Sidiane Pediatra

Sidiane Pediatra Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Sidiane Pediatra, Pediatra, Florianópolis.

03/04/2026

Páscoa em família pode ser um pesadelo sensorial pra criança neurodivergente.

E realmente f**a difícil quando ninguém entende.

A criança tá ali, claramente sobrecarregada — tampando o ouvido, fugindo, se jogando no chão — e vem alguém: “Tá manhoso hoje, né?” “Não quer nem cumprimentar a tia?” “Ah, é falta de educação.”

Não. É o corpo pedindo socorro.

Pensa comigo: casa cheia de gente, todo mundo falando alto ao mesmo tempo, música, criança correndo, cheiro forte de comida, luz diferente, rotina completamente quebrada... Tudo isso junto.

Pra criança autista (e pra muitas outras neurodivergentes), isso não é “festa”. É caos sensorial. O sistema nervoso dela entra em sobrecarga. E quando isso acontece, ela não consegue “se controlar” — ela precisa fugir.

E aí a família cobra: “Ah, mas precisa socializar.” “Precisa aprender a conviver.”

Precisa, mas não na marra. Criança é gente, precisa ser respeitada.

Socializar não é forçar abraço. Não é obrigar a sentar na mesa com todo mundo. Não é insistir pra ela “experimentar” comida nova num dia que já tá tudo diferente.

Socializar de verdade é a família aprender a respeitar o jeito que ela funciona.

Se você tem uma criança assim, não se culpa por “estragar o almoço” porque saiu mais cedo, porque deixou ela no quarto quieta, porque não forçou ela a abraçar ninguém.

Você não estragou nada. Você está protegendo teu filho de forma responsável. 💙

✨ Sidiane Ferreira – Pediatra e Mãe
CRM SC 21401 – RQE 12278
✨ Escuta, RESPEITO, afeto

Durante a amamentação, uma das coisas que mais chegam para as mães são listas de “não pode”: não pode leite, não pode ch...
01/04/2026

Durante a amamentação, uma das coisas que mais chegam para as mães são listas de “não pode”: não pode leite, não pode chocolate, não pode café, não pode isso, não pode aquilo.

E, junto com isso, vem a culpa.

A verdade é que, na maioria dos casos, não existe necessidade de uma dieta restritiva. A alimentação da mãe pode — e deve — ser variada, equilibrada e também prazerosa. Comer não é só nutrir, também é conforto, rotina e até um respiro no meio de uma fase tão intensa.

Restrições alimentares só fazem sentido em situações específ**as, como suspeita de alergia no bebê, e precisam ser bem avaliadas. Cortar alimentos “por via das dúvidas” só aumenta o desgaste físico e emocional da mãe.

Cuidar da alimentação da mãe também é parte do cuidado com o bebê.

Se você tem dúvidas ou já fez muitas restrições sem orientação, vale olhar com mais atenção para o seu caso. Estou aqui para te ajudar com isso.

✨ Sidiane Ferreira – Pediatra e Mãe
CRM SC 21401 – RQE 12278
✨ Escuta, RESPEITO, afeto

Há 3 dias, um pai me disse uma frase que ficou ecoando em mim:“Obrigada por cuidar da minha filha… e da minha esposa tam...
31/03/2026

Há 3 dias, um pai me disse uma frase que ficou ecoando em mim:

“Obrigada por cuidar da minha filha… e da minha esposa também.”

E talvez seja porque, com o tempo, a gente entende que pediatria quase nunca é exclusivamente a criança.

É a mãe.
É o pai.
É o medo que ninguém vê.
São as madrugadas difíceis.
É, sobre tudo, o que uma família atravessa enquanto tenta cuidar de um filho.

E talvez seja isso que mais me emocione na pediatria:

a confiança silenciosa que existe quando alguém entrega a você o que tem de mais precioso.

E, às vezes, no meio desse caminho, a gente também é cuidado de volta.



Você também guarda com carinho algum profissional que marcou a história da sua família?

✨ Sidiane Ferreira – Pediatra e Mãe
CRM SC 21401 – RQE 12278
✨ Escuta, RESPEITO, afeto

30/03/2026

A Páscoa e a clássica dificuldade que as pessoas têm de respeitar limites.

Todo mundo quer “agradar” a criança. Mas ninguém pensa nas consequências.

Sabe o que aparece no whats depois da Páscoa? Criança com diarreia, com vômito, com crise alérgica (porque comeu chocolate que nem sabia o que tinha dentro), criança que não dorme porque tá agitada demais...

E a mãe exausta, pi***la com todo mundo (com razão!).

Porque você não pediu pra encherem teu filho de chocolate.(pelo contrário). Você não autorizou. pediu que não dessem e mesmo assim, veio.

Então vamos combinar uma coisa? Você não precisa aceitar tudo.

Pode devolver. Pode falar “obrigada, mas a gente já tem bastante”. Pode guardar e administrar do seu jeito. Pode até não dar pro seu filho, se você achar que não é o momento.

Porque no final das contas, quem conhece a rotina, a saúde, a alimentação dessa criança é você. Não a tia que vê ela duas vezes por ano.

E olha, chocolate é uma delícia, sim. Mas com equilíbrio. Com bom senso. Não precisa ser festa todo dia só porque é Páscoa.

Seu filho não vai crescer traumatizado porque você limitou doce. Ele vai crescer saudável.

✨ Sidiane Ferreira – Pediatra e Mãe
CRM SC 21401 – RQE 12278
✨ Escuta, RESPEITO, afeto

Você já viu.Já estudou.Já atendeu.Já sabe caminhos que talvez nem aconteçam —mas que, uma vez conhecidos,não deixam mais...
28/03/2026

Você já viu.
Já estudou.
Já atendeu.
Já sabe caminhos que talvez nem aconteçam —
mas que, uma vez conhecidos,
não deixam mais de existir dentro de você.

E talvez seja por isso que, muitas vezes,
a angústia da mãe médica seja ainda maior.

Não porque ela seja mais fraca.
Mas porque ela sabe demais para conseguir simplesmente não pensar. Não esqueça que eu também conheço esse lugar! ❤️

Então, se você é mãe médica e está lendo isso:

Você não precisa justif**ar tua angústia.
Você não precisa pedir desculpas por estar assustada.
Nem explicar por que está insegura.
Nem se envergonhar por, às vezes, não conseguir raciocinar com a mesma clareza que teria com qualquer outro paciente.

Porque ele não é qualquer outro paciente.

É teu filho. E quando é com o teu filho,
você não é a médica.

Você é a mãe.

E nesse lugar, podes tremer, duvidar, precisar de ajuda.

Aqui, você pode (e deve) ser exclusivamente mãe.

Isso não diminui em absolutamente nada
a médica que você é.

✨ Sidiane Ferreira – Pediatra e Mãe
CRM SC 21401 – RQE 12278
✨ Escuta, RESPEITO, afeto

27/03/2026

A dúvida sobre puxar ou não a pele do p***s do bebê é uma das mais comuns no consultório — e normalmente vem acompanhada de muitos palpites e medos.

Tem quem diga que precisa puxar todos os dias, até mesmo forçando.
Tem quem diga que não pode mexer nunca.

A verdade é que existe um meio do caminho.

Nos primeiros anos de vida, é muito comum que a pele do p***s ainda não retraia completamente. Isso se chama fimose fisiológica e faz parte do desenvolvimento normal dos meninos. Na maioria dos casos, essa pele vai descolando naturalmente ao longo do crescimento.

O que realmente importa nesse período é a higiene adequada, sem forçar. Durante o banho, a orientação é retrair suavemente apenas até onde a pele permite, lavar e depois retornar à posição normal. Sem dor, sem pressão e sem insistência.

Forçar a retração pode causar dor, lesões, inflamação e até piorar o quadro. Deixem os pintos em paz!!

Fique atento apenas a sinais de alerta como dor, vermelhidão importante, inchaço ou dificuldade para urinar. Nessas situações, realmente é importante avaliar o que está acontecendo.

Informação correta evita trauma, medo e intervenções desnecessárias.

✨ Sidiane Ferreira – Pediatra e Mãe
CRM SC 21401 – RQE 12278
✨ Escuta, RESPEITO, afeto

Depois que nasce um bebê, parece que o mundo inteiro ganha liberdade para opinar.É sobre como você amamenta, como faz do...
25/03/2026

Depois que nasce um bebê, parece que o mundo inteiro ganha liberdade para opinar.
É sobre como você amamenta, como faz dormir, como veste, como alimenta, como educa.

Os famosos pitacos aparecem de todos os lados: família, conhecidos, internet e até gente que você nem conhece direito.

Alguns vêm com boa intenção, mas muitos acabam só aumentando a pressão e a insegurança de quem já está tentando dar conta de uma fase cheia de novidades.

Nem toda opinião precisa ser debatida ou respondida. Em muitos momentos, preservar sua tranquilidade também é parte do cuidado com você e com sua família.

No meio de tantas vozes, vale lembrar que informação baseada em ciência e orientação profissional fazem muito mais diferença do que palpites.

Se você sentir necessidade de orientação segura sobre cuidados com seu filho, estou aqui para ajudar.

✨ Sidiane Ferreira – Pediatra e Mãe
CRM SC 21401 – RQE 12278
✨ Escuta, RESPEITO, afeto

23/03/2026

As bebidas com 15g de protéina viraram uma alternativa ou complemento de lanche . A criança come um pouco menos de proteína ou você tem na geladeira e precisa de algo rápido, urge a ideia: “Vou dar uma bebida protéica.”

Mas é importante que elas são suplementos, não substitutos da alimentação.

Muitas dessas bebidas têm açúcar, corantes, aromatizantes e conservantes. Não é porque aparece “proteína” no rótulo que automaticamente vira uma opção saudável para a criança.

Existem situações em que a suplementação pode ser necessária — por exemplo, quando a criança realmente não consome nenhuma fonte de proteína ou quando existe alguma condição clínica específ**a. Fora isso, a maioria das crianças consegue atingir suas necessidades com a própria alimentação.

Arroz, feijão, ovos, frango, carnes, leguminosas… mesmo quando consumidos em pequenas quantidades já contribuem para a ingestão de proteína.

Além da sobre carga renal que elas podem causar, (afinal, uma criança precisa de 1 a 1,2g de proteína por kg de peso), uma criança de 15kg seria tudo o que ela precisaria de proteína por dia. Quando a criança passa a consumir bebidas proteicas com frequência, ela pode acabar f**ando mais saciada e reduzindo ainda mais o interesse pela comida.

Nem tudo que aparece na internet signif**a que é necessário para o seu filho.

Antes de incluir qualquer suplemento na rotina da criança, é importante avaliar se realmente existe indicação. Entendido?

✨ Sidiane Ferreira – Pediatra e Mãe
CRM SC 21401 – RQE 12278
✨ Escuta, RESPEITO, afeto

Hoje faço 51 anos.E estou olhando para essa data com mais silêncio do que celebração.Não é tristeza.Mas também não é euf...
20/03/2026

Hoje faço 51 anos.

E estou olhando para essa data com mais silêncio do que celebração.

Não é tristeza.
Mas também não é euforia.

É consciência.

Consciência do tempo.
Do corpo.
Da vida como ela realmente é.

Tenho percebido, nos últimos anos, que tiro menos fotos minhas.
Principalmente de rosto.

E isso me chama atenção…
porque por muito tempo eu gostei.

Mas em algum momento…
a gente começa a não se reconhecer tanto na própria imagem.

Ou talvez ainda esteja aprendendo
a reconhecer essa nova versão.

O corpo muda.
O rosto muda.
O cabelo muda. O tempo aparece.

E não — não é fácil.
Mas também não é sofrimento.

É realidade.

E junto com isso, vem outra consciência:

metade da minha vida já passou.

Falo isso sem dor.
Mas com lucidez.

Estou mais perto do fim do que do começo.

E, curiosamente… isso não me entristece.
Isso me acorda.

Me faz pensar no que ainda quero viver.
No que ainda importa.
No que ainda vale meu tempo.

Porque o tempo que resta
é menor do que o que já foi vivido.

E talvez seja exatamente por isso que ele precise ser melhor vivido.

Eu não fiz tudo o que eu queria.
Mas, dentro das minhas possibilidades —
com TDAH, desafios e sendo mãe solo —

eu fiz muito.

E hoje eu consigo olhar para isso
com mais gentileza.

Talvez envelhecer seja isso:

trocar a cobrança por consciência.
trocar a pressa por presença.
trocar a perfeição por verdade.

parar de tentar voltar a ser quem a gente era
e começar a acolher quem a gente está se tornando.

Hoje eu não quero ser a melhor versão de mim.

Quero só ser
uma versão em paz comigo.

✨ Sidiane Ferreira - Pediatra e Mãe
CRM 21401
✨Escuta, respeito e ACEITAÇÃO

E você, que tem mais de 40, o que tem mudado por aí?

19/03/2026

“Meu bebê vomita muito. É normal?”

Depende.

Tem bebê que regurgita depois de mamar, suja a roupa, mas tá lá: sorrindo, ganhando peso, dormindo bem. Esse é o famoso “vomitador feliz”.

Chato? Sim. Preocupante? Não.
Agora, se o seu bebê vomita e:
∙ Chora muito depois de mamar
∙ F**a irritado, arqueado, com cara de dor
∙ Engasga muito (inclusive dormindo)
∙ Não tá ganhando peso adequadamente
Aí não é normal.

Pode ser refluxo gastroesofágico (o que sobe machuca o esôfago). Pode ser alergia à proteína do leite (APLV). Pode até ser estenose hipertróf**a de piloro — uma condição que precisa de cirurgia.

A diferença tá no comportamento do bebê e no ganho de peso. Vômito sozinho, sem outros sinais, geralmente é só imaturidade do tubo digestivo. Mas vômito + sofrimento? Precisa investigar.

Então observa: ele tá ganhando peso? Tá tranquilo entre as mamadas? Dorme bem? Se sim, respira. Provavelmente é só fase.

Se não… confia no teu instinto. Ninguém conhece seu bebê melhor que você. Se algo te incomoda, marca consulta. Melhor investigar e estar tudo bem do que ignorar e perder tempo.

Tô aqui pra te ouvir. 💙

✨ Sidiane Ferreira – Pediatra e Mãe
CRM SC 21401 – RQE 12278
✨ Escuta, RESPEITO, afeto

Sair de casa com bebê quase sempre parece que exige metade da casa dentro da bolsa. Mas, na prática, alguns itens já res...
18/03/2026

Sair de casa com bebê quase sempre parece que exige metade da casa dentro da bolsa. Mas, na prática, alguns itens já resolvem a maioria das situações.

O essencial normalmente envolve três coisas: troca, alimentação e conforto. Fraldas, lenço umedecido/algodão, uma troca de roupa, itens para alimentação e itens de apego,(naninha, chupeta, brinuedo preferido)já cobrem grande parte dos imprevistos do dia.

Alguns extras simples também ajudam muito, como uma sacola para roupa suja, álcool gel, repelente e protetor solar quando indicado.

Com o tempo, cada família encontra sua própria organização e descobre o que realmente faz falta ou não. O importante é ter o básico para lidar com fome, trocas e pequenos desconfortos fora de casa.

Se surgirem dúvidas sobre cuidados com seu bebê ou organização da rotina, eu posso orientar você nesse processo.

✨ Sidiane Ferreira – Pediatra e Mãe
CRM SC 21401 – RQE 12278
✨ Escuta, RESPEITO, afeto

16/03/2026

“O pediatra disse que não é cólica, mas meu bebê claramente está com dor!”

Será mesmo?

Tem uma diferença REAL entre cólica e disquesia do lactente — e muita gente confunde.

Cólica é dor de verdade: choro inconsolável, barriga tensa, pernas encolhidas, o bebê não se acalma nem quando faz cocô ou solta pum. É sofrimento contínuo.

Disquesia é o bebê aprendendo a coordenar o intestino pra fazer cocô. Ele se espreme, f**a vermelho, grita, chora… mas quando o cocô ou o pum sai, para na hora. Porque não era exatamente dor. Era esforço/desconforto.

Parece cruel ver seu bebê “sofrendo” assim, mas o corpo dele tá aprendendo. E não precisa de remédio nem chá.

Precisa de tempo, higiene natural. E de você sabendo o que está acontecendo, sem desespero, achando que tem algo errado.
A disquesia pode aparecer nos primeiros meses de vida sim. Mas o intestino amadurece, “pega o jeito”, e acabou.

Agora, se o choro não melhora NUNCA, se a barriga está sempre dura, se ele não ganha peso… aí precisamos avaliar. Porque aí pode não ser disquesia.

Mas na maioria das vezes? É “só” o corpinho dele aprendendo a funcionar. 💙

✨ Sidiane Ferreira – Pediatra e Mãe
CRM SC 21401 – RQE 12278
✨ Escuta, RESPEITO, afeto

Endereço

Florianópolis, SC

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Sidiane Pediatra posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Compartilhar

Categoria