11/05/2025
Existem amores que nascem antes mesmo de um nome ser dito – e que permanecem, mudam o mundo ao redor e transformam tudo em lar.
Hoje celebramos todas as mães: biológicas, adotivas, de coração; as que nutrem silêncios, as que habitam presentes e aquelas que seguem vivas dentro da memória e do nosso jeito de ser. Mães-avós, mães solo, mães de alma, mães de pets, e a presença suave e eterna de quem já partiu, mas continua sendo farol e abraço em cada recordação.
Ser mãe é ser sol e abrigo. É cuidar, mesmo de longe; abraçar sem tocar; intuir pelo olhar; enxugar lágrimas com sorrisos e transformar o ordinário em momento inesquecível.
Desde que Pietro e Matheus chegaram, há três anos, conheço de perto a dobradinha da maternidade em dose dupla. Viver o desafio diário de conciliar mil papéis – mãe, esposa, mulher, profissional – é como equilibrar o próprio coração entre pequenos mundos, tentando estar inteira em todos eles. Muitas vezes sinto medo de não dar conta, mas descubro, a cada gesto, que o amor materno tem uma força invisível, capaz de reorganizar o planeta só para ver um filho sorridente antes de dormir.
Ser mãe também é herdar e transmitir amor – daqueles gestos, sorrisos e palavras da minha própria mãe, que seguem comigo, suaves, em cada atitude, me acompanhando feito brisa boa nos dias difíceis e inspirando cada ensinamento que repito aos meus filhos.
No fundo, ser mãe é desenhar o impossível com paciência. É sacrificar o descanso e reinventar sonhos. É ensinar silenciosamente, com o exemplo, a força que mora nos gestos mais simples: o lanche preparado com carinho, o colo disponível nas horas de choro, o “eu te amo” sussurrado no escuro do quarto.
Hoje, convido você a sentir: que lembrança ou ensinamento fez da sua vida um lugar melhor? 💛 Compartilhe aqui nos comentários, a sua história pode inspirar e aquecer outros corações!
Feliz Dia das Mães a todas que são, foram e se tornam mães, todos os dias. Marque aquela pessoa que representa esse amor na sua vida e espalhe essa corrente de gratidão!