Psi Bia Tenente

Psi Bia Tenente Eai! Tudo bem? Sou a Bia Tenente e por aqui vou falar sobre saúde mental e descolonização do ser.

Dia de   para registrar a última ação sobre Setembro Amarelo que pude fazer junto da empresa .in 💛Dialogar sobre temas s...
23/10/2025

Dia de para registrar a última ação sobre Setembro Amarelo que pude fazer junto da empresa .in 💛

Dialogar sobre temas sensíveis, não faz parte só do nosso trabalho como profissionais de saúde. Já que a responsabilidade pelo nosso bem estar físico e emocional está totalmente interligada com quem convivemos no dia a dia. No ambiente de trabalho isso não pode ser deixado de lado.

Uma cultura de cuidado se constrói nas conversas e em seus direcionamentos.

Foi ótimo poder mostrar dados sobre a saúde de trabalhadores da área tech no Brasil, tendências sobre valores e cultura do trabalhão ao redor do mundo ao longo dos anos, e claro, levantar informações gerais e possíveis estratégias para lidar com a Prevenção ao Suicídio dentro e fora do ambiente do trabalho.

📌 Para quem chegou até aqui: Falemos mais sobre "como ajudar, quais canais acionar" do que sobre esteriótipos/achismos sobre a sua causa. Um bom acolhimento começa na escuta. E isso todos podem-devem fazer.

Obrigada pela oportunidade Server! 🌻💛

E por ai, você já conversou mais sobre a a história e desdobramentos da Campanha do Setembro Amarelo?

✨ "Dizem que união de preto é quadrilha, pra mim é tipo um santuário." Quando Djonga manda essa eu quase sempre me arrep...
30/10/2024

✨ "Dizem que união de preto é quadrilha, pra mim é tipo um santuário." Quando Djonga manda essa eu quase sempre me arrepio. O Rap nacional muitas vezes consegue traduzir as dores da população negra periférica, mas seu potencial vai para além de à tona as mazelas sociais.

Em "Hat-trick" Djonga nos lembra que a união entre pessoas negras é poderosa e sagrada. Enquanto a sociedade ra***ta muitas vezes enxerga essa união como uma ameaça, ele a vê como um espaço de resistência e força.

Frantz Fanon se debruça em "Peles Negras Máscaras Brancas" sob uma série de fenômenos complexos associados ao racismo e as difíceis movimentações que cada um pode fazer para atravessar certas adversidades. Na intenção de preservar uma composição subjetiva que vive e de associar esse grupo de pessoas a si mesmas. Estruturas de poder em diferentes níveis temem essa união sabendo que é justamente ela que fortalece esses indivíduos e os liberta de outras amarras externas.

🔗🤜🏽🤛🏽 Djonga e Fanon nos mostram que, em um mundo que nos marginaliza, unir-se aos nossos é uma forma de resistência, de proteção e de cura.

"E se fosse ao contrário?" Esse é o primeiro questionamento no clipe de "Hat-Trick", em que rapper Djonga já começa lanç...
24/10/2024

"E se fosse ao contrário?" Esse é o primeiro questionamento no clipe de "Hat-Trick", em que rapper Djonga já começa lançando uma controvérsia ao que vai acontecer nas próximas cenas. E se fosse ao contrário e não houvessem máscaras sociais para pessoas pretas❔

🖊️No verso citado Djonga faz uma crítica direta ao processo de embranquecimento que muitos artistas negros enfrentam na indústria. Com suas palavras ele resiste à pressão de se adequar a padrões impostos, mantendo assim sua identidade e suas verdades.

📖Por outro lado, o autor Frantz Fanon fala sobre a dificuldade do homem negro diante da busca incessante para se adequar à sociedade branca. Apesar de na obra “Pele Negra Máscaras Brancas”, Fanon descrever sua tese observando quase exclusivamente o homem negro, interpretações da obra mais atualizadas mostram que os mesmos efeitos psicossociais são enfrentados por pessoas negras no geral.

Para o psiquiatra filósofo e político (bem brabo), a relação entre a alienação e a impossibilidade de realmente pertencer a esse espaço andavam juntas no imaginários e na ação de pessoas pretas. Enquanto Djonga gerações depois já rejeita essa relação, oferecendo novas alternativas de ser no mundo.

Fanon nos ensina que, ao tentar se "embranquecer", a pessoa negra pode perder sua identidade, tornando-se alienado de si mesmo. Djonga, por outro lado, segue "falando o que vê" e o que sente para permanecer fiel à sua realidade.

⛓️‍💥Ao conhecer e rejeitar essa assimilação milenar que a sociedade nos impõem, como Djonga e Fanon, podemos preservar nossa identidade e continuar a resistir à desumanização que nos colocam o tempo inteiro.

Part. 1.

✊🏿✊🏾✊🏼

Eai gente, tudo certo? Hoje vou começar uma série de posts sobre indicações que passaram pelo meu alto crivo crítico 😮‍💨...
09/10/2024

Eai gente, tudo certo? Hoje vou começar uma série de posts sobre indicações que passaram pelo meu alto crivo crítico 😮‍💨. Serão trechos de filmes, livros, séries e podcasts que exploram múltiplas situações de vivências racializadas.

Começando pela sitcom Reunião de Family - Family Reunion da Netflix, que tem aquele formato de episódio curtinho e uma audiência que dá o tom das risadas no fundo das cenas. O famoso estilo de “comfy series” tipo de seriado que todo mundo tem pra relaxar e desligar um pouco do dia a dia difícil.

O diferencial dessa série é que ela joga com humor mas também problematiza e lança para os espectadores vários momentos em que os personagens são atravessados por contextos como: enfrentamento dos efeitos do colorismo nos EUA, valorização do senso de comunidade e resgate cultural, espiritualidade, conflitos geracionais e claro (infelizmente) violências raciais.

O que ficou de lição enquanto estou assistindo (estou na 3ª temporada então sem spoilers!) foi com relação a se identificar com a alegria e a dor do outro. Principalmente quando situações parecidas aconteceram com você.

Me conta ai, já conhecia essa série? 📺🍿💚

BOA TARDE REDE!! Estou muito feliz em revelar o início da divulgação da minha marca que está de cara nova. Saquem só ess...
25/09/2024

BOA TARDE REDE!! Estou muito feliz em revelar o início da divulgação da minha marca que está de cara nova. Saquem só essa Identidade Visual (nunca tive uma, então estou me acostumando)!!! 🤸🏽‍♀️🤸🏽‍♀️

Estar neste processo de aprimoramento profissional voltando aos estudos psis, pisando com calma no mercado da clínica e do tal do merchan das redes sociais, tá sendo uma construção. Que como qualquer outra leva tempo e dedicação.

Agora usando minha marca com suas cores, fontes e símbolos, vou conseguir me comunicar com vocês (pacientes, colegas e futuras parcerias why not) do meu jeitinho. Com mais autenticidade e um charminho próprio, né não?

Eai, o que acharam dessa belezura? (Perguntando por puro engajamento porque eu aqui tô apaixonada 😍)

Endereço

R. Felipe Schmidt, 249/Centro, Florianópolis/SC, 88010/902
Florianópolis, SC

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