Psi Carolina Figueiredo Rivero

Psi Carolina Figueiredo Rivero Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Psi Carolina Figueiredo Rivero, Psicoterapeuta, Florianópolis.

Ψ Psicóloga (CRP 12/18533)
🧠 Psicanalista
💡Especialista e Supervisora em Psicologia Clínica e em Terapia Sistêmica
🗨️ Atendimento individual, de casal e familiar
📍(48)984688045

Na clínica psicológica, o diálogo entre Psicanálise e Terapia Sistêmica pode ampliar a compreensão do sofrimento psíquic...
07/05/2026

Na clínica psicológica, o diálogo entre Psicanálise e Terapia Sistêmica pode ampliar a compreensão do sofrimento psíquico e favorecer uma escuta mais abrangente da experiência humana.
Enquanto a Psicanálise se dedica à singularidade do sujeito, aos processos inconscientes, às repetições e à constituição psíquica,
a perspectiva Sistêmica contribui para a leitura das dinâmicas relacionais, dos vínculos familiares e dos padrões de comunicação presentes na história do indivíduo.
Na prática clínica, essa articulação permite compreender que o sofrimento não se produz de maneira isolada. O sujeito é atravessado por sua história, mas também pelas relações e contextos dos quais participa.
Utilizar contribuições dessas duas abordagens não significa misturar teorias de forma indiscriminada, mas construir uma prática clínica ética, coerente e tecnicamente fundamentada, respeitando a complexidade e a singularidade de cada caso.
Vem 💛
Cuida de ti 🧠💡
Cuida do outro 🫂

Hoje, dia 6 de maio, celebramos o nascimento de Sigmund Freud e, em sua homenagem, comemoramos também o Dia do Psicanali...
06/05/2026

Hoje, dia 6 de maio, celebramos o nascimento de Sigmund Freud e, em sua homenagem, comemoramos também o Dia do Psicanalista. 🧠💡
Esta é uma data para refletir sobre a coragem de olhar para dentro e a busca incessante pela verdade subjetiva. Freud não apenas fundou uma disciplina, ele ofereceu ao mundo uma nova forma de escuta.
Ao colocar o inconsciente no centro da experiência humana, ele nos ensinou que nossas falhas, sonhos e esquecimentos carregam sentidos profundos. Sua obra atravessou o tempo, transformando a cultura, a arte e a forma como compreendemos o sofrimento e o desejo.
Para nós, psicanalistas, este dia reafirma nosso compromisso ético com a palavra e com o acolhimento do que há de mais singular em cada sujeito.
Ser psicanalista é sustentar um espaço onde o invisível pode ser dito e o impensável pode ser elaborado.
Hoje, celebramos um gesto inaugural: o de escutar o que em nós não se diz facilmente.
A Psicanálise segue como um campo de travessia, entre palavras e silêncio,
sintoma e sentido,
sustentando o trabalho ético de dar lugar ao inconsciente.
Como psicanalista, agradeço a cada encontro que sustenta esse trabalho:
à palavra que chega,
à que falta,
e à que ainda está por vir.
❤️

A produtividade constante pode ser compreendida na clínica psicológica como uma forma de defesa psíquica.O sujeito se ma...
27/04/2026

A produtividade constante pode ser compreendida na clínica psicológica como uma forma de defesa psíquica.

O sujeito se mantém em atividade contínua não apenas por exigências externas, mas como modo de evitar o contato com certos estados internos que emergem quando há pausa:

- angústia
- vazio
- inquietação
- pensamentos pouco elaborados

Nesse funcionamento, o fazer não está apenas a serviço da produção, mas da regulação psíquica.
A atividade ocupa o lugar da experiência interna, organizando uma espécie de estabilidade pelo movimento.

Quando essa defesa falha ou é interrompida, pode surgir desconforto, não porque “falta algo para fazer”, mas porque algo do próprio sujeito retorna sem mediação.

Nesse sentido, não se trata de excesso de produtividade em si, mas do que ela mantém em suspensão.

É importante não confundir essa leitura com uma desvalorização do trabalho ou da produtividade cotidiana.

Trabalhar, cumprir demandas e ser funcional faz parte da vida e, muitas vezes, é também uma necessidade concreta e saudável.

A questão aqui não está em produzir ou não produzir, mas em observar quando o sujeito só consegue existir em movimento, e quando a pausa deixa de ser possível sem sofrimento significativo.

Ou seja, não se trata de opor trabalho e saúde psíquica, mas de diferenciar o fazer que organiza a vida, do fazer que se torna a única forma de suportar a própria experiência interna.

Cuida de ti 💡

Borderline não é “drama”.E também não é simples de explicar.A palavra Borderline vem do inglês e significa “linha de fro...
23/04/2026

Borderline não é “drama”.
E também não é simples de explicar.

A palavra Borderline vem do inglês e significa “linha de fronteira”, um termo histórico que foi usado para descrever quadros que pareciam estar entre diferentes formas de sofrimento psíquico, especialmente entre neurose e psicose.

Hoje, o Transtorno de Personalidade Borderline, descrito no DSM-5, envolve um padrão persistente de instabilidade nas emoções, nos relacionamentos e na forma como a pessoa se percebe.
Mas isso é só a superfície.

Na prática, estamos falando de uma experiência interna marcada por:

🧠 medo intenso de abandono
🧠 dificuldade de se sentir estável por dentro
🧠 relações que podem oscilar entre idealização e frustração
🧠 sensação de vazio difícil de explicar
🧠 emoções que vêm com muita intensidade

Às vezes, aparecem atitudes impulsivas, que a própria pessoa depois não entende ou se arrepende.

Não é falta de esforço.
Não é “querer chamar atenção”.

É uma dificuldade real de lidar, sustentar e dar sentido ao que se sente.

Cada história é única.
Mas, com frequência, há vivências emocionais que marcam profundamente a forma de se relacionar consigo e com o outro.

Com acompanhamento adequado, é possível construir mais estabilidade, mais compreensão de si e relações mais seguras.

Borderline não define uma pessoa.
Mas revela o quanto ela está lutando internamente.

E isso precisa de escuta qualificada 💡

Cuida de ti.
Cuida do outro.

A psicoterapia não é um processo imediato, e isso não é uma falha, é justamente o que a torna eficaz.Vivemos em uma lógi...
25/03/2026

A psicoterapia não é um processo imediato, e isso não é uma falha, é justamente o que a torna eficaz.
Vivemos em uma lógica de urgência, onde tudo precisa ser rápido, resolvido e eficiente. Mas o funcionamento psíquico não segue essa mesma lógica. Sintomas, padrões emocionais e formas de se relacionar não surgem de um dia para o outro, eles são construídos ao longo da história de vida, atravessados por experiências, vínculos e significações inconscientes.
Por isso, esperar resultados instantâneos de um processo psicoterapêutico pode gerar frustração e, muitas vezes, levar a abandonos precoces.
Na psicoterapia, especialmente a partir de uma escuta orientada pela psicanálise, o tempo tem uma função fundamental.
É no tempo que:
💡os conteúdos inconscientes encontram espaço para emergir;
💡as repetições começam a ser percebidas;
💡o paciente passa da queixa à implicação com sua própria história;
💡novas formas de elaboração se tornam possíveis.
A mudança psíquica não acontece por imposição ou aconselhamento direto. Ela acontece quando algo é compreendido em um nível mais profundo, e isso exige elaboração, continuidade e, acima de tudo, paciência.
Paciência não no sentido de passividade, mas como sustentação do processo.
Sustentar a psicoterapia é sustentar um encontro consigo mesmo, inclusive com aquilo que é desconfortável, contraditório ou ainda sem nome. E é justamente nesse percurso que transformações mais consistentes acontecem.
Resultados rápidos podem até aliviar sintomas, mas é no trabalho contínuo que se produz mudança estrutural.
Psicoterapia não é sobre acelerar respostas.
É sobre construir, com tempo e consistência, novas possibilidades de existir.
Cuida de ti 🧠💡
Imagem: artista desconhecida(o)

Família não é sinônimo de harmonia constante.Existe uma ideia de “normalidade” que foi construída, e muitas vezes, sem p...
24/03/2026

Família não é sinônimo de harmonia constante.
Existe uma ideia de “normalidade” que foi construída, e muitas vezes, sem perceber, a gente tenta caber nela a qualquer custo.
O problema é que, nessa tentativa, surgem cobranças, frustrações e, muitas vezes, dor.
Nem toda exigência familiar é cuidado.
Nem todo padrão merece ser mantido.
Conflitos não significam somente que algo está errado, mas a forma como eles são vividos pode, sim, adoecer.
Entender de onde vem certas falas, expectativas e comportamentos não é o mesmo que aceitá-los.
É possível compreender sem se submeter.
Cuidar da tua saúde mental também envolve colocar limites, rever padrões e, principalmente, parar de buscar fora o que precisa ser construído dentro.
Porque, no fim, não se trata de ter uma família perfeita,
mas de não se perder de si dentro dela.

👥💡

O que tu vives hoje não começa só no presente.Teus afetos, tuas reações, teus medos, tudo isso carrega marcas de experiê...
19/03/2026

O que tu vives hoje não começa só no presente.
Teus afetos, tuas reações, teus medos, tudo isso carrega marcas de experiências que ficaram registradas, mesmo que tu não lembres de forma consciente.
A criança que tu foste aprendeu, de algum jeito, a se proteger. Se fechando. Se antecipando. Se defendendo. E isso fez sentido naquele momento.
O problema é que o psiquismo não funciona por calendário.
Ele repete.
Repete formas de sentir, de reagir, de se relacionar,
mesmo quando o contexto já mudou.
Por isso, às vezes, tu reages como se ainda estivesses lá atrás. Não porque tu queres.
Mas porque algo em ti ainda não pôde ser elaborado.
Proteger essa criança hoje não é continuar evitando tudo que dói.
É dar lugar pra isso existir, ser escutado e, aos poucos, ganhar outro destino.
É assim que a repetição pode começar a se transformar.
Se tu te reconheces nisso, talvez não seja sobre “controlar melhor” o que tu sentes.
Talvez seja sobre entender de onde isso vem.
Cuida de ti 🧠💡❤️

18/03/2026

🧠💡

11/03/2026

Quais histórias a teu respeito foram herdadas? E quais histórias tu desejas construir a partir de agora?

🧠💡

Na Psicologia, escutar não é apenas ouvir.A escuta psicológica é técnica, ética e fundamentada teoricamente. Ela não se ...
03/03/2026

Na Psicologia, escutar não é apenas ouvir.
A escuta psicológica é técnica, ética e fundamentada teoricamente. Ela não se limita a acolher relatos ou oferecer orientação, ela investiga sentidos, identifica repetições, observa silêncios, lapsos, contradições, afetos. O psicólogo não escuta apenas o que é dito, mas como é dito, o que é evitado, o que retorna, o que se desloca.
Diferente da escuta realizada em outras áreas da saúde, como na Enfermagem ou na Medicina, onde a escuta terapêutica costuma estar voltada à compreensão do sofrimento para conduzir cuidado, adesão ao tratamento ou orientação, na Psicologia a escuta é o próprio instrumento de trabalho.
Ela não é etapa preliminar: é método.
Na prática psicológica, especialmente na clínica, a escuta não tem como foco principal resolver o problema imediatamente, aconselhar ou direcionar condutas.
Seu objetivo é possibilitar elaboração psíquica. Trata-se de sustentar um espaço onde o sujeito possa se ouvir, reconhecer seus conflitos e produzir novos significados.
Na Psicologia, não se trata apenas de escutar, trata-se de intervir pela escuta.
A intervenção acontece na forma como se devolve, pontua, sustenta o silêncio e marca aquilo que insiste em aparecer.
Enquanto em outras áreas a escuta busca principalmente organizar informações para intervenção externa, na Psicologia ela promove transformação interna.
Escutar, para a psicóloga, é sustentar o não-saber, tolerar o tempo do outro e operar a partir de uma ética que respeita a singularidade.
Porque, na Psicologia, a escuta não é ferramenta de apoio.
É fundamento da prática.
Cuida de ti 🧠💡

Fui para o Rio de Janeiro sozinha, e em meio a uma cidade inteira vivendo suas próprias histórias, surgiu um questioname...
27/02/2026

Fui para o Rio de Janeiro sozinha, e em meio a uma cidade inteira vivendo suas próprias histórias, surgiu um questionamento silencioso: o que é ser ninguém para todos ali?
Vivemos em uma cultura que idolatra a relevância.
Ser vista. Ser lembrada. Ser desejada. Ser necessária.
A busca por importância virou sinônimo de valor pessoal.
Sim, é saudável querer ser amada, reconhecida, considerada.
O vínculo humano se estrutura também pelo olhar do outro. Desde a constituição psíquica mais primitiva, precisamos de alguém que nos signifique.
Mas há algo profundamente libertador, e pouco falado, na experiência da insignificância.
Ser insignificante, em certos contextos, é aceitar que:
Nem tudo gira ao nosso redor. Nem toda ausência é rejeição. Nem todo silêncio é abandono. Nem todo “não” é desamor.
A dificuldade de tolerar a insignificância pode revelar um Eu excessivamente dependente da validação externa.
Quando precisamos ser constantemente centrais, podemos estar tentando proteger algo frágil: a própria autoestima.
A maturidade emocional inclui suportar não ser o centro. Ser insignificante, às vezes, é sinal de saúde psíquica:
É saber que o outro tem uma vida própria. É compreender que relações não são provas constantes de amor. É reconhecer que nosso valor não oscila conforme o nível de atenção recebida.
Paradoxalmente, quem tolera a própria insignificância costuma se tornar mais inteiro, porque deixa de viver em função do olhar do outro.
Importância é vínculo.
Insignificância é autonomia.
E uma psique saudável precisa das duas.
Cuida de ti 🧠💡❤️

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