16/01/2026
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⚠️Casos de intoxicação alimentar costumam aumentar em períodos de férias, viagens e grandes eventos, quando o consumo de alimentos fora de casa cresce e nem sempre as condições ideais de preparo e armazenamento são respeitadas. Embora muitas vezes seja autolimitada, a condição pode evoluir para quadros graves, especialmente em grupos mais vulneráveis.
O calor favorece a multiplicação de microrganismos, enquanto o preparo antecipado das refeições e a manipulação dos alimentos por várias pessoas ampliam o risco de contaminação. “Essas condições criam o ambiente ideal para a proliferação de bactérias e a produção de toxinas, muitas vezes sem que o alimento apresente cheiro ou aparência alterados”, explica Carolina Salume, infectologista do Hospital Santa Rita.
Alguns alimentos aparecem com maior frequência nos registros de intoxicações alimentares durante esse período. Carnes, aves, pratos à base de maionese, como salpicão, além de arroz, ovos e sobremesas com creme estão entre os principais responsáveis. Segundo a especialista, “são alimentos ricos em proteínas e água, que servem como excelente meio de crescimento para bactérias quando permanecem fora da refrigeração adequada”. O risco aumenta ainda mais quando esses pratos ficam expostos por horas em mesas de festas ou buffets improvisados.
Segundo a infectologista Marina Malacarne, do Hospital São José, em Colatina, os sintomas mais comuns da intoxicação alimentar incluem náuseas, vômitos, diarreia, dor abdominal, febre e uma sensação geral de mal-estar. “A intensidade pode variar de leve a grave, dependendo do agente envolvido e das condições clínicas da pessoa”, explica.
O início dos sintomas geralmente acontece de forma relativamente rápida. “Na maioria dos casos, as manifestações surgem entre uma e 48 horas após o consumo do alimento contaminado, mas esse intervalo pode ser menor ou maior conforme o microrganismo ou toxina responsável”, afirma a especialista.
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