Nutricionista Júlia Machado

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Existe um ciclo silencioso na seletividade alimentar:A criança recusa.O adulto insiste.A criança sente pressão.O corpo a...
04/03/2026

Existe um ciclo silencioso na seletividade alimentar:
A criança recusa.
O adulto insiste.
A criança sente pressão.
O corpo ativa defesa.
A recusa aumenta.
E pronto. A comida virou disputa.
Seletividade não é falta de limite.
É, muitas vezes, uma resposta de proteção.
Quando a refeição vira palco de tensão, o cérebro associa aquele alimento a estresse — e ninguém aprende a gostar do que causa desconforto.
Comer é um processo de confiança.
E confiança não nasce da força.
Nasce da repetição tranquila, da exposição sem ameaça e da segurança emocional.
Às vezes, o maior avanço não é a criança provar.
É ela conseguir permanecer à mesa sem ansiedade.
E isso já é construção.

03/03/2026

A alimentação vai muito além do prato. 🍎
Quando a criança se alimenta melhor, o impacto aparece no comportamento, na concentração e até na resposta às terapias.
Nutrição e cuidado caminham juntos. 💛

02/03/2026

Montar a lancheira vai muito além de escolher alimentos “saudáveis”.
É uma oportunidade de ensinar autonomia, consciência e relação positiva com a comida.
Quando a criança participa das escolhas, ela entende a importância dos alimentos nutritivos de forma leve sem imposição e sem pressão.
Educação alimentar começa nos pequenos momentos do dia a dia. 💛

A pior parte da seletividade alimentar não é a criança não comer o brócolis. Não é o prato que volta cheio e nem aquela ...
26/02/2026

A pior parte da seletividade alimentar não é a criança não comer o brócolis. Não é o prato que volta cheio e nem aquela fase em que parece que ela só aceita sempre os mesmos alimentos.
A parte mais difícil costuma ser o que acontece ao redor da mesa: a preocupação, a frustração, a dúvida se você está fazendo certo. Aos poucos, a refeição deixa de ser leve e começa a ficar tensa.
Na maioria das vezes, a seletividade não compromete a saúde de uma criança saudável de forma imediata, mas experiências frequentes de pressão ou ansiedade podem influenciar a forma como ela se relaciona com a comida ao longo do tempo.
Quando a alimentação vira cobrança, a criança tende a se fechar. Quando vira segurança, ela se permite explorar.
Talvez a pergunta não seja apenas “como faço meu filho comer?”, mas também: como posso tornar esse momento mais tranquilo para nós dois?
Porque segurança constrói confiança.
E confiança abre espaço para novas experiências. 💛

Quando você olha para o prato e pensa:“Ele não come nada.”Mas será que é “nada” mesmo?Ou ele: – Come os alimentos que já...
25/02/2026

Quando você olha para o prato e pensa:
“Ele não come nada.”
Mas será que é “nada” mesmo?
Ou ele: – Come os alimentos que já conhece
– Aceita marcas específicas
– Prefere sempre a mesma textura
– Mantém um padrão previsível
Isso não é ausência de alimentação.
É alimentação dentro de um repertório restrito.
A questão não é se ele come.
É o quanto o repertório está ampliado.
Porque seletividade não é sobre quantidade.
É sobre variedade, flexibilidade e segurança.
Talvez seu filho não esteja comendo “mal”.
Talvez ele esteja comendo no limite atual dele.
E o nosso trabalho não é forçar além do limite.
É expandir esse limite com estratégia.




Na seletividade alimentar, a rejeição nem sempre é sobre o alimento em si.Muitas vezes é sobre: ✔ textura✔ temperatura✔ ...
24/02/2026

Na seletividade alimentar, a rejeição nem sempre é sobre o alimento em si.
Muitas vezes é sobre:
✔ textura
✔ temperatura
✔ apresentação
✔ mistura no prato
Quando mudamos a forma, mudamos a chance.
A criança não precisa “gostar de tudo”.
Mas pode aprender a experimentar de jeitos diferentes.
Às vezes, a manga não precisa sair do cardápio.
Ela só precisa mudar de roupa. 😉

Quando uma criança rejeita um alimento, o adulto costuma enxergar desafio.Mas muitas vezes o que existe ali não é oposiç...
23/02/2026

Quando uma criança rejeita um alimento, o adulto costuma enxergar desafio.
Mas muitas vezes o que existe ali não é oposição é proteção.
Texturas misturadas, cheiros intensos, temperaturas diferentes, barulhos ao mastigar… para algumas crianças, isso não é detalhe. É excesso.
O sistema nervoso pode interpretar certas experiências alimentares como desconfortáveis ou até ameaçadoras. E o corpo reage antes da razão.
Por isso insistir, pressionar ou rotular como “manha” costuma aumentar o bloqueio. A criança não precisa de confronto. Precisa de segurança.
Antes de ampliar o cardápio, é preciso ampliar a tolerância sensorial.
Antes de ensinar a comer, é preciso ajudar o corpo a se sentir seguro na experiência.
Seletividade alimentar não começa no prato.
Começa na forma como o cérebro processa o mundo.

Quando a criança recusa um alimento, a pergunta não deveria ser“ela é teimosa?”, mas sim “o que nesse alimento está difí...
13/02/2026

Quando a criança recusa um alimento, a pergunta não deveria ser
“ela é teimosa?”, mas sim “o que nesse alimento está difícil para ela?”
Textura?
Cheiro?
Cor?
Temperatura?
Seletividade alimentar não é falta de limite.
É dificuldade sensorial, previsibilidade e segurança.
Quanto mais pressão, menos abertura.
Quanto mais exposição leve e repetida, mais chance de avanço.
Progresso não é comer tudo.
É tolerar, tocar, cheirar… e um dia provar.

Ela não odeia o alimento.Ela ainda não construiu intimidade com ele.Textura, cheiro, formato, tamanho no prato… tudo com...
12/02/2026

Ela não odeia o alimento.
Ela ainda não construiu intimidade com ele.
Textura, cheiro, formato, tamanho no prato… tudo comunica.
E quando há pressão, a relação se afasta.
A aproximação precisa ser leve, repetida e segura.
Pequenas porções.
Exemplo à mesa.
Exposição sem obrigação.
Amizade alimentar não nasce no grito.
Nasce na constância.
Um vegetal não precisa ser forçado.
Precisa de chance. 🌱

Seletividade alimentar não começa no prato.Começa no ambiente.Quando a refeição vira cobrança, comparação ou meta,a cria...
10/02/2026

Seletividade alimentar não começa no prato.
Começa no ambiente.
Quando a refeição vira cobrança, comparação ou meta,
a criança não aprende a comer, ela aprende a se proteger.
Recusar não é desafiar.
É reagir.
Por isso, insistir, negociar ou pressionar até pode gerar uma garfada hoje, mas costuma custar autonomia amanhã.
Trabalhar seletividade é tirar o foco do “quanto come”
e observar como a experiência está sendo vivida.
Sem disputa.
Sem plateia.
Sem teste.
Com tempo, estrutura e estratégia.

Nem sempre é o sabor que afasta.Muitas vezes, é a textura.Biscoitos são previsíveis: crocantes, iguais, sem surpresa.Fru...
09/02/2026

Nem sempre é o sabor que afasta.
Muitas vezes, é a textura.
Biscoitos são previsíveis: crocantes, iguais, sem surpresa.
Frutas mudam fazem barulho ao morder, soltam suco, desmancham, escorregam.
Para algumas crianças, isso é informação sensorial demais.
Seletividade alimentar não é birra.
É o corpo tentando se proteger do que ainda não consegue organizar.
Quando a gente entende isso, muda a pergunta:
não é “por que ele não come?”,
é “como posso ajudar essa experiência a ser mais segura?”
Comer também é aprender. E aprendizado precisa de tempo. 🍓🍪



O que é progresso na seletividade (mesmo quando parece que nada mudou)Progresso nem sempre é comer.Às vezes é olhar sem ...
05/02/2026

O que é progresso na seletividade (mesmo quando parece que nada mudou)
Progresso nem sempre é comer.
Às vezes é olhar sem rejeitar.
É aceitar no prato.
É tocar, cheirar, perguntar.
Progresso é a refeição deixar de ser um campo de batalha.
É a criança se sentir segura o suficiente para explorar, no tempo dela.
É o adulto diminuir a pressão e aumentar a confiança.
Seletividade não se resolve com insistência.
Ela melhora quando a relação com a comida deixa de ser tensa.
Nem todo avanço é visível.
Mas ele acontece principalmente quando a pressa sai da mesa.

Endereço

Duque De Caxias, RJ

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