Nutricionista Júlia Machado

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Alguns pais ficam confusos com isso.A criança almoça bem na escola, experimenta coisas novas…mas em casa recusa quase tu...
11/03/2026

Alguns pais ficam confusos com isso.
A criança almoça bem na escola, experimenta coisas novas…
mas em casa recusa quase tudo.
Isso acontece porque o ambiente influencia muito o comportamento alimentar.
Na escola:
– outras crianças estão comendo
– existe rotina
– a comida não vira negociação
Em casa, muitas vezes:
– a criança tem mais controle
– os pais ficam ansiosos
– a refeição vira uma disputa
Às vezes, o problema não é o alimento.
É a dinâmica que se criou em torno dele.




A relação da criança com a comida não é construída apenas pelo que está no prato, mas também pelo que ela escuta ao redo...
10/03/2026

A relação da criança com a comida não é construída apenas pelo que está no prato, mas também pelo que ela escuta ao redor da mesa.
Quando os adultos dizem coisas como
“come tudo para ganhar sobremesa”,
“se não comer agora vai ficar de castigo”,
ou “isso é comida de gente grande”,
a refeição pode deixar de ser um momento de descoberta e passar a ser um momento de pressão.
Com o tempo, a criança pode começar a comer para agradar, para evitar bronca ou para ganhar recompensa e não porque aprendeu a reconhecer sua própria fome e saciedade.
Além disso, comentários negativos sobre certos alimentos, sobre o corpo ou sobre “engordar” também são absorvidos muito cedo.
A alimentação infantil não envolve apenas nutrientes.
Ela também envolve experiência, ambiente e linguagem.
Por isso, a forma como os adultos falam da comida pode ajudar a construir, ou dificultar, uma relação saudável com ela.

Nenhuma criança nasce seletiva. O paladar infantil está em construção. Por isso, um alimento que hoje é recusado pode se...
09/03/2026

Nenhuma criança nasce seletiva.
O paladar infantil está em construção. Por isso, um alimento que hoje é recusado pode ser aceito depois de várias exposições.
Às vezes são necessárias 10, 15 ou até mais tentativas para que a criança se familiarize com um alimento. Não é insistência agressiva, é exposição respeitosa.
A recusa alimentar faz parte do desenvolvimento infantil, e apresentar o alimento diversas vezes, sem pressão, também faz parte desse processo de aprendizagem. Paciência e consistência são fundamentais nesse caminho, porque o paladar também aprende. 🍎

Na seletividade alimentar, o processo é gradual.Muitas crianças não aceitam um alimento logo de primeira, e isso não sig...
05/03/2026

Na seletividade alimentar, o processo é gradual.
Muitas crianças não aceitam um alimento logo de primeira, e isso não significa que elas nunca vão comer.
Antes de experimentar, a criança precisa se sentir segura para explorar o alimento.
Esse processo pode começar com pequenos passos:
✔ tolerar o alimento no prato
✔ tocar
✔ cheirar
✔ explorar
Só depois disso ela pode começar a experimentar.
A aceitação alimentar não acontece de um dia para o outro.
Com tempo, repetição e estratégias adequadas e, quando necessário, terapia alimentar, muitas crianças passam a tolerar e até aceitar novos alimentos.

Existe um ciclo silencioso na seletividade alimentar:A criança recusa.O adulto insiste.A criança sente pressão.O corpo a...
04/03/2026

Existe um ciclo silencioso na seletividade alimentar:
A criança recusa.
O adulto insiste.
A criança sente pressão.
O corpo ativa defesa.
A recusa aumenta.
E pronto. A comida virou disputa.
Seletividade não é falta de limite.
É, muitas vezes, uma resposta de proteção.
Quando a refeição vira palco de tensão, o cérebro associa aquele alimento a estresse — e ninguém aprende a gostar do que causa desconforto.
Comer é um processo de confiança.
E confiança não nasce da força.
Nasce da repetição tranquila, da exposição sem ameaça e da segurança emocional.
Às vezes, o maior avanço não é a criança provar.
É ela conseguir permanecer à mesa sem ansiedade.
E isso já é construção.

03/03/2026

A alimentação vai muito além do prato. 🍎
Quando a criança se alimenta melhor, o impacto aparece no comportamento, na concentração e até na resposta às terapias.
Nutrição e cuidado caminham juntos. 💛

02/03/2026

Montar a lancheira vai muito além de escolher alimentos “saudáveis”.
É uma oportunidade de ensinar autonomia, consciência e relação positiva com a comida.
Quando a criança participa das escolhas, ela entende a importância dos alimentos nutritivos de forma leve sem imposição e sem pressão.
Educação alimentar começa nos pequenos momentos do dia a dia. 💛

A pior parte da seletividade alimentar não é a criança não comer o brócolis. Não é o prato que volta cheio e nem aquela ...
26/02/2026

A pior parte da seletividade alimentar não é a criança não comer o brócolis. Não é o prato que volta cheio e nem aquela fase em que parece que ela só aceita sempre os mesmos alimentos.
A parte mais difícil costuma ser o que acontece ao redor da mesa: a preocupação, a frustração, a dúvida se você está fazendo certo. Aos poucos, a refeição deixa de ser leve e começa a ficar tensa.
Na maioria das vezes, a seletividade não compromete a saúde de uma criança saudável de forma imediata, mas experiências frequentes de pressão ou ansiedade podem influenciar a forma como ela se relaciona com a comida ao longo do tempo.
Quando a alimentação vira cobrança, a criança tende a se fechar. Quando vira segurança, ela se permite explorar.
Talvez a pergunta não seja apenas “como faço meu filho comer?”, mas também: como posso tornar esse momento mais tranquilo para nós dois?
Porque segurança constrói confiança.
E confiança abre espaço para novas experiências. 💛

Quando você olha para o prato e pensa:“Ele não come nada.”Mas será que é “nada” mesmo?Ou ele: – Come os alimentos que já...
25/02/2026

Quando você olha para o prato e pensa:
“Ele não come nada.”
Mas será que é “nada” mesmo?
Ou ele: – Come os alimentos que já conhece
– Aceita marcas específicas
– Prefere sempre a mesma textura
– Mantém um padrão previsível
Isso não é ausência de alimentação.
É alimentação dentro de um repertório restrito.
A questão não é se ele come.
É o quanto o repertório está ampliado.
Porque seletividade não é sobre quantidade.
É sobre variedade, flexibilidade e segurança.
Talvez seu filho não esteja comendo “mal”.
Talvez ele esteja comendo no limite atual dele.
E o nosso trabalho não é forçar além do limite.
É expandir esse limite com estratégia.




Na seletividade alimentar, a rejeição nem sempre é sobre o alimento em si.Muitas vezes é sobre: ✔ textura✔ temperatura✔ ...
24/02/2026

Na seletividade alimentar, a rejeição nem sempre é sobre o alimento em si.
Muitas vezes é sobre:
✔ textura
✔ temperatura
✔ apresentação
✔ mistura no prato
Quando mudamos a forma, mudamos a chance.
A criança não precisa “gostar de tudo”.
Mas pode aprender a experimentar de jeitos diferentes.
Às vezes, a manga não precisa sair do cardápio.
Ela só precisa mudar de roupa. 😉

Quando uma criança rejeita um alimento, o adulto costuma enxergar desafio.Mas muitas vezes o que existe ali não é oposiç...
23/02/2026

Quando uma criança rejeita um alimento, o adulto costuma enxergar desafio.
Mas muitas vezes o que existe ali não é oposição é proteção.
Texturas misturadas, cheiros intensos, temperaturas diferentes, barulhos ao mastigar… para algumas crianças, isso não é detalhe. É excesso.
O sistema nervoso pode interpretar certas experiências alimentares como desconfortáveis ou até ameaçadoras. E o corpo reage antes da razão.
Por isso insistir, pressionar ou rotular como “manha” costuma aumentar o bloqueio. A criança não precisa de confronto. Precisa de segurança.
Antes de ampliar o cardápio, é preciso ampliar a tolerância sensorial.
Antes de ensinar a comer, é preciso ajudar o corpo a se sentir seguro na experiência.
Seletividade alimentar não começa no prato.
Começa na forma como o cérebro processa o mundo.

Quando a criança recusa um alimento, a pergunta não deveria ser“ela é teimosa?”, mas sim “o que nesse alimento está difí...
13/02/2026

Quando a criança recusa um alimento, a pergunta não deveria ser
“ela é teimosa?”, mas sim “o que nesse alimento está difícil para ela?”
Textura?
Cheiro?
Cor?
Temperatura?
Seletividade alimentar não é falta de limite.
É dificuldade sensorial, previsibilidade e segurança.
Quanto mais pressão, menos abertura.
Quanto mais exposição leve e repetida, mais chance de avanço.
Progresso não é comer tudo.
É tolerar, tocar, cheirar… e um dia provar.

Endereço

Duque De Caxias, RJ

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