Fernanda Lima Pediatra

Fernanda Lima Pediatra Meu objetivo é ajudar da melhor forma possível, considerando os benefícios de curto, médio e longo prazo, da saúde de cada paciente.

Dra., mas eu faço isso porque estou exausta!” Eu sei e não estou aqui pra te julgar.Só pra lembrar: o cérebro do seu fil...
02/04/2026

Dra., mas eu faço isso porque estou exausta!” Eu sei e não estou aqui pra te julgar.

Só pra lembrar: o cérebro do seu filho dobra de tamanho nos primeiros anos. É a fase de maior plasticidade, mas também de maior vulnerabilidade.

O que listei não são pecados, mas obstáculos que atrapalham os neurônios de se conectarem como deveriam.

Se você identificou pelo menos 3, não se culpe, mas busque a mudança.

Qual desses itens é o mais difícil de cortar por aí? Me conta aqui nos comentários que eu te ajudo.

01/04/2026

O que mais me preocupa nessa indústria de “verdades pediátricas” não é só a desinformação, é o que isso faz na cabeça das mães.

Quando você acredita que uma gotinha resolve, que um check-up de sangue te livra de qualquer risco, que o sono do seu filho precisa ser igual ao seu adulto… você começa a se sentir culpada pelo que é biológico.

E aí, sem perceber, entra num ciclo de mais exames, mais suplementos, mais intervenções.

A Sociedade Brasileira de Pediatria já alerta: para a criança que se desenvolve bem, mama, come bem e br**ca, o melhor “suplemento” continua sendo o que não vem em frasco, ou seja: colo, chão, comida de verdade, vacinas e uma rotina que respeita o sono do seu filho.

O que eu tento fazer no consultório, e no método O.C.A., é justamente desacelerar.

Observar o que está por trás da queixa, cuidar da causa e acompanhar o tempo biológico da criança, porque seu filho não é o mesmo de ontem, mas também não precisa virar adulto antes da hora.

Você já se sentiu pressionada a fazer algo “pra garantir” e depois viu que não precisava? Me conta aqui nos comentários!

29/03/2026

“Cada criança tem seu tempo”… Será mesmo?

O desenvolvimento da linguagem segue marcos esperados, que são utilizados no mundo todo como referência clínica. Eles não são uma opinião, são parâmetros baseados em desenvolvimento neurológico!

Ao mesmo tempo, o ritmo pode variar dentro de uma faixa e, por isso, avaliar fala não é só contar palavras.

É necessário observar:
- Se a criança ouve bem e responde ao nome
- Se compreende comandos simples
- Se usa gestos, aponta, tenta se comunicar
- Se existe troca com o adulto, olhar, atenção compartilhada

Uma criança que entende, interage e tenta se comunicar pode estar dentro da variação esperada, mesmo falando pouco.

Agora, quando faltam esses elementos, não é questão de tempo, é sim critério de alerta.

Outro ponto que precisa ser dito: revisões recentes mostram que o uso excessivo de telas na primeira infância está ligado a atraso de linguagem porque reduz a quantidade e a qualidade das interações verbais com os cuidadores.

Além disso, crianças com maior tempo de exposição apresentam mais dificuldade de atenção e interação social, fatores diretamente ligados ao desenvolvimento da comunicação. Ou seja, não é apenas “uma fase” ou “personalidade da criança”. Existe um ambiente que pode estar facilitando ou dificultando esse processo.

Como é na sua casa?

27/03/2026

Vivemos numa época que mede sucesso de criança por quanto tempo f**a quieta e quantas atividades extracurriculares tem na agenda.

Enquanto isso, a natureza pede outra coisa: que ela corra, caia, invente, se suje, brinque.

Foi descoberto que br**car ativa áreas do córtex pré-frontal ligadas à tomada de decisão e regulação emocional habilidades que nenhuma lição de casa ensina.

O paradoxo é que a gente tira tempo da br**cadeira pra colocar a criança em atividades que prometem desenvolver exatamente o que só a br**cadeira desenvolve.

Cérebro que br**ca é cérebro que aprende! Mas cérebro que aprende também precisa de tempo, silêncio, tédio e liberdade para errar.

Seu filho tem tempo livre pra br**car? Como você faz ai na sua casa?

**cadeiradecriança

A linha entre cuidado e excesso está cada dia mais fina! 🧶De um lado, diagnóstico precoce que é essencial. Do outro, uma...
24/03/2026

A linha entre cuidado e excesso está cada dia mais fina! 🧶

De um lado, diagnóstico precoce que é essencial. Do outro, uma indústria inteira que lucra com o medo dos pais.

E no meio disso, tem criança sendo reduzida a algumas siglas ou # de prontuário.

O comentário que você leu ali não é isolado.

Infelizmente é a realidade de milhares de famílias que passam a primeira infância inteira no modo alerta o tempo inteiro.
Diagnóstico é ferramenta, mas não define quem a criança é!

O que você acha sobre esse excesso de diagnósticos?

23/03/2026

Se você quer que o seu filho tenha uma vida boa, olha só que interessante o que essa pesquisa de Harvard concluiu…

A famosa “ajudinha em casa” não é só um pedido que ajuda as mães, essa responsabilidade desde cedo é essencial para o desenvolvimento e independência das crianças em todas as fases da vida.

É por isso que ser um ADULTO FUNCIONAL depende tanto das experiências e estímulos da vida toda.

Você já tinha parado para pensar por esse lado?

Seu filho tem brinquedo demais? Talvez tenha e talvez seja por isso que ele inventa de menos.Brinquedo pronto acaba se t...
21/03/2026

Seu filho tem brinquedo demais? Talvez tenha e talvez seja por isso que ele inventa de menos.

Brinquedo pronto acaba se tornando um entretenimento passivo. A criança aperta um botão, assiste e só. Já um graveto, uma folha ou mesmo um pedaço de pano tem infinitas possibilidades.

No dia 23/03, eu e a convite do projeto Brincando com a Natureza convidamos as famílias para ir ao Parque da Luz.

Enquanto as crianças exploram, vamos fazer uma roda de conversa sobre infância, saúde e o poder do br**car ao ar livre.

☀️ Parque da Luz, 10h00
Gratuito (parte da Maratoninha da Maratona Cultural)

A linha entre cuidado e excesso está cada dia mais fina!De um lado, diagnóstico precoce que é essencial. Do outro, uma i...
21/03/2026

A linha entre cuidado e excesso está cada dia mais fina!

De um lado, diagnóstico precoce que é essencial. Do outro, uma indústria inteira que lucra com o medo dos pais.

E no meio disso, tem criança sendo reduzida a algumas siglas ou # de prontuario.

O comentário que você leu ali não é isolado. Infelizmente é a realidade de milhares de famílias que passam a primeira infância inteira no modo alerta o tempo inteiro.

Diagnóstico é ferramenta, mas não define quem a criança é!

O que você acha sobre esse excesso de diagnósticos?

Com o passar dos tempo parece que perdemos um pouco a noção do que é desenvolvimento natural.Tudo virou um protocolo a s...
18/03/2026

Com o passar dos tempo parece que perdemos um pouco a noção do que é desenvolvimento natural.

Tudo virou um protocolo a ser seguido e esquecemos da individualidade de cada criança.

E no meio dessa correria de tentar acertar, esquecemos de analisar o bebê e entender o que ele está tentando nos dizer quando chora na posição que a gente insiste em deixá-lo.

Quero saber sua opinião: o que você acha do Tummy Time?

17/03/2026

Sua casa virou uma farmácia?

Porque a indústria descobriu que mãe insegura compra qualquer coisa, e virou especialista em te vender frascos e mais frascos de nada...

Sabe esse monte de vitaminas que você entrega para o seu filho todos os dias? A maior parte delas o corpo dele nem precisa , sai tudo no xixi, e algumas em excesso se acumulam, podem intoxicar e você vai ter um problema que nem deveria existir.

A Sociedade Brasileira de Pediatria é clara: criança com alimentação variada e saudável não precisa de suplementação de multivitaminicos de rotina!

Sono, sol, br**cadeiras e comida de verdade: nada disso vem de farmácia.

Será que o seu filho realmente precisa de tudo isso ou você só está tentando tapar um medo?

16/03/2026

38°C no termômetro e a casa vira um caos!

De repente todo mundo tem uma opinião, quer dar um palpite, e você ali tentando descobrir qual é a decisão certa.

Mas será que a primeira pergunta deveria ser “que remédio eu dou”?

Porque a febre, na maioria das vezes, não é o problema em si. É uma resposta fisiológica natural de que o corpo do seu filho funcionando.

Claro que não dá pra romantizar, criança com febre alta, desconfortável, chorosa, isso ninguém quer. Mas tem uma grande diferença entre tratar o desconforto e sair medicando de qualquer maneira no primeiro grau que subir.

Uma criança de 39°C br**cando no chão não é a mesma coisa que uma criança de 37°C caída, mole, sem reação. O número sozinho não decide nada, é precio analisar o conjunto da obra.

Além disso, febre não é senha para antibiótico! Antibiótico trata bactéria. Se for vírus, vai fazer zero efeito.

Então da próxima vez que o termômetro subir, respira fundo e troca a pergunta: não é “o que eu dou pra baixar”, vai ser “como ele está?”.

Já passou por isso aqui em casa? O que você costuma fazer quando a febre aparece?

Endereço

Rua Sidney Nocetti 62, Sala 401
Florianópolis, SC
88025-320

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 19:00
Terça-feira 08:00 - 19:00
Quarta-feira 08:00 - 19:00
Quinta-feira 08:00 - 19:00
Sexta-feira 08:00 - 19:00

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Fernanda Lima Pediatra posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Prática

Envie uma mensagem para Fernanda Lima Pediatra:

Compartilhar

Categoria

Dra. Fernanda Lima.

Durante a faculdade de medicina, me apaixonei pela pediatria e, mais especif**amente, pela puericultura. Apesar da carga horária do curso, fiz muitas horas extras no ambulatório, pois simplesmente f**ava encantada e amava estar perto de tudo aquilo.

Nesta época, ganhei o apelido carinhoso de Felícia (Personagem do desenho animado Tiny Toons, conhecida pela frase: Eu vou te abraçar, te beijar e te apertar até seus olhos pularem para fora e eu destruir todos seus ossinhos), pois minha vontade era de realmente cuidar, dar carinho e ajudar os bebês e crianças que passavam por mim com dedicação plena o tempo todo.

Com todas as experiências que vivi, entendi que para verdadeiramente cuidar destas pequenas pessoinhas, é necessário também conhecer e atender a família, para conhecer o ambiente e situações que os rodeiam.