Psic. Laila Seganfredo

Psic. Laila Seganfredo Psicóloga Clínica
Atendimento Presencial e Online

29/01/2026

Amar não deveria exigir que alguém se apague para que a relação continue.
Com o tempo, o vínculo saudável é aquele em que os dois conseguem permanecer presentes, com voz, limites e identidade.

Quando estar junto preserva quem cada um é, o amor deixa de ser esforço e vira escolha. 🤍🧠✨

Laila Seganfredo
Psicóloga – CRP-07/22266

Essa carta não é um convite para ficar a qualquer custo. Nem um empurrão para ir embora.🙏🏻É um lembrete honesto de que r...
27/01/2026

Essa carta não é um convite para ficar a qualquer custo. Nem um empurrão para ir embora.🙏🏻

É um lembrete honesto de que relações não são estáticas e que amor, sozinho, não sustenta o que a vida transforma.

Antes de decidir pelo fim, vale olhar com clareza:
o que acabou foi o vínculo ou foi o modelo antigo da relação?😉

Nem sempre lutar é insistir.
Às vezes, lutar é aprender a se relacionar de um jeito novo.

Salve se isso organizou algo que estava confuso. 🤍🧠✨

Laila Seganfredo
Psicóloga – CRP-07/22266

23/01/2026

Muitas relações não esfriam por falta de sentimento.
Elas esfriam porque, aos poucos, falar deixa de ser seguro.🗣️

Quando alguém tenta se abrir e encontra ironia, defesa ou cobrança, aprende algo muito simples: é melhor se calar.
Não por indiferença, mas por autoproteção.

Depois disso, a distância não surge de repente.
Ela se constrói em pequenos episódios mal cuidados, onde a tentativa de aproximação vira frustração.😰

Escuta não é concordar.
Acolher não é perder razão.
Mas desqualificar a fala do outro quase sempre custa caro para o vínculo.

Relacionamentos fortes não são feitos só de conversas profundas,
mas de respostas que não machucam quem teve coragem de falar. 🤍🧠✨

Laila Seganfredo
Psicóloga – CRP-07/22266

Medo cria permanências longas em relações curtas de afeto. Ele faz você confundir investimento com sentido e apego com a...
19/01/2026

Medo cria permanências longas em relações curtas de afeto. Ele faz você confundir investimento com sentido e apego com amor.👀

Quando ficar vira estratégia para não enfrentar o vazio, o relacionamento deixa de ser escolha e passa a ser abrigo emocional improvisado.

Isso não é sobre culpar.É sobre perceber quando o medo começou a decidir por você.

Salve esse post se isso nomeia algo que você vive. 🥰

Laila Seganfredo
Psicóloga – CRP-07/22266

13/01/2026

Muita resistência à terapia de casal não vem da falta de interesse pela relação. Vem do medo de entrar em um espaço onde a pessoa acredita que só será julgada ou culpada.👀

Quando alguém evita falar, geralmente aprendeu que conversar gera conflito, não solução.
Por isso, antes de concluir que o outro não quer ajuda, vale observar se ele se sente seguro para se expressar.

Quando o diálogo deixa de ser disputa e passa a ser construção, a postura muda.♥️
Não por convencimento, mas porque o ambiente permite escuta real.

Relações não se fortalecem quando alguém vence a conversa,
mas quando os dois conseguem permanecer nela. 🤍🧠✨

Laila Seganfredo
Psicóloga – CRP-07/22266

No consultório, essas três frases aparecem com muita frequência. E quase nunca significam o que parecem significar.🫣1️⃣ ...
08/01/2026

No consultório, essas três frases aparecem com muita frequência. E quase nunca significam o que parecem significar.🫣

1️⃣ “Não acredito em terapia.”
Na prática, isso raramente é sobre não acreditar.
Costuma ser medo de exposição emocional, dificuldade de falar sobre sentimentos ou a fantasia de que terapia é um espaço de acusação.
Para muitos homens, abrir a relação para um terceiro ativa a sensação de perda de controle e isso é vivido como ameaça, não como cuidado.

2️⃣ “Quem precisa é você, não eu.”
Esse argumento costuma surgir quando a pessoa já está na defensiva.
É uma forma de se proteger da responsabilidade relacional: se o problema é só do outro, eu não preciso rever nada em mim.
Mas relações não adoecem sozinhas.
Quando um sofre, o vínculo já está pedindo atenção.

3️⃣ “Se precisa de terapia, é porque já acabou.”
Essa crença vem da ideia equivocada de que terapia é último recurso.
Na realidade clínica, muitos casais chegam tarde… não porque a terapia não funcionaria antes, mas porque esperaram a exaustão virar ressentimento.
Terapia não é atestado de falência; muitas vezes é a tentativa de evitar que o desgaste vire ruptura silenciosa.

O ponto central é este:
recusar terapia de casal raramente é falta de amor.
Na maioria das vezes, é dificuldade de lidar com vulnerabilidade, frustração e mudança.

E isso, por si só, já diz muito sobre a dinâmica da relação.😉

Laila Seganfredo
Psicóloga – CRP-07/22266

05/01/2026

Começar um novo ano sem conversar sobre a relação é como seguir viagem sem olhar o mapa.🗺️
As intenções até são boas, mas os desencontros vão se acumulando no caminho.

Relacionamentos não se ajustam sozinhos com o tempo. Eles precisam de espaço para escuta, revisão e combinação de rotas… especialmente quando a vida muda, o cansaço aparece e as prioridades se reorganizam.😉

Conversar não é sinal de crise.
Muitas vezes, é justamente o que evita que pequenos silêncios virem distâncias difíceis de reparar.

Talvez o mais importante não seja planejar o ano perfeito, mas construir, juntos, um jeito mais consciente de atravessá-lo. 🤍✨

Laila Seganfredo
Psicóloga – CRP-07/22266

Neste Natal, eu tenho muito a agradecer.🥹Agradecer pela minha família, pelo amor que me sustenta nos dias bons e também ...
24/12/2025

Neste Natal, eu tenho muito a agradecer.🥹

Agradecer pela minha família, pelo amor que me sustenta nos dias bons e também nos dias difíceis. Pelo privilégio de ver meu filho crescer, de compartilhar a vida com quem caminha ao meu lado e me lembra, todos os dias, do que realmente importa.

Mas também agradeço por cada pessoa que, ao longo deste ano, confiou em mim algo tão delicado: a própria história.
Suas dores, suas dúvidas, seus medos, suas tentativas de recomeçar.🥰

Escutar o outro é um gesto profundo de confiança. E isso nunca passa despercebido para mim.

O Natal nos convida a desacelerar, a olhar para dentro, a reconhecer limites, perdas e também tudo aquilo que seguimos carregando com coragem, mesmo na nossa intimidade.

Que este seja um tempo de acolhimento.
De menos cobranças e mais presença.
De mais gentileza com o outro, mas principalmente consigo mesma.💝

Obrigada a todos que caminharam comigo neste ano.
Que o Natal traga descanso para o coração e esperança para o que ainda está por vir. 🤍✨

Laila Seganfredo 🩷

Muitas mulheres chegam ao consultório com a mesma pergunta: ‘Será que eu estou exagerando? Será que o problema sou eu?’👀...
23/12/2025

Muitas mulheres chegam ao consultório com a mesma pergunta: ‘Será que eu estou exagerando? Será que o problema sou eu?’👀

Esse questionamento constante não surge do nada.

Na manipulação psicológica conhecida como gaslighting, a outra pessoa nega fatos, distorce conversas e invalida sentimentos de forma repetida.
Frases como:
— ‘Isso nunca aconteceu’
— ‘Você entendeu tudo errado’
— ‘Você está inventando coisa’
vão se acumulando até que você começa a desconfiar da própria memória, da sua percepção e, aos poucos, da sua identidade.😞

Do ponto de vista da psicologia, isso é grave porque altera a percepção da realidade.
Quando alguém ataca repetidamente a sua capacidade de confiar no que sente e no que lembra, sua segurança emocional começa a ruir.⚠️

Uma pessoa que duvida de si mesma se cala mais, questiona menos e se submete com mais facilidade. É por isso que essa forma de violência é tão destrutiva: ela não deixa marcas visíveis, mas fragiliza profundamente a estrutura emocional de quem vive isso.

Manipulação psicológica não é drama. Não é exagero. Não é “coisa da sua cabeça”. É violência.✋🏻

👉 Você já viveu algo parecido ou conhece alguém que passou por isso?

Muitas mulheres chegam ao consultório com a mesma pergunta: ‘Será que eu estou exagerando? Será que o problema sou eu?’😔...
23/12/2025

Muitas mulheres chegam ao consultório com a mesma pergunta: ‘Será que eu estou exagerando? Será que o problema sou eu?’😔

Esse questionamento constante não surge do nada.

Na manipulação psicológica conhecida como gaslighting, a outra pessoa nega fatos, distorce conversas e invalida sentimentos de forma repetida.
Frases como:
— ‘Isso nunca aconteceu’
— ‘Você entendeu tudo errado’
— ‘Você está inventando coisa’
vão se acumulando até que você começa a desconfiar da própria memória, da sua percepção e, aos poucos, da sua identidade.⚠️

Do ponto de vista da psicologia, isso é grave porque altera a percepção da realidade.
Quando alguém ataca repetidamente a sua capacidade de confiar no que sente e no que lembra, sua segurança emocional começa a ruir.

Uma pessoa que duvida de si mesma se cala mais, questiona menos e se submete com mais facilidade. É por isso que essa forma de violência é tão destrutiva: ela não deixa marcas visíveis, mas fragiliza profundamente a estrutura emocional de quem vive isso.😢

Manipulação psicológica não é drama. Não é exagero. Não é “coisa da sua cabeça”.

É violência.✋🏻

👉 Você já viveu algo parecido ou conhece alguém que passou por isso?

17/12/2025

Negar uma traição nem sempre é apenas tentar escapar das consequências externas.
Muitas vezes, é uma tentativa de não entrar em contato com a própria culpa e com a quebra da própria imagem.😞

Assumir um erro desse tamanho exige maturidade emocional, capacidade de sustentar a vergonha e disposição para reparar.
Quando isso não existe, a negação vira uma defesa psíquica poderosa.

Por isso, insistir em “arrancar a verdade” de quem ainda não consegue olhar para si raramente gera diálogo real.

O que existe ali não é só silêncio… é incapacidade emocional de lidar com o que foi feito.👀

Entender esse mecanismo ajuda a parar de personalizar a negação e a fazer escolhas mais conscientes sobre limites, continuidade ou afastamento. 🌱

Laila Seganfredo
Psicóloga – CRP-07/22266

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