Psicóloga Giselle Maestri

Psicóloga Giselle Maestri Já atuou em Unidades de Saúde (2006-2008), realizando atendimento psicoterápico individual e para grupos, ainda na Prefeitura Municipal de Florianópolis.

Giselle Maestri é psicóloga, com graduação na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Formação em Terapia Relacional ou Sistêmica (Instituto Familiare) e Especialização Multiprofissional em Saúde da Família UFSC). Atua na clínica desde 2004, com:
- Psicoterapia individual (crianças, adolescentes, adultos e idosos);
- Terapia familiar;
- Orientação e re-orientação vocacional. Faz parte do

CREAS (Centro de Referência da Assistência Social), no Serviço PAEFI /Sentinela, da Prefeitura Municipal de Florianópolis (PMF), desde 2008, no atendimento à crianças / adolescentes e suas famílias, em situação de vulnerabilidade; supervisora de estágio de estudantes do curso de Psicologia.

"A ilha do vovô", de Benji Davies é uma belíssima história sobre uma das etapas do ciclo da vida. Impossível não se emoc...
11/03/2026

"A ilha do vovô", de Benji Davies é uma belíssima história sobre uma das etapas do ciclo da vida.
Impossível não se emocionar.

Reconhecer os sentimentos, utilizando de sinais não verbais como toque físico, expressões faciais compreensivas, um tom ...
11/03/2026

Reconhecer os sentimentos, utilizando de sinais não verbais como toque físico, expressões faciais compreensivas, um tom de voz carinhoso e uma escuta imparcial, auxiliam no processo de conexão com o outro, favorecendo a comunicação e Regulação das emoções.
Quando uma criança/adolescente estão incomodados, conseguiremos ajudá-los mais certeiramente se atendermos as necessidades emocionais dos mesmos, favorecendo como consequência a sintonia e união.

Tenho atendido crianças, com diferentes idades, apresentando ansiedade de separação na hora do sono.Cada criança, na sua...
10/03/2026

Tenho atendido crianças, com diferentes idades, apresentando ansiedade de separação na hora do sono.
Cada criança, na sua história, tem uma vivencia relacionado a este momento, na maioria das vezes inconsciente, representado pelo medo do escuro (e fantasias relacionadas ao estar em perigo); algum trauma não elaborado; ansiedade de separação.
Nestes momentos, é importante que ol o adulto possa acolher e validar o sentimento da criança, como "adulto-regulador".
Em alguns casos, rituais do sono (como contar uma história, fazer uma oração,...) podem facilitar a hora de dormir.
Em outras situações, com maior sofrimento e prejuízos, poderão contar com a Judá profissional para atravessar esta fase com menos sofrimento.
O livro "fio invisivel", de Patrice Karst, é uma obra belíssima, que aborda a conexão entre as pessoas através deste fio invisível, feito de amor. Pode ser uma.leitura interessante, para os pequenos e grandes, para refletir sobre a ansiedade de separação, a solidão, o medo e a perda.

Caderno Proibido, livro de Alba Céspedes, uma das principais escritoras da língua italiana do século XX, é uma obra prof...
06/03/2026

Caderno Proibido, livro de Alba Céspedes, uma das principais escritoras da língua italiana do século XX, é uma obra profunda sobre a vida interior das mulheres e os conflitos entre liberdade e obrigação. Mesmo escrito na década de 1950, o livro permanece atual ao abordar temas como autonomia, papéis de gênero e a necessidade de espaços pessoais de expressão.
A obra convida o leitor a refletir sobre quantas vidas são vividas no automático, sem que as pessoas tenham tempo ou permissão para se escutar.
É um romance psicológico sensível e reflexivo, que mostra como um simples caderno, e o processo de escrita, pode desencadear um processo intenso de consciência e questionamento da própria vida.

Um adolescente trans é um jovem cuja identidade de gênero é diferente do s**o que lhe foi atribuído ao nascer.Por exempl...
19/02/2026

Um adolescente trans é um jovem cuja identidade de gênero é diferente do s**o que lhe foi atribuído ao nascer.
Por exemplo: alguém que nasceu biologicamente com s**o feminino, mas se identifica como menino — ou vice-versa. Também pode se identificar fora do binarismo (não binário).
🌱 O que isso significa na adolescência?
A adolescência já é uma fase de construção de identidade, pertencimento e autonomia. Para um adolescente trans, isso pode envolver:
Questionamentos sobre o próprio corpo
Sofrimento com características da puberdade (disforia de gênero)
Busca por reconhecimento do nome e pronomes corretos
Medo de rejeição familiar ou social
Maior vulnerabilidade a ansiedade, depressão e bullying
Mas também pode envolver:
Alívio ao se reconhecer
Fortalecimento da autoestima quando há apoio
Desenvolvimento de autenticidade e autonomia
🧠 Do ponto de vista psicológico
A identidade trans não é doença. A própria Organização Mundial da Saúde retirou a transexualidade da categoria de transtornos mentais na CID-11.
O sofrimento que pode aparecer geralmente está relacionado a:
Rejeição social
Violência ou discriminação
Falta de acolhimento familiar
Invisibilização
Ou seja, o problema não é a identidade, mas o contexto.
👨‍👩‍👧 Como a família pode ajudar?
Acolhimento é fator protetivo fundamental. Algumas atitudes importantes:
Escutar sem invalidar
Usar o nome e pronome escolhidos
Evitar minimizar (“é só uma fase”)
Buscar informação qualificada
Se necessário, procurar acompanhamento psicológico.
Pesquisas mostram que adolescentes trans que têm apoio familiar apresentam índices muito menores de ideação suicida e sofrimento psíquico.

Educação da tristeza, de Valter Hugo Mãe, chegou até mim pela indicação da querida psicóloga . É daqueles livros, que nã...
08/02/2026

Educação da tristeza, de Valter Hugo Mãe, chegou até mim pela indicação da querida psicóloga .
É daqueles livros, que não se lê de uma vez só. São pequenas histórias que falam sobre dúvidas, incertezas e reflexões mais íntimas do autor., sobre o sentido da vida, do amor e da morte.
"De forma simples, poética e não menos forte por isso, ele escava dentro de si (e de todos nós) razões e explicações genuínas que passam despercebidas enquanto nossos olhos se perdem na rotina." (Contra capa)
E que a gente possa se perder e se re-encontrar muitas vezes, focalizando naquilo que em nós nos fortalece, e nos dá sentido!
Um ótimo domingo!!!

Em seu discurso na premiação do GLobo de Ouro, Wagner Moura se refere aos  traumas transgeracionais, aqueles que, quando...
13/01/2026

Em seu discurso na premiação do GLobo de Ouro, Wagner Moura se refere aos traumas transgeracionais, aqueles que, quando não são elaborados, são passados de geração a geração.
Do ponto de vista clínico, experiências de violência, exclusão, miséria, silenciamento ou medo — quando não encontram espaço de simbolização — são transmitidas de forma indireta entre gerações.
Essa transmissão não ocorre apenas por narrativas explícitas, mas sobretudo por padrões emocionais,
estilos de vínculo, respostas automáticas ao medo,
crenças inconscientes sobre o mundo (“o mundo é perigoso”, “não há lugar para mim”, “preciso endurecer para sobreviver”). Logo, herdamos não apenas histórias, mas também afetos não digeridos.

Um ponto potente do discurso é a articulação entre trauma e valores. Psicologicamente, valores familiares e culturais podem operar de duas formas:
Pela repetição defensiva: valores rígidos que mantêm o trauma vivo (silêncio, negação da dor, culto à força, desqualificação da sensibilidade), ou pela transformação simbólica: valores que permitem elaboração (escuta, empatia, responsabilidade coletiva, justiça social).
Ao nomear a repetição de traumas, Wagner Moura
rompe o silêncio transgeracional,legitima a dor como experiência humana compartilhada, e faz um convite
à responsabilização ética das gerações atuais.

Não se trata apenas de “superar” o passado,
mas de reconhecer o que foi herdado, escolher conscientemente o que pode ser transformado,
e construir novos valores que não estejam ancorados no medo.
Elaboração não apaga a história — ela muda o destino da repetição.

Hoje, 06.01.26, foi o dia de iniciar o ano aqui!
06/01/2026

Hoje, 06.01.26, foi o dia de iniciar o ano aqui!

Agradecer é mais do que dizer “obrigado”.É um movimento interno de reconhecimento — do que foi recebido, do que existe e...
04/01/2026

Agradecer é mais do que dizer “obrigado”.
É um movimento interno de reconhecimento — do que foi recebido, do que existe e faz algum sentido.
Na psicologia positiva, pesquisadores como Martin Seligman mostram que a gratidão está associada a:
maior bem-estar emocional, redução de estresse e sintomas depressivos, fortalecimento de vínculos e
maior presença no aqui-e-agora
Agradecer organiza o olhar: não nega as dificuldades, mas amplia a percepção do que permanece vivo apesar delas.
É um exercício de consciência — simples, que pode ser realizado no dia a dia.

Na literatura científica, estudos experimentais clássicos (Emmons & McCullough e outros) mostram que pessoas que cultivam gratidão relatam maiores níveis de resiliência, entusiasmo e qualidade de vida — fatores diretamente ligados a melhor saúde mental e maior capacidade de enfrentar estressores psicológicos. �

🧘‍♀️ Estudos com diários de gratidão mostram que em dias com maior sentimento de gratidão, há mais afeto positivo e menor estresse no dia seguinte — o que pode favorecer melhor equilíbrio emocional e saúde mental.

Você tem o hábito de agradecer o que considera de positivo em sua vida? Percebe alguma mudança após essa prática?
Por aqui, comecei o ano realizando esse exercício de forma mais consciente e pude constatar o que li na teoria, com uma percepcao mais otimista e positiva do que reconheço como valioso na vida.

Dica de leitura para psicólogos e profissionais que trabalham com trauma! .laurianooficial
14/12/2025

Dica de leitura para psicólogos e profissionais que trabalham com trauma! .laurianooficial

Dia de comemorar os 25 anos do  , o qual tive o privilégio de fazer minha primeira formação (2004- 2007) e onde me torne...
07/12/2025

Dia de comemorar os 25 anos do , o qual tive o privilégio de fazer minha primeira formação (2004- 2007) e onde me tornei de fato, psicóloga.
O workshop de .comenta nos presenteou, de forma leve, com a revisão e reflexão de alguns conceitos importantes, que permeiam a prática de um psicólogo construcionista social .
Poder ter um tempo para poder pensar nossa prática clinica, e nossos recursos internos e inquietudes, é um diferencial importante no desenvolvimento da profissão.

Tudo começa pela esperança — mas é o foco no presente que transformamos o sonho em realodade. The Last Dance lembra que ...
06/11/2025

Tudo começa pela esperança — mas é o foco no presente que transformamos o sonho em realodade. The Last Dance lembra que a grandeza nasce do agora. 🏀🔥

A série The Last Dance é um documentário envolvente e inspirador que retrata a trajetória de Michael Jordan e o auge do Chicago Bulls nos anos 1990, especialmente a temporada final de 1997–1998.

Mais do que um relato esportivo, a série mergulha na mentalidade de um dos maiores atletas da história — mostrando sua competitividade intensa, liderança exigente e a busca incansável pela excelência. Também traz bastidores emocionantes, tensões entre jogadores e dirigentes, e reflexões sobre fama, pressão e legado.

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