Cosemesc 🩺Conselho Superior das Entidades Médicas de SC
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A primeira edição do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (ENAMED) revelou um dado alarmante: 30% dos cursos d...
12/02/2026

A primeira edição do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (ENAMED) revelou um dado alarmante: 30% dos cursos de medicina do país foram reprovados. E em Santa Catarina, apesar de alguns resultados satisfatórios, nenhum curso atingiu nota máxima e dois foram colocados sob supervisão por desempenho mínimo. Arraste para o lado e confira a íntegra da nota oficial do Conselho Superior de Entidades Médicas de Santa Catarina (COSEMESC) ou acesse o site das entidades médicas.

Proteger a medicina é, acima de tudo, proteger a vida.

12/02/2026

ENAMED expõe crise na formação médica

Os resultados do ENAMED acenderam um alerta no país — e Santa Catarina não pode ignorar esse sinal.

O presidente do SIMESC e coordenador do COSEMESC, Vanio Lisboa, analisa os dados que mostram que cerca de 30% dos cursos de Medicina avaliados tiveram desempenho insatisfatório. Em Santa Catarina, nenhum curso alcançou nota máxima, dois receberam conceito mínimo e a maioria ficou em níveis intermediários.

Para o COSEMESC, avaliações só têm sentido quando geram consequências. A entidade já iniciou uma agenda de trabalho para analisar os resultados, visitar instituições e cobrar providências. Também reforça que a responsabilidade por falhas estruturais não pode recair apenas sobre os estudantes.

Proteger a formação médica é proteger o futuro da profissão, a segurança da sociedade e o valor da medicina.
A medicina merece respeito.

A segunda reunião do Conselho Superior de Entidades Médicas de Santa Catarina (COSEMESC) em 2026 foi realizada no dia 10...
11/02/2026

A segunda reunião do Conselho Superior de Entidades Médicas de Santa Catarina (COSEMESC) em 2026 foi realizada no dia 10 de fevereiro, na sede do Sindicato dos Médicos de Santa Catarina (SIMESC), em Florianópolis, dando continuidade à agenda estratégica iniciada no mês anterior.

Coordenado por Vanio Lisboa, o encontro avançou em temas centrais para a categoria, com destaque para a remuneração médica, os desdobramentos judiciais envolvendo a GDPM e a RPM e a qualidade da formação médica em Santa Catarina. O deputado estadual Vicente Caropreso foi o convidado dessa reunião.

No campo remuneratório e jurídico, o COSEMESC aprofundou a análise do cenário atual, avaliando os impactos das discussões em curso sobre a remuneração médica e os reflexos previdenciários da GDPM. O tema foi tratado como prioridade pelas entidades, com alinhamento interno quanto à condução institucional frente às ações judiciais em andamento e às tratativas com o governo estadual.

Se quiser, posso ajustar o nível de firmeza (mais combativo ou mais técnico) ou adequar exatamente ao padrão SIMESC/FMB de nota institucional.

Outro eixo relevante foi a formação médica. Diante dos resultados insatisfatórios no exame nacional de avaliação, o COSEMESC decidiu intensificar a atuação junto às faculdades com baixo desempenho, organização de agenda de trabalho, diálogo com reitores e coordenadores e cobrança de mudanças estruturais que assegurem qualidade na formação dos futuros médicos.

Ao final, Vanio Lisboa reforçou que o COSEMESC seguirá atuando de forma firme, articulada e técnica, unindo as entidades médicas catarinenses na defesa da valorização profissional, da autonomia médica e da qualidade da assistência à população.

A próxima reunião foi agendada para março, com a remuneração médica novamente como pauta central e a confirmação da data do Fórum de Entidades Médica (Femesc), para junho, em Joinville.

O Dia Mundial do Câncer, celebrado em 4 de fevereiro, reforça a urgência de enfrentar uma das maiores ameaças à saúde pú...
04/02/2026

O Dia Mundial do Câncer, celebrado em 4 de fevereiro, reforça a urgência de enfrentar uma das maiores ameaças à saúde pública global. Projeções da Organização Mundial da Saúde indicam que o número de novos casos de câncer no mundo deve saltar de 20 milhões, em 2022, para 35,3 milhões até 2050 — um aumento de 77%. Esse crescimento ocorrerá de forma desigual, atingindo com maior intensidade países de baixa e média renda, menos preparados para lidar com a expansão da doença.

Atualmente, o câncer é responsável por cerca de 10 milhões de mortes por ano no mundo. O câncer de pulmão lidera em incidência e mortalidade, seguido pelos cânceres de mama e colorretal. Além do impacto humano, a doença gera perdas econômicas expressivas, com bilhões de dólares em produtividade perdidos anualmente devido a mortes prematuras.

No Brasil, o cenário também é preocupante. O Instituto Nacional do Câncer estima cerca de 700 mil novos casos por ano no triênio 2023–2025. As projeções indicam que o país poderá ultrapassar 1,1 milhão de novos casos anuais até 2050, com crescimento significativo da mortalidade, ampliando a pressão sobre o sistema de saúde.

Especialistas alertam que o câncer deve ser encarado como uma doença crônica, passível de prevenção, controle e, em muitos casos, cura. No entanto, desigualdades sociais, econômicas e regionais seguem limitando o acesso ao diagnóstico precoce, ao tratamento adequado e às novas tecnologias.

O avanço do câncer já está em curso e não pode ser tratado como um problema distante. Enfrentá-lo exige decisões imediatas, fortalecimento das políticas de prevenção e redução de fatores de risco evitáveis, como o tabagismo e o consumo excessivo de alimentos ultraprocessados.

O Conselho Superior das Entidades Médicas de Santa Catarina (COSEMESC), a Procuradoria-Geral do Estado de Santa Catarina...
16/01/2026

O Conselho Superior das Entidades Médicas de Santa Catarina (COSEMESC), a Procuradoria-Geral do Estado de Santa Catarina (PGE) e a Secretaria de Estado da Saúde (SES) atuam de forma integrada na construção de uma solução institucional e jurídica diante da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) que questiona a Gratificação de Desempenho e Produtividade Médica (GDPM) e a Retribuição por Produtividade Médica (RPM), gratificações pagas aos médicos da rede estadual há mais de uma década.

Essa articulação teve início em uma primeira reunião realizada no dia 15 de janeiro, quando o COSEMESC foi recebido pelo procurador-geral do Estado, Marcelo Mendes, em audiência que também contou com a presença do secretário de Estado da Saúde, Diogo Demarchi Silva, e da secretária adjunta da Saúde, Cristina Pires Pauluci. “O encontro marcou a união de forças entre as entidades médicas, o Executivo estadual e a Procuradoria-Geral do Estado para enfrentar os impactos da ADI proposta pelo Ministério Público de Santa Catarina”, afirma Vânio Cardoso Lisboa, presidente do Sindicato dos Médicos de Santa Catarina (SIMESC) e coordenador do COSEMESC.

Durante a reunião, foi reafirmado o entendimento de que a GDPM e a RPM são instrumentos remuneratórios consolidados, amparados por base legal, critérios objetivos e com impacto comprovado na ampliação do acesso e na qualificação da assistência à saúde em Santa Catarina. Diante da gravidade da situação e da necessidade de celeridade, o COSEMESC deliberou pelo ingresso das entidades médicas no processo como amicus curiae, com o objetivo de contribuir com subsídios técnicos e uma visão social mais ampla antes do julgamento da ação. Também ficou definido que será solicitada audiência com o desembargador relator da ADI, Antônio do Rego Monteiro Rocha, para tratar do andamento do processo.

Leia a íntegra em 🔗 simesc.org.br

A primeira reunião do COSEMESC em 2026, realizada em 13 de janeiro na sede do SIMESC, em Florianópolis, reuniu de forma ...
16/01/2026

A primeira reunião do COSEMESC em 2026, realizada em 13 de janeiro na sede do SIMESC, em Florianópolis, reuniu de forma expressiva as entidades médicas catarinenses para enfrentar temas centrais da categoria. Coordenado por Vanio Lisboa, o encontro do conselho teve como eixos a defesa da remuneração médica, da autonomia profissional e da segurança jurídica do exercício da Medicina.

Entre os principais encaminhamentos, o COSEMESC reafirmou a constitucionalidade das leis da GDPM e da RPM, diante da ação proposta pelo Ministério Público Estadual, e decidiu acompanhar o processo como amicus curiae, além de solicitar audiência com o desembargador relator. Também foi tratada como prioridade a distorção da não incorporação da GDPM à aposentadoria, considerada injusta por incidir contribuição previdenciária sem retorno ao médico, com definição de reunião na Procuradoria-Geral do Estado para buscar solução imediata.

O colegiado ainda aprovou nota pública em defesa da autonomia médica e da ética profissional, diante da interferência do STF na atuação do Conselho Federal de Medicina. Ao final, Vanio Lisboa destacou que 2026 começa com desafios relevantes, mas com unidade, firmeza e atuação técnica das entidades médicas catarinenses. A próxima reunião ficou agendada para fevereiro, com foco em novos encaminhamentos jurídicos e remuneratórios.

NOTA AOS MÉDICOS CATARINENSESEm defesa da Medicina, da autonomia profissional e do Estado de DireitoO Conselho Superior ...
15/01/2026

NOTA AOS MÉDICOS CATARINENSES

Em defesa da Medicina, da autonomia profissional e do Estado de Direito

O Conselho Superior de Entidades Médicas de Santa Catarina (Cosemesc) manifesta seu apoio ao exercício autônomo e ético dos médicos brasileiros, representado institucionalmente pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) diante de episódio recente em que uma decisão de membro do Supremo Tribunal Federal (STF) desautorizou a atuação institucional do órgão que, por lei, é o guardião do exercício da Medicina em todo o território nacional.

O exercício da Medicina é regido por normas técnicas, éticas e legais. Sempre que houver notícias, indícios ou denúncias formalmente protocoladas sobre possível prejuízo a pacientes, cabe ao CFM e aos Conselhos Regionais de Medicina agir. Trata-se de dever legal, não de faculdade. A omissão, nesses casos, representaria descumprimento de atribuição expressamente prevista em lei.

O COSEMESC relembra que, ao longo de sua trajetória, posicionou-se firmemente em defesa da sociedade, ao questionar a atuação de intercambistas sem comprovação de habilitação médica, e em defesa da profissão, ao se manifestar contra a censura e a favor da autonomia médica. Mantém, portanto, posição contrária a qualquer interferência de não médicos sobre aspectos técnicos do exercício profissional, como a ora verificada.

Exortamos os médicos catarinenses a permanecerem firmes em seu trabalho, atuando com ética, responsabilidade e compromisso com a boa prática médica. Entendemos que a interferência adotada seja inadequada em um regime democrático, e incompatível com as prerrogativas legais das instituições médicas.

O respeito às competências institucionais, à autonomia profissional e ao devido processo legal é essencial para a proteção dos pacientes, da Medicina e da própria democracia.

Santa Catarina, 12 de janeiro de 2026.

Associação Catarinense de Medicina – ACM
Academia de Medicina do Estado de Santa Catarina – ACAMESC
Conselho Regional de Medicina do Estado de Santa Catarina – CRM/SC
Sindicato dos Médicos da Região Sul Catarinense – SIMERSUL
Sindicato dos Médicos do Estado de Santa Catarina – SIMESC

Na noite de 16 de dezembro, o COSEMESC realizou, na sede do SIMESC, a última reunião do ano, reunindo lideranças para di...
18/12/2025

Na noite de 16 de dezembro, o COSEMESC realizou, na sede do SIMESC, a última reunião do ano, reunindo lideranças para discutir pautas que impactam diretamente o exercício da medicina e a assistência à saúde no Estado.

Entre os assuntos tratados, esteve o PL 202/2025, de autoria da deputada Paulinha, que trata das cesarianas eletivas pelo SUS. O coordenador do COSEMESC e presidente do SIMESC, Vanio Lisboa, destacou a atuação direta das entidades médicas na discussão do projeto. “Além das sociedades de especialidade, que têm muito conhecimento técnico, temos representantes do COSEMESC integrando a comissão criada pela deputada para ajustar o texto. Vamos seguir acompanhando e contribuindo, porque a forma como estava apresentada era inviável”, afirmou.

Outro ponto da pauta foi a tramitação de uma ação civil pública movida pela Procuradoria-Geral do Estado, que questiona a constitucionalidade da GDPM e da RPM. O assessor jurídico da ACM, Nilo Oliveira Neto, apresentou esclarecimentos jurídicos sobre o andamento do processo e seus possíveis impactos para os médicos e para a assistência à população.

O presidente da Associação Catarinense de Medicina, André Sobirajiski, alertou para a gravidade do cenário. “Se houver corte da GDPM e da RPM, o serviço se torna inviável. É um assunto urgente, que impacta diretamente o funcionamento do sistema”, destacou.

Ao final da reunião, ficou encaminhada a provocação de uma audiência com a Procuradoria-Geral do Estado e representantes do Governo, com o objetivo de aprofundar o diálogo e buscar encaminhamentos institucionais.

O COSEMESC também debateu a situação dos médicos reguladores do SAMU, que passarão a ser geridos pela FAHECE, e não mais diretamente pelo Estado. O caso está sendo acompanhado de perto pelo Sindicato.

A reunião contou ainda com a participação de Odi José Oleiniscki, diretor De Apoio Ao Graduando em Medicina do SIMESC, Juliano Pereira, vice-presidente do CRM-SC, Ernani Lange de S Thiago, representante da ACAMESC, jornalista Camila Spolti, coordenadora do SIMESC Juliana da Silva e o colaborador Adriano Gazolla.

simersul

Representantes do Conselho Superior das Entidades Médicas (COSEMESC) participaram, na tarde de 9 de dezembro, de uma hom...
11/12/2025

Representantes do Conselho Superior das Entidades Médicas (COSEMESC) participaram, na tarde de 9 de dezembro, de uma homenagem ao Dr. Murillo Capella realizada na Secretaria de Estado da Saúde, em reconhecimento aos relevantes serviços prestados ao Estado ao longo de sua trajetória.

O coordenador do COSEMESC e presidente do SIMESC, Vanio Lisboa, destacou a referência que Dr. Murillo representa para a medicina catarinense. 🎤 “Viemos em muitos representantes do COSEMESC para esta homenagem, para dar a importância que ela merece. A tua história é, para nós, um exemplo. Muito obrigada pelas tuas obras”.

Em sua fala, Dr. Murillo Capella agradeceu a homenagem e relembrou parte de sua trajetória nas entidades médicas. 🎤 “Tive a honra de participar das diretorias do CRM e da ACM, e de ser jubilado no SIMESC. Cada uma dessas casas fez parte da minha história e sempre me apoiou, seja quando estive à frente da Secretaria de Estado da Saúde, seja em outras etapas da minha vida profissional. O apoio das entidades médicas sempre foi fundamental, e sou profundamente grato por isso”.

🎤 “É uma homenagem singela, mas não poderíamos deixar de registrar a contribuição do Dr. Murillo Capella para a medicina e para Santa Catarina. Sua atuação transformou serviços, formou profissionais e deixou marcas que permanecem”, acrescentou o secretário de Estado da Saúde, Diogo Demarchi Silva.

Além de Vanio Lisboa, representaram o COSEMESC os médicos Andrea Antunes Caldeira de Andrada Ferreira (CRM), André Sobierajski (ACM), Julio Gonçalves (ACAMESC), Mahmud Khalil Zardeh (SIMESC) e Eliana Nunes (SIMESC).

O Conselho Superior das Entidades Médicas de Santa Catarina (COSEMESC) apresenta aos médicos, aos gestores da saúde, às ...
05/12/2025

O Conselho Superior das Entidades Médicas de Santa Catarina (COSEMESC) apresenta aos médicos, aos gestores da saúde, às entidades da classe e à sociedade as deliberações do XXV Fórum das Entidades Médicas (FEMESC), realizado na cidade de Florianópolis, nos dias 26 e 27 de setembro de 2025 e reafirma seu compromisso com a valorização do exercício ético, seguro e responsável da Medicina e com a defesa intransigente da saúde da população catarinense.

O Fórum das Entidades Médicas consolidou-se como o mais importante espaço de debate da categoria em nosso Estado, reunindo lideranças médicas, gestores públicos e especialistas para discutir os desafios contemporâneos da profissão. Na edição de 2025, os temas abordados — segurança do paciente e do médico, qualidade do ensino, prevenção de riscos, combate à violência e avanços tecnológicos na prática médica — refletem preocupações centrais e urgentes para a sustentabilidade da assistência em saúde em nosso estado.

As discussões realizadas reforçam que não há segurança do paciente sem a segurança do médico. Dados recentes revelam o crescimento alarmante dos casos de violência contra profissionais da saúde, um cenário que ameaça o exercício da Medicina e compromete a qualidade do atendimento. Garantir ambientes de trabalho dignos, protegidos e valorizados é condição indispensável para que o ato de cuidar ocorra com excelência e humanidade.

O Fórum também enfatizou a necessidade de fortalecer a formação médica, combatendo a mercantilização do ensino e assegurando que a abertura de cursos e programas de residência médica esteja vinculada a critérios técnicos e à capacidade real de oferecer aprendizado supervisionado e ético. A defesa de provas de validação e de avaliação de proficiência surge como medida essencial de proteção à sociedade, ao garantir que apenas profissionais devidamente qualificados exerçam a Medicina.

Leia a íntegra em 🔗 simesc.org.br

A reunião do COSEMESC realizada no dia 25 de novembro, na sede SIMESC, marcou a primeira reunião do Conselho sob a coord...
27/11/2025

A reunião do COSEMESC realizada no dia 25 de novembro, na sede SIMESC, marcou a primeira reunião do Conselho sob a coordenação do presidente do Sindicato dos Médicos do Estado de Santa Catarina, Vanio Lisboa. Na abertura, foi destacado que esta nova etapa de condução reforça o compromisso de fortalecer a integração entre as entidades médicas e ampliar a atuação conjunta em defesa da classe.

O primeiro tema discutido foi a avaliação do 25º FEMESC, que ocorreu nos dias 26 e 27 de setembro, no CRM, em Florianópolis. Os participantes avaliaram o evento como positivo, com bons debates e boa organização. Houve também a apresentação da prestação de contas e a atualização da Carta FEMESC, que já está redigida e encontra-se em fase final de avaliação antes de sua divulgação oficial.

Outro ponto debatido foi a reunião realizada pelo SIMESC com o secretário de Estado da Administração, Vânio Boing, no dia 11 de novembro, para tratar das demandas dos médicos peritos. Entre os assuntos encaminhados estiveram o concurso público previsto para 2027, a capacitação dos profissionais, medidas de segurança nos locais de trabalho, redistribuição de peritos nas regiões com maior carência e a necessidade de fortalecimento do vínculo estatal para garantir continuidade e qualidade no atendimento. Durante a reunião do COSEMESC, também foi reforçado que segue em discussão com o governo a questão da Gratificação de Desempenho e Produtividade Médica (GDPM), tema que está sendo tratado conjuntamente pelo secretário da Administração e pelo secretário de Estado da Saúde.

Também entrou em pauta a audiência pública que será realizada no dia 5 de dezembro, na ALESC, para debater o Projeto de Lei da deputada Paulinha, que assegura às gestantes da rede pública estadual o direito de optar pela cesariana eletiva a partir da 39ª semana, além de garantir acesso à analgesia durante o parto normal. O COSEMESC acompanhará o debate, avaliando os impactos da proposta e contribuindo com sugestões que assegurem boas práticas obstétricas, segurança para as pacientes e condições adequadas para o exercício da medicina.

Leia a íntegra em 🔗 simesc.org.br

No último dia do 24º FEMESC (26/08), em Criciúma, médicos e estudantes de medicina discutiram sobre os programas de saúd...
28/08/2023

No último dia do 24º FEMESC (26/08), em Criciúma, médicos e estudantes de medicina discutiram sobre os programas de saúde federais Mais Médicos e Médicos pelo Brasil.

O conselheiro do Conselho Federal de Medicina (CFM), Júlio César Vieira Braga, apresentou os paralelos dos dois programas e ressaltou algumas das vantagens do Médicos pelo Brasil que assegura estabilidade de carreira, melhor remuneração, apresenta um processo seletivo estruturado e exige a inscrição no Conselho Regional de Medicina. Segundo ele, os argumentos do governo na justificativa de ampliar o Mais Médicos não são condizentes com a realidade. “Argumentam que são mais de seis mil equipes sem médicos na Atenção Básica, sendo que havia mais de 15 mil médicos com CRM aprovados pelo Médicos pelo Brasil e não foram chamados”.

A facilitação de abertura das escolas médicas e a interiorização de graduações como medida para aumentar os profissionais em locais de difícil provimento, são outros pontos de discordância. “Se tem dificuldade de médicos em determinada localidade haverá um corpo docente qualificado? Além disso, a formação não garante a fixação de egressos como apresentou levantamento do CFM que mostrou que 25% dos médicos não se registram no Estado que se graduaram. Para piorar o cenário, os números de vagas de residência médica não acompanham a demanda de aumento de vagas”.

A não exigência do registro no CRM além de interferir na qualidade do atendimento, tendo em vista que o profissional não comprovou sua capacidade técnica no Revalida, prejudica em muito a fiscalização, conforme relatou a médica fiscal e coordenadora de Área do CRM-SC, Vânia Maria Caruso Bícego. “Quando há o CRM sabemos onde encontrar o médico Pessoa Física ou Pessoa Jurídica para investigá-lo, notificá-lo, entre outros, o que não ocorre com os que têm apenas o registro do Ministério da Saúde.

De acordo com ela, o Conselho teve acesso entre os anos de 2013 a 2019 a uma lista precária com o nome dos participantes e pouco pode ser feito. “Quando buscamos os tutores também não tivemos muitos avanços e nos preocupou em saber que 87% das supervisões são on-line. Precisamos encontrar um caminho para efetividade na fiscalização”.

Para o presidente da Federação Médica Brasileira (FMB), Tadeu Calheiros, é preciso unir forças para desconstruir as narrativas do governo. “O que nos cabe é a luta política e não podemos ter medo. A eleição de médicos para representação forte no congresso é fundamental. Ou temos quem defenda a bandeira da medicina, ou vamos ficar apenas reclamando”.

“O desmonte do exercício profissional por meio da má formação e precarização da contratação precisam de entidades médicas fortes e por isso a importância de estarmos debatendo em eventos como este financiando entidades associativas e sindicais, entre outros”, acrescentou a presidente da Federação Nacional dos Médicos (Fenam), Lúcia Maria Aguiar dos Santos.

“Sem dúvidas precisamos fortalecer o envolvimento médico ou teremos o pior desfecho possível. O apoio ao programa Médicos pelo Brasil segue sendo o posicionamento do COSEMESC e nos cabe, no programa Mais Médicos, insistir para que sejam contratados médicos com CRM”, afirma o vice-presidente do SIMESC, Leopoldo Back.

Coordenação COSEMESC

Para encerrar o evento, o presidente do SIMESC, Cyro Soncini, transmitiu a coordenação anual do COSEMESC para a ACM, representada pelo vice- presidente eleito André Soberajiski.

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