27/03/2026
O crescimento do uso de cigarro eletrônico entre adolescentes acende um alerta importante para famílias, escolas e profissionais de saúde.
Segundo a PeNSE 2024, a experimentação de v**e entre estudantes de 13 a 17 anos passou de 16,8% em 2019 para 29,6% em 2024, mesmo com a proibição da comercialização desses produtos no Brasil.
Muita gente ainda associa o cigarro eletrônico a uma alternativa “menos prejudicial”, mas esse é um erro perigoso. O apelo dos sabores, o cheiro mais suave e a aparência tecnológica acabam tornando o produto mais atraente para os jovens, enquanto os riscos à saúde e o potencial de dependência seguem sendo motivo de grande preocupação.
Na adolescência, informação de qualidade, escuta sem julgamento e acompanhamento adequado fazem toda a diferença. Orientar, acolher e prevenir continua sendo o melhor caminho para proteger a saúde física e emocional dos nossos adolescentes.