ser um sinal de alerta para atividade epiléptica.

Tratamento: O manejo é feito com medicamentos antiepilépticos, embora o tratamento possa ser menos eficaz em alguns casos de TEA.

Gatilhos: Distúrbios do sono, estresse e mudanças na rotina podem aumentar o risco de crises. 

Como Agir em uma Crise:

Mantenha a calma.

Deite a pessoa de lado e proteja a cabeça.

Afaste objetos perigosos.

Nunca coloque nada na boca da pessoa.

Cronometre a crise; procure atendimento se durar mais de 5 minutos. 





Cura Emocional e Autocuidado: Espaço seguro para curar traumas, liberar sentimentos reprimidos e fortalecer a autoestima...
24/02/2026

Cura Emocional e Autocuidado: Espaço seguro para curar traumas, liberar sentimentos reprimidos e fortalecer a autoestima.

Gestão de Sobrecarga: Auxilia a lidar com a dupla/tripla jornada, organizando rotinas e definindo prioridades.

Equilíbrio na Vida: Ajuda a conciliar maternidade, carreira e vida pessoal, melhorando relações profissionais e pessoais.

Foco em Questões Específicas: Aborda ciclos de vida, como gestação, puerpério, menopausa e violência de gênero. 




"Falsa Inclusão"Apenas presença física: Muitas escolas integram o aluno, mas não o incluem pedagogicamente ou socialment...
23/02/2026

"Falsa Inclusão"

Apenas presença física: Muitas escolas integram o aluno, mas não o incluem pedagogicamente ou socialmente.

Falta de preparo: Professores sem formação adequada para lidar com o autismo, resultando em exclusão disfarçada.

Barreiras sensoriais e rotina: Ambientes barulhentos e desestruturados causam sofrimento, pois a previsibilidade é essencial. 

Caminhos para uma Inclusão Efetiva

Plano Educacional Individualizado (PEI): Fundamental para adaptar o ensino às necessidades específicas do aluno.

Mediacão Escolar: Profissionais de apoio para auxiliar na socialização e interação.

Adaptação Curricular: Usar os hiperfocos (interesses intensos) da criança para ensinar conteúdos, respeitando seu tempo e aprendizado.

Formação Contínua: Capacitar toda a equipe escolar, não apenas o professor regente, em neurodiversidade. 

A legislação brasileira, como a Lei Berenice Piana, garante o direito à educação inclusiva e suporte. Portanto, a exclusão por falta de preparo é ilegal e viola a dignidade humana, demandando parceria entre escola e família. 

22/02/2026

Em julho de 2025, no Zoológico de Ichikawa, no Japão, nasceu um bebê orangotango chamado Punch. Logo após o parto, ele foi rejeitado pela mãe e ficou completamente sozinho.

Os cuidadores precisaram intervir para salvá-lo Alimentaram, protegeram e passaram a acompanhá-lo diariamente. Mas havia algo que eles não podiam substituir: o vínculo materno,
Para suprir a ausência de contato e segurança, deram a Punch uma boneca larania em formato de orangotango. Ele passou a dormir abraçado a ela. Carrega para onde vai. Quando sente medo, aperta a boneca contra o peito como se fosse um escudo.

sso não é "fofo" Isso é psicológico.
Assim como os humanos, os primatas precisam de apego para sobreviver emocionalmente. A rejeição precoce ativa estresse, insegurança e necessidade intensa de substitutos afetivos. 0 cérebro busca proteção onde for possível.

Se até nos animais a ausência de vínculo gera consequências emocionais profundas, imagine em uma criança
Rejeição não é apenas ausência É marca.

Dificuldade de Comunicação: A incapacidade de verbalizar "estou cansado", "quero ir embora" ou "estou com medo" pode lev...
21/02/2026

Dificuldade de Comunicação: A incapacidade de verbalizar "estou cansado", "quero ir embora" ou "estou com medo" pode levar a criança a correr como forma de se comunicar.
ansiedade, expressar alegria ou escapar de sobrecarga sensorial e situações estressantes. T

Baixa Noção de Risco: Muitas crianças no espectro não avaliam o perigo de atravessar uma rua ou ir para locais desconhecidos, agindo por impulso. 

Autorregulação e Estímulos Sensoriais (Stimming): Correr ajuda a organizar o corpo e processar sensações. Quando o ambiente está muito barulhento, brilhante ou com cheiros fortes, o movimento repetitivo traz conforto, alívio e previsibilidade.

Elopement (Fuga/Desaparecimento): É a saída inesperada de um local seguro. Acontece para escapar de ansiedade, tédio ou situações imprevisíveis, ou em direção a algo de grande interesse, como água ou uma rua movimentada
ansiedade, expressar alegria ou escapar de sobrecarga sensorial e situações estressantes.

Também pode ocorrer por curiosidade, busca de estímulos prazerosos ou menor percepção de perigo, exigindo supervisão atenta. 


Cheiros comuns (perfumes, comida, limpeza) podem causar desregulação e irritabilidade. Ajustar o ambiente e usar cheiros...
20/02/2026

Cheiros comuns (perfumes, comida, limpeza) podem causar desregulação e irritabilidade. Ajustar o ambiente e usar cheiros neutros ajudo

Principais Impactos da Sensibilidade Olfativa no TEA:

Hipersensibilidade (Hiperosmia): Aromas comuns são percebidos como intensos e agressivos, gerando dores de cabeça, náuseas, irritabilidade e crises sensoriais.

Hipossensibilidade: Necessidade de cheirar objetos ou pessoas repetidamente para obter estimulação sensorial.

Comportamentos Associados: Recusa alimentar (cheiro da comida), esquiva de locais (supermercados, restaurantes) e isolamento social.

Olfato Aberrante: Estudos indicam que autistas podem cheirar profundamente, inalando com a mesma intensidade aromas agradáveis ou desagradáveis, o que pode servir como um indicador precoce. 

Estratégias de Manejo:

Ambiente Neutro: Utilizar produtos de limpeza, desodorantes e sabonetes sem fragrância.

Ventilação: Manter ambientes bem ventilados para reduzir a concentração de odores.

Kit Sensorial: Levar objetos com cheiros reconfortantes (ou inibidores de cheiro) para situações de exposição.

Previsibilidade: Avisar antecipadamente sobre mudanças de ambiente ou novos cheiros. 



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