02/04/2026
Mais do que falar sobre diagnóstico, é um convite a ampliar o olhar. Cada criança tem seu tempo, sua forma de se expressar e de se relacionar com o mundo.
Na prática clínica, muitas famílias chegam ao consultório em busca de respostas para sintomas que, à primeira vista, parecem apenas físicos. Mas cuidar de uma criança vai além de tratar sinais isolados. É necessário enxergar o todo, respeitar a individualidade e entender o contexto de cada desenvolvimento.
O autismo nos lembra que não existe um padrão único de infância. Existe diversidade, e ela precisa ser acolhida com responsabilidade, informação e sensibilidade.
Que possamos, como sociedade e também como profissionais de saúde, aprender a escutar mais, observar melhor e cuidar com mais consciência.
Dra. Camila Batista
Alergista, Imunologista e Pediatra