Aline Marques - Terapia Integrativa Psicoterapia

Aline Marques - Terapia Integrativa Psicoterapia Formada em Psicologia desde 2009. Especialista em Psicologia Clínica de abordagem Gestáltica. Form Aline Marques, Psicóloga.

Psicoterapeuta Corporal (Bioenergética Reichiana).

Ninguém assina esse pacto conscientemente.Mas muitas mulheres vivem como se ele existisse:“Se for difícil, eu mereço.Se ...
10/12/2025

Ninguém assina esse pacto conscientemente.
Mas muitas mulheres vivem como se ele existisse:

“Se for difícil, eu mereço.
Se for leve, eu desconfio.
Se eu não me desgastar, não vale.”*

Quando a vida te ensinou que amor vinha depois do esforço,
que valor vinha depois da exaustão,
e que acolhimento era raro…

Seu cérebro entendeu uma regra perigosa:

“Sofrimento não é acidente. É credencial.”

E aí o descanso vira dívida.
O afeto vira prêmio.
E a leveza soa como algo… não autorizado.

O problema é que a vida adulta já não cobra esse pedágio (não necessariamente).
Quem ainda cobra é o sistema emocional que não foi atualizado desde lá.

O que eu faço no meu trabalho não é tirar a sua força.
É libertá-la do contrato com a dor.

Força não precisa ser sinônimo de peso.
Conquistar algo não precisa significar se destruir um pouco no processo.

E se uma parte sua acha perigoso demais tentar diferente…SER diferente, ela não é contra a mudança.
Ela só nunca foi apresentada a um caminho seguro até lá.

Se quiser, eu te mostro um jeito novo. Devagar, real, e sem dramatização. 💛

Um abraço, Aline.
Psicóloga Gestalt -terapeuta e EMDR.

O cérebro registra datas com símbolos sensoriais, e quando eles voltam, memórias antigas também voltam: expectativas que...
09/12/2025

O cérebro registra datas com símbolos sensoriais, e quando eles voltam, memórias antigas também voltam: expectativas quebradas, sentimentos de solidão, tensões familiares, padrões repetidos, cobranças internas que você aprendeu cedo demais.

Não é regressão.
É ativação.
E ativação não precisa ser enfrentada sozinha.

Esse é um período em que muitas pessoas se sentem sobrecarregadas emocionalmente, vivendo uma mistura de cansaço, irritabilidade, tristeza, hipervigilância e dificuldade de relaxar. Isso não significa fraqueza — significa que o seu sistema está lutando para dar conta.

Se essa época reacende feridas que você preferia não revisitar, me escreva. Eu posso te ajudar a reorganizar essas sensações e construir outra forma de atravessar esse ciclo.

Um abraço, Aline.
Psicóloga Gestalt-terapeuta e EMDR.

O fim do ano costuma ativar muito mais do que lembranças bonitas.Ele reabre gavetas internas que você achou que estavam ...
03/12/2025

O fim do ano costuma ativar muito mais do que lembranças bonitas.
Ele reabre gavetas internas que você achou que estavam organizadas: expectativas, cobranças, comparações, ausências, repetições familiares e até dores antigas que o corpo lembra antes mesmo de você perceber.

Quando essas datas chegam, o sistema emocional trabalha em ritmo acelerado. E se você sente irritabilidade, tristeza, exaustão, compulsões, procrastinação ou um vazio difícil de explicar… nada disso é “drama”. É o seu corpo sinalizando que algo está sendo reativado.

O cuidado não precisa começar em janeiro.
Ele pode — e deve — começar quando você percebe que algo dentro de você pede espaço.

Se esse período está mais pesado do que você esperava, me escreva. Posso te ajudar a atravessar isso com mais leveza.

Um abraço, Aline.
Psicóloga Gestalt-terapeuta e EMDR.

As mulheres vivem em alerta — mesmo sem terem passado por uma violência direta, muitas vezes. E isso não acontece por ac...
02/12/2025

As mulheres vivem em alerta — mesmo sem terem passado por uma violência direta, muitas vezes.

E isso não acontece por acaso.

Quando somos bombardeadas por histórias de agressões, feminicídios e injustiças (algo que, infelizmente, acontece diariamente), o corpo entende: “Eu posso ser a próxima.”
Essa leitura interna é o que chamamos de trauma vicariante: uma resposta de defesa criada a partir de experiências presenciadas, mas não necessariamente vividas.

Ele impacta o sono, a confiança, o nível de vigilância e até a forma como nos movemos pelo mundo.

Se esses sinais fazem parte do seu cotidiano, me escreva. Enquanto o mundo não aprende a nos respeitar e tratar com dignidade, que possamos cuidar umas das outras.

Um abraço, Aline Marques.
Psicóloga Gestalt-terapeuta e EMDR.

Quando você consome conteúdos emocionalmente intensos — mesmo que não façam parte da sua vida direta — seu corpo registr...
01/12/2025

Quando você consome conteúdos emocionalmente intensos — mesmo que não façam parte da sua vida direta — seu corpo registra.
E registra como ameaça.

É assim que o trauma vicariante se forma: pouco a pouco, com excesso de imagens, notícias e histórias que fazem seu sistema trabalhar no modo defesa.

É sutil, cumulativo e real.
E cuidar do que você consome também é uma forma de cuidar de você.

Se quiser entender como reduzir essa sobrecarga e fortalecer seu senso interno de segurança, me envie uma mensagem. Estou aqui pra te ajudar.

Um abraço, Aline Marques.
Psicóloga Gestalt-terapeuta e EMDR.

Você já percebeu que, às vezes, melhorar assusta mais do que permanecer igual?Não porque a dor seja confortável.Mas porq...
28/11/2025

Você já percebeu que, às vezes, melhorar assusta mais do que permanecer igual?
Não porque a dor seja confortável.
Mas porque ela é conhecida.

O cérebro pode até desejar alívio,
mas ele prefere o previsível — mesmo que doa — do que o desconhecido, mesmo que cure.

Por isso, muitas pessoas vivem um conflito silencioso:
querem mudar… mas temem o que a mudança pode exigir delas.

"E se eu melhorar, mas decepcionar alguém?"
"E se eu deixar de me reconhecer?"
"E se o outro não me acolher sem a minha luta estampada?"

O ponto central aqui não é a autoestima.
É a resposta de sobrevivência aprendida ao longo da vida:

“Eu dou conta do difícil, mas não sei se dou conta do leve.”

O papel do meu trabalho não é te convencer de que você merece mais. É criar experiências internas seguras onde o “mais” deixa de soar como ameaça e passa a parecer possível.

Você não precisa se achar pronta. Nem totalmente confiante.
Só não precisa continuar se impedindo de tentar.

Se isso tocou alguma parte sua,
talvez seja sinal de que a mudança já começou — mesmo antes do primeiro passo.

Se quiser, eu te acompanho no próximo. 💛

Um abraço, Aline Marques.
Psicóloga Gestalt-terapeuta e EMDR.

O luto complicado é como uma ferida que o corpo emocional não conseguiu cicatrizar no tempo esperado.Não é “fraqueza". É...
12/11/2025

O luto complicado é como uma ferida que o corpo emocional não conseguiu cicatrizar no tempo esperado.
Não é “fraqueza". É excesso de dor sem um lugar seguro pra ser reorganizada.

O EMDR ajuda o cérebro a fazer o que ele tentou, mas não conseguiu sozinho: digerir a experiência, reduzir a intensidade, e reconstruir significado sem apagar a saudade.

A perda não some. Mas o peso que sufoca… esse passa, e você pode aprender a respirar diferente.

Se o luto parece congelado no tempo, existem outros caminhos possíveis para ele se mover. Com cuidado, ritmo e apoio.

Com gentileza, mas sem resignação.

Um abraço, Aline Marques.
Psicóloga Gestalt-terapeuta e EMDR.

Às vezes eu escuto de alguns pacientes: “Mas é só mexer o olho?”“me sinto um pouco ridículo (a)”.E aí eu sorrio por dent...
10/11/2025

Às vezes eu escuto de alguns pacientes: “Mas é só mexer o olho?”
“me sinto um pouco ridículo (a)”.

E aí eu sorrio por dentro. Não porque a dúvida seja absurda — ela faz todo sentido. Mas porque ela entrega um dos vieses mais humanos que existe:

Se não for complexo, dolorido ou exaustivo… a mente desconfia.

A verdade é que o simples costuma ser confundido com frágil. Quando, na verdade, pode ser só "tecnologicamente elegante".

No EMDR, o olho se move, movimentos bilaterais acontecem, mas quem muda de lugar é a memória emocional. O toque alternado parece pequeno.
Mas quem responde é o sistema nervoso inteiro.

O sofisticado não está no gesto.
Está na capacidade do cérebro de reorganizar a experiência quando recebe o estímulo certo, do jeito certo.

E tem mais:Muitas vezes, o que assusta no “simples” não é a técnica. É a possibilidade — inédita — de não precisar sofrer tanto pra se transformar.

Porque se for simples…
Se for gentil…
Se não exigir esgotamento como pedágio…
Aí a sua cura passa a dizer mais sobre a sua força
do que sobre a sua dor.

Isso é revolucionário pra um cérebro que aprendeu a sobreviver no modo difícil.

Se alguma parte em você ainda desconfia, tudo bem.
A dúvida não impede a mudança.
A curiosidade já a inicia.

Se tudo isso fizer sentido pra você, me chama —
a gente testa no corpo antes da mente decidir.
Ele costuma ser mais honesto. 💛

Um grande abraço, Aline.
Psicóloga Gestalt-terapeuta e EMDR.

Há perdas que o tempo não leva — ele apenas ensina a disfarçar.Muitas mulheres que viveram uma perda gestacional carrega...
27/10/2025

Há perdas que o tempo não leva — ele apenas ensina a disfarçar.
Muitas mulheres que viveram uma perda gestacional carregam um silêncio pesado: o do que ficou sem despedida, sem compreensão, sem nome.

Esse tipo de dor costuma ser guardado no corpo — e se manifesta em forma de culpa, medo de tentar novamente, dificuldade de confiar no próprio corpo ou até uma desconexão emocional.

Pesquisas recentes têm mostrado que o EMDR é uma abordagem eficaz para ajudar mulheres a elaborarem experiências de perda gestacional, reduzindo sintomas de ansiedade, culpa e luto prolongado. Ao permitir que o cérebro reprocesse memórias dolorosas de forma segura, o EMDR ajuda a restaurar o equilíbrio emocional e a sensação de conexão com a vida.

No meu trabalho, eu ajudo mulheres a ressignificarem essas memórias sem apagar o que aconteceu, mas transformando o significado que isso carrega — abrindo espaço para reconciliação interna e confiança no próprio corpo.

🕊️ Se você sente que ainda existe algo dentro de você que não se resolveu, esse pode ser um caminho de reconstrução.
Um abraço carinhoso, Aline.
Psicóloga EMDR.

Sabe quando você sente que só falar do problema não está resolvendo?Isso acontece porque, muitas vezes, a raiz da sua do...
22/10/2025

Sabe quando você sente que só falar do problema não está resolvendo?
Isso acontece porque, muitas vezes, a raiz da sua dor está registrada no seu sistema nervoso —
não na lógica racional.

O EMDR atua diretamente nesse ponto.
Na fase de dessensibilização, acessamos memórias mal processadas, e o cérebro faz o que ele faz de melhor:
integra, ressignifica e solta o que estava preso.

Não é raro a pessoa sair da sessão se sentindo mais leve, como se o nó começasse a afrouxar.
Às vezes, o medo já não aperta tanto.
A lembrança já não causa o mesmo impacto.
A reação automática começa a mudar.

Sessão após sessão, os sintomas perdem força.
Porque o que antes era dor crua… começa a virar história superada.

E é isso que diferencia o EMDR:
ele não ensina a conviver com o sofrimento. Ele trata a origem dele.

Se quiser entender melhor como funciona esse processo comigo, é só me chamar por direct.

Um abraço, Aline.
Psicóloga Gestalt-terapeuta e EMDR.



Parece mágica, mas é neuroprocessamento.É comum ouvir das minhas pacientes, ao final de uma sessão de EMDR:"Nossa… eu tô...
15/10/2025

Parece mágica, mas é neuroprocessamento.
É comum ouvir das minhas pacientes, ao final de uma sessão de EMDR:
"Nossa… eu tô saindo bem melhor do que cheguei."

Isso acontece porque o EMDR trabalha diretamente na raiz do problema, reprocessando experiências que ficaram “presas” no sistema nervoso — aquelas que, mesmo aparentemente pequenas, continuam gerando sintomas, comportamentos e emoções desconectadas do presente.

Durante a fase de dessensibilização, o cérebro vai desfazendo a sobrecarga emocional associada à memória, e isso muda como você sente, pensa e se comporta hoje.

É como se a sessão te devolvesse ao eixo.
Com mais clareza. Mais leveza. E, aos poucos, com mais liberdade emocional.
Por isso, não é sobre “falar e desabafar”. É sobre integrar e curar.
E isso faz toda a diferença no processo terapêutico.

Se você sente que repete padrões ou sente coisas desproporcionais à realidade atual, pode ser que haja algo ainda não processado no seu sistema. E eu posso te ajudar com isso.

Um abraço, Aline.
Psicóloga Gestalt-terapeuta e EMDR.

Nem sempre o que impede o avanço é “falta de força”.Às vezes, é o cérebro preso em um padrão que ele ainda não conseguiu...
07/10/2025

Nem sempre o que impede o avanço é “falta de força”.

Às vezes, é o cérebro preso em um padrão que ele ainda não conseguiu atualizar.

O EMDR ajuda a reorganizar essas conexões de forma natural e segura — sem hipnose, sem reviver dores, e com embasamento científico sólido.

Cada sessão é um passo para liberar o que ficou registrado de forma desadaptativa e abrir espaço para novas respostas emocionais.

Entre em contato, tire suas dúvidas e agende seu horário!

Um abraço, Aline.
Psicóloga Gestalt-terapeuta e EMDR.

Endereço

Florianópolis, SC

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Terça-feira 08:00 - 20:00
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