Dra. Patrícia Arent - oncologia clínica

Dra. Patrícia Arent - oncologia clínica CRM-SC 13963 | RQE 12386
Oncologista clínica em Florianópolis

Tratamento oncológico muda muita coisa, inclusive a forma como a gente vive datas que “pedem” alegria.Hoje começa o Carn...
13/02/2026

Tratamento oncológico muda muita coisa, inclusive a forma como a gente vive datas que “pedem” alegria.

Hoje começa o Carnaval, e talvez você esteja olhando as fantasias, os convites e os stories… sem sentir vontade de participar. Isso é normal! Não é ingratidão, não é “fraqueza” e não signif**a que você deixou de gostar de Carnaval. Muitas vezes, o corpo está lidando com efeitos do tratamento, e a mente está tentando dar conta de um monte de emoções ao mesmo tempo.

Tem mais um ponto importante: dependendo do tipo de tratamento e dos seus exames, o risco de infecções pode aumentar, e aglomeração, ambientes fechados e noites mal dormidas podem pesar — tanto na sua energia quanto na sua segurança.

Se neste Carnaval você não estiver no clima, aqui vão “planos” que valem muito:
◻ Descansar e respeitar o corpo: cuidar do sono e fazer pausas, sem culpa.
◻ Escolher um programa leve: filme, música, leitura, algo simples.
◻ Cuidar do básico: hidratação, comida leve, conforto.
◻ Ficar perto de quem te faz bem: f**ar juntinho, sem obrigação de festa.
◻ Proteger sua mente: diminuir redes sociais (se estiver pesando) e evitar comparações.
◻ Fazer um Carnaval do seu tamanho: curtir em casa, sem esforço, se tiver vontade.

Agora, se você quer aproveitar um pouco (e tiver o ok do seu médico), também pode — respeitando as orientações do seu oncologista e os limites do seu corpo. Em geral, eu costumo reforçar cuidados como evitar lugares cheios e fechados, higiene de mãos, evitar bebidas alcoólicas e alimentação fora de casa, além de atenção a sinais como febre.

Você não precisa “dar conta” do Carnaval. O que você precisa é procurar se sentir bem 💜

Envie este post para um(a) amigo(a) que está em tratamento — pode ser exatamente o abraço que faltava hoje.

Quando eu falo da relação do álcool com o aumento do risco de câncer de mama, quase sempre alguém responde que “bebe só ...
10/02/2026

Quando eu falo da relação do álcool com o aumento do risco de câncer de mama, quase sempre alguém responde que “bebe só socialmente”. Por isso que, na semana que antecede o Carnaval, trago esse tema mais uma vez.

A mensagem central é direta: o álcool aumenta o risco de câncer de mama. Então, reduzir ou evitar o álcool é, sim, uma atitude de prevenção.

E onde a “bebida social” entra nessa conversa? Bem, existe uma relação dose-dependente. Ou seja, quanto maior a quantidade e quanto mais frequente o consumo, maior tende a ser o risco. E mesmo consumos considerados baixos podem contribuir.

Existe base biológica para essa relação. O álcool, ao ser metabolizado, forma substâncias que podem contribuir para dano ao DNA, além de favorecer inflamação e alterações hormonais, como aumento de estrogênio, o que é relevante para o tecido mamário.

Eu não trago esse assunto para culpar ninguém. Eu trago porque prevenção é sobre escolhas possíveis, feitas com informação e autonomia.

Compartilhe com quem vai pular Carnaval com você — para aproveitar a festa sem se colocar em risco 🎭🎉

Câncer de intestino (câncer colorretal) não é mais um assunto “só da terceira idade”. Nos últimos anos, a incidência tem...
06/02/2026

Câncer de intestino (câncer colorretal) não é mais um assunto “só da terceira idade”. Nos últimos anos, a incidência tem aumentado em adultos com menos de 50 anos em diferentes países — e eu percebo isso no consultório ano a ano.

O que pode explicar esse crescimento? Bem, não existe, até onde sabemos, uma única causa. A ciência aponta para um conjunto de fatores que giram em torno do estilo de vida e da alimentação no padrão “dieta ocidental” (muito ultraprocessado, carnes processadas, bebida açucarada e pouca fibra), somados a sedentarismo, sobrepeso e alterações do microbioma intestinal.

Na prática, o recado é simples: sintomas não devem ser normalizados só porque a pessoa é jovem. Procure avaliação se houver:
◼ Sangue nas fezes/sangramento retal
◼ Mudança persistente do hábito intestinal
◼ Dor abdominal recorrente
◼ Perda de peso sem explicação

E prevenção também entra na conversa: sociedades médicas já recomendam discutir rastreamento a partir dos 45 anos para pessoas de risco habitual e antes disso quando há risco aumentado (como familiar de primeiro grau com diagnóstico). A colonoscopia pode identif**ar e remover pólipos antes que virem câncer — um dos motivos de ela ser tão valiosa.

Envie este post para um jovem adulto que você ama. Pode ser o empurrão que faltava para ele(a) não adiar um cuidado que salva tempo. E pode salvar sua vida.

Amanhã, 04/02, é o Dia Mundial do Câncer. Eu gosto de lembrar dessa data com uma ideia simples: informação certa e cuida...
03/02/2026

Amanhã, 04/02, é o Dia Mundial do Câncer. Eu gosto de lembrar dessa data com uma ideia simples: informação certa e cuidado no tempo certo mudam histórias.

O câncer é uma doença complexa, mas existem atitudes que colocam a gente no caminho da prevenção e do diagnóstico precoce.
🚭 Não fumar e evitar o tabagismo passivo
🥗 Manter um peso saudável, alimentação equilibrada e atividade física possível na sua rotina
🍷 Cuidar do consumo de álcool
💉 Manter vacinas em dia, como HPV, quando indicado
🩺 Fazer consultas e exames de rastreamento conforme sua idade, histórico e orientação médica

E se você está em tratamento (ou cuidando de alguém em tratamento), saiba que você não é “apenas um caso”. Você é uma pessoa, com necessidades únicas. Todos os dias, no consultório, estou em busca de um plano que trate a doença, sim, mas sem esquecer do ser humano. Porque você é o principal! Seu bem-estar e sua qualidade de vida são a prioridade, muito além do “número de células tumorais”.

Esta noite, convido você a escolher uma ação pequena e concreta para celebrar o Dia Mundial do Câncer: marcar uma consulta, retomar um exame, apoiar alguém com uma mensagem, ou simplesmente compartilhar informação de qualidade.

Vamos juntos, com leveza, ciência e acolhimento 💜

Durante o tratamento oncológico, quando falamos em alimentação, entra um ponto que eu reforço muito no consultório: prot...
30/01/2026

Durante o tratamento oncológico, quando falamos em alimentação, entra um ponto que eu reforço muito no consultório: proteína não é “dieta da moda”, é parte do cuidado.

Ela ajuda a manter a massa muscular, favorece a cicatrização, contribui para a imunidade e pode melhorar a tolerância ao tratamento. E isso f**a ainda mais importante quando surgem efeitos como falta de apetite, emagrecimento e fraqueza, tão comuns nessa fase.

Sempre que possível, oriento meus pacientes a fazerem acompanhamento com nutricionista (idealmente com experiência em oncologia), para ajustar quantidade, consistência e escolhas conforme sintomas e exames.

Mas seguem aqui algumas sugestões:
✅ Em cada refeição, inclua 1 fonte de proteína: ovos, frango, peixe, leite e derivados, iogurte, queijos, feijões, lentilha, grão-de-bico, tofu, castanhas ou pastas de oleaginosas.
✅ Se o apetite estiver baixo, prefira porções menores várias vezes ao dia e use preparos mais fáceis (iogurte, vitamina, sopas, purês com proteína).

🥩 E a carne vermelha?
Ela é uma fonte importante de vitamina B12 (além de ferro e zinco), porém a orientação é consumir com MODERAÇÃO, preferindo cortes mais magros, e evitar preparo muito “tostado/queimado”.

🚫 Embutidos (processados) não entram como “proteína do dia a dia”.
Presunto, peito de peru, salame, salsicha, linguiça, bacon e afins são carnes processadas, e estão associadas ao aumento do risco de câncer. Além disso, costumam ter muito sódio, gorduras e aditivos.

Se você está em tratamento, não precisa “perfeição”. Precisa de plano possível, seguro e individualizado — e o nutricionista é um aliado essencial para construir esse caminho junto com sua equipe.

Envie este post para alguém em tratamento e que pode estar com dificuldade para se alimentar.



Muita gente me pergunta: “Dra., posso fazer só o ultrassom e pular a mamografia?”A resposta, na maioria das vezes, é não...
27/01/2026

Muita gente me pergunta: “Dra., posso fazer só o ultrassom e pular a mamografia?”
A resposta, na maioria das vezes, é não! Isso porque, no rastreamento do câncer de mama, cada exame enxerga um tipo de alteração. E quando a gente fala em diagnóstico precoce, isso faz toda a diferença.

⬜ Mamografia
É o exame padrão do rastreamento porque consegue detectar microcalcif**ações e alterações bem iniciais, muitas vezes antes de virar um nódulo palpável. É ela que, na prática, mais ajuda a encontrar tumores menores.

⬜ Ultrassom de mamas
É excelente como complemento e em situações específ**as:
◻ Avaliação de nódulos e sintomas
◻ Mamas densas (para “olhar além” da mamografia)
◻ Para mulheres mais jovens, gestantes e lactantes
◻ Como guia para biópsias e esclarecer achados

⚠ Por que apenas o ultrassom não é suficiente para rastrear?
Porque o ultrassom pode não detectar essas microcalcif**ações, que são achados importantes de alterações muito iniciais e que a mamografia identif**a melhor. Por isso, em geral, ele pode até funcionar como complemento, mas não como substituto no rastreamento.

Sei que a mamografia não é um exame muito agradável. A compressão é desconfortável mesmo, mas dura poucos segundos e é parte do que torna o exame mais preciso. Mesmo desconfortável, a partir dos 40 anos, é indicada para todas as mulheres (ou antes, em casos específicos).

Envie este post para uma mulher que você ama para lembrá-la do quanto ela é especial — e do quanto você a quer bem 💜.

Janeiro Branco é um convite para colocar a saúde mental no centro. Mas hoje eu quero olhar para quem nem sempre recebe a...
23/01/2026

Janeiro Branco é um convite para colocar a saúde mental no centro. Mas hoje eu quero olhar para quem nem sempre recebe a atenção que merece: quem cuida — seja familiar ou cuidador(a) 🤍.

Acompanhar alguém em tratamento oncológico é um ato de amor, mas também pode trazer exaustão, culpa, medo e aquela sensação de que “eu não posso parar”.

Por isso, preciso dizer: cuidar de você não é egoísmo! Estar bem também ajuda o paciente a se sentir mais amparado, porque o apoio f**a mais leve.

Alguns lembretes práticos (e possíveis) para o dia a dia de quem cuida:
1️⃣ Reserve momentos para você
Um passeio, um café com amigos ou até assistir a um filme pode fazer diferença no seu dia. O corpo precisa “desligar” um pouco para recarregar.
2️⃣ Cultive hábitos saudáveis
Movimente o corpo, cuide da alimentação e respeite seus limites. Esses hábitos ajudam a manter mente e corpo mais equilibrados.
3️⃣ Não tenha medo de pedir ajuda
Conversar com amigos, buscar grupos de apoio e dividir responsabilidades são formas de aliviar o peso emocional. Apoio psicológico também é uma opção.
4️⃣ Tenha uma rotina estabelecida
Organizar tarefas e horários dá mais previsibilidade e ajuda a encontrar espaço para cuidar de quem você ama e também de você.
5️⃣ Informação é sua aliada
Aprenda sobre a condição do paciente em fontes confiáveis, com foco em qualidade de vida. Isso traz mais segurança, tranquilidade e até otimismo para enfrentar os desafios.

E para você, que é paciente, f**a uma dica: valorize quem está ao seu lado! Acolha, demonstre carinho 🥰. Às vezes, um “obrigada por estar aqui” e um combinado de rotina já aliviam muito.

Se este texto fez sentido, envie para alguém que cuida de alguém que ama. 💌

Encerrar o tratamento do câncer é um marco importante, muitas vezes acompanhado por sentimentos mistos. A “alta” costuma...
20/01/2026

Encerrar o tratamento do câncer é um marco importante, muitas vezes acompanhado por sentimentos mistos. A “alta” costuma ser vista como o fim da jornada, mas, na prática, marca o início de uma nova fase do cuidado.

Finalizar cirurgia, quimio, rádio ou terapias sistêmicas traz alívio, mas o acompanhamento continua. Com menos intensidade, sim, mas com atenção, exames direcionados e consultas adaptadas ao tipo de tumor, risco individual e histórico de tratamento.

Na virada do ano, é natural querer “virar a página”. E tudo bem recomeçar. Só gosto de lembrar que esse recomeço pode (e deve) ter direção. Retomar a vida não é esquecer o que foi vivido, mas reconstruir com tempo, gentileza e estratégia.

O mais importante agora é manter o vínculo com a equipe. A consulta médica, o exame físico e os exames complementares com indicação clara formam a base da segurança. Check-ups excessivos, sem sintomas, podem mais atrapalhar do que ajudar. Cuidar também é saber o que faz sentido.

Se surgir algo novo, como um caroço, dor persistente, cansaço fora do padrão, sangramentos diferentes ou qualquer sintoma que chame a atenção, vale procurar a equipe antes da próxima consulta. Nem sempre será algo grave, mas você não precisa enfrentar isso sozinho(a).

E tem a parte que não aparece nos exames: a volta à rotina, aos planos, à autoestima, ao corpo, aos sonhos. Tudo isso faz parte do cuidado e merece espaço nesse recomeço.

Se você está encerrando o tratamento, desejo que este ano venha com menos medo e mais clareza sobre os próximos passos. A vida após o câncer também pode ser bonita — mesmo quando não é simples.

📩 Envie para alguém que está passando por isso. Às vezes, um “estou com você” já muda o dia.

Durante o verão, muita gente me diz: “Dra, eu estou cansada o tempo todo… será que é alguma coisa?”. Muitas vezes, é mes...
16/01/2026

Durante o verão, muita gente me diz: “Dra, eu estou cansada o tempo todo… será que é alguma coisa?”. Muitas vezes, é mesmo só o combo clássico do calor, mas às vezes esse cansaço pode ser um sinal do seu corpo de que algo não está bem.

É bem comum, nesses períodos de férias e calor, as pessoas ingerirem menos água ao longo do dia (e bebida alcoólica com mais frequência), dormirem mal, fazerem refeições mais pesadas (ou mais “picadas”), pegarem sol demais… Quando a fadiga melhora com hidratação, sombra, pausas e alguns dias de sono mais alinhado e alimentação mais regrada, geralmente não há motivo para alarme.

O ponto é que nem todo cansaço dá para colocar na conta do calor. Eu fico mais atenta quando ele vem com algumas características ou acompanhado por outros sinais:
⚠ Cansaço que vai “se arrastando” por semanas e atrapalha o dia a dia
⚠ Febre, calafrios ou suores noturnos sem explicação
⚠ Perda de peso sem intenção ou falta de apetite importante
⚠ Falta de ar, palpitações, tonturas ou desmaios
⚠ Sangramentos fora do habitual, manchas roxas sem motivo
⚠ Caroços/ínguas que não somem

Se você está em tratamento oncológico ou com a imunidade mais baixa, esse cuidado precisa ser ainda mais gentil e atento. Sentir falta de disposição nesse período é comum, mas merece acompanhamento quando muda o seu padrão.

Se você tem algum desses sinais, ou se voltar à rotina não resolve, vale procurar uma avaliação.

Escute o que seu corpo tem a dizer: ele sabe mais sobre você 😉💜

O tratamento do câncer de colo do útero e do câncer de ovário evoluiu muito no último ano 🙏. E isso tem mudado a nossa f...
13/01/2026

O tratamento do câncer de colo do útero e do câncer de ovário evoluiu muito no último ano 🙏. E isso tem mudado a nossa forma de atuação como oncologistas, pois conseguimos trazer terapias com mais personalização e, muitas vezes, oferecendo mais qualidade de vida.

No câncer de colo do útero, a cirurgia segue sendo fundamental nos casos iniciais. Quando a doença é mais avançada, combinamos tratamentos para aumentar a chance de controle. E aqui entra um dos grandes marcos recentes: em cenários específicos (especialmente quando o tumor expressa PD-L1), a imunoterapia associada à quimioterapia, com ou sem terapia-alvo antiangiogênica, mostrou ganho real de sobrevida.

No câncer de ovário, a base continua sendo a cirurgia (citorredução) + quimioterapia adjuvante (após cirurgia) e neoadjuvante (antes, quando a cirurgia inicial não é possível). Aqui, o que mudou é o “depois”: para algumas pacientes, terapias-alvo, como os inibidores de PARP —principalmente quando há mutação BRCA ou alteração de reparo do DNA (HRD) —, podem ser usadas como manutenção para prolongar o tempo sem a doença voltar. Em situações selecionadas, também podemos associar medicamentos antiangiogênicos.

Mas, mesmo com toda a evolução dos tratamentos, a prevenção continua sendo a melhor ação: alimentação saudável evitando ultraprocessados, controle de peso, atividade física regular… E, no caso do câncer de colo do útero, a vacina contra o HPV é uma das medidas mais ef**azes para evitar que muitas mulheres cheguem a precisar de tratamento.

Se este conteúdo ajudou você, compartilhe com uma mulher importante — e com profissionais de saúde que também precisam falar sobre isso.

Melanoma é o tipo de câncer de pele mais perigoso. E como ele pode surgir a partir de uma pinta (ou mancha) que parecia ...
09/01/2026

Melanoma é o tipo de câncer de pele mais perigoso. E como ele pode surgir a partir de uma pinta (ou mancha) que parecia “normal”, minha orientação é sempre observar a sua pele com regularidade — sem paranoia, mas com atenção.

Uma forma prática de lembrar o que merece investigação é a regra ABCDE:
🟣 A de assimetria: uma metade não parece a outra.
🟣 B de bordas: contorno irregular, “recortado”, mal definido.
🟣 C de cor: várias cores na mesma pinta (marrom, preto, vermelho, azul, branco) ou mudança de cor.
🟣 D de diâmetro: em geral, maior que 6 mm (mas pode ser menor).
🟣 E de evolução: está mudando? crescendo? coçando? sangrando? Esse é um dos sinais mais importantes.

Se alguma pinta sua (ou de alguém da família) tiver uma ou mais dessas características, o caminho é procurar avaliação médica. Melhor investigar e f**ar tranquila do que adiar.

E vale sempre lembrar: protetor solar e barreiras físicas (chapéu, óculos com proteção UV, roupas e sombra) seguem sendo parte essencial da prevenção.

📥 Salve este post para checar suas pintas com calma — e as de quem você ama.

Alimentação no verão não precisa virar “dieta”, mas é importante pensar no que comer para não se sentir mal após as refe...
06/01/2026

Alimentação no verão não precisa virar “dieta”, mas é importante pensar no que comer para não se sentir mal após as refeições. No calor, o que costuma dar mais certo é o simples: comida de verdade, fresca, colorida e com segurança na escolha.

Quando penso em um prato leve, eu gosto de orientar com uma base bem prática. Metade do prato com verduras e legumes. Uma parte com proteínas, como frango, peixe bem cozido, ovos, iogurte e queijos. E uma parte com carboidratos mais naturais, como arroz, batata ou mandioca (se possível, não fritas), grãos como feijão ou grão-de-bico cozidos. Isso combina com o que o Guia Alimentar fala sobre priorizar alimentos in natura ou minimamente processados e deixar os ultraprocessados para exceção, não rotina.

E aqui entram os cuidados na hora de escolher os alimentos, principalmente fora de casa:
🧊 Prefira locais que mantenham alimentos perecíveis bem refrigerados e evite comida que ficou “muito tempo exposta”
🧼 Observe a higiene básica do ambiente e de quem manipula os alimentos
🥗 Dê preferência a saladas e frutas bem higienizadas e a preparações feitas na hora
🥚 Evite preparações com ovo cru, como maionese caseira, principalmente em dias muito quentes
🔥 Priorize carnes, frango e peixes bem cozidos e servidos quentes
🚰 Atenção à água e ao gelo, escolha locais de confiança

⚠ Se você está em tratamento oncológico ou com imunidade baixa, esse cuidado é ainda mais importante.

Por fim, um lembrete que vale o ano inteiro: carnes processadas (presunto, salsicha, bacon, salame) não são “proteína do dia a dia”. Quando dá, prefira outras opções.

Que seu janeiro seja leve, com escolhas possíveis — e sem culpa.

Endereço

Florianópolis, SC

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