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A ASSOCIAÇÃO PSIQUIÁTRICA AMRICANA (APA) APÓIA OFICIALMENTE A IGUALDADE NA SAÚDE DE TRANSGÊNEROSAções oficiais da APA De...
01/02/2021

A ASSOCIAÇÃO PSIQUIÁTRICA AMRICANA (APA)
APÓIA OFICIALMENTE A IGUALDADE NA SAÚDE DE TRANSGÊNEROS

Ações oficiais da APA
Declaração de posição sobre discriminação contra Transgêneros e indivíduos de Gêneros Diversos
Aprovado pelo Conselho de Curadores / Aprovado pela Assembleia Geral

Os documentos de política são aprovados pela Assembleia da APA e pelo Conselho de Curadores como declarações de posição orientanda aos médicos psiquiatras e que definem a Política oficial da APA sobre assuntos específicos

Ser transgênero(a) ou de gênero diverso não implica em nenhum prejuízo no julgamento, estabilidade, confiabilidade ou capacidades sociais ou vocacionais; no entanto, essas pessoas muitas vezes sofrem discriminação devido à falta de proteção dos direitos civis para sua identidade ou expressão de gênero. Como resultado, pessoas transgêneras e de gênero diverso enfrentam desafios em seus direitos de casamento, adoção e paternidade/maternidade, são regularmente dispensadas de serviços uniformizados e/ou rejeitadas no alistamento em serviços governamentais e de prestação de serviços, devido à sua identidade de gênero, e têm dificuldades e empecilhos burocráticos, geralmente oficiais, na revisão de documentos de identidade emitidos por órgãos públicos. Pessoas transgêneras encarceradas e de gênero diverso sofrem riscos para sua segurança pessoal e falta de acesso a cuidados de saúde abrangentes. Além disso, pessoas transgêneras e de gênero diverso podem receber espaço atribuído de forma inadequada em instalações segregadas por gênero, como banheiros em locais de uso coletivo, unidades médicas de internação (por exemplo, enfermarias masculinas e femininas), abrigos para sem-teto e programas residenciais de tratamento. Pessoas transgêneras e pessoas de gênero diverso são frequentemente assediadas e discriminadas quando procuram moradia ou candidatam-se a empregos ou escolas e são frequentemente vítimas de crimes violentos de ódio.

A APA afirma e se identifica, em sua declaração de visão de abordagem, acolhimento e tratamento, como sendo "a voz e a consciência da psiquiatria moderna". Assim, esta declaração de posição é relevante e fundamental para a APA e seus associados, porque considera que a discriminação e falta de igualdade de direitos civis é indiscutivelmente prejudicial à saúde mental das pessoas transgêneras e de gênero diverso.

Além disso, os valores da APA incluem “defesa inalienável de todos pacientes, independentemente de seu gênero”. Falar com firmeza e profissionalmente contra a discriminação e a falta de direitos civis igualitários é uma função crítica e essencial de defesa ao ser humano, que a APA está posicionada a assumir de forma unívoca.

Portanto, a American Psychiatric Association OFICIALMENTE declara que:
1. Apoia leis que protegem os direitos civis de pessoas transgêneras e de gênero diverso;
2. Insta à revogação das leis e políticas que discriminam as pessoas transgêneras e de gênero diverso;
3. Opõe-se a toda discriminação pública e privada contra pessoas transgêneras e de gênero diverso em áreas como saúde, emprego, habitação, alojamento público, educação e licenciamento profissional e social;
4. Declara que nenhum ônus maior da prova de tal julgamento, capacidade ou confiabilidade deve ser exigido dessas pessoas do que o imposto a quaisquer outros indivíduos cisgêneros.

Autores: Jack Drescher, MD, Ellen Haller, MD, APA Caucus of LBGTQ Psychiatrists.
Revisado por Eric Yarbrough, MD, APA Caucus of LGBTQ Psychiatrists and the Council on Minority Mental Health and Health Disparities.

© Copyright, American Psychiatric Association, todos os direitos reservados.

Webinar muito interessante apresentado pela Dra. Elaine Frade Costa, falando sobre os possíveis  colaterais da terapia h...
14/06/2020

Webinar muito interessante apresentado pela Dra. Elaine Frade Costa, falando sobre os possíveis colaterais da terapia hormonal do transgenero e como deve ser realizada com segurança.

Palestrante: Profª Drª Elaine M. Frade Costa Data: 13/06/20 Horário: 20:00 Horas no horário de São Paulo Realização: DoctorEnsino

09/06/2020

RISCOS DA TERAPIA HORMONAL PARA AS MULHERES TRANS
É comum a pessoa trans realizar o tratamento hormonal sem a supervisão de um endocrinologista. Mas o acompanhamento de um endocrinologista com formação, conhecimento e experiência no manejo de mulheres e homens trans é de suma importância para evitar os possíveis e sérios efeitos adversos decorrentes de um tratamento não recomendado pelas sociedades médicas.
Veja o que a mulher trans não deve fazer:
1) JAMAIS UTILIZAR O ETINILESTRADIOL ( estrogênio sintético) como forma de administrar o estradiol.
O uso de etinilestradiol presente nos anticoncepcionais aumenta o risco de tromboembolismo venoso e morte por doença cardiovascular.
A forma correta de usar o estradiol é na sua forma natural, ou seja, pode ser utilizado o 17B estradiol ou o valerato de estradiol.
2) FUMANTES NÃO DEVEM UTILIZAR ESTRADIOL NA FORMA ORAL.
O uso de estradiol oral por fumantes, diferente da via transdérmica, aumento o risco de eventos tromboembólicos e morte por doença cardiovascular.
3) O USO DE MEGADOSES DE ESTRADIOL AUMENTA O RISCO DE COMPLICAÇÕES E NÃO ACELERA OS RESULTADOS.
Doses habituais e individualizadas para cada paciente são suficientes para atender os objetivos de feminilização corporal. A feminilização é um processo lento e gradual, que pode levar entre dois a cinco anos para ter o processo completado. Doses muito elevadas de estradiol não aceleram o processo, além de poder causar tumor na hipófise ( macroprolactinoma), eventos tromboembólicos e morte por doença cardiovascular.
Um endocrinologista capacitado no atendimento à pessoa transexual é imprescindível para prescrever o tratamento mais adequado, na dose adequada, de acordo com os níveis plasmáticos de estradiol e testosterona , realizar exames periódicos para evitar complicações cardiovasculares, além de dar uma série de orientações e suporte neste processo.
Autor: Dr. Paulo de Tarso Freitas
Endocrinologista
CRM/SC 7564 RQE 3776

01/10/2018

Gisele Alessandra Schmidt e Silva, de 48 anos, foi a primeira advogada transgênero a falar diante do Supremo Tribunal Federal (STF). Em defesa de uma

19/02/2018
14/10/2017

Em homens trans, a implantação de prótese pe***na inflável em um neofalo é um procedimento complexo mas com alta taxa de satisfação. Entretanto, as taxas de complicações são também elevadas e o paciente deve ser alertado que múltiplas revisões são necessárias.

To assess the oucomes of pe**le prosthesis (PP) implantation after total ph***ic reconstruction secondary to gender dysphoria (GD).We conducted a retrospective single center analysis of 247 consecutive...

Foi recém publicada a atualização do Consenso de Tratamento de Pessoas com Incongruência/Disforia de Gênero da Sociedade...
11/10/2017

Foi recém publicada a atualização do Consenso de Tratamento de Pessoas com Incongruência/Disforia de Gênero da Sociedade Americana de Endocrinologia.
Homens trans devem utilizar preparação de testosterona transdérmica ou injetável objetivando valores normais para o s**o masculino ( 320 a 1000 ng/dl). O excesso de testo pode provocar apnéia do sono, hipertensão arterial, retenção de sal, aumento dos lipídios, aumento de peso, acne excessiva e aumento acentuado do hematócrito.
Mulheres trans devem manter o estradiol entre 100 a 200 pg/ml e testosterona

23/09/2017

Nem todas as pessoas estão satisfeitas com o corpo em que nasceram. Na verdade, milhões de indivíduos em todo o mundo sentem fortemente que nasceram com o s**o errado. Felizmente, a ciência e as tecnologias modernas proporcionam a esses indivíduos a oportunidade de corrigirem esse erro, mudando para...

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