Juliana Civolani - Psicóloga Perinatal

Juliana Civolani - Psicóloga Perinatal Psicóloga Perinatal
🌸 Te ajudo a vivenciar o seu puerpério!
🤱🏻 Mãe do Eduardo(4) e do Vinicius(1)

Existem algumas respostas possíveis para essa pergunta, que dependem da intensidade, duração e também de outros sintomas...
25/08/2022

Existem algumas respostas possíveis para essa pergunta, que dependem da intensidade, duração e também de outros sintomas associados a essa tristeza.
Mas uma condição bastante comum em puérperas é o Baby blues. Um estado emocional instável, causado pelas alterações hormonais da mulher e também por todas as mudanças em sua vida.

Pode se apresentar por um choro que vem com frequência e sem motivo aparente, uma sensação de fragilidade, irritação, mudança de humor e alguns outros sintomas que costumam se manifestar nos primeiros dias após o parto e regredir, espontaneamente, ainda no primeiro mês.

O Baby blues, que também é conhecido por tristeza materna ou blues puerperal, atinge cerca de 80% das mulheres no pós-parto e por si só não deve ser motivo de preocupação.

Compartilhar os sentimentos, pedir e aceitar ajuda são formas de passar de forma mais leve por esse momento.

Tem algumas frases que me acompanham… elas f**am no bloco de notas do meu celular e de vez em quando eu passo por elas. ...
24/08/2022

Tem algumas frases que me acompanham… elas f**am no bloco de notas do meu celular e de vez em quando eu passo por elas. Às vezes intencionalmente, às vezes sem querer.
Hoje me deparei com essa, mais uma vez. Não sei quem é o dono da frase, aparentemente tão simples, mas tão impactante, pelo menos pra mim. Só sei que foi alguém muito sábio. Afinal, quem não tem medo?

O medo é um estado emocional, desencadeado quando nos percebemos diante de algum perigo. A questão é que nem sempre esse perigo é real ou conhecido e o medo aparece mesmo assim.

Tornar-se mãe, por exemplo, causa medo! E muitas vezes nem sabemos medo do quê, não é? Até porque não dá para prever o que nos aguarda na maternidade.

E por mais que mães tenham medo, a maioria delas não desiste desse papel. A questão é que geralmente a mulher fala sobre suas fraquezas, mas dificilmente se lembra da sua coragem.

Te convido a olhar para esse medo, tentar entendê-lo e perceber que você não precisa se livrar dele. Pode pegá-lo pelo braço e, com muita coragem, levá-lo junto com você.

A semana do meu aniversário chegou! Uhuuuulllll!!! Como eu amo celebrar essa data e costumo ser bem paparicada, já to pe...
22/08/2022

A semana do meu aniversário chegou! Uhuuuulllll!!! Como eu amo celebrar essa data e costumo ser bem paparicada, já to pensando em quais serão as programações. 😍

Tenho coisas em mente, mas se quiser me ajudar também, joga uma dica aí! 👇❤️

Hoje uma mãe me disse essa frase. Ela tem um bebê de 9 meses, mas eu também já ouvi isso de mulheres com filhos de mais ...
19/08/2022

Hoje uma mãe me disse essa frase. Ela tem um bebê de 9 meses, mas eu também já ouvi isso de mulheres com filhos de mais e menos idade.

É comum a crise de identidade chegar quando a mulher se torna mãe.

Se antes ela conseguia cuidar de si e ter uma vida organizada, o filho chega e ela passa a não se reconhecer no próprio corpo, não entende a nova rotina, por vezes se desconecta de antigas amizades e se vê confusa em sua desordem emocional. Os meses passam e ela teme nunca mais se reencontrar.

Uma coisa é certa: existe uma mudança de identidade! A mulher que era filha, se torna mãe, e as coisas não voltarão a ser como antes. Essa nova mulher tem a missão de cuidar do desenvolvimento do ser humano que trouxe ao mundo e, geralmente, ela abraça essa causa com tanta força e dedicação, que esquece de olhar para quem se tornou.

Toda crise é importante e traz com ela desafios, mas também oportunidades.

Por isso, se você ainda se sente perdida em sua identidade após a maternidade, olhe para isso como uma grande oportunidade de mudança.

Sentir falta do que se tinha e/ou se vivia é natural e esperado. Viva esse luto como algo necessário e importante para sua nova construção e, então, abrace essa mulher que você se tornou.

Buscar entender o que você quer manter em sua vida, nessa nova fase, pode ser o primeiro passo para você se redescobrir. Talvez um programa que te dava grande prazer, não faz mais sentido; talvez aquele momento de silêncio que você não valorizava, passa a ser essencial.

O autoconhecimento não é imutável. Se escute e entenda o que te faz bem hoje, perceba o que te faz falta e busque ajuda para praticar.

Sabe aquele momento do dia em que o bebê começa a chorar, sem motivo aparente, e parece não existir nada que possa conso...
18/08/2022

Sabe aquele momento do dia em que o bebê começa a chorar, sem motivo aparente, e parece não existir nada que possa consolá-lo? Isso se chama a “hora da bruxa” e geralmente acontece no fim do dia/início da noite.
 
Faz parte do desenvolvimento dos bebês, mas nem por isso deixa de causar estresse nos pais. Até porque eles também costumam estar cansados nesse horário, com uma tolerância mais baixa ao choro e por vezes assustados com o fato de parecer que o bebê não vai se acalmar.
 
Esse estado do bebê geralmente se trata de uma exaustão por excesso de estímulo e aprendizado durante o dia, mas existem situações mais específ**as, como as cólicas, que podem piorar nesse horário e precisam de acompanhamento médico.
 
Independente do motivo, existem algumas estratégias que podem minimizar os desconfortos desse momento:
 
1. Estabelecer contato pele a pele: o calor do corpo em contato com o bebê pode reduzir sua ansiedade, ajudá-lo a se acalmar e a se sentir protegido;
2. Amamentar: se o bebê aceitar o peito, ele pode se sentir mais acolhido e seguro; 
3. Definir uma rotina de sono: fazer isso incluindo o horário mais crítico também pode ser uma forma ef**az de deixar o bebê menos agitado;
4. Evitar estímulos ao final do dia: providenciar um ambiente mais calmo, música tranquila e luz baixa podem fazer com que o bebê entre em sintonia com essa tranquilidade e se sinta mais confortável.
 
O fim do dia é desafiador para os pais, pois existem muitas demandas com o filho (janta, banho, sono) e, ao mesmo tempo, um acúmulo de cansaço que acaba dificultando tudo.
 
Para evitar uma grande desordem emocional e comportamental entre mãe, pai e bebê, observar a condição em que os adultos se encontram é fundamental. Revezar e deixar essa tarefa para o menos cansado, por exemplo, pode ser uma ótima alternativa.
Mas se você for a única cuidadora e perceber que f**a muito esgotada nesse momento do dia, tente se atentar aos primeiros sinais de cansaço do bebê e já procure colocar algumas estratégias em prática antes mesmo do horário crítico chegar. 
 
Hora da bruxa: ela existe, mas é possível contorná-la! 

Essa fase também vai passar…

Não é à toa que o mês dos pais é também o mês dedicado ao incentivo à amamentação.  Sim, é fato que só a mãe pode oferec...
16/08/2022

Não é à toa que o mês dos pais é também o mês dedicado ao incentivo à amamentação.

Sim, é fato que só a mãe pode oferecer o peito, mas o pai também tem um papel fundamental no apoio ao aleitamento e algumas atitudes podem fazer toda diferença! Arrasta as imagens, confira 05 dessas atitudes e compartilhe com aquele homem que precisa dessa informação.

Depois me conta: você sente que recebeu apoio suficiente do pai da criança?

15 de agosto - Dia da gestanteEu amei estar grávida! Me sentia plena, disposta, feliz, realizada e muito amada! ❤️❤️ Alé...
15/08/2022

15 de agosto - Dia da gestante

Eu amei estar grávida! Me sentia plena, disposta, feliz, realizada e muito amada! ❤️❤️ Além disso, as gestações me trouxeram momentos incríveis e especiais!

Na primeira foto eu estava com 34 semanas de gestação do Dudu e na segunda com 35 semanas do Vini! Reta final e muita expectativa para conhecer meus amores.

Mas nem toda a minha história de gravidez foi assim. Talvez a maioria de vocês já saiba que passei por dois abortos antes do Dudu; sei que muitas mulheres passam por isso ou por outros problemas. Sei que existem gestações difíceis e partos complicados. Sei que a maternidade que vem e f**a pode ser bem diferente daquela idealizada. Sei bem que cada mulher tem sua história e que ela é única. Sem comparações, sem certo ou errado!

Por isso, a minha intenção com essas fotos, no dia da gestante, é sim compartilhar com vocês as minhas alegrias, esses momentos marcantes de espera dos maiores presentes da minha vida! ❤ Mas também quero contar que minhas gestações tiveram momentos de inseguranças, medos e preocupações. A primeira, após dois abortos, foi especialmente tensa no primeiro trimestre. A segunda, no início da pandemia, despertou em mim novos medos e preocupações, para além daqueles já comuns para a maioria das gestantes.

As alegrias vêm e os desafios também! A gestação pode ser apaixonante e encantadora, mas também nos tira da zona de conforto, nos mostra claramente que ser mãe é abrir mão de qualquer tipo de controle.

Um feliz dia da gestante para todas as mulheres que estão passando por esse marco em suas vidas!

Relato do meu primeiro partoEra um sábado ensolarado. Eu e o Fi passeamos durante o dia e à noite fomos a um barzinho pa...
13/08/2022

Relato do meu primeiro parto

Era um sábado ensolarado. Eu e o Fi passeamos durante o dia e à noite fomos a um barzinho para a “despedida” da vida a dois.
 
Lugarzinho delícia, comida boa, muita conversa e de repente... uma contração diferente. 
 
As contrações de treinamento costumavam endurecer minha barriga, mas essa veio também com uma leve cólica e um pequeno líquido no absorvente. Suspeito!
 
Fui até o banheiro checar se o cheiro lembrava cloro (sim, eu estava bem instruída pelo meu obstetra 😁), mas parecia que não. Voltei para a mesa.
 
Continuamos ali, até que uma nova contração surgiu, do mesmo jeitinho.
Chamei o Fi para ir até o banheiro comigo e dessa vez o “cloro” estava nitidamente presente. Hora de ir para casa! 
 
As contrações foram chegando aos poucos... inicialmente de forma leve, depois ganhando força, até f**arem beeeem doloridas! 
Eu gritava “começou” e o Fi marcava o tempo. Em contato com o médico, aguardamos até o intervalo de 5 minutos entre uma contração e outra e fomos para a maternidade. Nesse momento eu já não me reconhecia mais, porque as dores estavam muito intensas.
 
Chegamos na maternidade e eu estava com 5 cm de dilatação. No tempo de fazer medições e ir para o quarto (mais ou menos 40 minutos), eu estava com 9 cm, ou seja, Dudu estava chegando. 
 
Pedi analgesia, pois achava que não suportaria mais a dor, mas o médico me disse que isso poderia postergar o trabalho de parto e que, sem intervenção, provavelmente Dudu nasceria logo. Decidi, então, permanecer sem. 
 
“Expulsivo” a todo v***r, Fi comigo e eu achando que não daria conta. Força e mais força e nosso bebê chegou ao mundo! Era madrugada de domingo e eu tinha acabado de viver a experiência mais incrível e inesquecível da minha vida. ❤️
 
Se você quiser me contar sua história de parto, vou adorar saber!
 
E se você não tem boas memórias, por qualquer motivo e, principalmente, se lembrar desse momento te causa dor, você pode buscar ajuda para ressignif**ar essa experiência, compreendê-la melhor e ter uma visão diferente sobre ela. 
 
Lembrando que o parto é sim uma experiência que a mulher carrega por toda a vida, mas a maternidade não se resume a isso!

❤️Vini e Dudu, nessa ordem hehe😅Tem gente que fala que são gêmeos com distância de alguns anos;🤦🏻‍♀️Uns dizem que ambos ...
29/07/2022

❤️Vini e Dudu, nessa ordem hehe

😅Tem gente que fala que são gêmeos com distância de alguns anos;

🤦🏻‍♀️Uns dizem que ambos são a cara do pai;

😁Outros falam que pelo menos o Vini se parece mais comigo;

Coloco aqui pra ver se me conformo ou me animo... 😂😂

🤔O que você acha?

28/07/2022

Amar e se conectar com o bebê não signif**a não sentir solidão. Esse sentimento é esperado no início da maternidade por muitos motivos e não acontece só com você!

A intensif**ação e a frequência disso é que precisam ser observadas e tratadas, se necessário, para que se possa evitar prejuízos na vida da mulher e na sua relação com o bebê.

O vídeo completo sobre Solidão Materna no Puerpério está no meu novo canal no Youtube 😊Para assistir é só clicar no link da bio.

Você se tornou mãe e talvez essa pergunta já tenha passado pela sua cabeça. Pode ser que você tenha verbalizado, pode se...
27/07/2022

Você se tornou mãe e talvez essa pergunta já tenha passado pela sua cabeça. Pode ser que você tenha verbalizado, pode ser que você não tenha se sentido no direito de fazê-lo e talvez até se punido por pensar sobre isso, afinal você queria tanto ser mãe, seu filho é tão maravilhoso e você ama tanto essa criança. Pode ser também que você tenha acabado de se tornar mãe, que esteja no meio de um furacão, tentando se encontrar e ainda tentando encontrar esse amor incondicional pelo filho.

Eu to aqui hoje para te dizer que tá tudo bem se você já pensou sobre isso, se já bateu algum arrependimento, se você sente falta da sua vida antes de ter filho(s). Isso não tem a ver com falta de amor ou ingratidão. Isso tem a ver com um ser humano que de repente viu sua vida transformada, que precisou se despedir de coisas que gostava de fazer e que se privou da liberdade que tinha. Um ser humano que idealizou uma maternidade e se deparou com muitas surpresas, que se sente feliz, mas também triste e que tem direito de querer viver além da maternidade.

Saber disso e acolher os próprios sentimentos (sejam eles considerados bons ou ruins) é um passo bem importante para aliviar o peso que a autocobrança traz na vida de uma mãe.

Percebeu que pensamentos e sentimentos negativos em relação ao filho ou à você mesma são recorrentes, não deixe de pedir ajuda. Isso é sinal de que você se importa com a sua vida e com a vida do outro também!

Na semana passada eu precisei consultar um ortopedista, porque ando com uma dor chatinha no quadril.Comentei com o médic...
13/07/2022

Na semana passada eu precisei consultar um ortopedista, porque ando com uma dor chatinha no quadril.

Comentei com o médico que acho que pode ser postural, porque pego bastante as crianças no colo e tbm fico na posição de lado para amamentar.... bem em cima desse ossinho perto do quadril.

Minha intenção era só confirmar que não seria nada sério, mas claro que tive que ver cara de reprovação e o comentário “nossa, ele já é grande” quando falei a idade do bebê que mama. 🙄

Daí no domingo minha irmã tirou essa foto!
Estávamos na praia para as crianças brincarem... Vini quis mamar e demos nosso jeitinho. ☺️ Sempre damos e amamos isso!

Que bom que é bom para nós dois e que bom que só cabe a nós decidir a hora de parar. Por enquanto seguimos... ❤️

Endereço

Florianópolis, SC

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