02/12/2025
O uso de telas não é “só um hábito moderno”.
Ele muda comportamento, rotina, sono, humor e até o ritmo do neurodesenvolvimento — especialmente na pré-adolescência.
A ciência já mostrou que o uso excessivo de telas está ligado a mais desatenção, mais impulsividade, pior qualidade de sono, alterações em regiões do cérebro ligadas ao controle inibitório e menor tolerância ao tédio.
E sabe aquela “explosão” quando você tira o celular?
Não é birra.
É neurofisiologia: um cérebro hiperestimulado, cansado e sem recursos de autorregulação.
O problema não é a tecnologia.
É o uso excessivo, desregulado e substitutivo do brincar, da convivência e do sono.
Quando pais e profissionais entendem isso, conseguem agir: ajustam rotina, colocam limites coerentes e ajudam a criança a recuperar foco, calma e flexibilidade emocional.
Se você quer reorganizar isso na sua casa — com segurança, embasamento e estratégias que funcionam — posso te orientar.
Me chama na DM.
Shirlene Gonçalves
Psicóloga da Infância e Adolescência