Psicosaúde - Clinica de Psicologia Fernandópolis

Psicosaúde - Clinica de Psicologia Fernandópolis Trabalhando desde 2009 com atendimento clinico para adultos, adolescentes e crianças.

Chegamos ao fim de mais um ciclo, e é hora de nos despedirmos do ano que se encerra, acolhendo o novo, que se aproxima.É...
31/12/2025

Chegamos ao fim de mais um ciclo, e é hora de nos despedirmos do ano que se encerra, acolhendo o novo, que se aproxima.

É um momento que traz consigo a promessa de oportunidades renovadas, um convite para refletir sobre o que passou e para nos abrirmos ao que está por vir.

Agradecer pelo ano que se encerra é um gesto poderoso. Ser grato às experiências vivenciadas, lições aprendidas, desafios superados e pelas alegrias vividas - tanto as grandes quanto as pequenas. Cada momento, seja ele de risos ou lágrimas, contribuiu para a nossa jornada de crescimento e autodescoberta.

O ato de se renovar é uma escolha consciente, de deixar para trás o que já passou e não nos serve mais, para podermos abrir espaço para o novo e as oportunidades que ele traz.

É exatamente como na natureza: a cada estação a vida muda, revelando a beleza que existe na transformação. Podemos fazer o mesmo, renovando nossas esperanças, nossos propósitos e nossas relações.

A psicoterapia é uma aliada poderosa nesse processo de renovação. Em meio às mudanças, às vezes desafiadoras, um espaço de escuta e acolhimento pode proporcionar clareza, fortalecimento emocional e apoio para enfrentar novos desafios. É um caminho para compreender a si e ao outro, desenvolver recursos internos e cultivar uma mentalidade mais positiva, que leve a caminhos mais felizes.

Ao se despedir do ano velho e receber o novo, abra seu coração para as possibilidades que o futuro reserva. Que a renovação seja sua companheira e guia na construção de um ano cheio de realizações, aprendizados e bem-estar emocional.

Adeus, Ano Velho! Que a jornada que se inicia seja iluminada, repleta de amor, superações e novas descobertas! Feliz Ano Novo!

Muitas vezes, quando algo foge do nosso controle, nossa mente dispara: ansiedade, medo, raiva, frustração. Cada pessoa t...
26/12/2025

Muitas vezes, quando algo foge do nosso controle, nossa mente dispara: ansiedade, medo, raiva, frustração. Cada pessoa tem seu próprio "estilo" de reagir diante do imprevisto: alguns entram em negação, outros se sobrecarregam tentando resolver tudo ao mesmo tempo, e há também quem paralise, como se ficasse sem chão. A verdade é que não podemos impedir que situações inesperadas surjam. Elas fazem parte da vida e, em muitas vezes, acontecem quando menos esperamos. Pode ser muito difícil controlar as emoções diante delas — afinal, não se trata de fraqueza, mas de humanidade. Isso, porém, não significa que seja impossível aprender a modular nossas reações. É possível reconhecer cada emoção, dar nome ao que sentimos e, aos poucos, buscar respostas mais conscientes. Não se trata de "anular" a raiva ou o medo, mas de escolher como agir diante deles. Respirar fundo, observar a si mesmo e se permitir sentir já são passos importantes para não se perder no turbilhão de emoções que surgem diante de um problema inesperado. Essa pausa e esse esforço consciente podem fazer muitas diferença na forma como enfrentamos o que vem pela frente. Os problemas virão. Isso é certo. A questão não é como eliminá-los, mas como lidar com eles. A verdadeira autoconfiança não vem da ilusão de ter tudo sob controle o tempo todo, e sim da noção de que você terá condições de atravessar o que acontecer. É sobre o que está do lado de dentro muito mais do que sobre o que acontece do lado de fora. A psicoterapia pode ser um espaço seguro para explorar esses padrões e descobrir novas formas de enfrentar os desafios da vida. Conte comigo!

Você encara discussões como disputas? Já parou para pensar se, ao discutir com alguém que ama, você entra no diálogo ten...
21/12/2025

Você encara discussões como disputas? Já parou para pensar se, ao discutir com alguém que ama, você entra no diálogo tentando vencer, em vez de compreender e encontrar áreas de contato e consenso?
As conversas difíceis revelam muito, não só sobre a forma como nos relacionamos, mas também sobre nós mesmos. Quando o foco é encontrar um culpado, o diálogo vira disputa: cada um fala para se defender, e ninguém escuta de verdade. Mas quando a intenção é entender o que está por trás do conflito e, principalmente, o que fazer depois dele, surge um espaço novo, de escuta e responsabilidade compartilhada. Falar com o outro é também se escutar. Às vezes, o que irrita ou magoa na fala do outro toca algo dentro de nós que ainda não está resolvido. É preciso entender que nem toda discórdia é ataque pessoal, nem toda diferença é desrespeito. É preciso aprender a discordar sem transformar tudo em culpa ou agressão, nem em disputas simplistas, de vítima x algoz, perseguidor x perseguido, caça x caçador. Conversas difíceis exigem calma, empatia e disposição para sair do papel de "ter razão" e entrar no papel de "fazer sentido junto". Elas pedem mais perguntas e menos acusações, mais pausas e menos gritos, mais "eu sinto" e menos "você sempre".
Toda relação tem seus momentos de conflito e desconforto, mas é possível transformá-los em crescimento. Porque o diálogo, quando verdadeiro, não precisa ser um campo de batalha, e sim um caminho de reencontro. A psicoterapia pode ajudar a compreender o porquê de certos temas serem tão sensíveis e a encontrar formas mais saudáveis de se comunicar, para que suas conversas difíceis não se tornem impossíveis nem sinônimos de afastamento e rompimentos desnecessários.

Você já ouviu falar em fadiga por compaixão? Ela acontece quando alguém se dedica tanto a cuidar dos outros que acaba es...
14/12/2025

Você já ouviu falar em fadiga por compaixão? Ela acontece quando alguém se dedica tanto a cuidar dos outros que acaba esgotando suas próprias forças. É comum em profissionais da saúde, cuidadores de pessoas adoecidas ou idosas, professores ou qualquer pessoa que vive constantemente se doando ao outro, às custas do espaço que reserva para si mesma. Cuidar é bonito, é nobre — e muitas vezes é necessário e inevitável. Mas quando o cuidado vem acompanhado de culpa por descansar ou por abrir mão de tudo o que diz respeito à própria vida, o corpo e a mente começam a cobrar o preço. Surge o cansaço profundo, o esgotamento mental, a irritação, a sensação de vazio e até a perda do prazer em ajudar. Com isso, o que antes era feito com amor e devoção se transforma em fardo e infelicidade. A verdade é que cuidar do outro não exige anular-se. Pelo contrário: quanto mais você se conhece e se cuida, mais genuíno e equilibrado se torna o cuidado que é capaz de oferecer. Autocuidado não é egoísmo — é sobrevivência emocional. Estar bem consigo também é capacitar-se para oferecer o melhor cuidado ao outro. Reserve um tempo para si. Pode ser fazer uma caminhada, ouvir uma música que acalma, dormir um pouco mais, tomar um café com calma, conversar com alguém de confiança ou simplesmente respirar fundo antes de recomeçar. São gestos simples, mas que ajudam a recarregar as energias e a lembrar que você também merece cuidado — e que isso não significa esquecer-se dos cuidados com o outro. Se você sente que está no limite entre o amor ao outro e o cansaço de si, a psicoterapia pode te ajudar a reencontrar o equilíbrio entre empatia e autoacolhimento. Falar sobre isso faz diferença. Conte comigo!

O arrependimento é uma das emoções mais comuns e, ao mesmo tempo, mais difíceis de carregar. Ele surge quando pensamos q...
09/12/2025

O arrependimento é uma das emoções mais comuns e, ao mesmo tempo, mais difíceis de carregar. Ele surge quando pensamos que poderíamos ter feito diferente, escolhido outro caminho ou evitado uma situação. E muitas vezes, quando a decisão não tem mais como ser alterada, quando percebemos que o passado é definitivo e não tem como ser alterado, isso pode causar bastante dor. Porém, ficar preso ao "e se" nos coloca em um ciclo de dor e autocobrança, que além de desgastar, nos impede de viver plenamente o presente. O arrependimento, quando não elaborado, pode virar um peso constante, alimentando a culpa e a sensação de fracasso. Mas existe outro olhar: o arrependimento também pode ser um professor silencioso. Ele aponta para nossas necessidades, valores e desejos que talvez não tenham sido ouvidos no momento da escolha. O que não pode ser mudado, pode ser compreendido e ressignificado. Isso não significa apagar a dor, mas aprender a usá-la como um marco de crescimento. Ao invés de ficar preso ao que já passou, você pode se perguntar: "O que essa experiência me mostra sobre mim? Como posso viver de forma diferente daqui para frente?". O arrependimento não precisa ser um cárcere. Ele pode ser o início de um novo caminho de consciência, responsabilidade e liberdade. O passado não muda, mas a maneira como você escolhe viver hoje pode transformar o futuro. Você, já conseguiu transformar algum arrependimento em aprendizado? Compartilhe nos comentários. E conte comigo se achar que precisa ressignificar essas escolhas. A terapia pode ajudar você a olhar para elas com mais leveza e maior aceitação.

Você já parou para pensar no quanto a sua infância ainda habita dentro de você? Aquilo que vivemos nos primeiros anos de...
07/12/2025

Você já parou para pensar no quanto a sua infância ainda habita dentro de você? Aquilo que vivemos nos primeiros anos de vida muitas vezes continua ecoando em nossas escolhas, nos relacionamentos e até na forma como nos vemos hoje.

Quando uma criança é constantemente reprimida, seja por críticas, por imposição de silêncios ou por excesso de exigência, encolhendo o espaço para expressar o que sente, ela aprende a duvidar de si mesma: cresce com medo de errar, de incomodar e de não ser aceita.

Na vida adulta, isso pode aparecer como insegurança, dificuldade em se posicionar, baixa autoestima e até relacionamentos em que a pessoa se anula para não desagradar o outro.

Muitas vezes isso tudo é carregado como uma espécie de herança, uma marca, como se ainda precisássemos da aprovação de quem nos calou lá atrás.

Aqui está a boa notícia: nada disso é definitivo. A terapia ajuda a reconhecer essas vozes herdadas, desfazer amarras que já não existem, separar o que realmente faz sentido e dar novos significados à sua história.

É um processo de libertação: de poder falar, sentir e escolher viver a própria vida de forma mais leve e autêntica.

Se você sente que foi muito reprimida e que isso ainda pesa em suas decisões, saiba: é possível ressignificar. Não é sobre "apagar" o que aconteceu, mas sobre aprender a se ouvir de novo, a confiar em quem você é e a se permitir existir em sua totalidade.

🔹 Quais marcas da sua infância você percebe na sua vida adulta?

Compartilhe nos comentários, sua experiência pode ajudar outras pessoas a se reconhecerem também.

E conte comigo!


Quem nunca comprou algo sem precisar de verdade, apenas por impulso, para sentir um prazer momentâneo? Todo mundo já fez...
05/12/2025

Quem nunca comprou algo sem precisar de verdade, apenas por impulso, para sentir um prazer momentâneo? Todo mundo já fez isso, alguma vez. É normal, em alguma medida. Mas, para algumas pessoas, esse se torna um hábito nocivo, especialmente quando estão ansiosas, tristes ou até entediadas. Para elas, a ideia de "comprar para se sentir melhor", mesmo que inconscientemente, pode ser irresistível. É o chamado consumismo, que transforma as emoções em gatilho para decisões rápidas e, muitas vezes, inadequadas. Mas esse prazer é passageiro. Logo depois da compra, muitas vezes vem a culpa, a frustração ou até a sensação de vazio. Isso acontece porque não é o objeto que nos falta, mas sim algo mais profundo: acolhimento, descanso, vínculos ou um espaço para lidar com as emoções de forma mais saudável. O consumismo pode virar um ciclo: quanto mais sentimos desconforto interno, mais buscamos fora o que não encontramos dentro. E isso pode afetar não só a saúde emocional, mas também a financeira e os relacionamentos. Não é errado desejar ou comprar coisas que gostamos! O problema é quando isso se torna uma forma habitual de lidar com o estresse ou com emoções difíceis. É fundamental saber reconhecer esse ponto, em que o consumo deixa de ser prazer e passa a ser fuga. Antes de comprar por impulso, vale se perguntar: "Eu realmente preciso disso? Ou será que estou tentando preencher outra necessidade?". Esse simples exercício de consciência já pode ser o primeiro passo para sair da armadilha do consumo emocional.  Reconhecer o que você sente costuma ser o primeiro passo para promover mudanças e buscar maior bem-estar e equilíbrio. A psicoterapia pode ser uma grande aliada! Conte comigo!

05/12/2025
Quando falamos em "negligência", pensamos logo em abandono físico ou falta de cuidados básicos. Mas existe uma forma sil...
02/12/2025

Quando falamos em "negligência", pensamos logo em abandono físico ou falta de cuidados básicos. Mas existe uma forma silenciosa e mais difícil de perceber: a negligência emocional. Ela acontece quando nossas necessidades afetivas não são vistas, reconhecidas ou acolhidas - mesmo que tenhamos crescido em um lar onde não faltavam comida, roupa ou escola. Essas emoções que passaram "despercebidas" não desaparecem. Muito pelo contrário, elas ficam guardadas, criando uma sensação de vazio, de não pertencimento ou de "não ser suficiente". Na vida adulta, isso pode se manifestar em dificuldades para confiar, em medo de rejeição e até na tendência de esconder sentimentos. Muitas vezes, quem passou por negligência emocional escuta internamente uma voz que diz: "não reclame, não sinta, não peça demais". Esse tipo de aprendizado silencioso pode gerar uma desconexão em que a pessoa aprende a sobreviver, mesmo sem se expressar plenamente. Mas esse ciclo - e os padrões de pensamento e comportamento que derivam dele - pode ser rompido! O processo terapêutico é um espaço seguro para ressignificar essas experiências, aprender a nomear emoções e se permitir sentir, sem culpa. Reconhecer a negligência emocional não é apontar culpados na sua história, nem se vitimizar. É, na verdade, dar-se a chance de construir relações mais saudáveis - consigo e com os outros. 🌱 Cuidar das feridas emocionais invisíveis é um passo essencial para viver com mais autenticidade e afeto. Vamos conversar sobre isso? Conte comigo!

SEMEANDO A PALAVRA 🍃
24/08/2025

SEMEANDO A PALAVRA 🍃

Endereço

Rua São Paulo, 1726
Fernandópolis, SP
15600-058

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 14:00 - 18:00
Terça-feira 08:00 - 18:00
Quarta-feira 08:00 - 18:00
Quinta-feira 08:00 - 17:00
Sexta-feira 08:00 - 12:00

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Psicosaúde - Clinica de Psicologia Fernandópolis posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Prática

Envie uma mensagem para Psicosaúde - Clinica de Psicologia Fernandópolis:

Compartilhar

Share on Facebook Share on Twitter Share on LinkedIn
Share on Pinterest Share on Reddit Share via Email
Share on WhatsApp Share on Instagram Share on Telegram

Categoria