02/12/2025
O Senado avança. Os discursos avançam. A tecnologia avança.
Mas a pergunta que não quer calar é simples:
a Medicina Nuclear no Brasil também avança — ou seguimos presos aos mesmos gargalos de sempre?
Enquanto o PL 2167/2025 promete descentralização, radiofarmácias regionais e reembolso diferenciado, os dados da CNEN contam outra história nada confortável:
🔸 Mais da metade das unidades de PET está no Sudeste
🔸 O Norte tem menos de 5% dos serviços
🔸 Quase todos os insumos continuam vindo de fora
🔸 E a produção nacional segue frágil, cara e instável
O que isso significa?
Que mesmo com leis, sem integração entre ANVISA, CNEN, ANS, Ministério da Saúde e setor privado, a “política nacional” corre o risco de virar só… papel.
E aí entra a reflexão que incomoda:
👉 O Brasil vai seguir reagindo às crises de desabastecimento?
ou
👉 Vamos assumir protagonismo e construir nossa própria cadeia de valor?
Como país, já temos conhecimento técnico, cientistas brilhantes e demanda crescente.
Falta coordenação. Falta coragem institucional. Falta decisão.
Se você trabalha em Medicina Nuclear, Radiologia, Engenharia Clínica, Física Médica ou Gestão de Serviços…
esse debate é seu também.
🟦 O artigo completo está no LINKEDIN da Brasilrad (link na bio)
Vai lá ler — e comenta:
o Brasil está pronto para liderar ou ainda estamos tropeçando no básico?