Feminilidade Itinerante

Feminilidade Itinerante pesquisa, cuidado e cura da Natureza cíclica em nós))

A terapia através do alimento estará no  com uma barraquinha de venda de blends, masalas e escalda pés durante o próximo...
09/12/2019

A terapia através do alimento estará no com uma barraquinha de venda de blends, masalas e escalda pés durante o próximo sábado! Para quem quer experimentar minhas alquimias e dar presentes que façam um convite ao cuidado de si neste Natal! No final do dia farei uma roda de conversa sobre feminilidade e cuidado de si no evento! 💕
@ Coletivo Centopeia

((O tempo do pão, o tempo da criação))De ontem para hoje compartilhei pela primeira vez sobre a arte de fazer um pão com...
19/07/2019

((O tempo do pão, o tempo da criação))
De ontem para hoje compartilhei pela primeira vez sobre a arte de fazer um pão com uma cliente. A proposta surgiu de uma convocação dela. Acolhi com carinho e vi ali uma ótima oportunidade para falarmos do tempo. Do tempo da natureza, do tempo da lentidão, do tempo da alquimia, do tempo da criação. Não tem como falar de criação sem falar de lentidão. Há coisas que só podem ser gestadas num lugar silencioso e preguiçoso. Há coisas que só se gestam no escuro. Fazer um pão se trata disso tudo um pouquinho. Este pão demora precisamente 8 dias para ser realmente feito. Desde a criação de um levain (o fermento natural), até o processo de fermentação e preparo do pão de duração de 24 horas (para não entrarmos aqui no tempo da produção do grão de trigo né?!). Entre cada processo, há técnica, intuição e exercício de presença para que cada etapa seja desenvolvida da melhor forma, respeitando as necessidades da fermentação. O pão exige movimento e pausa, movimento e pausa. Há hora para mover a massa, há hora para deixá-la em completo descanso. Há temperatura exata para cada momento do seu crescimento. E há mais um tanto de outras coisas mágicas e silenciosas que criam uma alquimia perfeita e nos presenteiam com essa beleza de aroma e sabor. Os ingredientes são apenas três: água, farinha e sal, mais um mar de alquimias e afetos em cada momento do preparo. Criar qualquer coisa dá um trabalho danado, além das frustrações e dificuldades. As vezes a gente acha que tudo pode ser perfeito e ter resultado imediato. Nessa hora, me lembro do pão e de sua lentidão e peço mais calma para tudo o que meu corpo pode/quer gestar. Comer um pão de fermentação natural é uma verdadeira celebração e respeito à lentidão.

((reduzindo alergias retirando a lactose da rotina diária!))A maioria das pesquisas envolvendo produção de saúde e cura ...
19/07/2019

((reduzindo alergias retirando a lactose da rotina diária!))
A maioria das pesquisas envolvendo produção de saúde e cura de doenças como alergias, questões respiratórias e até doenças auto-imunes apontam a retirada do consumo de laticínios como caminho importante de cura ou, pelo menos, redução de sintomas de muitos destes tipos de desequilíbrios do corpo. A questão do uso do leite de outros animais pelos humanos é estranha para a medicina chinesa, macrobiótica e para a Medicina tradicional indiana a composição do leite de vaca com outros alimentos é quase sempre uma péssima mistura, produtora de acúmulo de substâncias mal digeridas em nosso corpo. Leite com fruta, leite com carne, são sempre péssimas composições para o Ayurveda, ainda mais quando são ingeridos na parte da noite. Lembre-se que quando eu falo de leite eu falo de todos os lácteos derivados do leite também, como cremes, requeijão, iogurte, queijos etc e etc. se você tem muito acúmulo de mucosidade no nariz e garganta, tem processos inflamatórios frequentes, digestão fraca, experimente um mês sem nenhum lácteo. Nos dias de hoje o consumo destes produtos se complexifica ainda mais levando em conta a origem dos laticínios, o modo como os animais são tratados, o excesso de antibióticos usado para a produção do leite e os químicos diversos presentes na composição dos produtos industrializado derivados de leite. Eu sei bem que não é fácil retirar um alimento tão amoroso e prazeroso da rotina alimentar. Mas é só a partir de uma experiência de retirada radical para poder observar benefícios e mudanças no nosso corpo.
Como um convite carinhoso para experiências sem leite, trago esse queijo de castanha do Pará. Eu deixei 1 xícara de castanha de molho por 8h, depois bati no liquidificador com 4 copos de água quente. Coei o líquido com um voal . A parte sólida virou um leite de castanha e o resíduo sólido foi misturado com bastante azeite, sal, ervas e especiarias (alecrim, orégano, noz moscada, Pimenta do reino e Caiena, cúrcuma, etc). Fiz uma bolinha com a mistura e deixei descansando por uma noite na geladeira e na manhã de hoje eu assei numa forma untada com azeite por 40min

((A arte de acordar))A c o r d a r.Dar corda ao corpo. Preparar o corpo para o dia após um longo período de pausa. A cor...
18/07/2019

((A arte de acordar))
A c o r d a r.
Dar corda ao corpo. Preparar o corpo para o dia após um longo período de pausa. A cor dar começa com calma, se dar tempo. Mexer o corpo com calma. Se seu dia começa rápido, acelerado, se o despertador toca e você já dá um pulo da cama direto para o carro e para a mesa de trabalho seu corpo estará em pé, porém despreparado para enfrentar o dia. A c o r d a r começa com movimentos leves. Movimento do corpo e não da mente. Tem gente que mal acorda e já está com a mente super ligada, mal abriu os olhos e já está pensando nos compromissos, nos boletos, nas raivas e angústias. Calma. Se dê tempo para acordar. Quando tomar consciência de que se despertou, não saia rápido da cama, nem permita um hiper movimento mental. Decida a cor dar seu corpo. Faça movimentos leves com os braços e pernas, se estique, abra as pernas e os braços, se alongue. Ative sua pele. Se massageie, se toque, dê leves ou fortes tapinhas pelo corpo. Observe se há alguma dor, incômodo ou região tensionada. Vá acordando seu corpo, vá criando um acordo carinhoso do seu corpo com o novo dia que aparece. Antes e depois disso: r e s p i r e. Produza uma respiração num ritmo leve, acorde com seu corpo que este será o ritmo que você dará para o resto do seu dia. Estes pequenos toques e respiros farão toda a diferença na forma como seu corpo lidará com o dia. Estes pequenos movimentos lhe darão uma outra consciência na percepção do tempo, do espaço e de sua corporeidade nas próximas horas. Acorde seu corpo. Celebre seu corpo.

((Vegana, mas o que come??!))Resolvi fazer a lista desse prato de domingo só para ser bem didática:- batata doce laranja...
14/07/2019

((Vegana, mas o que come??!))
Resolvi fazer a lista desse prato de domingo só para ser bem didática:

- batata doce laranja assada com fubá, orégano e pimentas
- arroz integral com cúrcuma e cenoura ralada (com masala de cúrcuma, pimentas, canela e etc).
- feijão guandu com folhas de brócolis, farinha de mandioca, cebolinha, folhas de coentro, castanha do Pará, cúrcuma, louro, alho desidratado, cominho, coentro em semente.
- óleo de gergelim extraído a frio foi usado para refogar o feijão e para untar a batata na forma.
-todos os alimentos utilizados são orgânicos (arroz, feijão, legumes e verduras), comprados frescos nas feiras e mercados do centro de Goiânia.
-as folhas de brócolis são presentes do seu Carlos, feirante da feira da 74, que não as vende por que não são valorizadas comercialmente.

((Mapear-se como modo de cuidar-se))Tenho estudado a mandala lunar com profundidade, buscando descobrir de onde ela veio...
10/07/2019

((Mapear-se como modo de cuidar-se))
Tenho estudado a mandala lunar com profundidade, buscando descobrir de onde ela veio, como mulheres começaram a usar esta estratégia de mapeamento de si. Tenho lido muitas mulheres que falam da mandala e a utilizam como instrumento de cura. Estou unindo tudo isso. Pensando desde a construção de um saber que se faz num formato cíclico, rompendo com o pensamento linear e propondo uma forma cíclica de pensar o corpo. Pensar de forma cíclica, pensar a si através de uma mandala. Relacionar o tempo de si com o tempo da Lua. Compreender os tempos da Lua e as forças que cada lua traz para nosso corpo. Vasculhar os arquétipos de cada lua. Entender as modulações físicas, mentais e emocionais pelas quais nosso corpo atravessa a cada ciclo menstrual. Toda essa pesquisa vira um campo sútil para eu ampliar mais e mais o conhecimento sobre meu próprio corpo assim como me ajuda a trazer a mandala para minhas clientes. O mais bonito é encontrar uma afinidade com este modo de pesquisa de si com o cuidado a partir do Ayurveda. As pesquisas vão se unindo, os saberes vão dando uma alquimia bem bonita. E você, sabe o que é a mandala lunar? Como tem criado estratégias para conhecer mais seu corpo?

((corpos super nutridos e almas desnutridas))Marion Woodman fala em uma de suas entrevistas no livro Feminilidade Consci...
09/07/2019

((corpos super nutridos e almas desnutridas))

Marion Woodman fala em uma de suas entrevistas no livro Feminilidade Consciente:

“Nossa era tecnológica impele-nos a ir tão rápido que aniquilamos o que está acontecendo conosco. Passamos de raspão pelos momentos da alma. Movemo-nos de incidente a incidente sem estar efetivamente ali. (..) A menos que o incidente seja levado ao campo da consciência, não acontece na alma. Tem que ser objeto de reflexão, anotado por escrito, pintado, dançado, transformado em música. Em outras palavras, deve se mover do nível literal para o onírico para que possa ser assimilado ao desabrochar da alma”.

Sabe aquele dia que você fala que está com muita fome, mas parece que come, come, come e continua insaciável? Já parou para pensar que pode ser que seu corpo físico não esteja faminto e sim, sua alma?
Alimentamos o corpo físico com alimento de boa qualidade, alimento fresco, feito no dia, com muito amor e boas especiarias. Já alimentar nossa alma se trata de um processo um tanto mais complexo. Lógico que alimentar o corpo pode alimentar nossa alma, mas não só. Uma alma também se nutre de respiros prolongados, viagem oníricas e atividades inventivas. Uma alma se nutre de música, de dança, de espaços de expressão através da escrita, do desenho. Uma alma se nutre de dancinhas com o espelho, do ato de tocar-se e (re)conhecer-se.

Para nutrir a alma há que se produzir pequenas doses de alimento inventivo diário: não há como alimentar a alma na correria. Ela exige tempo, tempo que se esfumace do relógio, de preferência. Tempo que se desprenda do calendário. Não há como marcar dia e horário rígidos para alimentar sua alma, mas há como criar vacúolos de tempo, pequenas fendas na correria do cotidiano para que atos inventivos possam se manifestar.

Qual foi a última vez que foi só ficou parada escutando música? Qual foi a última vez que você se permitiu ficar olhando para o céu? Como andam suas pesquisas por novos saberes e sabores? Se passamos o tempo só nutrindo nosso estômago e nosso bolso, nossa alma poderá ficar frágil. ((Texto segue no blog! Link na bio))

((sobre verdades belas e dolorosas ))Por que remédios para dor não fazem efeito à longo prazo? Já passou por uma experiê...
03/07/2019

((sobre verdades belas e dolorosas ))

Por que remédios para dor não fazem efeito à longo prazo? Já passou por uma experiência de dor crônica que num dia pode ser apaziguada com um tipo de analgésico e, algum tempo depois o remédio perde, completamente, seu efeito e você precisa buscar outro, outro e outro? O que acontece com o seu corpo neste processo? Até onde você seguirá buscando formas de tapar essas belas e duras verdades que seu corpo não se cansa de tentar comunicar para você através da experiência da dor?
"Quanto mais atentarmos para as nossas dores e aflições, mais ficaremos espantados com as dolorosas verdades que estão tentando transmitir" (Martha Graham em entrevista com Marion Woodman no livro "A feminilidade consciente".
Precisamos falar sobre a experiência de sentir dor.
Para o método de meditação Vipassana - método de tradição indiana que se expande mundialmente graças ao Birmanês Goenka, um grande empresário que buscava uma cura para sua irremediável enxaqueca - a dor é uma sensação, assim com a alegria ou como o estado de apaixonamento. O que faz com que uma sensação seja definida como experiência de dor, se deriva da forma como interpretamos e conduzimos cada sensação, definindo a experiência mental de cada estímulo que atravessa nosso corpo.
Desta maneira, para o método Vipassana, uma sensação de dor, assim como uma sensação de alegria tem uma natureza semelhante: ambas surgem e desaparecem, ou seja, são impermanentes. Esta é a única certeza que temos sobre elas, elas podem se modificar o tempo inteiro, alterando em grau, proporção e forma de manifestação em nosso corpo.

Texto segue pelo link da bio!

((Ser mulher pode ser algo muito perigoso!))Quanto tempo você dedicou ao longo da sua vida à compreensão do que é ser mu...
01/07/2019

((Ser mulher pode ser algo muito perigoso!))
Quanto tempo você dedicou ao longo da sua vida à compreensão do que é ser mulher para você? Como suas mulheres te ajudaram a entender o que é ser mulher? Quantos livros você leu ao longo da sua vida sobre o feminino? Com quantas mulheres você se reúne para partilhar sobre suas dúvidas, medos e anseios em relação ao seu corpo? Se aos 12 anos tivessem me apresentado uma que mulher eu seria hoje, aos 30? Será que eu teria passados pelos mesmos problemas? Será que teria enfrentado os mesmos tipos de relacionamento? Será que teria desrespeitado meu próprio corpo aqui ou ali? Não dá para saber. A única coisa que sei é que hoje, meu corpo, meu feminino é meu lugar central de pesquisa e de cura. A cura de si que me ajuda a me aproximar da caminhada de cura e reinvenção de tantas outras mulheres. Saber sobre o feminino é saber sobre uma força que há em todos nós, uma força da terra, força lunar, força de criação e de intuição, força oculta, profunda, saber de si, saber do corpo, força de nutrição. Nutrir nosso feminino é também nutrir outros projetos de mundo, outras formas de nos relacionar e habitar a terra. Permita-se conhecer seu feminino - homens, mulheres, g**s, trans, etc e etc - chame outras mulheres velhas, novas para partilhar saberes e dores. Não tenha medo de descobrir novos caminhos em seu próprio corpo!

((Duas xícaras de chá e muitas conversas dentro das conversas))A terapia através do alimento é um processo terapêutico q...
27/06/2019

((Duas xícaras de chá e muitas conversas dentro das conversas))
A terapia através do alimento é um processo terapêutico que se faz e se refaz diariamente a partir do meu encontro com as mulheres que chegam por aqui. Alimento aqui se trata de tudo aquilo que chega aos nossos sentidos e precisa ser digerido e metabolizado por nosso corpo: comida, afeto, sensações, tudo aquilo que vemos, tudo aquilo que ouvimos. Assim como todo este campo amplo das experiências sensoriais, pode ser usado como processo de cura: o alimento, o toque, o movimento, a palavra, assim como o silencio, etc e etc. O caminho do processo terapêutico conduz para que cada mulher seja autora do seu processo de pesquisa e cura de si. E enquanto terapeuta, sigo buscando ser uma boa companheira deste processo de cada mulher, a partir dos meus estudos da subjetividade, Ayurveda - medicina tradicional indiana e saberes ancestrais do feminino.

•Os atendimentos em Goiânia acontecem no centro, e também faço atendimentos por Skype e atendimentos semi-presenciais em cidades que círculo com mais facilidade (como Brasília, SP, RJ e Curitiba).

•Quer saber mais deste processo? Marque um papo comigo - pessoalmente ou por Skype - pelo WhatsApp ☎️62 98212 8509.

Endereço

Florianópolis, SC

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