Pandora Psicologia

Pandora Psicologia "É preciso conhecer-se a si mesmo; se isso não servisse para encontrar a verdade, serviria ao menos para regular a vida, e não há nada mais justo." Pascal

10/07/2018
10/07/2018

Só não vê anjos aquele que não presta atenção nas pessoas que Deus coloca na vida.

29/11/2017

"A busca pela normalidade é a meta dos incompetentes."
Carl jung

O QUE É SER BIPOLAR?Depressão e Mania.O Transtorno do humor bipolar flutua entre humor exaltado a humor depressivo. São ...
08/09/2014

O QUE É SER BIPOLAR?
Depressão e Mania.
O Transtorno do humor bipolar flutua entre humor exaltado a humor depressivo. São pessoas comumente reconhecidas como francas e abertas, brilhantes, otimistas ou pessimistas, que lamentam o passado.
Apresentam duas características alternadamente mostrando-se instáveis e variáveis, embora as funções afetivas podem nunca ultrapassar os limites da normalidade.
Os episódios podem acontecer, caracterizando-se por em momentos onde o paciente apresenta humor deprimido,expressãotriste e desamparado, o olhar se perde. As queixas que trazem, é de fracasso, de não conseguir pensar. Não há interesse pelo que se passa a sua volta. A fala é lenta, limitando-se às vezes a respostas monossílabas. Levantar-se para fazer algo é difícil, o corpo é um “chumbo”. Mas não há estreitamento da consciência, nem desorientação, nem distúrbios intelectuais. O paciente tende a sentirem-se pior de manhã me melhora na tarde.
Algumas vezes, em formas mais moderadas de depressão o paciente procura o especialista levemente deprimido, mas suas queixas são os sintomas de fadiga, falta de apetite, intolerância ao barulho,etc.
Se os sintomas persistem por muito tempo e houver uma história anterior de ser episódio semelhante alguns anos atrás, é provável que o quadro seja realmente depressão.
Na maioria das depressões não se evidencia uma causa precipitante em algumas o fator desencadeante pode ser uma perda, em outras um desejo inconsciente pode vir a tona estimulado por algum fator externo.
Na fase de “mania”, que é a euforia, o paciente mantem sua posição no meio em que vive e por algum tempo, chegando a ser considerado pelos outros como alguém brilhante, mas com o evoluir da crise, percebe-se que as interferências, a irritabilidade, a tendência a dominar com mil ideias não são normais. O paciente assim tende a monopolizar a conversa, passa de um ponto a outro exibindo a fuga de ideias, é inconsistente e mutável, não tolera críticas. Muitas vezes sua conduta desordenada leva-o a ser hospitalizado. É pessoa difícil de manejar, detesta restrições, quer modificar o ambiente. Sua inquietação é marcante, precisa estar sempre ocupado, não demonstra fadiga. Não apresenta “insight’ de que está doente. Assim como o humor é contagiante, tem acessos de raiva frequentes.
Do lado psicológico a estrutura da personalidade que caracteriza o maníaco-depressivo, merece atenção. A personalidade desses pacientes é normalmente como ciclotímica,isto é, o quanto flutua de humor exaltado a humor depressivo.
Causas da depressão:
Certos tipos de depressão ocorrem repetidamente em algumas famílias, indicando que a vulnerabilidade biológica pode ser herdada.
A constituição psicológica também desempenha papel na vulnerabilidade à depressão. Pessoas com baixa auto estima, que se veem sistematicamente a si mesmas e ao mundo com pessimismo, em que se deixam facilmente abater pelo estresse, são predispostas `a depressão, uma perda importante, uma doença crônica, conflitos no relacionamento, dificuldades financeiras ou qualquer alteração na vida pode desencadear um episódio depressivo.
Maria Adelaide Reis.
Psicóloga

Pulsão de Vida e Pulsão de MortePulsão de Vida e Pulsão de MorteAs descobertas de Freud referentes ao descentramento do ...
01/09/2014

Pulsão de Vida e Pulsão de Morte
Pulsão de Vida e Pulsão de Morte

As descobertas de Freud referentes ao descentramento do sujeito, que determinam o Ser do Psiquismo, foram importantes para que os conceitos de Pulsão de Vida e Pulsão de Morte fossem formulados. A partir da elaboração das teorias ligadas ao Inconsciente Humano, importantes para o surgimento da perspectiva do deslocamento da soberania do consciente e do eu para os registros do inconsciente e das pulsões, o autor aprofundou as concepções relativas às pulsões.

Para Freud, as pulsões não estariam localizadas no corpo e nem no psiquismo, mas na fronteira entre os dois e teriam como fonte o Id (isso). A pulsão de vida seria representada pelas ligações amorosas que estabelecemos com o mundo, com as outras pessoas e com nós mesmos, enquanto a pulsão de morte seria manifestada pela agressividade que poderá estar voltada para si mesmo e para o outro. O princípio do prazer e as pulsões eróticas são outras características da pulsão de vida. Já a pulsão de morte, além de ser caracterizada pela agressividade traz a marca da compulsão à repetição, do movimento de retorno à inércia pela morte também.

Embora pareçam concepções opostas, a pulsão de vida e a pulsão de morte estão conectadas, fundidas e onde há pulsão de vida, encontramos, também, a pulsão de morte. A conexão só seria acabada com a morte física do sujeito.

Podemos constatar o enlaçamento existente entre as pulsões na dinâmica da neurose da angústia. A pulsão de morte no sujeito será a responsável pela elevação da tensão ou excitação libidinal que será escoada pela pulsão de vida que levará o indivíduo, impulsionado pelo princípio do prazer, a procurar objetos que venham minimizar os impactos da angústia.

Os conceitos de pulsão de vida e pulsão de morte concebidos por Freud foram importantes para a construção da teoria psicanalítica, pois proporcionou um novo entendimento sobre os registros do inconsciente, ampliando os estudos e concepções sobre o psiquismo humano.

http://estudandopsicologia.wordpress.com/2009/07/06/pulsao-de-vida-e-pulsao-de-morte/
Foto: Pulsão de Vida e Pulsão de Morte

As descobertas de Freud referentes ao descentramento do sujeito, que determinam o Ser do Psiquismo, foram importantes para que os conceitos de Pulsão de Vida e Pulsão de Morte fossem formulados. A partir da elaboração das teorias ligadas ao Inconsciente Humano, importantes para o surgimento da perspectiva do deslocamento da soberania do consciente e do eu para os registros do inconsciente e das pulsões, o autor aprofundou as concepções relativas às pulsões.

Para Freud, as pulsões não estariam localizadas no corpo e nem no psiquismo, mas na fronteira entre os dois e teriam como fonte o Id (isso). A pulsão de vida seria representada pelas ligações amorosas que estabelecemos com o mundo, com as outras pessoas e com nós mesmos, enquanto a pulsão de morte seria manifestada pela agressividade que poderá estar voltada para si mesmo e para o outro. O princípio do prazer e as pulsões eróticas são outras características da pulsão de vida. Já a pulsão de morte, além de ser caracterizada pela agressividade traz a marca da compulsão à repetição, do movimento de retorno à inércia pela morte também.

Embora pareçam concepções opostas, a pulsão de vida e a pulsão de morte estão conectadas, fundidas e onde há pulsão de vida, encontramos, também, a pulsão de morte. A conexão só seria acabada com a morte física do sujeito.

Podemos constatar o enlaçamento existente entre as pulsões na dinâmica da neurose da angústia. A pulsão de morte no sujeito será a responsável pela elevação da tensão ou excitação libidinal que será escoada pela pulsão de vida que levará o indivíduo, impulsionado pelo princípio do prazer, a procurar objetos que venham minimizar os impactos da angústia.

Os conceitos de pulsão de vida e pulsão de morte concebidos por Freud foram importantes para a construção da teoria psicanalítica, pois proporcionou um novo entendimento sobre os registros do inconsciente, ampliando os estudos e concepções sobre o psiquismo humano.

http://estudandopsicologia.wordpress.com/2009/07/06/pulsao-de-vida-e-pulsao-de-morte/

As descobertas de Freud referentes ao descentramento do sujeito, que determinam o Ser do Psiquismo, foram importantes para que os conceitos de Pulsão de Vida e Pulsão de Morte fossem formulados. A ...

14/08/2014

Síndrome de “burnout”: um desgaste profissional ou um problema do indivíduo
O termo Síndrome de Burnout tem seu significado em português como “perder energia”. É uma síndrome através da qual o trabalhador perde o sentido da sua relação com o trabalho, de forma que as coisas já não importam mais e qualquer esforço lhe parece inútil. Embora a experiência de Burnout tenha alguma relação com sentimento de insatisfação e depressão, eles não são sinônimos. Alguns sintomas são os mesmos, porém a diferença é que o indivíduo pode estar com Burnout em uma esfera de sua vida e funcionar bem em outras, já na depressão clássica os sintomas se manifestam em todas as situações de vida. Ao falarmos de Burnout, referimo-nos a três fatores que podem parecer associados, mas que são independentes: despersonalização, exaustão emocional e baixo envolvimento no trabalho. A exaustão emocional é entendida como a carência de energia, e um sentimento de esgotamento emocional, a despersonalização caracteriza-se por tratar colegas e a organização como objetos e a diminuição da realização pessoal no trabalho, por uma tendência do trabalhador se auto avaliar de forma negativa. Os sintomas de Burnout são divididos ainda em quatro categorias: físicas (fadiga constante, dores no pescoço, ombros e dorso, problemas gastrintestinais, perda de apetite e emagrecimento), psíquicas (dificuldade de concentração e redução da capacidade de tomar decisões), emocionais e distúrbios de comportamento (tendência ao isolamento).
Estudos demonstram que o Burnout apresenta um alto índice em profissionais da área de saúde e educadores, sendo estes os mais suscetíveis. A suscetibilidade de estresse encontrada nos professores deve-se a uma série de mudanças que este vem sofrendo em sua vida profissional como: falta de segurança, burocracia, salários inadequados e outros.
Em relação aos profissionais da saúde, ou seja, profissionais que mantêm contato direto e constante com outras pessoas, são afetados por este tipo de síndrome, pois possuem uma filosofia humanística em seu trabalho. Defronta-se com um sistema de saúde geralmente desumanizado e despersonalizado, ao qual têm que se adaptar.
Normalmente as pessoas referem-se ao Burnout como um estado emocional vinculado ao trabalho, considerando número de horas de trabalho. Busca reorganizar-se e atribui a si solução do que sente. Buscam desta forma, atividades extras a fim de aliviar os sintomas físicos e emocionais resultantes do estresse, porém esta atitude é errônea, pois o indivíduo pensa ser ele o único responsável pela solução. E após muitas tentativas de solução, surge o Burnout.
Vale ainda ressaltar que a pessoa que apresenta fadiga ou sobrecarga de tarefas não pode ser considerada portadora de Burnout se a situação não estiver acompanhada de sentimento de incompetência ou diminuição de produtividade.
Assim, é necessário que se tome medidas no sentido de promover a satisfação na produtividade e redução do estresse considerando assim a prestação de melhora no trabalho.

Maria Adelaide Reis
Psicóloga Clínica.

RELACIONANDO PSICOLOGIA E AURICULOTERAPIA:Psicologia e auriculoterapia trabalham com as emoções, cada uma dentro de sua ...
26/07/2014

RELACIONANDO PSICOLOGIA E AURICULOTERAPIA:

Psicologia e auriculoterapia trabalham com as emoções, cada uma dentro de sua visão, portanto aliando-as, pode-se oferecer mais uma ferramenta em busca do equilíbrio emocional do indivíduo. Nesse sentido, “a resolução CFP 0052/2001 que dispõe sobre a prática da auriculoterapia pelo psicólogo como recurso auxiliar de trabalho do psicólogo”, vem colaborar para que tal procedimento seja possível ao psicólogo em benefício de seu paciente.
Todas as teorias da medicina Tradicional Chinesa (MTC) estão relacionadas com as emoções como podemos perceber na teoria de Yin e Yang e também na teoria dos cinco elementos ou dos movimentos da natureza. Esta teoria relaciona os órgãos e vísceras com os cinco elementos da natureza e, por conseguinte, as emoções, como a relação a seguir.

ELEMENTO ÓRGÃO VÍSCERA EMOÇÃO
Madeira Fígado Vesícula biliar Raiva
Água Rim Bexiga Medo
Metal Pulmão Intestino Grosso Tristeza
Terra Baço-Pâncreas Estômago Melancolia
Fogo Coração Intestino delgado Euforia

AURICULOTERAPIA ASSOCIADA A PSICOLOGIAA AURICULOTERAPIA é uma técnica oriental de tratamento que se baseia nos princípio...
19/07/2014

AURICULOTERAPIA ASSOCIADA A PSICOLOGIA
A AURICULOTERAPIA é uma técnica oriental de tratamento que se baseia nos princípios da medicina chinesa (MTC). Trata-se de um método terapêutico que utiliza a orelha para avaliação e tratamento das disfunções orgânicas e emocionais, bem como as dores em geral.
Baseia-se no princípio de que os 200 pontos auriculares estão fisicamente relacionados com as várias partes do corpo. A sua estimulação atua como condutor nos órgãos correspondentes, auxiliando-os a encontrar o seu normal funcionamento. A ariculoterapia associada com a psicologia, procura restabelecer a unidade possível entre pensamento e matéria já que uma doença é sempre acompanhada de sofrimento físico e vice-versa. Paradoxalmente, é o próprio estado da doença que restitui o sentido da unidade entre mente e corpo.
A orelha é composta por tecido cartilaginoso onde circula numerosos nervos importantes, os quais atuam como condutores recebendo e emitindo informação sensorial importante. A textura da pele auricular revela o estado de saúde do doente.

FRONTEIRA ENTRE MENTE E CORPO:
POSSÍVEIS ENQUADRES DE PACIENTES COM SINTOMAS FÍSICOS E PSICOLÓGICOS:
DISTURBIOS PSIQUIATRICOS COM MANIFESTAÇÃO FÍSICA
Um exemplo é a depressão (definida como “depressão mascarada”)que, em vez de se manifestar com diminuição do humor, apresenta sintomas somáticos: redução do apetite, queda da libido, fadiga e maior sensibilidade a dor. A ansiedade pode se manifestar também com distúrbios físicos: palpitações, tensão muscular, tremores, sensação de vertigens a abandono.

DISTÚRBIOS SOMATOFORMES
São sintomas somáticos que não correspondem a um diagnóstico preciso.
Exemplos clássicos são os distúrbios de conversão (as histerias de Freud: a pessoa que “se torna cega “porque “não quer ver”), os distúrbios de somatização (sintomas respiratórios, dolorosos, gastrintestinais) e a hipocondria.

PERSONALIDADE E DOENÇA
Há personalidades que parecem favorecer o desenvolvimento de doenças. Típico exemplo é a “personalidade” caracterizada pela impaciência, hiperatividade, competitividade, hostilidade, que favorecem as doenças coronarianas. A incapacidade de exprimir sentimentos e a tendência a sufocar as próprias reações emotivas .

COMORBIDADE
Uma doença orgânica coexiste com uma doença psíquica de modo independente ou a primeira desencadeia a segunda (por exemplo, o distúrbio ansiedade-depressão). Os fatores psíquicos podem influenciar ou comprometer a doença orgânica.

STRESS EMOCIONAL
Um período de luto pode causar imunodepressão, estados externos de angústia causando arritmias cardíacas. Os aparelhos que adoecem com mais frequência devido ao stress são o gastroentérico, locomotor, cutâneo e respiratório.
O stress pode provocar “doenças emocionais”, quadros clínicos com base exclusivamente emotiva, como algumas formas de cefaleia, hipertensão, distúrbios cutâneos, gástricos e colites.

01/07/2014

Psicologia e Auriculoterapia
Análise do Corpo Multidimensional
Sabemos que a psicologia estuda os fenômenos e comportamentos do ser humano, através da análise das emoções, ideias e valores. A psicoterapia caracteriza-se por uma intervenção ou tratamento de questões normalmente psíquicas, que o paciente aponta como problemáticas e causadoras de sofrimento. Neste sentido, apresenta-se como um espaço contentor e confidencial de partilha e reflexão, realizado a dois, isto é, entre o psicoterapeuta e o paciente, no qual se promove um processo de crescimento e ao mesmo tempo de mudanças na vida de determinada pessoa, respeitando a sua história pessoal, ritmos e motivação, partindo do ponto de evolução emocional que se encontra o paciente.
Porém muitas vezes nos deparamos com um paciente que chega trazendo a queixa da dor, seja ela de ordem emocional ou física, e, portanto necessitando de alívio. A dor é algo real, concreta na medida em que é experiência, mas é também subjetiva, pois a vivência interna dela e a própria descrição da dor é uma experiência subjetiva e individual. Às vezes a dor psíquica é vista como consequência de enfermidades físicas, e por outro lado, podemos considerar essa dor, como origem no psíquico. Para um olhar psicológico, não há divisão entre dor psíquica e dor física.
Se partirmos da ideia de, que o ser humano é um ser multidimensional, então o corpo físico passa a ser um desses níveis, e não o único. Esses níveis são interligados e se influenciam mutuamente, de forma direta e indireta. Inconsciente e consciente, corpo e psique são dois lados de uma única moeda – o organismo.

20/06/2014

Hoje, Chico Buarque completa 70 anos. Todas as homenagens são justas para o homem que pela qualidade, versatilidade e longevidade da obra, encontra poucos paralelos na história cultural do nosso país, tal qual um Michelangelo tupiniquim.…

10/06/2014

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Avenida Presidente Vargas, 2100
Esteio, RS
93260-084

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