Dra. Maria Tereza Gontijo

Dra. Maria Tereza Gontijo 🧠 Médica de Saúde Mental
📍Atendo pacientes de Formiga-MG e região
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🧠🍽️ Comida de verdade, cérebro protegidoO que a neuroinflamação tem a ver com transtornos mentais?Você pode fazer psicot...
01/02/2026

🧠🍽️ Comida de verdade, cérebro protegido

O que a neuroinflamação tem a ver com transtornos mentais?

Você pode fazer psicoterapia, tomar a medicação certa…
e ainda assim sentir que o cérebro não engrena, o humor oscila e o cansaço não passa.

👉 Às vezes, o problema não é “falta de força emocional”.
É neuroinflamação.



O cérebro é extremamente sensível ao que comemos.

Dietas ricas em ultraprocessados, excesso de açúcar e aditivos:
• aumentam inflamação sistêmica
• alteram o eixo intestino–cérebro
• desregulam dopamina, serotonina e cortisol

📌 Resultado clínico possível:
• pior resposta ao antidepressivo
• mais irritabilidade e ansiedade
• fadiga mental
• dificuldade de regulação emocional

Não é sobre estética.
É sobre biologia cerebral.



🧬 Comida de verdade atua como coadjuvante terapêutico:

✔️ reduz inflamação
✔️ melhora sinalização neuronal
✔️ sustenta neurotransmissores
✔️ favorece estabilidade do humor

Proteínas de qualidade, gorduras naturais, fibras reais e micronutrientes
→ dão ao cérebro o que ele precisa para responder ao tratamento.

👉 Não substitui psicoterapia.
👉 Não substitui medicação quando indicada.
👉 Potencializa ambas.



Na prática clínica (e na vida real), comece simples:

🥚 Priorize comida de verdade
🚫 Reduza ultraprocessados no dia a dia
🍬 Observe o impacto do açúcar no humor
🕰️ Regularidade > radicalismo

🧠 Psiquiatria moderna não trata só sintomas.
Trata o terreno biológico onde eles acontecem.



✨ Se fez sentido pra você, salve, compartilhe ou leve essa reflexão para sua próxima consulta.
Cérebro regulado começa no cuidado integral !

31/01/2026

😍😘

🤍 Janeiro Branco | Saúde Mental sob a lente das Neurociências E 🧠 Saúde mental não é apenas psicológica.Ela é neurobioló...
15/01/2026

🤍 Janeiro Branco | Saúde Mental sob a lente das Neurociências
E
🧠 Saúde mental não é apenas psicológica.
Ela é neurobiológica, autonômica e hormonal.

Pensamentos, emoções e comportamentos são regulados por circuitos cerebrais que respondem, o tempo todo, ao estado do corpo — especialmente à respiração.



🔹📍Do ponto de vista das neurociências, a respiração consciente atua diretamente em três sistemas centrais:

🔹 Sistema Nervoso Autônomo
🔹 Eixo cérebro–coração
🔹 Eixo neuroendócrino (estresse e regulação hormonal)

Quando a respiração é rápida e superficial:
• Predomina o sistema simpático (modo ameaça)
• Aumenta cortisol e adrenalina
• O cérebro opera em hipervigilância

Quando a respiração é lenta, profunda e ritmada:
• Ativa-se o nervo vago
• Predomina o sistema parassimpático(calma)
• O cérebro entra em estado de segurança neurofisiológica



🔹 🫀 Coração e cérebro se comunicam continuamente.

Neurocientif**amente, o coração:
• Envia mais sinais ao cérebro do que o contrário
• Possui um campo eletromagnético potente, que influencia:
• Amígdala (medo)
• Córtex pré-frontal (autorregulação)
• Hipocampo (memória emocional)

A respiração consciente sincroniza esse eixo, promovendo:
✔️ Coerência cardíaca
✔️ Redução da reatividade emocional
✔️ Melhora da atenção e da clareza mental
✔️ Modulação de serotonina, dopamina e ocitocina
✔️ Redução sustentada do cortisol

Isso não é “relaxamento apenas”.
É regulação neural ativa.



🔹🤍 Janeiro Branco é um convite neurobiológico ao cuidado. À sua saúde mental.

Comece pelo mais básico e mais poderoso:
🌬️ Respirar de forma consciente, lenta e ritmada, alguns minutos por dia. Todos os dias.

Ao fazer isso, você ensina ao seu cérebro:

“Não há ameaça agora. Posso regular. Posso sentir calma.”

🦋 Saúde mental é treino do sistema nervoso.
E todo sistema regulado cria espaço para escolhas mais conscientes, emoções mais integradas e uma mente mais segura.



Dra. Maria Tereza Gontijo
CRM-MG 46476

🧠✨ A neurociência está mudando a forma como entendemos quem somosVocê já teve a sensação de agir no “automático”e só dep...
09/01/2026

🧠✨ A neurociência está mudando a forma como entendemos quem somos

Você já teve a sensação de agir no “automático”
e só depois perceber o que fez?

A neurociência mostra algo desconcertante:
👉 muitas decisões começam no cérebro antes de chegarem à consciência.



Isso não signif**a que você não tem livre-arbítrio.
Signif**a que ele não funciona do jeito simples que aprendemos.

Grande parte do que sentimos, escolhemos e repetimos
vem de:
• experiências passadas,
• memórias emocionais,
• padrões aprendidos para sobreviver.

O cérebro decide primeiro para nos proteger,
e só depois nos conta a história.



Quando entendemos isso, algo muda profundamente:
• a culpa diminui,
• a vergonha perde força,
• a autocrítica dá lugar à compreensão.

👉 Você não está quebrado.
Seu cérebro aprendeu estratégias que um dia fizeram sentido.

E o “eu”, self ?
A ciência mostra que ele não é fixo.
É um processo em constante construção,
moldado por relações, emoções e história de vida.



Se você sente que age no automático,
repete padrões ou perdeu a sensação de ser quem é,
talvez não seja fraqueza.

Talvez seja um pedido de integração, reconexão .

💬 Me conta nos comentários:
em quais momentos , você percebe esse “automático” apareceu?



Dra. Maria Tereza Gontijo
CRMMG 46476 🦋

O autismo nível 1 em mulheres raramente é reconhecido na infância.Não porque os sinais não existiam —mas porque elas apr...
08/01/2026

O autismo nível 1 em mulheres raramente é reconhecido na infância.
Não porque os sinais não existiam —
mas porque elas aprenderam cedo demais a escondê-los.

🧩 Por que o diagnóstico costuma ser tardio?

1. Camuflagem social sofisticada (masking)
Meninas aprendem a:
• observar
• imitar
• agradar
• se ajustar

Pagam por isso com exaustão emocional, ansiedade e perda da própria referência interna.

2. Sintomas internalizantes predominam
Em vez de comportamentos disruptivos, aparecem:
• ansiedade crônica
• depressão recorrente
• transtornos alimentares
• burnout emocional
• sensação persistente de inadequação

O foco clínico vai para o sofrimento secundário — não para a raiz.

3. Estereótipos masculinos do autismo
Durante décadas, o modelo diagnóstico foi construído com base em meninos:
• interesses “restritos” mais visíveis
• dificuldades sociais mais explícitas
• menor preocupação em agradar

As mulheres f**am fora desse recorte.



🧠 Como o autismo nível 1 costuma se manifestar nelas
• Dificuldade social sentida, não necessariamente observável
• Comunicação funcional, mas custosa
• Hipersensibilidade sensorial (sons, luz, texturas, emoções)
• Necessidade intensa de previsibilidade
• Pensamento profundo, simbólico ou hiperanalítico
• Sensação constante de “atuar” socialmente

👉 O sofrimento não está em “não saber se relacionar”,
mas em precisar se adaptar o tempo todo.



🕯️ O impacto do diagnóstico tardio

Quando o diagnóstico chega na vida adulta, ele costuma vir acompanhado de:
• 🧩 Alívio: “então havia uma explicação”
• 🖤 Luto: pela criança que tentou demais sozinha
• 🌱 Reconstrução da identidade
• 🔥 Raiva legítima por anos de invalidação
• 🤍 Autocompaixão em construção

O diagnóstico não limita.
Ele organiza a história.



✨ Um ponto clínico essencial

Muitas mulheres com autismo nível 1 passaram a vida acreditando que:
• eram “sensíveis demais”
• “difíceis”
• “intensas”
• “confusas”
• “fracas”

Na verdade, foram neurodivergentes sem tradução.

Se intensificou? Deseja aprofundar ? Vamos juntas?


Dra. Maria Tereza Gontijo
CRM-MG 46476 🦋

Post2 ….  continuação…Em termos junguianos:Muitas mulheres autistas vivem anos identif**adas com uma persona excessivame...
07/01/2026

Post2 …. continuação…

Em termos junguianos:

Muitas mulheres autistas vivem anos identif**adas com uma persona excessivamente adaptada, até que o corpo e a alma entram em ruptura, em colapso.



🌱 Diagnóstico não é rótulo — é alívio

Quando o diagnóstico é feito com cuidado:
• Há validação da história
• Redução da autocrítica
• Reorganização da identidade
• Possibilidade de autocuidado real
• Nomeação do limite sem culpa

🦋 Dra. Maria Tereza Gontijo
CRMMG 46.476


🧠 Autismo em mulheres: quando o invisível adoeceDurante décadas, o DSM descreveu o autismo a partir de amostras predomin...
07/01/2026

🧠 Autismo em mulheres: quando o invisível adoece

Durante décadas, o DSM descreveu o autismo a partir de amostras predominantemente masculinas.
O resultado? Milhares de mulheres passaram a vida sem diagnóstico, carregando rótulos como:
• “sensível demais”
• “ansiosa”
• “difícil”
• “intensa”
• “perfeccionista”
• “depressiva crônica”

Quando, na verdade, eram mulheres autistas altamente adaptadas.



🌸 Por que o autismo feminino passa despercebido?

1️⃣ Camuflagem social (masking)

Meninas aprendem cedo a:
• Observar
• Imitar
• Agradar
• Não incomodar

➡️ Desenvolvem habilidades sociais aparentes, mas à custa de:
• Exaustão
• Ansiedade
• Dissociação
• Perda de identidade

Clinicamente: o sintoma não é o “déficit social”, mas o custo psíquico da adaptação.



2️⃣ Interesses socialmente aceitos

Diferente dos estereótipos masculinos:
• Pessoas
• Psicologia
• Espiritualidade
• Animais
• Estética, literatura, nutrição, maternidade

➡️ O hiperfoco existe, mas não chama atenção.



3️⃣ Sofrimento internalizante

Enquanto meninos externalizam:
• Hiperatividade
• Rigidez comportamental
• Crises visíveis

Mulheres internalizam:
• Ansiedade
• Depressão
• Transtornos alimentares
• Automutilação
• Burnout emocional

➡️ Muitas chegam ao consultório anos depois, já em colapso.



🧬 Neurociência + clínica: o que costuma aparecer

Em mulheres autistas adultas, é comum observar:
• Hipersensibilidade sensorial (sons, luz, toque, cheiros)
• Dificuldade com mudanças sutis
• Necessidade intensa de previsibilidade
• Fadiga social profunda
• Pensamento hiperanalítico
• Empatia intensa (não ausência!)
• Sensação de “não pertencimento” desde a infância

⚠️ Muitas recebem diagnósticos prévios de:
• Transtorno de ansiedade
• Transtorno bipolar tipo II
• Depressão resistente
• TDAH (com ou sem comorbidade real)
• Transtorno de personalidade (diagnóstico frequentemente equivocado)

Continua …

Post3… Continuação …🌱 Implicações clínicas (muito importantes)Uma abordagem sensível ao trauma e ao neurodesenvolvimento...
05/01/2026

Post3… Continuação …

🌱 Implicações clínicas (muito importantes)

Uma abordagem sensível ao trauma e ao neurodesenvolvimento implica:

✔️ Criar segurança relacional antes da exposição
✔️ Trabalhar diferenciação: pensamento ≠ ação ≠ identidade
✔️ Desenvolver tolerância somática à ansiedade
✔️ Oferecer regulação emocional substitutiva (terapia como base segura)
✔️ Só então flexibilizar rituais, sem ruptura defensiva

👉 Quando o sistema nervoso aprende que não está mais sozinho, o TOC perde sua função.



✨ Em síntese

No TOC ligado ao trauma, o ritual não é o inimigo.
Ele foi a solução possível quando não havia outra.

Curar não é arrancar o controle —
é ensinar o cérebro que agora existe segurança suficiente para soltar.


Dra. Maria Tereza Gontijo
CRM-MG 46.476 🦋

Post2. Continuação ….  Quando o cérebro aprende a viver em estado de ameaça1️⃣ Trauma não é só o que aconteceu — é o que...
05/01/2026

Post2. Continuação ….

Quando o cérebro aprende a viver em estado de ameaça

1️⃣ Trauma não é só o que aconteceu — é o que faltou

Em muitos quadros de TOC, não há um trauma único evidente, mas sim:
• microtraumas relacionais repetidos
• ausência de regulação emocional externa suficiente
• falhas na experiência de segurança, previsibilidade e reparação

Para o cérebro em desenvolvimento, isso equivale a viver com a sensação implícita:

“Algo ruim pode acontecer a qualquer momento — e é minha responsabilidade evitar.”

Isso é trauma relacional do desenvolvimento.



2️⃣ O TOC como adaptação neurodesenvolvimental

No cérebro infantil:
• a amígdala amadurece cedo (detecção de ameaça)
• o córtex pré-frontal amadurece tarde (inibição, flexibilidade, confiança)

Quando o ambiente é emocionalmente instável ou exigente:
• a amígdala f**a hipersensível
• o sistema de erro/checagem entra em loop
• o cérebro aprende que repetir = sobreviver

👉 O TOC surge como uma estratégia adaptativa precoce, não como falha.



3️⃣ Obsessões como memória emocional implícita

Muitos conteúdos obsessivos não são simbólicos “escolhidos”:
• medo de contaminar
• medo de causar dano
• pensamentos agressivos ou se***is
• necessidade de simetria ou exatidão

Eles funcionam como:
• memórias emocionais não verbalizadas
• sinais de sistemas de ameaça que nunca foram desligados

O pensamento obsessivo é o idioma cognitivo de uma angústia pré-verbal.

Continua…

⸻🧠 TOC não é sobre controle. É sobre medo.O Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) não é “mania”, nem perfeccionismo exag...
05/01/2026



🧠 TOC não é sobre controle. É sobre medo.

O Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) não é “mania”, nem perfeccionismo exagerado.
É um transtorno marcado por ansiedade intensa, sustentada por pensamentos intrusivos que surgem contra a vontade da pessoa.

🔁 O ciclo do TOC:
• Obsessões: pensamentos, imagens ou impulsos indesejados
(“E se eu machucar alguém?”, “E se algo terrível acontecer?”)
• Ansiedade: angústia, medo, sensação de ameaça iminente
• Compulsões: rituais mentais ou comportamentais para aliviar a angústia
• Alívio temporário → a ansiedade volta → o ciclo se repete

👉 O ritual não traz paz. Ele apenas adia o sofrimento.



🔬 O que acontece no cérebro?

No TOC, há uma dificuldade nos circuitos cerebrais responsáveis por:
• Inibir pensamentos automáticos
• Tolerar incertezas
• Encerrar sinais de ameaça

O cérebro “dispara o alarme”, mesmo sem perigo real.



🧩 Uma leitura psicodinâmica

Do ponto de vista emocional, o TOC costuma estar ligado a:
• Medo profundo de errar, falhar ou causar dano
• Culpa excessiva e responsabilidade inflada
• Tentativas inconscientes de manter o controle para evitar colapsos internos

Como já apontava Carl Gustav Jung, quando a psique não encontra espaço simbólico para elaborar seus conflitos, ela tenta controlar pela repetição.



💬 Importante saber

✨ Pensar algo não signif**a querer fazer
✨ O TOC tem tratamento
✨ Buscar ajuda é um ato de coragem, não de fraqueza

📌 Tratamento ef**az envolve:
• Psicoterapia especializada
• Em muitos casos, medicação adequada
• Psicoeducação e acolhimento (para o paciente e a família)



❓ E você — percebe pensamentos que vêm contra a sua vontade e roubam sua paz?
Isso merece cuidado.


Dra. Maria Tereza Gontijo
CRM-MG 46.476 🦋

⸻🌑🌒 A TRAVESSIA DA ALMAQuando a vida pede passagemHá momentos na vida em que nada está exatamente errado —mas tudo deixa...
04/01/2026



🌑🌒 A TRAVESSIA DA ALMA

Quando a vida pede passagem

Há momentos na vida em que nada está exatamente errado —
mas tudo deixa de fazer sentido.

A antiga forma de viver já não sustenta.
Os papéis começam a apertar.
O controle falha.
E a alma chama.

Essa é a travessia.

Não é uma crise comum.
É um rito de passagem interior.

Segundo Carl Gustav Jung, a alma precisa morrer simbolicamente para que uma nova forma de ser possa nascer.
Esse processo não é linear, nem confortável —
ele acontece no entre.

🔸 Entre quem você foi
🔸 E quem ainda não sabe ser
🔸 Entre o conhecido e o vazio
🔸 Entre o medo e a confiança

Na travessia da alma, surgem:
• Cansaço sem causa aparente
• Sensação de perda de identidade
• Lutos silenciosos
• Ansiedade existencial
• Necessidade de recolhimento

Nada disso é sinal de fracasso.
É sinal de transformação.

🌒 A alma não atravessa correndo.
Ela atravessa sentindo.

E o que mais assusta nesse caminho não é a dor —
é a necessidade de soltar o controle
e confiar em algo que ainda não tem forma.

Mas toda travessia carrega uma promessa:
✨ vida renovada.

Não a vida idealizada.
Mas uma vida mais verdadeira,
mais alinhada,
mais inteira.

🦋 Toda alma que atravessa, transforma.

👉 E você, em que parte da travessia sente que está agora?


Dra. Maria Tereza Gontijo
Psiquiatria | Psicodinâmica | Neurociências
🦋 CRMMG 46.476

✨ Entendendo as fases das transições da vidaUma leitura simples inspirada na psicologia de JungA vida não se transforma ...
03/01/2026

✨ Entendendo as fases das transições da vida
Uma leitura simples inspirada na psicologia de Jung

A vida não se transforma de forma linear.
Ela acontece em ciclos, com avanços, pausas e retornos.

Na psicologia analítica, esses movimentos são descritos simbolicamente pelas fases da alquimia — não como regras fixas, mas como mapas internos de transformação.



🌑 Nigredo — a fase do escuro
É o momento da crise, da confusão e da perda de controle.
Aquilo que antes sustentava deixa de funcionar.

Aqui, o sofrimento não é sinal de fracasso,
mas de que algo antigo está se dissolvendo.



🌒 Mortif**atio — a fase do vazio
Depois da queda, muitas vezes vem o silêncio.
Nada parece avançar.
Não há clareza, nem crise evidente.

Essa fase costuma ser confundida com estagnação,
mas é um tempo de gestação psíquica.

Nem tudo o que está vivo cresce rápido.



🌗 Albedo — a fase do clarear
Aos poucos, algo começa a fazer sentido.
Surge mais escuta interna, menos pressa para decidir.

É quando aprendemos a soltar o excesso de controle
e permitir que a confiança comece a se formar.



🌊 Solutio e Coagulatio — dissolver e estruturar
Essas fases aparecem como movimentos ao longo da vida:
• sentir, chorar, amolecer, dissolver defesas
• reorganizar, decidir, sustentar novas formas

Elas não acontecem uma única vez.
Elas oscilam conforme a vida pede.



🌞 Rubedo — a fase da integração
Não é voltar a ser quem se era.
É tornar-se mais inteiro(a).

Os opostos passam a dialogar:
controle e entrega,
força e vulnerabilidade.

O equilíbrio aqui não é rigidez.
É flexibilidade consciente.



💬 Mensagem importante
Essas fases não são lineares, nem definitivas.
Podemos passar por várias ao mesmo tempo,
e revisitá-las muitas vezes ao longo da vida.

Nem toda fase difícil é doença.
Algumas são passagens necessárias.

O equilíbrio nasce quando paramos de lutar contra a oscilação.

✨ E você… em qual fase sente que está agora?



Dra. Maria Tereza Gontijo
CRM-MG 46476
🦋

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