Natacha Fraga Psicologia Clínica

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16/03/2026

“Adulto funcional” virou afrodisíaco? 👀

Quando a vida vai ficando mais cheia (trabalho, contas, filhos, pais envelhecendo, saúde mental pedindo atenção), o desejo passa a disputar espaço com o cotidiano.

Na clínica, muitas queixas de queda de desejo não começam na cama. Começam na sensação de injustiça, na sobrecarga de lembrar, planejar, antecipar, organizar tudo sozinha. A chamada carga mental.

E tem um ponto importante aqui:�cuidado com essa história de energia feminina e masculina difundida na internet que vive dizendo que quando o homem lava a louça “perde a masculinidade” ou que “casais que dividem tarefas transam menos” pq a literatura científica recente conta outra história.

Estudos sobre divisão de tarefas domésticas mostram que arranjos mais igualitários estão associados a maior frequência e satisfação s.xu4l, especialmente quando a divisão é percebida como justa.

Em outras palavras:�quando a parceria não pesa nas costas de uma pessoa só, o desejo encontra espaço para existir.

Porque a sobrecarga não é só física (“fiz, lavei, resolvi”). Ela também é mental: quem pede, lembra, planeja, antecipa, organiza.

Afinal, não é muito fácil sentir tesão por quem parece um filho adulto, certo?

Conta aqui:�adulto funcional também é afrodisíaco pra você? 🔥

***
Estudos citados:
HARRIS, E. A.; GORMEZANO, A. M.; VAN ANDERS, S. M. Gender inequities in household labor predict lower sexual desire in women partnered with men. Archives of S*xual Behavior, 2022.

CARLSON, D. L.; HANSON, S.; FITROY, A. The gendered division of housework and couples’ sexual relationships: A reexamination. Journal of Marriage and Family, 2016.

JOHNSON, M. D.; GALAMBOS, N. L.; ANDERSON, J. R. Skip the dishes? Not so fast! S*x and housework revisited. Journal of Family Psychology, 2016.

15/03/2026

Dormir bem não é luxo.
É base.

Atendo muitas mulheres que chegam dizendo que estão sem energia, irritadas, sem desejo, sem paciência… e quase sempre existe um ponto em comum: cansaço acumulado.

Não é só dormir pouco.
É dormir mal, com a mente ainda ligada no modo “resolver tudo”.

Higiene do sono parece algo simples, mas faz muita diferença.

Algumas coisas que ajudam de verdade:
• diminuir luz forte e telas pelo menos 1h antes de dormir
• evitar levar trabalho para a cama
• criar um pequeno ritual que avise ao corpo que o dia acabou (um banho quente, uma leitura leve, uma música calma)
• ajudar o corpo a desacelerar.

Eu tenho usado à noite o Nix Blend, da , justamente dentro desse ritual de desacelerar o corpo antes de dormir.

Porque a verdade é simples e pouco dita:
uma mulher exausta não tem energia nem para sustentar o que deseja para a própria vida.

Uma mulher descansada pensa melhor, sente melhor e escolhe melhor. ✨

ps.: amanhã, 16/03 às 12:30h, vai ter uma live do dia da consumidora no perfil da com as deusas e a .nutri, com direito a ofertas exclusivas e brindes especiais. E as minhas seguidoras ainda tem cupom de desconto em todos os produtos. 😍🤸🏼‍♀️

🏷️ CUPOM: NATACHA10

14/03/2026

‼️⚡️💪🏽

Últimas 2 vagas no meu time verde do Desafio ForLife.
Depois não digam que eu não avisei. 👀

Serão 30 dias de movimento, novos hábitos e muita motivação coletiva.

A proposta vai além do treino: é sobre cuidar do corpo, da mente e construir uma rotina mais saudável junto com outras pessoas.

Essa já é a 6ª edição de um projeto que já impactou milhares de pessoas.

Se você estava esperando um empurrãozinho…
talvez seja esse.

📍Mais informações: .ce

Algumas coisas que parecem “problema s.xu4l” na verdade têm muito mais a ver com como o corpo e o cérebro estão funciona...
12/03/2026

Algumas coisas que parecem “problema s.xu4l” na verdade têm muito mais a ver com como o corpo e o cérebro estão funcionando no dia a dia.

Sono, estresse, atividade física, contexto emocional, atenção ao próprio corpo… tudo isso participa da resposta s.xu4l. E às vezes essas variáveis explicam muito mais do que técnica, performance ou “falta de química”.

A s.xu4lidade humana é um sistema complexo.
Ela envolve cérebro, hormônios, emoções, contexto relacional e estilo de vida. Por isso soluções simplistas quase sempre falham.

Mas conhecimento ajuda a fazer perguntas melhores.
E perguntas melhores costumam levar a conversas mais honestas — dentro e fora do quarto.

Agora você já tem algumas fofocas científicas bem embasadas para espalhar por aí. 👀

📚 Café e Prosa — nosso primeiro encontro do ano! ✨Estamos iniciando o terceiro ano do Café e Prosa, nosso clube de leitu...
11/03/2026

📚 Café e Prosa — nosso primeiro encontro do ano! ✨

Estamos iniciando o terceiro ano do Café e Prosa, nosso clube de leitura e conversa sobre gênero, sexualidade e relações. E o livro escolhido para abrir o ano não poderia ser mais provocador.

“Assim, no meu septuagésimo aniversário, decidi comprar um vi****or como presente para mim mesma.
(...) Aos setenta anos, acabava de ter o meu primeiro orgasmo e não podia estar mais fascinada com a descoberta.”

Essas são falas de Helena, protagonista do divertidíssimo e necessário romance “E se eu morrer amanhã?”, da autora portuguesa Filipa Fonseca Silva.

Depois de ficar viúva, após 46 anos de casamento, Helena começa a questionar o roteiro que foi imposto às mulheres da sua geração: cuidar da casa, dos filhos, do marido, suportar as traições e não gostar muito de s.x0. Aos 70 anos, ela decide fazer algo “radical”: sair em busca do próprio prazer, sozinha e/ou acompanhada.

A pergunta “E se eu morrer amanhã?” se torna o disparador de escolhas que desafiam um dos grandes tabus sociais: a s.xu4lidade na velhice.

Apesar da leveza e do humor, o livro traz reflexões potentes sobre envelhecimento, finitude e o lugar da mulher na sociedade.

✨ Nosso encontro é um espaço aberto, acolhedor e respeitoso para compartilhar percepções sobre a obra e conversar sobre os temas que ela provoca.

📖 Quer se juntar a nós?
A inscrição é gratuita, mas as vagas são limitadas.
👉 O link para se inscrever está na bio.

Quando um casal para de ter relação sexual, muitas vezes o problema não é apenas o s**o. É a desconexão que veio antes d...
10/03/2026

Quando um casal para de ter relação sexual, muitas vezes o problema não é apenas o s**o. É a desconexão que veio antes dele.

Falta de toque.
Falta de presença.
Falta de intimidade no cotidiano.

E quando o vínculo já está fragilizado, incentivar diretamente a relação s.xu4l pode aumentar ansiedade, pressão e sensação de fracasso.

Por isso, em muitos casos, o trabalho clínico começa antes da relação s.xu4l.

O terapeuta pode incentivar o casal a retomar formas simples de contato, sem pressão de desempenho.

Coisas como:
o contato físico,
o beijo,
um abraço mais demorado,
ou simplesmente a possibilidade de estar perto sem que isso precise levar ao s.x0.

Essas pequenas retomadas não são triviais.
Elas são intervenções.

Porque reconectam o casal no nível emocional e corporal; e é desse lugar que o desejo costuma voltar a aparecer.

💬 Colegas psis e profissionais de saúde: isso também aparece na sua prática clínica?

09/03/2026

Algumas frases parecem acolhedoras…
mas, na clínica, podem acabar fechando a porta da conversa sobre s.xu4lidade.

Muitos profissionais falam coisas assim com a melhor das intenções, tentando aliviar a pressão do paciente, evitar constrangimento ou demonstrar aceitação.

O problema é que, às vezes, isso interrompe justamente a investigação que a situação pede.

Na prática, o que aparece no consultório costuma ser bem mais complexo.

Uma mulher que diz que “não quer tr4ns4r” pode estar evitando porque sente dor, porque o s.x0 virou obrigação no relacionamento ou porque nunca teve espaço para descobrir o próprio desejo.

Um homem que chega angustiado com o desempenho pode estar lidando com ansiedade s.xu4l, pressão de performance ou experiências negativas anteriores e não apenas precisando “relaxar”.

E quando alguém sofre com o próprio corpo na intimidade, frases positivas demais podem soar como:
“isso não deveria ser um problema”.

O ponto não é oferecer respostas rápidas.
É sustentar curiosidade clínica.

Perguntar mais.
Escutar melhor.
Entender o contexto da vida s.xu4l daquela pessoa.

S.xu4lidade ignorada não desaparece.
Ela só continua sendo sofrimento sem tratamento.

pov.: você passou esse fds comigo. 💘✨🏃‍♀️🥊🤼‍♀️🤸🏼🥂🐾
08/03/2026

pov.: você passou esse fds comigo.
💘✨🏃‍♀️🥊🤼‍♀️🤸🏼🥂🐾

Tem coisas que parecem tão básicas que a gente imagina que já deveriam estar completamente entendidas.Mesmo assim, ano a...
08/03/2026

Tem coisas que parecem tão básicas que a gente imagina que já deveriam estar completamente entendidas.

Mesmo assim, ano após ano, seguimos tendo que explicar o que é consentimento.

Seguimos lembrando que ninguém deveria precisar justificar o próprio direito de ir e vir, de ocupar espaços, de dizer não, de mudar de ideia, de ter controle sobre o próprio corpo.

E isso aparece de várias formas no cotidiano:
na mulher que ainda escuta que está “exagerando” quando coloca um limite.
na que sente que precisa rir, desconversar ou suavizar para não “criar clima”.
na que sai de um encontro pensando se foi “grossa demais” por simplesmente não querer algo.

Quando, na verdade, estamos falando do mínimo.
Consentimento não é um detalhe das relações.
É o que separa escolha de imposição.

E talvez seja por isso que, todo ano, no Dia Internacional da Mulher, a conversa ainda precisa voltar para esse ponto tão básico: o direito de decidir sobre o próprio corpo e sobre a própria vida.

07/03/2026

Motivação é instável.
Ela aparece… e desaparece.

Quando a gente depende dela para se cuidar, treinar ou mudar hábitos, o resultado costuma ser frustração — porque ninguém se sente motivado o tempo todo.

O que realmente muda o jogo muitas vezes é outra coisa: o ambiente.

Estar em um lugar onde as pessoas se movimentam, falam de saúde, celebram pequenas conquistas… muda o comportamento quase sem perceber.

Você começa a se mover mais.
A cuidar mais de você.
Não porque ficou “mais disciplinado”.
Mas porque o contexto facilita o hábito.

É por isso que desafios coletivos costumam funcionar tão bem.

A nova edição do Desafio For Life da .ce está chegando:
📅 06/04 a 06/05

Serão 30 dias de movimento, autocuidado e bem-estar em parceria com a e com acompanhamento e times que caminham juntos!!

Às vezes o que falta não é força de vontade.
É um ambiente que puxe você na direção certa.
Bora?

Às vezes essas frases aparecem quase sem cerimônia.Mas, como terapeuta, sei que elas dizem muito.Dizem que:a pressão dim...
05/03/2026

Às vezes essas frases aparecem quase sem cerimônia.
Mas, como terapeuta, sei que elas dizem muito.

Dizem que:
a pressão diminuiu,
o casal voltou a se escutar,
o prazer deixou de ser uma prova de desempenho.

Parecem simples.
Mas carregam histórias enormes por trás.

Se você é psi ou terapeuta, qual dessas frases mais te daria alegria de ouvir na clínica?

Endereço

Avenida Santos Dumont, 5633
Fortaleza, CE
60175005

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