Arco Íris Clínica Pediátrica

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O crescimento do uso de cigarro eletrônico entre adolescentes acende um alerta importante para famílias, escolas e profi...
27/03/2026

O crescimento do uso de cigarro eletrônico entre adolescentes acende um alerta importante para famílias, escolas e profissionais de saúde.

Segundo a PeNSE 2024, a experimentação de v**e entre estudantes de 13 a 17 anos passou de 16,8% em 2019 para 29,6% em 2024, mesmo com a proibição da comercialização desses produtos no Brasil.

Muita gente ainda associa o cigarro eletrônico a uma alternativa “menos prejudicial”, mas esse é um erro perigoso. O apelo dos sabores, o cheiro mais suave e a aparência tecnológica acabam tornando o produto mais atraente para os jovens, enquanto os riscos à saúde e o potencial de dependência seguem sendo motivo de grande preocupação.

Na adolescência, informação de qualidade, escuta sem julgamento e acompanhamento adequado fazem toda a diferença. Orientar, acolher e prevenir continua sendo o melhor caminho para proteger a saúde física e emocional dos nossos adolescentes.

A Sociedade Brasileira de Pediatria publicou, agora em março, uma atualização importante sobre a prevenção e o tratament...
25/03/2026

A Sociedade Brasileira de Pediatria publicou, agora em março, uma atualização importante sobre a prevenção e o tratamento da anemia ferropriva em lactentes. E esse é um tema que merece atenção, porque a deficiência de ferro continua sendo um problema relevante na infância.

O ferro tem papel essencial no crescimento e no desenvolvimento infantil, inclusive em etapas importantes do desenvolvimento cerebral. Por isso, prevenir a deficiência antes que a anemia se instale faz toda a diferença.

Entre os principais pontos reforçados nas novas recomendações, estão a importância do aleitamento materno, da introdução alimentar adequada e da oferta de alimentos ricos em ferro, especialmente carnes, além de frutas e hortaliças ricas em vitamina C, que ajudam na absorção desse nutriente.

Outra mudança relevante está na suplementação preventiva em bebês saudáveis. Em vez de uma dose calculada apenas pelo peso entre 6 e 24 meses, a nova diretriz passa a considerar uma estratégia com doses fixas de ferro elementar, em ciclos específicos, priorizando períodos de maior vulnerabilidade.

Também chama atenção o fato de que a nova diretriz não recomenda investigação laboratorial de rotina em crianças saudáveis, com alimentação e crescimento adequados. Ainda assim, cada caso deve ser avaliado de forma individualizada, principalmente quando existem fatores de risco ou sinais clínicos sugestivos de deficiência de ferro.

Na prática, isso reforça algo muito importante: o acompanhamento pediátrico, a alimentação bem orientada e a atenção aos sinais da criança continuam sendo fundamentais para uma infância mais saudável.

Muita gente ainda associa esteatose hepática (popular gordura no fígado) apenas à vida adulta, mas essa não é mais a rea...
19/03/2026

Muita gente ainda associa esteatose hepática (popular gordura no fígado) apenas à vida adulta, mas essa não é mais a realidade.

A Dra. explica que hoje a doença hepática gordurosa associada à disfunção metabólica também faz parte das preocupações em pediatria, acompanhando o aumento da obesidade infantil e de outras alterações. Estudos e consensos recentes mostram que ela já figura entre as doenças hepáticas crônicas mais relevantes em crianças e adolescentes.

As estimativas variam conforme a população analisada e os critérios utilizados, mas revisões recentes apontam prevalência em torno de 5% a 10% na população pediátrica geral, com percentuais significativamente maiores em crianças com obesidade.

Isso reforça um ponto importante: esteatose não deve ser banalizada, nem tratada como achado sem importância. Ela pode sinalizar um contexto metabólico que merece investigação cuidadosa e seguimento adequado.

Na prática, falar de esteatose na pediatria é falar de saúde integral: crescimento, alimentação, rotina, atividade física, exames, contexto familiar e risco cardiometabólico. O olhar precoce ajuda a identificar alterações antes que o problema avance silenciosamente.

Cada criança deve ser avaliada de forma individual, sempre com orientação médica.

A mastite lactacional é uma condição relativamente frequente no puerpério e pode gerar dor, desconforto importante e até...
17/03/2026

A mastite lactacional é uma condição relativamente frequente no puerpério e pode gerar dor, desconforto importante e até sintomas sistêmicos, tornando a experiência da amamentação ainda mais desafiadora para muitas mulheres.

Mas existe um ponto essencial que precisa ser reforçado: mastite, na maior parte das vezes, não significa interrupção do aleitamento materno.

Os quadros iniciais costumam ser predominantemente inflamatórios, e não necessariamente infecciosos. Por isso, em muitos casos, a abordagem inicial pode incluir medidas conservadoras por 24 a 48 horas, com foco em conforto materno, amamentação fisiológica e acompanhamento clínico adequado.

Entre as orientações mais atuais, destacam-se o uso de compressas frias, manutenção do aleitamento diretamente na mama sempre que possível, evitar estímulo excessivo com ordenha além do necessário e atenção aos sinais de piora. Quando não há melhora clínica ou quando o quadro se agrava, a avaliação médica é indispensável para definir a necessidade de antibiótico e investigar possíveis complicações.

Também é importante lembrar que dor intensa para amamentar, vermelhidão localizada, endurecimento da mama, febre, mal-estar ou piora progressiva não devem ser negligenciados. O diagnóstico e o manejo precoces ajudam não apenas no controle do quadro, mas também na prevenção do desmame precoce.

Além do tratamento, a prevenção passa por pontos importantes, como boa técnica de amamentação, correção da pega, evitar traumas mamários e reduzir intervenções que possam hiperestimular a produção de leite sem necessidade.

Cada mãe e cada bebê vivem uma realidade única. Por isso, diante de sinais sugestivos de mastite, o mais importante é buscar avaliação individualizada com equipe de saúde capacitada. Informação correta, acolhimento e suporte técnico podem mudar completamente a experiência da lactação.

A melhor prevenção começa na rotina. A criança deve comer sempre sentada, com supervisão de um adulto, sem correr, brinc...
13/03/2026

A melhor prevenção começa na rotina. A criança deve comer sempre sentada, com supervisão de um adulto, sem correr, brincar ou deitar com alimento na boca. Também é importante oferecer os alimentos em formato seguro, evitando pedaços redondos e duros, e manter pequenos objetos fora do alcance. No caso dos bebês, a alimentação deve acontecer com atenção, posição adequada e sem apoiar a mamadeira sozinha.

Alguns sinais de alerta merecem atenção imediata: dificuldade para respirar, incapacidade de chorar ou falar, tosse ineficaz, chiado, mudança de cor nos lábios ou no rosto, agitação súbita e sinais de obstrução importante das vias aéreas. Quando a criança ainda consegue tossir, essa costuma ser a melhor chance de expulsar o que está causando o engasgo.

E o que fazer?

Primeiro: mantenha a calma e peça ajuda. Se a criança estiver tossindo e conseguindo respirar, o ideal é não colocar a mão na boca nem tentar “pescar” o objeto sem visualização, porque isso pode empurrá-lo ainda mais. Se houver dificuldade respiratória importante, é essencial acionar atendimento de urgência imediatamente.

Outro ponto muito importante: em situações de primeiros socorros, orientações improvisadas ou ensinadas de forma errada podem colocar a criança em risco. A própria Sociedade Brasileira de Pediatria já alertou para erros em orientações sobre engasgo infantil. Por isso, buscar fontes confiáveis e treinamento prático em primeiros socorros faz toda a diferença.

Falar sobre engasgo é falar sobre prevenção, segurança e cuidado. Informação correta não serve para gerar medo; serve para preparar famílias, cuidadores e profissionais para reconhecer o risco, agir com mais segurança e proteger a infância.

Salvar vidas também começa com educação. 💛

Quando falamos em segurança infantil, o engasgo precisa ser levado a sério. Ele continua sendo uma das causas importante...
11/03/2026

Quando falamos em segurança infantil, o engasgo precisa ser levado a sério. Ele continua sendo uma das causas importantes de morte acidental em crianças, especialmente nas menores de 5 anos.

Dados de referência em pediatria mostram que a maioria das crianças que morrem por engasgo está nessa faixa etária, e uma parcela expressiva dos casos fatais ocorre em bebês com menos de 1 ano.

A literatura recente também reforça que a aspiração de corpo estranho segue como uma emergência pediátrica de alto risco. O problema pode evoluir rapidamente e, em muitos casos, acontece em ambiente domiciliar, durante situações cotidianas, como alimentação, brincadeiras ou contato com objetos pequenos.

Crianças pequenas são mais vulneráveis porque ainda estão desenvolvendo mastigação, coordenação e proteção das vias aéreas.

Por isso, informação e prevenção fazem toda a diferença. Antes mesmo de falar em conduta, é importante entender a dimensão do problema: engasgo não é evento raro, nem detalhe sem importância. É um tema de saúde e segurança infantil que precisa ser tratado com atenção, orientação correta e vigilância constante no dia a dia.

Nos próximos conteúdos, vamos falar também sobre prevenção, sinais de alerta e o que fazer em uma emergência.

Ser mulher é aprender desde cedo a transformar desafios em força. É descobrir, muitas vezes na adversidade, uma capacida...
08/03/2026

Ser mulher é aprender desde cedo a transformar desafios em força. É descobrir, muitas vezes na adversidade, uma capacidade extraordinária de seguir em frente e de reconstruir caminhos.

Ao longo da história, mulheres mudaram o mundo com ideias, coragem e sensibilidade. Elas desafiaram limites, questionaram estruturas e abriram portas que antes pareciam impossíveis.

Neste Dia da Mulher, celebramos cada trajetória, cada voz e cada conquista. Porque quando uma mulher avança, toda a sociedade avança junto.

A cólica do lactente é uma das principais causas de choro intenso nos primeiros meses de vida e costuma gerar grande ang...
05/03/2026

A cólica do lactente é uma das principais causas de choro intenso nos primeiros meses de vida e costuma gerar grande angústia nos pais e cuidadores.

Ela se manifesta por episódios de choro prolongado, geralmente no final do dia, em bebês que estão saudáveis, ganhando peso e se desenvolvendo adequadamente.

As causas ainda não são completamente esclarecidas, mas acredita-se que a imaturidade do sistema digestivo, a formação de gases e a sensibilidade do sistema nervoso estejam envolvidos.

Apesar de intensa, a cólica é uma condição transitória e tende a melhorar espontaneamente com o passar dos meses, geralmente até o quarto mês de vida.

O acolhimento da família e a orientação adequada ajudam a atravessar essa fase com mais segurança, reduzindo a ansiedade e fortalecendo o vínculo com o bebê.

Os brinquedos fazem parte da infância.Mas não substituem presença, vínculo e afeto.Segundo a Sociedade Brasileira de Ped...
27/02/2026

Os brinquedos fazem parte da infância.

Mas não substituem presença, vínculo e afeto.

Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), não existe evidência científica que comprove que um brinquedo específico seja necessário ou suficiente para promover desenvolvimento ideal.

O desenvolvimento infantil depende principalmente de:

✅ Interação afetiva
✅ Comunicação
✅ Brincadeiras compartilhadas
✅ Estímulo emocional seguro

Brinquedos podem apoiar esse processo, mas nunca ocupar o lugar da atenção e do carinho.

🎁 Quando o brinquedo vira excesso?

Vivemos um mercado que lança milhares de produtos por ano, muitos com promessas de “estimular inteligência”, “acelerar aprendizado” ou “desenvolver habilidades”.

Essa narrativa pode gerar:

👉 Ansiedade nas crianças para “ter”
👉 Culpa nos pais por não poderem comprar
👉 Expectativas irreais sobre desenvolvimento

Desenvolvimento saudável não depende de consumo. Depende de vínculo.

⚠️ Brinquedos também podem representar riscos?

Sim.

Apesar de parecerem inofensivos, brinquedos podem ser fonte de lesões físicas, emocionais e sociais. A Sociedade Brasileira de Pediatria alerta para riscos como:

⚠️ Asfixia por peças pequenas
⚠️ Lesões oculares por projéteis
⚠️ Queimaduras e choques elétricos
⚠️ Intoxicação por metais pesados (como chumbo em tintas irregulares)
⚠️ Lesões graves por ingestão de pilhas ou ímãs
⚠️ Afogamentos associados a boias e brincadeiras aquáticas sem supervisão

Para lactentes e pré-escolares, a SBP orienta que o brinquedo tenha:

✅ Pelo menos 4 cm de diâmetro
✅ 6 cm de comprimento

Outros cuidados importantes:

✅ Evitar cordões maiores que 15 cm
✅ Evitar pilhas acessíveis
✅ Não oferecer balões sem supervisão
✅ Evitar ímãs para crianças pequenas
✅ Supervisão constante em brincadeiras com água

🌈 Arco Íris
Cuidando da infância com responsabilidade e amor.

A amamentação é um período único e especial, mas também cheio de dúvidas e desafios. Uma das principais preocupações de ...
24/02/2026

A amamentação é um período único e especial, mas também cheio de dúvidas e desafios. Uma das principais preocupações de mães que amamentam é saber se podem usar medicamentos sem comprometer a saúde do bebê. Essa insegurança é compreensível, já que muitas substâncias que entram no corpo da mãe podem passar para o leite materno e, consequentemente, chegar ao bebê.

O que a ciência nos mostra é que a maioria dos medicamentos, quando usada de forma adequada e sob orientação médica, é compatível com a amamentação. Para avaliar a segurança, os profissionais consideram vários fatores: a dose da substância, o tempo de uso, a capacidade do bebê de metabolizar o fármaco e a quantidade que efetivamente chega ao leite. Não existe uma regra única, e sim uma análise individualizada.

Existem situações em que determinados medicamentos precisam ser evitados ou substituídos por opções mais seguras para mães que estão amamentando. Por outro lado, muitos tratamentos comuns — como analgésicos simples, antibióticos de uso habitual e medicações para alergias leves — podem ser usados sem interromper a amamentação, desde que com a orientação adequada.

A decisão de usar ou não um medicamento durante a lactação deve sempre ser tomada com base em uma avaliação clínica cuidadosa, considerando os riscos e benefícios tanto para a mãe quanto para o bebê. Jamais tome decisões por conta própria ou suspenda o aleitamento sem antes conversar com seu pediatra ou especialista em amamentação.

O acompanhamento profissional é essencial neste período para garantir o bem-estar de ambos.

O sarampo é causado por um vírus que se transmite com extrema facilidade por meio de gotículas respiratórias. Quando uma...
21/02/2026

O sarampo é causado por um vírus que se transmite com extrema facilidade por meio de gotículas respiratórias. Quando uma pessoa infectada tosse, espirra ou mesmo fala, o vírus pode permanecer no ar e em superfícies por horas, infectando qualquer pessoa suscetível que esteja perto.

Por isso, a capacidade de disseminação é tão alta que, em populações não imunizadas, quase todos os indivíduos expostos podem acabar infectados.

Os primeiros sinais da doença geralmente incluem febre alta, coriza, tosse seca, olhos vermelhos e sensíveis à luz, seguidos por uma erupção cutânea característica que se espalha do rosto para o resto do corpo. Apesar de muitas pessoas recuperarem-se em algumas semanas, as complicações podem ser graves, principalmente em crianças pequenas, que ainda não completaram o esquema vacinal, ou em indivíduos com imunidade comprometida. Em alguns casos, as complicações podem levar à hospitalização e até à morte.

A forma mais eficaz de prevenção é a vacinação com a vacina tríplice viral, que confere proteção contra sarampo, caxumba e rubéola. Ela é segura, eficaz e amplamente recomendada no calendário de imunização infantil, com duas doses que garantem níveis de proteção muito altos na população, quando aplicadas com cobertura adequada, permitem alcançar a imunidade coletiva que impede a circulação do vírus em grandes grupos.

Diante do recente aumento de casos nas Américas, reforçar a vacinação em crianças e adultos que não completaram o esquema é uma medida de saúde pública essencial. Não se trata apenas de proteção individual, mas de proteger toda a comunidade — porque, ao vacinar, diminuímos o risco de transmissão, complicações e surtos que podem atingir os mais vulneráveis.

Celulares, tablets e televisões fazem parte da rotina das famílias, mas o uso precoce e excessivo de telas na infância t...
13/02/2026

Celulares, tablets e televisões fazem parte da rotina das famílias, mas o uso precoce e excessivo de telas na infância tem levantado preocupações importantes na pediatria moderna. O cérebro da criança pequena está em fase intensa de crescimento, formando conexões neurais a cada interação com o ambiente. Esse desenvolvimento depende principalmente de experiências reais: brincar, explorar, tocar, conversar, ouvir histórias e se movimentar.

Quando a maior parte do tempo livre é ocupada por telas, há redução dessas experiências sensoriais e sociais essenciais. Estudos recentes associam o uso excessivo de dispositivos eletrônicos a atrasos de linguagem, dificuldades de atenção, alterações do sono, irritabilidade e menor capacidade de autorregulação emocional. Isso ocorre porque o estímulo digital é rápido, passivo e pouco interativo, diferente do aprendizado ativo proporcionado pelo contato humano.

Outro ponto importante é o impacto no sono. A luz azul emitida pelas telas interfere na produção de melatonina, hormônio responsável pelo início do sono, o que pode atrasar o descanso noturno. Crianças que dormem mal apresentam pior consolidação da memória, maior cansaço durante o dia e alterações comportamentais, criando um ciclo que afeta diretamente o aprendizado e o bem-estar.

Isso não significa demonizar a tecnologia, mas usá-la com equilíbrio. Recomenda-se evitar telas para menores de dois anos e, após essa idade, limitar o tempo diário, priorizando conteúdos educativos e sempre com supervisão. Mais importante ainda é garantir tempo de qualidade para brincadeiras livres, atividades ao ar livre e interação familiar.

Na infância, cada experiência conta para a formação do cérebro. Menos telas e mais presença significam mais desenvolvimento, mais vínculo e mais saúde emocional, bases sólidas para toda a vida.

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