Cristini Barreto

Ruminação é tentativa de controle e de proteção. É um comportamento aprendido e que muitas vezes tem/teve sentido.Quanto...
26/02/2026

Ruminação é tentativa de controle e de proteção. É um comportamento aprendido e que muitas vezes tem/teve sentido.
Quanto mais você discute com um pensamento,
mais ele ganha status de verdade.
Quando você se funde ao conteúdo da mente, você acaba sem perceber se tornando ele.

E acredite: não se muda pensamento. O que conseguimos fazer é observa-los e não se fundir com eles.

Quando você observa o pensamento como evento
e não como sua identidade algo muda.
Você não precisa silenciar a mente.
Precisa aprender a se relacionar diferente com ela.

E quando você de fato não é o seu pensamento,
você pode agir apesar dele.

Cristini Barreto- Psicóloga de adultos e casais.

As vozes que nos moldaram também nos marcaram. Algumas com delicadeza, outras com dureza. Talvez tenha sido como preciso...
23/02/2026

As vozes que nos moldaram também nos marcaram. Algumas com delicadeza, outras com dureza. Talvez tenha sido como precisou, com o que deu, da forma que era possível. Só que nem toda voz que ecoa dentro de nós é nossa, algumas são heranças.

Existe uma diferença entre ter pensamentos e ser esses pensamentos. A maturidade emocional começa quando identif**amos isso e percebemos que: Eu não sou a voz, eu sou quem escuta, apenas isso.

Muitas vezes essas vozes que nos impedem de ir além parecem ser as mesmas que nos protegem, pois elas podem ter nascido com uma tentativa de proteção:

♡Não confie,
♡seja forte,
♡não incomode,
♡dê conta sozinha,
♡amor exige sacrifício.

Somos feitos das palavras que nos disseram (de forma direta ou indireta) e das que escolhemos manter.

Entenda que nem tudo que carregamos foi escolhido, foi simplesmente aprendido.

Crescer e amadurecer não é silenciar as vozes. É aprender a não obedecer todas elas.

Lembre-se sempre:
🌱Você pode ter aprendido uma forma de amar, de se proteger...até de viver. Mas ainda assim pode escolher outra.

Com carinho,
Cris.
Psicóloga de adultos e casais.
CRP:12/17922.

Existe uma romantização do autoconhecimento.Como se bastasse compreender a própria históriapara que tudo se reorganizass...
18/02/2026

Existe uma romantização do autoconhecimento.
Como se bastasse compreender a própria história
para que tudo se reorganizasse.

Mas comportamento é aprendido em contexto.
E só se transforma em contexto.
Mudar exige:
– exposição
– repetição
– novas consequências
– desconforto
A mente pode entender.
Mas é o corpo, na situação real, que consolida a mudança.
Autoconhecimento é mapa.
A prática é caminho.

Cristini Barreto- Psicóloga de adultos e casais.
CRP: 12/17922.
Atendimento online e presencial.

O que seria existir melhor pra você?Tome nota✍️Bom dimingo🤌
15/02/2026

O que seria existir melhor pra você?
Tome nota✍️

Bom dimingo🤌

Sigo aprendendo a habitar mais a própria vida, do jeito que ela é, com menos pressa e mais presença. Sou grata pelo que ...
04/02/2026

Sigo aprendendo a habitar mais a própria vida, do jeito que ela é, com menos pressa e mais presença.

Sou grata pelo que construí e, sobretudo, por quem caminha comigo: a família, o lar e o trabalho de guiar corações em suas próprias criações. Neste espaço-tempo que habito, sinto-me inteira. E isso basta.

🌬Mais um ano de vida: com amor🎂🤎.

Quando amar exige abandono de si, o corpo costuma pagar a conta. O amar saudável não custa a saude fisica e emocional de...
01/02/2026

Quando amar exige abandono de si, o corpo costuma pagar a conta.
O amar saudável não custa a saude fisica e emocional de ninguém🤎.

Permita-se expandir.Em todos nós existe uma verdade única, e é ela que se torna fonte de evolução. Quando estamos adoeci...
24/01/2026

Permita-se expandir.

Em todos nós existe uma verdade única, e é ela que se torna fonte de evolução. Quando estamos adoecidos, seja física ou emocionalmente, sempre há algo a ser aprendido. O sintoma, embora muitas vezes não pareça, é mais uma oportunidade da vida para acessarmos nossa verdade e nossa sabedoria interna.
Essa sabedoria funciona como uma bússola que nos guia para o caminho que queremos seguir, livre de certo e errado, livre de regras que nos foram impostas desde muito pequenos e que, muitas vezes, já não nos servem, apenas criam barreiras para viver a leveza de ser.

Muitas pessoas me procuram acreditando que o outro pode ser sua fonte de felicidade ou de infelicidade. Não exatamente com essas palavras, mas dentro desse contexto. E o fato é que o outro é apenas uma parte do nosso ambiente. É como em uma obra de arte: o outro é o fundo do quadro, e você é a figura principal.

As ações ou não ações do outro têm, sim, relação com quem estamos sendo. E é aí que surge mais uma oportunidade de expansão, tornarmo-nos observadores de nós mesmos e das nossas relações, ir além, sem nos implicarmos totalmente com pessoas, dores e situações que nos rodeiam. E isso, por si só, já produz uma grande mudança em qualquer relação.

O começo da evolução é sempre por nós. Sempre.

Com carinho,
Cris.



#ᴀᴜᴛᴏᴄᴏɴʜᴇᴄɪᴍᴇɴᴛᴏ





18/01/2026

A terapia de casal favorece:
mais diálogo, mais compreensão,
menos desgaste emocional e escolhas mais conscientes sobre a relação.

Quando o casal entende o que acontece entre eles,
o vínculo muda.

🫴Agendamentos no link da bio.







O amor sofre quando tenta permanecer igualPaisagens mudam. Uma árvore pode estar exuberante em uma estação; em outra, re...
17/01/2026

O amor sofre quando tenta permanecer igual

Paisagens mudam. Uma árvore pode estar exuberante em uma estação; em outra, revelar-se apenas como um conjunto de galhos ressecados. A mesma paisagem, atravessada pelo tempo, nos oferece beleza, tristeza e um vasto cardápio de signif**ados. Assim é a vida. Assim somos nós.

Tudo é efêmero. E as pessoas, em sua essência, também o são — quando caminham de forma verdadeira. O que permanece rígido, imóvel, adoece. É inflexível emocionalmente, preso a regras, desconectado da consciência do momento presente.

Relações saudáveis nascem quando há aceitação. Aceitação radical da impermanência da vida, do outro e de si. Porque o inevitável é a transitoriedade das coisas, das pessoas, e até da forma como amamos e nos comportamos em uma relação.

☕️✍️💡O que pode mudar em você se aceitar que a relação não será a mesma?

Com carinho, Cris.

O perdão como partida, como bússola.Perdoar não é, necessariamente, manter um vínculo. Às vezes, perdoar é apenas não ca...
05/01/2026

O perdão como partida, como bússola.
Perdoar não é, necessariamente, manter um vínculo. Às vezes, perdoar é apenas não carregar ódio ou rancor no coração. E olha… há quem carregue — mesmo sem saber.
A raiva, minha gente, é um sentimento tão subjulgado que muitas pessoas sequer se permitem senti-la. Quer ver raiva, mágoa ou ressentimento em relação a pai e mãe? Como tem. Quase sempre tem.

Eu mesma já consigo vislumbrar as da minha filha em relação a mim — na verdade, elas já aparecem aos 2, 3 anos. Talvez não se cristalizem, não se tornem algo adoecido, porque aqui há espaço para expressão, conversa e presença. Já nós — ou a maioria da casa dos 30+ — crescemos sem diálogo, sem autorização para sentir ou nomear isso tudo.
E assim fomos acumulando um grande s**o escuro de raiva, mágoa, ressentimento… e seguimos. Inclusive contra nós mesmos, em muitos casos.

Há quem tenha consciência disso. Mas a maioria não tem. Quando fazemos — ou deixamos de fazer — algo por nós, nem sempre é falta de aprendizado. Muitas vezes é um ciclo silencioso de autopunição. Pode haver em nós partes que ainda não perdoamos.
Isso daria um livro. Ou parte dele. Quem sabe.
Por agora, f**a o essencial:
a vida só segue adiante quando perdoamos o que — e quem — passou.
E só sabemos que perdoamos quando o coração f**a sem peso. É impressionante. Somos tomados por um amor que vira autocuidado, que nasce de dentro para fora, com continuidade e verdade.
E atente-se: perdoar não é manter vínculo com quem feriu, nem se vitimizar, nem repetir em si o que não gosta. O perdão é processo. É caminho.

Precisamos perdoar quem já foi.
E também quem — ou o que — ainda está aqui.
Precisamos perdoar o outro.
E a nós mesmos.
Sem perdão genuíno, não há amor, leveza, abundância, criatividade — nem essa potência tão bonita que o ser humano pode viver quando está em presença e clareza.

Que essa leitura ajude a soltar o que não precisa caminhar durante a semana com você🤎.

Gosto de fins de ano.E gosto dos começos também.Eles carregam um simbolismo bonito: nos convidam a pausar, olhar para a ...
31/12/2025

Gosto de fins de ano.
E gosto dos começos também.
Eles carregam um simbolismo bonito: nos convidam a pausar, olhar para a vida e sair, ainda que por instantes, do automático que tantas vezes nos engole.
Há algum tempo, decidi trazer para o meu dia a dia os “hábitos” que costumamos reservar apenas para o fim do ano.
Este ano, consegui praticá-los quase diariamente.
E, escrevendo agora, percebo o quanto isso tem valor.
A proposta é simples e profunda:
revisar o dia vivido.
Não como forma de cobrança, culpa ou ruminação,
mas como um gesto de presença, clareza e aprendizado.

Um olhar honesto sobre o cotidiano, não para se punir,
mas para evoluir — um pouco, todos os dias.
Por isso, te faço um convite:
aproveite o clima de fim de ano e transforme essa revisão em uma intenção diária.
Porque quase tudo o que muda na vida começa assim:
com uma intenção clara — às vezes atravessada por dor, às vezes por desejo de viver diferente.

E aqui vai outro convite importante:
não coloque o foco em metas ou objetivos rígidos.
Eles não são o eixo central da vida.
Pergunte-se, com gentileza:
de que forma eu gostaria de viver?
De um jeito coerente com a realidade possível, com quem eu sou hoje.
Para começar, experimente se perguntar:
O que vivi este ano — mesmo que por breves momentos — que gostaria que fizesse morada?
Quais experiências, grandes ou pequenas, simples e cotidianas, você deseja que estejam mais presentes na sua vida?
Talvez o que aparecer aí tenha menos a ver com feitos e mais a ver com valores.
Com aquilo que realmente importa.

Se quiser aprofundar, experimente responder, dia após dia:
O que aprendi hoje (sobre mim, sobre o outro, sobre a vida)?
Em que sinto que posso evoluir, com mais consciência?
O que me trouxe alegria, ainda que discreta?
Pelo que sou grata hoje?

Um lembrete:
não busque dias perfeitos.
Busque dias vividos.
Alguns tortos, outros incompletos, muitos simples —
mas verdadeiros, possíveis e cheios de sentido.

Com carinho,
Cris.

O nascimento pede persistênciaEntre tantos signif**ados, o Natal representa nascimento. Nascimento de alguém que veio pa...
25/12/2025

O nascimento pede persistência
Entre tantos signif**ados, o Natal representa nascimento. Nascimento de alguém que veio para nos lembrar do essencial. Jesus, Albert Einstein e Darwin, cada um à sua maneira, nos mostraram que existe algo maior, que não somos o centro e, principalmente, que vivemos em relação — ao tempo, aos outros, ao mundo. Jesus nos lembrou do amor que rompe o ego, da compaixão e da humildade. Darwin nos mostrou que somos parte de um processo maior, em constante adaptação, transformação e aprendizado. Einstein nos apontou que nada está isolado: tudo está em relação, em movimento, interligado.
Talvez o que todos, de formas diferentes, nos ensinem é que nada nasce pronto. Nem ideias, nem relações, nem novos jeitos de viver. Todo nascimento pede persistência. Um novo comportamento não nasce de um ato grandioso, mas de pequenas tentativas repetidas, sustentadas por um ambiente que não as destrua ao tentar existir. O novo só permanece quando encontra espaço, cuidado e menos punição. Nascer, seja biologicamente, emocionalmente ou relacionalmente, é sempre um processo. E todo processo exige tempo, relação e responsabilidade com o que escolhemos alimentar.
Hoje é Natal. E, como terapeuta das relações, não posso desejar perfeição. Desejo nascimento. O nascimento de gestos mais conscientes, de respostas menos automáticas, de relações que encontrem espaço para errar, reparar e continuar. Que neste Natal possamos lembrar: o novo não nasce no controle, nasce na presença. Não nasce da exigência, nasce do cuidado. Que cada um de nós possa ser um pouco mais ambiente seguro — para si, para o outro, para aquilo que ainda está aprendendo a existir. Feliz Natal. Que o que nascer em você hoje encontre condições para permanecer.

Com carinho,
Cris- Psicóloga Clínica de adultos e casais.
Terapeuta das relações- atendimento online e presencial.

Endereço

Rua Dos Sabiás, Pedra Branca
Florianópolis, SC
88137-155

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Cristini Barreto posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Prática

Envie uma mensagem para Cristini Barreto:

Compartilhar

Share on Facebook Share on Twitter Share on LinkedIn
Share on Pinterest Share on Reddit Share via Email
Share on WhatsApp Share on Instagram Share on Telegram

Categoria

Sobre o meu trabalho...

Imagina viver uma vida integral em que você consiga estabelecer relações mais saudáveis, ter consciência de seus sentimentos e atitudes, desenvolver-se, descobrir e fazer aquilo que ama e que tem mais sentido para você.

Trabalhando muito tempo como psicoterapeuta e conhecendo as pessoas em seu íntimo, eu cheguei à conclusão de que elas são muito capazes e poderosas, mas frequentemente tornam-se desconhecidas de si mesmas, alienadas de seus verdadeiros anseios, vivendo um dia de cada vez sem aproveitar o melhor da vida.

Percebi também que o trabalho ocupa um espaço enorme em nossas existências, e quando não estamos satisfeitos ou alinhados com a ocupação atual, seja por desmotivação, falta de identif**ação, mudança de visão de vida ou até uma necessidade de reescolha profissional, simplesmente sofremos. Esse sofrimento pode trazer amadurecimento, mas não precisa perdurar e ser constante em nossa vida. Ele apenas indica que algo precisa ser feito. Nem sempre o ambiente profissional no qual estamos vivendo é aquele em que queremos estar a vida inteira.