psilucivanegasparincolla

psilucivanegasparincolla Psicóloga Clínica. Ajuda famílias a compreenderem o desenvolvimento emocional e psíquico dos filhos.

Primeiro dia de aula e ansiedade de separação na infância.O choro e o medo no primeiro dia de aula são manifestações esp...
26/01/2026

Primeiro dia de aula e ansiedade de separação na infância.

O choro e o medo no primeiro dia de aula são manifestações esperadas em crianças pequenas e estão diretamente relacionados à ansiedade de separação, um fenômeno comum no desenvolvimento infantil.
Nessa fase, o sistema límbico — responsável pelas emoções — reage de forma intensa à separação das figuras de apego, enquanto o córtex pré-frontal ainda não possui maturidade suficiente para regular essas emoções ou compreender a noção de tempo e permanência.
🔍 Importante destacar:
O choro não indica falta de preparo da criança, fragilidade emocional ou erro dos pais. Indica apenas que o vínculo está ativo e que o cérebro infantil está tentando lidar com uma transição significativa.

Para as mães:

-Mantenha uma despedida curta, firme e carinhosa;
-Evite sair escondida — isso aumenta a insegurança;
-Valide o sentimento: “Eu sei que dá medo, mas você está seguro”;
-Confie na escola e transmita essa confiança à criança;
-Manter uma postura emocionalmente segura e confiante
- Diga que voltará para buscá-la;
- Nas semanas que antecedem o início das aulas, passe pela escola, converse com a criança sobre o quanto será legal, deixe ela falar o que sente, acolha;
-Respeitar o tempo individual de adaptação de cada criança;
Lembre-se: o choro não significa que você está fazendo algo errado.

A adaptação escolar é um processo neuroemocional, não um evento isolado. Com repetição, acolhimento e constância, o cérebro infantil aprende que a separação é temporária e segura.
💛 Acolher não é evitar o choro.
É ensinar a criança que emoções difíceis podem ser vividas com suporte e segurança.
Lucivane Gasparin Colla
Psicóloga Infantil

Quando os pais perguntam sobre o “mau comportamento” infantil, é importante explicar o que acontece com o cérebro que es...
12/01/2026

Quando os pais perguntam sobre o “mau comportamento” infantil, é importante explicar o que acontece com o cérebro que está em desenvolvimento.
Na maioria das vezes, não é birra, nem falta de limite.
A criança ainda está em desenvolvimento.
O sistema límbico, responsável pelas emoções, reage de forma intensa, enquanto o córtex pré-frontal — área do autocontrole, da tomada de decisão e da regulação emocional — ainda não está maduro.
Isso significa que a criança sente antes de conseguir pensar.
Ela não escolhe “se comportar mal”; ela reage ao que não consegue organizar internamente.
Por isso, não basta repetir frases prontas como “valide as emoções do seu filho”.
Validar não é permitir tudo, nem eliminar frustrações.
Validar é acolher a emoção, nomear o que está acontecendo, e ajudar a criança a aprender algo que ela ainda não consegue fazer sozinha.
Educar não é controlar emoções, é ensinar o cérebro a amadurecer com segurança, limites e vínculos.
Comportamento infantil deve ser compreendido como expressão do funcionamento neuroemocional, não como falha moral.
💛 Comportamento é comunicação,
Sempre.





Não abandone o seu adolescente.Mesmo quando ele revira os olhos.Mesmo quando diz que você “não entende nada”, que suas r...
02/01/2026

Não abandone o seu adolescente.

Mesmo quando ele revira os olhos.
Mesmo quando diz que você “não entende nada”, que suas regras são exageradas, que só você exige isso.
Mesmo quando ele fecha a porta do quarto com força — e o coração junto.
Não abandone seu filho quando for cansativo colocar limites, controlar o uso do celular, insistir no horário de dormir, dizer “não” mais vezes do que gostaria.
Não abandone quando parecer mais fácil ceder do que sustentar.
Não abandone seu adolescente tentando ser apenas a mãe legal, a mãe que não frustra, a mãe que não desagrada.
Adolescentes não precisam de pais perfeitos — precisam de pais presentes, firmes e disponíveis.
Não abandone nas refeições silenciosas, nas respostas curtas, no “depois a gente conversa”.
Permaneça.
A presença consistente ensina mais do que qualquer discurso.
Não abandone acreditando que ele já sabe o que é melhor para a própria vida.
Ele ainda não sabe — e isso não é um defeito, é desenvolvimento.
O cérebro ainda está em construção, o controle dos impulsos ainda é frágil, as decisões ainda são emocionais.
É exatamente por isso que você é necessário.
Haverá dias em que você vai duvidar de si, pensar que está fazendo tudo errado, sentir culpa, raiva e cansaço.
Mas educar não é agradar.
Educar é sustentar limites com amor, mesmo quando dói.
Então vá lá.
Fique.
Abrace.
Coloque limites.
Cuide.
Porque crescer dói — e nenhum adolescente deveria atravessar essa fase sozinho.
Psicóloga Lucivane.




Janeiro Branco: cuidar da mente é um ato de amor 🤍Janeiro é o mês que nos convida a olhar para dentro.Assim como planeja...
01/01/2026

Janeiro Branco: cuidar da mente é um ato de amor 🤍

Janeiro é o mês que nos convida a olhar para dentro.
Assim como planejamos metas, sonhos e projetos para o novo ano, também precisamos cuidar daquilo que sustenta tudo isso: a nossa saúde mental.
O Janeiro Branco nos lembra que sentimentos importam, que emoções não devem ser silenciadas e que pedir ajuda não é sinal de fraqueza, mas de coragem. Ansiedade, angústia, inseguranças, medos e cansaços emocionais fazem parte da experiência humana — e podem (e devem) ser acolhidos.
Cuidar da mente é aprender a reconhecer limites, respeitar o próprio tempo e construir relações mais saudáveis consigo e com o outro. É entender que equilíbrio emocional não é ausência de problemas, mas a capacidade de lidar com eles de forma mais consciente.
Que neste novo ano possamos normalizar o cuidado psicológico, falar mais sobre emoções e escolher, todos os dias, olhar para a saúde mental com a importância que ela merece.
🧠💬 Você não precisa dar conta de tudo sozinho(a).



Reflexão clínica para o encerramento de um ciclo "2025"Do ponto de vista psicológico, a vida nos confronta não para puni...
30/12/2025

Reflexão clínica para o encerramento de um ciclo "2025"

Do ponto de vista psicológico, a vida nos confronta não para punir, mas para despertar consciência e promover amadurecimento emocional. As frustrações rompem idealizações, as perdas reorganizam prioridades e os conflitos revelam conteúdos internos que ainda pedem elaboração.
Os ciclos que se repetem indicam experiências que precisam ser integradas, não evitadas. Quando o controle se torna excessivo, a vida impõe pausas e rupturas que convidam à flexibilização, aceitação e autorresponsabilidade.
Aquilo que dói também comunica. O sofrimento, quando escutado, pode tornar-se um potente agente de transformação, favorecendo crescimento, fortalecimento emocional e vínculos mais saudáveis.
Ao final de um ano, talvez não reste tudo o que desejamos —
mas permanece exatamente o que é essencial para continuar. 🤍




Encerrando mais um ano.Último domingo do ano.Um ano intenso, atravessado por desafios, obstáculos e, também, por incontá...
29/12/2025

Encerrando mais um ano.

Último domingo do ano.
Um ano intenso, atravessado por desafios, obstáculos e, também, por incontáveis bênçãos.
Uma agenda cheia, uma fila de espera que fala de esperança. Famílias que chegam carregando dúvidas, medos e inseguranças, em busca de caminhos possíveis para o desenvolvimento de seus filhos. E, ao mesmo tempo, famílias que se despedem com o coração aquecido, celebrando conquistas, autonomia e crescimento — levando consigo a certeza de que, se precisarem, este espaço continuará aqui.
E entre chegadas e partidas, aqui estou eu.
Neste lugar que um dia foi sonho e hoje é acolhimento, escuta e cuidado.
Ao final de cada dia, levo comigo aprendizados, sorrisos, pequenas grandes conquistas… e também as preocupações legítimas de quem cuida do desenvolvimento de um pequeno ser humano. Um trabalho que exige olhar para a criança — e não apenas para o diagnóstico —, acolher as famílias, respeitar o tempo de cada processo e compreender que nem sempre haverá evolução visível.
Cuidar de crianças é conviver com incertezas diárias.
É equilibrar técnica e sensibilidade.
É não exigir além do possível.
É permanecer.
É amar.
Quero sempre poder olhar para trás e reconhecer que, mesmo nas dúvidas, eu cuidei. Que fui humana. Que respeitei histórias. Que acreditei, mesmo sem garantias. Que ajudei a transformar aquilo que não aparece nos relatórios: o medo em possibilidades, a tensão em segurança, a desorganização em tentativas, o corpo rígido em um corpo que experimenta.
Aos meus pequenos, reafirmo: não estou aqui para “consertar” movimentos, mas para facilitar experiências.
Às famílias, seguimos juntos, respeitando tempos, limites e singularidades.
Que 2026 nos encontre ainda mais próximos, com presença, vínculo e cuidado. 🤍

Com carinho,
Tia Lú. 🩵





Festas de fim de ano e crianças autistas: acolher é o melhor presente As festas de fim de ano costumam ser momentos de a...
25/12/2025

Festas de fim de ano e crianças autistas: acolher é o melhor presente

As festas de fim de ano costumam ser momentos de alegria, encontros e celebrações.
Mas, para muitas crianças autistas, esse período pode ser desafiador.
Luzes intensas, barulhos altos, cheiros fortes, mudanças na rotina, muitas pessoas falando ao mesmo tempo… Tudo isso pode gerar sobrecarga sensorial, ansiedade e crises de desregulação emocional.
É importante lembrar:
👉 birra não é escolha
👉 isolamento não é falta de educação
👉 crise não é “drama”
Cada criança autista percebe o mundo de uma forma única e intensa.
O melhor presente é o acolhimento:
• respeitar limites
• oferecer pausas
• manter rotinas sempre que possível
• permitir que a criança se afaste quando precisar
• não exigir contato físico ou interação forçada
Quando os adultos ajustam o ambiente, a criança consegue participar do seu jeito — e isso também é inclusão.
Que possamos viver festas mais conscientes, empáticas e respeitosas.
Porque amar também é compreender. 💙

Psicóloga Lucivane.





Férias escolares: quando a rotina descansa, mas as emoções falam.As férias chegam como um convite ao descanso, à brincad...
24/12/2025

Férias escolares: quando a rotina descansa, mas as emoções falam.

As férias chegam como um convite ao descanso, à brincadeira e ao tempo livre.
Para as crianças, esse período é vivido com intensidade — e nem sempre apenas com alegria.
A ausência da rotina escolar pode gerar mudanças no comportamento:
mais agitação, irritabilidade, dificuldade para dormir ou regressões emocionais.
Isso não é “manha”. É a criança tentando se reorganizar emocionalmente.

💡 Algumas dicas importantes para os pais durante as férias:
✔️ Mantenha horários básicos (sono e alimentação)
✔️ Estabeleça limites claros, mas com afeto
✔️ Reserve momentos de atenção exclusiva para a criança
✔️ Permita o ócio e a brincadeira livre (eles são terapêuticos)
✔️ Observe comportamentos — eles comunicam necessidades emocionais
A infância precisa de férias, sim.
Mas também precisa de presença emocional, previsibilidade e vínculo seguro.
Que esse período seja uma oportunidade de fortalecer conexões
e promover um desenvolvimento emocional mais saudável.
Aproveite às férias para criar memórias afetivas com seus filhos. Essa dica se estende aos adolescentes também.




QUANDO O FIM DO ANO PESA NO EMOCIONAL.As festas de fim de ano costumam ser idealizadas como um tempo de alegria, união e...
22/12/2025

QUANDO O FIM DO ANO PESA NO EMOCIONAL.

As festas de fim de ano costumam ser idealizadas como um tempo de alegria, união e celebração. Socialmente, existe uma expectativa quase obrigatória de felicidade. Psicologicamente, porém, esse período pode ativar exatamente o oposto em muitas pessoas.
O encerramento do ano funciona como um marco simbólico: ele convoca balanços, comparações e cobranças internas. O que foi conquistado, o que não deu certo, quem ficou para trás, quais planos não saíram do papel. Para pessoas mais ansiosas, esse movimento interno pode intensificar sentimentos de insegurança, insuficiência e medo do futuro.
As reuniões familiares, embora carregadas de afeto para alguns, também podem reativar histórias emocionais não resolvidas, conflitos antigos, dinâmicas de julgamento e expectativas externas. O simples “como você está?” pode soar como uma cobrança silenciosa. Isso gera angústia, tensão corporal e um esforço psíquico para sustentar uma imagem de bem-estar que nem sempre é real.
Além disso, há quem vivencie o fim de ano como um período de solidão emocional, especialmente quando há perdas recentes, lutos, rupturas ou distanciamentos. A comparação com a felicidade exibida nas redes sociais tende a reforçar a sensação de exclusão e inadequação, alimentando a ansiedade e a tristeza.
Do ponto de vista psicológico, é importante lembrar que esses sentimentos não são fraqueza, nem ingratidão. Eles são respostas humanas a um contexto que exige demais do emocional. Validar as próprias emoções, respeitar limites e compreender que nem todo fim de ano precisa ser festivo é um movimento de autocuidado e maturidade emocional.
Cuidar da saúde mental nesse período passa por permitir-se sentir, reduzir cobranças internas e entender que atravessar o ano já é, por si só, uma conquista. Nem sempre é sobre celebrar. Às vezes, é apenas sobre sobreviver, integrar e seguir.



Calmaria ou tempestade: ambas são formas de comunicação emocional.Na clínica infantil, compreendemos que cada criança ex...
15/12/2025

Calmaria ou tempestade: ambas são formas de comunicação emocional.

Na clínica infantil, compreendemos que cada criança expressa suas necessidades por meio de comportamentos, intensidade afetiva e padrões de regulação emocional.
Algumas apresentam respostas mais suaves e previsíveis; outras demonstram emoções que parecem “tempestuosas”. Nenhuma dessas formas é disfuncional por si só — ambas revelam caminhos importantes do desenvolvimento.

A criança que chega como calmaria pode estar sinalizando segurança interna, temperamento mais inibido ou estratégias adaptativas já consolidadas.
A que chega como tempestade pode expressar sobrecarga sensorial, dificuldades na autorregulação, experiências desorganizadoras ou simplesmente um temperamento mais expansivo.

O papel do profissional (e também da família) não é silenciar a intensidade, mas escutá-la, compreendê-la e oferecer suporte para que a criança aprenda a nomear, regular e transformar suas experiências internas.

Em psicologia infantil, toda expressão emocional é uma porta de entrada para o vínculo, para o desenvolvimento e para a construção de caminhos mais seguros.

Lucivane Gasparin Colla — Psicóloga Infanto juvenil.
CRP 07/35735
📍 Erechim — RS





Medo ou Confiança: Onde seu filho busca refúgio quando as coisas dão errado?Esta imagem é uma ilustração poderosa sobre ...
13/12/2025

Medo ou Confiança: Onde seu filho busca refúgio quando as coisas dão errado?
Esta imagem é uma ilustração poderosa sobre a psicologia infantil e a dinâmica entre pais e filhos. Ela compara dois cenários muito comuns, destacando a diferença crucial entre educar pelo medo e educar pela confiança.

Medo x Confiança: Onde seu filho busca refúgio quando erra?

A imagem acima ilustra, de forma simples e direta, um dos maiores desafios da parentalidade moderna: a construção de um canal de comunicação aberto e seguro com nossos filhos. Ela nos apresenta dois caminhos distintos baseados na reação que a criança espera receber dos pais.

Cenário 1:
O Silêncio Gerado pelo Medo
No primeiro quadro, marcado com um "X", vemos uma criança angustiada, sofrendo sozinha. O pensamento dela é revelador: "Se eu contar pra minha mãe, ela vai me bater e brigar comigo!".
Isso nos mostra que, quando a criança associa o erro ou a dificuldade à certeza da punição severa (física ou verbal), ela cria um mecanismo de defesa. O medo da reação dos pais se torna maior do que o problema em si. O resultado não é uma criança mais comportada, mas sim uma criança que aprende a mentir, a omitir e a esconder seus sentimentos para se proteger de quem deveria protegê-la.

Cenário 2: A Conexão Gerada pelo Acolhimento
No segundo quadro, vemos a transformação. A mãe está agachada, na altura do olhar da filha, numa postura receptiva e calma. A criança se sente segura para se aproximar e dizer: "Mamãe... Preciso de sua ajuda!".
Neste cenário, a criança sabe que pode ter cometido um erro ou estar em apuros, mas ela também sabe que a mãe (ou o pai) é o seu "porto seguro". Ela entende que será ouvida antes de ser julgada, e que o foco estará na solução do problema, e não apenas na punição.
A Lição Principal
A diferença fundamental entre as duas cenas não é o comportamento da criança, mas a acessibilidade emocional do adulto.
Continua nos comentários....

Psicóloga Lucivane
CRP 7/35/35

No último domingo, nossa cidade viveu um dos episódios climáticos mais marcantes da nossa história. A chuva de granizo d...
26/11/2025

No último domingo, nossa cidade viveu um dos episódios climáticos mais marcantes da nossa história. A chuva de granizo deixou rastros que vão muito além dos danos materiais — tocou profundamente as famílias, os lares e, principalmente, o coração das nossas crianças.

As pedras enormes, assustadoras, pegaram a todos de surpresa. Nem mesmo os mais velhos lembram de algo parecido. Em poucos minutos, casas foram destruídas, rotinas quebradas e a sensação de segurança, tão essencial na infância, foi abalada.

Como psicóloga infantil, tenho visto o quanto este evento deixou marcas emocionais nos pequenos.
Crianças vivem e interpretam o mundo a partir daquilo que sentem — e quando algo tão intenso acontece, é natural que apareçam sinais de medo e insegurança.

Algumas reações comuns após um trauma climático são:

• Medo repentino de novas chuvas ou trovões;
• Dificuldade para dormir ou pesadelos;
• Choro fácil ou irritabilidade;
• Apego maior aos pais ou medo de ficar sozinhas;
• Brincadeiras que repetem o que aconteceu, como forma de elaborar o susto;
• Silêncio ou retraimento, quando a criança não sabe como expressar o que sentiu.

Tudo isso é compreensível. Elas ainda estão tentando organizar internamente algo que, para qualquer adulto, já seria assustador.

Este é um momento de acolher, ouvir sem pressa e validar o que elas sentiram.
De permitir que falem, desenhem, brinquem e expressem o medo sem minimizar suas emoções.
De oferecer colo, previsibilidade e pequenas rotinas para que voltem a sentir segurança.

Que como comunidade possamos reconstruir não apenas casas, mas também sensações de proteção e estabilidade.
E que cada criança encontre, em nós, o apoio necessário para transformar esse susto em força.

Estou aqui para acolher e ajudar as famílias que precisarem.

Se você percebeu mudanças no comportamento do seu filho após a tempestade, observe, acolha — e, se necessário, busque apoio profissional. Cuidar da saúde emocional agora é essencial para que ele recupere a segurança e o bem-estar.

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Avenida VX De Novembro 55, Edificio Premiun , Sala 34
Erechim, RS

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