Pediatria Com Alegria

Pediatria Com Alegria Destinado a fornecer informações em Pediatria baseadas em literatura médica confiável e com linguagem acessível.

A proteção contra picadas de insetos em crianças é fundamental para evitar doenças transmitidas por esses agentes. Escol...
07/11/2023

A proteção contra picadas de insetos em crianças é fundamental para evitar doenças transmitidas por esses agentes. Escolher repelentes seguros e eficazes é crucial, e recomendamos três ingredientes ativos: icaridina, IR3535 e DEET.
Para bebês com menos de dois meses, não são recomendados repelentes químicos. A melhor proteção nessa idade é física, com mosquiteiros e roupas de manga comprida.
A icaridina é eficaz contra mosquitos e carrapatos e é segura para crianças a partir de dois meses. Ela é menos irritante para a pele e tem um odor agradável. Entretanto, em bebês com mais de dois meses, seu uso deve ser limitado a situações de exposição intensa a insetos devido à falta de estudos sobre sua segurança nessa faixa etária.
Marcas como Exposis, Effex, SBP, Granado bebê, Needs e Xô Inseto oferecem produtos com icaridina, incluindo opções para bebês e crianças.
O IR3535 é eficaz contra mosquitos, carrapatos, moscas e piolhos. É seguro para crianças e gestantes e menos corrosivo para materiais sintéticos. Marcas como Johnson's Baby e Mustela têm produtos com IR3535.
O DEET é amplamente utilizado e oferece proteção duradoura contra insetos. Pode ser usado em crianças a partir de dois anos, mas com cautela, evitando concentrações muito altas e aplicando-o adequadamente. Marcas como OFF! e Repelex contêm DEET.
Ao usar repelentes em crianças, siga as orientações de segurança, aplicando apenas em áreas expostas e de acordo com as instruções do fabricante. Não permita que crianças pequenas apliquem o produto sozinhas. Após retornar para ambientes fechados, lave a pele da criança para remover qualquer resíduo.
A frequência de aplicação varia com a idade: lactentes acima de seis meses podem receber uma aplicação ao dia, crianças de 1 a 12 anos, duas vezes ao dia, e a partir dos 12 anos, duas a três vezes ao dia.
Leia os rótulos, escolha repelentes aprovados e prefira aplicar o produto em suas mãos antes de passar na criança para evitar inalação. O excesso não aumenta a eficácia e pode ser prejudicial.
Lembre-se de que a pele das crianças é sensível. A segurança delas é nossa prioridade.
| Sylvia Kowalski Pereira | Pediatra | CRM/SC 21245 | RQE 16220 |

A prevenção contra a dengue é um esforço coletivo que começa com ações individuais conscientes. Os mosquitos Aedes aegyp...
05/11/2023

A prevenção contra a dengue é um esforço coletivo que começa com ações individuais conscientes.
Os mosquitos Aedes aegypti, transmissores da dengue, proliferam-se em água parada, portanto eliminar focos é essencial.
Além disso, é importante ter constância nessa função. O esforço começa agora e não deve terminar.
Mantenha caixas d'água, tonéis e barris fechados e limpe semanalmente recipientes que acumulam água. Pratos de plantas devem ser preenchidos com areia até a borda ou lavados com esponja uma vez por semana.
É importante também manter calhas limpas e sem obstruções para evitar acúmulos de água.
Pneus velhos devem ser armazenados em locais cobertos ou perfurados para não reter água. Piscinas precisam de tratamento regular e manutenção de cloro adequada, mesmo quando não estão em uso.
O uso de repelentes é uma medida eficaz, principalmente nos períodos de surto.
Instalação de telas em janelas e portas e o uso de mosquiteiros ao dormir são barreiras físicas que ajudam a evitar picadas.
Roupas claras e de mangas compridas também são recomendadas como forma de proteção, especialmente durante o amanhecer e entardecer, períodos de maior atividade dos mosquitos.
A educação e conscientização são armas poderosas na prevenção da dengue.
Participar de campanhas de limpeza e conscientização da comunidade e reportar locais de risco às autoridades são práticas que podem contribuir significativamente para o controle da doença.
Por fim, é importante estar atento aos sintomas da dengue, como febre alta, dores de cabeça, no corpo e articulações, e procurar assistência médica ao apresentá-los. A prevenção é a estratégia mais eficaz no combate à dengue e a responsabilidade é de todos nós!
| Sylvia Kowalski Pereira | Pediatra | CRM/SC 21245 | RQE 16220 |

Não se engane! Após todo esse período de chuvas em Florianópolis, associado ao aumento da temperatura, teremos novos sur...
04/11/2023

Não se engane!
Após todo esse período de chuvas em Florianópolis, associado ao aumento da temperatura, teremos novos surtos de dengue.
As condições atuais são um terreno fértil para a proliferação do Aedes aegypti, o mosquito transmissor dessa doença.
Com a estagnação da água, há uma explosão na quantidade de criadouros possíveis para o inseto, o que eleva dramaticamente o risco de infecção.
A situação demanda uma resposta rápida e eficaz das autoridades de saúde pública e da população.
Campanhas de conscientização devem ser intensificadas, alertando sobre a importância de eliminar água parada, seja em pneus velhos, pratinhos de plantas, piscinas, ou qualquer outro recipiente que possa acumular água.
A prevenção é a melhor arma contra a dengue, e ela começa com a mudança de comportamento de cada um.
No âmbito da gestão pública, é necessário que haja um reforço nas equipes de saúde que atuam no combate ao vetor, assim como naquelas que prestam assistência aos infectados.
Programas de fumacê podem ser necessários em áreas críticas, mas sempre levando em conta as implicações ambientais dessa medida.
A dengue é uma doença séria, que pode ser fatal.
Não podemos subestimar os riscos que ela apresenta, especialmente em um cenário propício ao seu avanço.
A responsabilidade é coletiva: governos, comunidades e indivíduos devem unir forças para evitar que o controle da doença escape das nossas mãos.
Com a chegada do verão, o alerta deve ser ainda mais intenso, pois o ciclo de vida do mosquito se acelera com o calor.
A prevenção e o combate à dengue em Florianópolis são um chamado à ação que não pode ser ignorado. Somente com esforços combinados, conscientização e medidas efetivas poderemos esperar diminuir a incidência dessa doença e proteger a saúde de todos.
| Sylvia Kowalski Pereira | Pediatra | CRM/SC 21245 | RQE 16220 |

A partir dos 6 meses, atento ao desenvolvimento do bebê, é possível iniciar a introdução de outros alimentos, além do le...
03/11/2023

A partir dos 6 meses, atento ao desenvolvimento do bebê, é possível iniciar a introdução de outros alimentos, além do leite materno ou fórmula.
.
Nesta idade, a maioria das crianças atinge maturidade fisiológica e neurológica, além da atenuação do reflexo de protrusão da língua, também chamado de reflexo de GAG, o que facilita a ingestão de alimentos semi-sólidos.
.
As enzimas digestivas são produzidas em quantidades suficientes.
.
E, devido à alta permeabilidade do tubo digestivo, a criança menor corre o risco de apresentar reações de hipersensibilidade e alergias.
O sistema digestório e renal da criança são imaturos antes dos 6 meses.
.
Não há evidências de que exista alguma vantagem na introdução precoce (antes dos seis meses) de outros alimentos que não o leite humano na dieta da criança.
.
Por outro lado, os relatos de que essa prática possa ser prejudicial são abundantes.
.
O período de introdução da alimentação complementar é de elevado risco para a criança, tanto pela oferta de alimentos desaconselháveis, quanto pelo risco de contaminação devido à manipulação e ao preparo inadequado, favorecendo a ocorrência de doença diarreica e desnutrição.
.
Tudo tem seu tempo, converse com seu pediatra. Veja a melhor maneira para conciliar a volta ao trabalho e aguardar o início da alimentação aos 6 meses.
| Sylvia Kowalski Pereira | Pediatra | CRM 21245 | RQE 16220 |

A introdução alimentar é um marco crucial no crescimento dos bebês, começando normalmente aos 6 meses.Ela pode seguir a ...
03/11/2023

A introdução alimentar é um marco crucial no crescimento dos bebês, começando normalmente aos 6 meses.
Ela pode seguir a alimentação participativa, onde os pais alimentam a criança com a colher com a comida, inicialmente, na consistência de purês e papas.
Ou, ainda, pode-se utilizar o método BLW, que incentiva o bebê a se alimentar sozinho com pedaços de comida.
Ambas as técnicas têm vantagens e desvantagens que devem ser ponderadas pelos pais.
A alimentação participativa oferece o benefício do controle parental sobre a dieta, minimizando o risco de engasgo e permitindo um acompanhamento preciso da ingestão de alimentos.
Entretanto, ela pode limitar a experiência sensorial do bebê.
O BLW, por outro lado, fomenta a independência, o desenvolvimento motor e proporciona uma rica experiência sensorial com uma variedade de texturas e sabores.
Mas, é comum haver preocupações como um possível aumento no risco de engasgo, mais bagunça e dificuldade em monitorar a quantidade de comida ingerida.
Os pais devem introduzir novos alimentos gradualmente e estar atentos a reações alérgicas, mantendo o leite materno ou fórmula como base da alimentação no primeiro ano.
A escolha entre alimentação participativa e BLW deve ser personalizada às necessidades da criança e da família, podendo combinar ambos os métodos. Eu, sempre oriento misturar as abordagens, tanto na mesma refeição, quanto em refeições diferentes.
O mais importante é garantir que o bebê receba nutrição adequada e desenvolva uma relação saudável com a comida.
| Sylvia Kowalski Pereira | Pediatra | CRM/SC 21245 | RQE 16220 |

A introdução alimentar saudável de um bebê é, sem dúvida, um ato de amor dos pais que transcende a mera nutrição.Quando ...
02/11/2023

A introdução alimentar saudável de um bebê é, sem dúvida, um ato de amor dos pais que transcende a mera nutrição.
Quando os pais escolhem cuidadosamente os alimentos que oferecem ao seu filho, estão investindo no seu crescimento e desenvolvimento, mas também demonstram um profundo comprometimento com o seu bem-estar.
Esse processo de introdução alimentar é um marco importante na vida de um bebê, marcando o início de uma jornada de descoberta de sabores, texturas e o estabelecimento de uma relação positiva com a comida.
Os pais que se dedicam a oferecer alimentos saudáveis e variados estão proporcionando ao bebê a oportunidade de desenvolver hábitos alimentares equilibrados que podem durar toda a vida.
Ao optar por alimentos frescos, naturais e nutritivos, os pais demonstram o desejo de garantir o crescimento saudável de seus filhos. Além disso, estão transmitindo valores importantes, como o respeito pelo corpo e a importância de fazer escolhas saudáveis.
A introdução alimentar também é um ato de amor no sentido de promover a segurança emocional do bebê.
Quando os pais oferecem alimentos com carinho e paciência, estão criando um ambiente de confiança e afeto em torno da alimentação.
Essa abordagem gentil ajuda a fortalecer os laços familiares e a construir uma base sólida para a relação do bebê com a comida, evitando problemas alimentares no futuro.
Então, a introdução alimentar saudável de um bebê vai muito além da simples nutrição; é uma demonstração tangível de amor e cuidado dos pais.
É um investimento no bem-estar presente e futuro da criança, ensinando valores e promovendo laços emocionais fundamentais. Portanto, é um ato de amor inestimável que molda positivamente a vida do bebê.
| Sylvia Kowalski Pereira | Pediatra | CRM/SC 21245 | RQE 16220 |

A azitromicina é um antibiótico popularmente conhecido e pertence à classe dos macrolídeos.Ela é tem sido frequentemente...
01/11/2023

A azitromicina é um antibiótico popularmente conhecido e pertence à classe dos macrolídeos.
Ela é tem sido frequentemente prescrita para tratar várias infecções bacterianas devido ao seu amplo espectro de ação e ao regime de dosagem conveniente.
No entanto, quando se trata de amigdalite estreptocócica, causada pela bactéria estreptococo do grupo A, a azitromicina não é o antibiótico de primeira linha. Há várias razões para isso.
Eficiência clínica: A penicilina tem se mostrado altamente eficaz contra o estreptococo do grupo A e é o antibiótico de escolha para amigdalite estreptocócica. Estudos demonstraram que a penicilina tem uma taxa de erradicação bacteriana superior à azitromicina.
Resistência bacteriana: O uso indiscriminado de antibióticos, incluindo a azitromicina, levou ao desenvolvimento de cepas bacterianas resistentes. Embora a resistência de Streptococcus pyogenes à azitromicina ainda seja relativamente baixa em muitas áreas, ela está aumentando em algumas regiões.
Portanto, prescrever azitromicina quando outros antibióticos são mais apropriados pode contribuir para o aumento da resistência bacteriana.
Efeitos colaterais: pode causar efeitos colaterais em alguns pacientes, incluindo distúrbios gastrointestinais, como diarreia, náusea e vômito. Em comparação, a penicilina tem um perfil de efeitos colaterais mais favorável para a maioria dos pacientes.
Custo: Em muitas regiões, a penicilina é significativamente mais barata do que a azitromicina. Portanto, do ponto de vista econômico, faz sentido prescrever penicilina para amigdalite estreptocócica, desde que o paciente não seja alérgico a ela.
Profilaxia de febre reumática: a eficácia da azitromicina neste contexto não é tão bem estabelecida.
Além disso, também não é indicada para quadros virais, catarro, Gripe, COVID, ou chiado no peito.
Não custa lembrar: usar antibióticos de maneira responsável é imprescindível para ajudar a combater o problema da resistência bacteriana e a expectativa dos pacientes por melhora rápida de quadros virais.
| Sylvia Kowalski Pereira | Pediatra | CRM/SC 21245 | RQE 16220 |

A escarlatina é uma doença infectocontagiosa causada pela bactéria Streptococcus pyogenes do grupo A.Ela geralmente acom...
01/11/2023

A escarlatina é uma doença infectocontagiosa causada pela bactéria Streptococcus pyogenes do grupo A.
Ela geralmente acomete crianças entre 5 e 15 anos e apresenta como principais sintomas: febre alta, dor de garganta, exantema cutâneo (manchas vermelhas pelo corpo) que lembram a textura de uma lixa e língua "em framboesa" (vermelho-vivo e inchada).
No nosso país, a escarlatina é mais comum nos meses mais quentes e úmidos, geralmente entre a primavera e o verão. Há uma maior proliferação bacteriana nas condições de alta temperatura e umidade, bem como ao aumento do contato entre as crianças.
Esta patologia era muito comum até o início do século XX e, graças aos avanços médicos e à ampla disponibilidade de antibióticos, teve seu número de casos consideravelmente reduzido.
Entretanto, como muitas doenças, a escarlatina tem um padrão cíclico, o que pode levar a picos em sua incidência após períodos de baixa. E, é isso que temos observado. Após um período de pandemia, onde quase não se viu escarlatina, este ano, é possível observar um certo aumento de casos nas emergências.
O diagnóstico é clínico, baseado nos sintomas apresentados pelo paciente, mas pode ser confirmado através de exames como a pesquisa do estreptococo na orofaringe.
O tratamento da escarlatina é feito com antibióticos, sendo a penicilina (ou amoxicilina) o medicamento de escolha. É crucial iniciar o tratamento para evitar complicações, como febre reumática ou glomerulonefrite.
Além dos antibióticos, o tratamento sintomático, como analgésicos e antitérmicos, é indicado.
Segundo a AAP em 2018, as crianças com diagnóstico de escarlatina, ou de faringotonsilite estreptocócica devem ficar afastadas das atividades escolares por pelo menos 12 horas após o início do antibiótico, ou até que a criança/adolescente consiga frequentar confortavelmente das atividades.
Não existe vacina contra a escarlatina. A prevenção está baseada no tratamento adequado das infecções de garganta e na adoção de medidas de higiene.
| Sylvia Kowalski Pereira | Pediatra | CRM/SC 21245 | RQE 16220 |

Nosso boneco pronto para o Halloween da escola!Aqui é bem difícil para fantasias. Acabou escolhendo o Chucky. Não porque...
31/10/2023

Nosso boneco pronto para o Halloween da escola!
Aqui é bem difícil para fantasias. Acabou escolhendo o Chucky. Não porque ele gosta do boneco, mas era a fantasia sem adereços.
Ele levou um baita susto quando viu a cicatriz feita na testa. Mas, no final das contas foi empolgado com a sua sacolinha para muitas travessuras.
Tomara que se divirta!
| Sylvia Kowalski Pereira | Pediatra | CRM/SC 21245RQE 16220|

..e você ainda não agendou a consulta com o pediatra. Gente, demorou!É algo que poucas gestantes planejam. A maioria ach...
31/10/2023

..e você ainda não agendou a consulta com o pediatra. Gente, demorou!
É algo que poucas gestantes planejam.
A maioria acha que vai ter o bebê e que quando ele estiver com sete dias de vida, vai ligar para o consultório do pediatra e vai ter um horário livre na agenda esperando.
Bem, não é bem assim que funciona. A maioria dos profissionais se planeja para passar essa época do ano viajando, com a sua família, ou com uma carga horária de trabalho menor.
Muitos pediatras não estarão na cidade, outros já estão com a agenda cheia de pacientes marcados e que precisam ser vistos nesse determinado momento.
Sempre enfatizo que bebê recém-nascido e paciente novo não é “consulta de encaixe”.
Gosto de fazer uma consulta personalizada e com dedicação, isso demanda tempo, energia e, algumas vezes, tivemos que aprender a dizer “não” para poder oferecer o melhor de mim e não prometer o que não poderia cumprir.
A minha primeira consulta com o recém-nascido costuma demorar quase 2 horas. Então, não há como comprometer a pontualidade das consultas já agendadas.
Por isso, venho aqui anunciar como vou funcionar no mês de dezembro.
Atenderei até o dia 21 de dezembro.
Retornamos de férias dia 8 de janeiro.
Durante o período de recesso, eu estarei em Florianópolis.
Atenderei no consultório somente os bebês recém-nascidos das gestantes que fiz consulta pediátrica já no pré-natal, conforme horário a ser combinado.
Meus pacientes que tiverem urgências também devem entrar em contato comigo para verificar se estou de plantão em algum local, ou vermos a possibilidade de avaliação.
A agenda de dezembro já está praticamente fechada. {🙏🏻} Vamos ver a possibilidade de abrir novos horários para poder atender à todos, mas sempre digo: sou uma só e também sou mãe.
Por isso, se você é gestante e tem data provável do parto para época do recesso, aproveita pra entrar em contato com o pediatra para deixar as coisas organizadas.
Mesmo com a agenda corrida, gosto de atender a todos com muita atenção, carinho e amor. Cada paciente é realmente importante!
| Sylvia Kowalski Pereira | CRM 21245 | RQE 16220 |

Não deu para resistir à tendência  Como não amar a Disney? Como não amar a Pixar?Depois de algumas tentativas, algumas v...
30/10/2023

Não deu para resistir à tendência
Como não amar a Disney? Como não amar a Pixar?
Depois de algumas tentativas, algumas versões de mim.
“Pediatrics With Joy”.
“Pediatrics With Joy In The Middle of The Caos”
E, “Mamãe e Dudu: Amor Eterno”
E aí? Qual versão gostaram mais?
| Sylvia Kowalski Pereira | Pediatra | CRM/SC
21245RQE 16220|

Sabemos que uma introdução alimentar adequada e saudável é capaz de prevenir doenças como diabetes tipo 2, obesidade, hi...
26/10/2023

Sabemos que uma introdução alimentar adequada e saudável é capaz de prevenir doenças como diabetes tipo 2, obesidade, hipertensão, dentre outras doenças crônicas, a curto e longo prazo.
Ela deve se iniciar partir seis meses de vida do bebê. Nessa fase eles estão prontos para receber alimentos que complementarão o leite que o bebê está acostumado a consumir.
Este é um momento em que chamamos de janela de oportunidades para introdução de novas cores, texturas, sabores e, principalmente, de alimentos saudáveis.
Mais importante do que saber quais alimentos iremos oferecer, é sabermos quais NÃO vamos oferecer. Então, vamos lá.
Alimentos industrializados não devem ser oferecidos, tais como papinhas industrializadas, mucilon, farinha láctea, bolachas, iogurtes industrializados, macarrão instantâneo, salgadinhos, refrigerantes, frituras, cafés, embutidos, enlatados, chás e doces.
O açúcar não deve ser oferecido ao bebê até o segundo aninho de vida.
A água deve ser o único líquido, além do leite materno ou fórmula, oferecido ao seu bebê até o primeiro aninho de vida.
Não devemos oferecer sucos de fruta, inclusive os naturais e o de "uva integral". Preferir sempre a fruta ao suco.
Os alimentos não devem ser liquidificados ou peneirados, mas apenas amassados com o garfo.
O sal está relacionado a maior risco de pressão alta.
Portanto, podemos aproveitar o paladar novo do bebê para acostumá-lo com alimentação mais saudável.
Podemos e devemos temperar bem os alimentos, sempre escolhendo temperos caseiros, como óleo vegetal, cebolinha, salsa, cebola, alho.
Temos que tomar muito cuidado com alimentos de maior risco de engasgo, tais como sementes, uvas inteiras, amendoim, cenoura crua, maçã, uva passa, balas e pipoca.
Todo mundo já sabe, mas não custa reforçar: consumo de alimentos ricos em gordura e açúcar, como frituras, bolachas, refrigerantes, balas e salgadinhos estão ligados ao excesso de peso e ao desenvolvimento de doenças.
| Sylvia Kowalski Pereira | Pediatra | CRM/SC
21245RQE 16220|

Endereço

Rua Vitor Konder, 125/Sala 104/Centro
Florianópolis, SC
88015-400

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Pediatria Com Alegria posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Prática

Envie uma mensagem para Pediatria Com Alegria:

Compartilhar

Share on Facebook Share on Twitter Share on LinkedIn
Share on Pinterest Share on Reddit Share via Email
Share on WhatsApp Share on Instagram Share on Telegram

Categoria