Carlos Andre Frota Ximenes

Carlos Andre Frota Ximenes Atendimento individual
Atendimento em grupo
Para ouvintes e surdos;
Crianças, jovens, adultos e ido

Um dos grandes enganos na vida conjugal é achar que paz é ausência de conflito. Não é. Paz verdadeira nasce quando o cas...
04/02/2026

Um dos grandes enganos na vida conjugal é achar que paz é ausência de conflito. Não é. Paz verdadeira nasce quando o casal aprende a enfrentar o que precisa ser enfrentado sem destruir o vínculo. Fugir de conversas difíceis, silenciar ressentimentos ou empurrar problemas para depois não preserva o casamento. Apenas o enfraquece aos poucos.

O confronto necessário não é briga constante, nem disputa de poder. É a disposição de falar com verdade, escutar sem defensividade e permanecer mesmo quando o diálogo é desconfortável. O casamento forma justamente porque obriga o adulto a sair da fuga emocional e assumir responsabilidade pelas próprias atitudes, palavras e omissões.

Quando o casal evita o confronto, a relação não se torna mais leve. Ela se torna mais frágil. O que não é dito vira ruído. O que não é resolvido vira distância. E, com o tempo, o silêncio pesa mais do que qualquer conversa difícil teria pesado no início.

Amadurecer no casamento exige coragem. Coragem de permanecer, de ajustar, de corrigir e de crescer junto. Não é sobre vencer discussões, mas sobre não abandonar o vínculo quando ele pede verdade. Porque o amor que forma não é o que evita o conflito a qualquer custo, mas o que atravessa o conflito sem desistir.



Uma das grandes confusões do nosso tempo é achar que o casamento existe para facilitar a vida. Acredite, não existe. O c...
02/02/2026

Uma das grandes confusões do nosso tempo é achar que o casamento existe para facilitar a vida. Acredite, não existe. O casamento existe para formar o caráter, ordenar os afetos e ensinar o amor em sua forma mais concreta.

Quando dois se unem, não é para fugir das próprias limitações, mas para aprender a lidar com elas diante do outro, todos os dias.

A vida conjugal revela o que em nós ainda é imaturo, desordenado ou egoísta. E isso não é um defeito do casamento, é justamente a sua função. A convivência diária não suaviza automaticamente o coração. Ela o educa. Exige paciência, renúncia, fidelidade e constância. Não como ideais abstratos, mas como escolhas pequenas e repetidas no cotidiano da casa.

Quando o casal entende isso, para de tratar o casamento como um projeto emocional e passa a vivê-lo como um caminho de amadurecimento. Não se trata de romantizar o sofrimento, mas de reconhecer que o amor verdadeiro não se constrói evitando esforço, e sim assumindo responsabilidades. O casamento não foi pensado para nos poupar do trabalho interior, mas para nos conduzir a ele.

Talvez a pergunta mais honesta não seja se o casamento está fácil, mas se ele está te formando. Porque quando o amor forma, mesmo o que cansa produz fruto.




Hoje tive a oportunidade de conversar com os professores do Instituto Filippo Smaldone, da educação infantil ao ensino m...
29/01/2026

Hoje tive a oportunidade de conversar com os professores do Instituto Filippo Smaldone, da educação infantil ao ensino médio, sobre inteligência emocional no trabalho docente. Falar de emoção nesse contexto é falar de rotina intensa, de múltiplas demandas, de responsabilidade constante e de um nível de envolvimento humano que vai muito além do conteúdo pedagógico.

O trabalho do professor exige presença, atenção e regulação emocional diária. Lidar com alunos, famílias, equipe e expectativas institucionais coloca o corpo e a mente em estado contínuo de adaptação. Por isso, desenvolver inteligência emocional não é um luxo, mas uma necessidade para preservar a saúde mental, a qualidade do trabalho e as relações dentro da escola.

Momentos como esse reforçam o quanto o cuidado emocional precisa fazer parte da formação e do cotidiano profissional. Quando o educador aprende a reconhecer limites, organizar emoções e compreender seus próprios sinais de desgaste, todo o ambiente escolar se beneficia.

Meu agradecimento pela escuta, pela troca e pela abertura para esse diálogo tão necessário.

Uma das formas mais silenciosas de adoecimento pessoal é a terceirização constante da própria responsabilidade. Quando t...
28/01/2026

Uma das formas mais silenciosas de adoecimento pessoal é a terceirização constante da própria responsabilidade. Quando tudo o que não funciona é sempre culpa do outro, do contexto, da rotina, do passado ou das circunstâncias, a vida f**a paralisada. A pessoa até reclama, mas não se move. Até percebe o problema, mas não assume o que lhe cabe. E, aos poucos, vai perdendo a capacidade de conduzir a própria história.

Assumir responsabilidade não é carregar o mundo nas costas nem se culpar por tudo. É reconhecer com honestidade aquilo que está sob o seu alcance. As escolhas que você faz. As conversas que você evita. As decisões que você adia. As mudanças que você sabe que precisa fazer, mas insiste em empurrar para depois. Enquanto a responsabilidade estiver sempre fora de você, a vida também estará.

A maturidade começa quando alguém para de esperar que as coisas se resolvam sozinhas e decide se posicionar. No casamento, na família, no trabalho e na vida interior. Não dá para exigir mudança onde não existe envolvimento pessoal. Não dá para esperar frutos onde não há cuidado diário. Responsabilidade é o ponto de partida de qualquer crescimento real.

Talvez a pergunta mais importante não seja quem falhou com você, mas o que você pode assumir hoje para viver melhor amanhã. Porque ninguém constrói uma vida saudável terceirizando aquilo que só pode ser vivido em primeira pessoa.



O primeiro dia de aula costuma ser falado quase sempre a partir da ansiedade dos pais. Mas a verdade é que ele é uma ada...
26/01/2026

O primeiro dia de aula costuma ser falado quase sempre a partir da ansiedade dos pais. Mas a verdade é que ele é uma adaptação para todos. A criança vive o novo com curiosidade, expectativa e, muitas vezes, entusiasmo. Já os adultos atravessam outro tipo de processo: soltar, confiar, reorganizar a rotina e lidar com sentimentos que nem sempre são fáceis de nomear.

Cada membro da família reage de um jeito. Tem criança que entra e não olha para trás. Tem irmão que sente a ausência. Tem mãe que segura o choro e pai que tenta manter tudo firme por fora. Nada disso é errado. São movimentos naturais de um sistema familiar que está se ajustando a uma nova fase. A adaptação não é sinal de problema, é sinal de crescimento.

Esse momento também revela algo importante: gastar tempo, energia e atenção com o que forma a criança nunca é desperdício. Preparar, acompanhar, conversar, observar e sustentar esse processo é parte da responsabilidade de educar. Não se trata apenas de colocar o filho no colégio, mas de caminhar com ele enquanto novos vínculos, rotinas e referências vão sendo construídos.

O primeiro dia passa rápido. O que f**a é o aprendizado de que crescer envolve mudanças, e que atravessá-las juntos fortalece a família inteira. Com presença, confiança e paciência, cada adaptação vai ensinando que o novo pode ser vivido sem medo quando existe um lar que sustenta.




A entrada da criança em um novo ambiente não começa no primeiro dia de aula. Ela começa muito antes, dentro de casa, no ...
23/01/2026

A entrada da criança em um novo ambiente não começa no primeiro dia de aula. Ela começa muito antes, dentro de casa, no modo como os pais falam, se organizam e se posicionam diante da mudança. A criança percebe mais do que escuta. Ela capta o clima emocional, a ansiedade, a pressa e as inseguranças que circulam ao redor dela. Por isso, preparar a adaptação é, antes de tudo, um trabalho da família.

Adaptar não é empurrar a criança para o novo nem protegê-la em excesso. É ajudá-la a compreender, aos poucos, o que vai mudar, respeitando o tempo emocional que ela precisa para se sentir segura. Rotina, previsibilidade e presença são fundamentais nesse processo. Quando os pais transmitem confiança, a criança encontra um chão firme para atravessar o desconhecido. Quando os adultos estão desorganizados, a adaptação se torna mais difícil do que precisa ser.

A família tem um papel essencial em validar sentimentos. Medo, estranhamento e resistência não são sinais de fraqueza, mas respostas naturais a uma transição importante. A criança precisa saber que pode sentir e, ao mesmo tempo, que não está sozinha. Preparar uma adaptação é ensinar que mudanças fazem parte da vida e que elas podem ser atravessadas com apoio, constância e cuidado.

Esse processo não exige perfeição, mas consciência. Quando a família se organiza emocionalmente, a criança se sente mais segura para explorar o novo, confiar nas pessoas ao redor e construir autonomia de forma saudável. Toda adaptação bem feita não é apenas uma fase superada, mas um aprendizado que acompanha a criança por muito tempo.

20/01/2026

O que faltou na lista?

A entrada do primeiro filho no colégio marca uma transição importante na vida da família. Não é apenas uma decisão práti...
19/01/2026

A entrada do primeiro filho no colégio marca uma transição importante na vida da família. Não é apenas uma decisão prática sobre horários, localização ou estrutura.

A partir dali, outras vozes passam a participar do processo de educação, outros valores começam a circular e novas referências entram no cotidiano da criança. Por isso, essa decisão precisa ser feita com consciência e alinhamento, não apenas com conveniência.

Escolher uma escola é perguntar com quem seu filho vai passar boa parte do dia, que tipo de visão de mundo ele vai absorver e quais comportamentos serão reforçados no convívio diário. Não existe escola perfeita, mas existem ambientes mais ou menos coerentes com aquilo que a família acredita e vive em casa. Quando há desalinhamento, a criança sente. E os conflitos aparecem mais cedo ou mais tarde.

Essa escolha também exige maturidade do casal. Conversar, alinhar expectativas, avaliar prioridades e assumir juntos as consequências da decisão. Educação não é terceirização. A escola complementa, mas não substitui a formação que começa em casa. Quando os valores estão claros dentro da família, a escola se torna aliada. Quando não estão, qualquer escolha gera insegurança.

Esse momento pede menos ansiedade e mais discernimento, menos comparação e mais responsabilidade. Escolher uma escola é, no fundo, reafirmar o tipo de formação que você deseja oferecer ao seu filho. E isso começa quando o casal decide caminhar alinhado, consciente de que educar é um projeto de longo prazo, construído todos os dias.



Um dos grandes erros na vida conjugal é esperar que o outro perceba sozinho aquilo que está faltando. Com o tempo, muito...
16/01/2026

Um dos grandes erros na vida conjugal é esperar que o outro perceba sozinho aquilo que está faltando. Com o tempo, muitos casais deixam de observar, deixam de escutar e passam apenas a reagir.

O cônjuge muda, se cala, se irrita ou se distancia, e o outro segue vivendo como se nada estivesse acontecendo. Não por maldade, mas por desatenção. E a desatenção desgasta silenciosamente o vínculo.

Estar atento às necessidades do cônjuge não é sobre viver em alerta constante ou anular a própria vida. É sobre presença real, perceber quando o outro está mais cansado, mais sensível, mais sobrecarregado ou precisando de apoio. É entender que nem toda necessidade vem em forma de pedido claro. Muitas aparecem em mudanças de comportamento, no tom da conversa, no jeito de estar em casa.

Casamento exige essa vigilância amorosa. Quando um dos dois deixa de observar, o outro começa a carregar sozinho o peso da relação. E isso, cedo ou tarde, vira ressentimento. Amar é prestar atenção. É ajustar a rota antes que o desgaste vire distância. É agir antes que o silêncio vire muro.

Talvez uma das perguntas mais honestas para um casal não seja “o que está faltando no meu casamento?”, mas “eu tenho estado atento às necessidades de quem caminha comigo?”.

Porque muitos conflitos não nascem da falta de amor, mas da falta de atenção ao que o outro já vem mostrando há tempo.






Existe um cansaço que não vem apenas do trabalho ou da rotina pesada. Ele nasce do excesso, da bagunça e da incapacidade...
13/01/2026

Existe um cansaço que não vem apenas do trabalho ou da rotina pesada. Ele nasce do excesso, da bagunça e da incapacidade de concluir aquilo que foi começado. Muitas pessoas dizem que estão exaustas, mas nunca param para olhar o ambiente onde vivem. Casa desordenada não é apenas um problema estético. Ela dispersa a atenção, fragmenta a mente e impede o descanso real.

Há diferença entre guardar coisas e acumular. O acumulador não quer organizar. Ele quer manter tudo misturado, fora do lugar, porque a desordem externa acompanha uma dificuldade interna de decidir, descartar e concluir. O mesmo vale para a bagunça cotidiana: louça que f**a para depois, roupas que se acumulam, tarefas sempre deixadas pela metade. Nada disso é neutro. Tudo isso ocupa espaço mental.

A ordem externa ajuda a ordenar por dentro. Não como mágica, mas como consequência. Quando você começa e termina algo, quando organiza um ambiente, quando limpa o espaço onde vive, algo dentro de você também encontra limite, clareza e descanso. Dorme melhor. Pensa melhor. Decide melhor. A vida começa a ganhar contorno.

Muita desordem emocional começa na casa, no quarto, no armário, no local de trabalho. E, muitas vezes, a reorganização que a mente precisa começa por algo simples e concreto: colocar ordem onde você vive. Não é perfeccionismo. É cuidado. É maturidade. É assumir responsabilidade pelo próprio ambiente para que ele deixe de te cansar e passe a te sustentar.



No Batismo do Senhor, Deus não diz algo apenas sobre Jesus. Ele revela algo sobre todos nós. Ao descer às águas, Cristo ...
11/01/2026

No Batismo do Senhor, Deus não diz algo apenas sobre Jesus. Ele revela algo sobre todos nós. Ao descer às águas, Cristo não precisava de purif**ação, mas quis assumir a nossa condição para nos lembrar de quem somos: filhos.

Filhos chamados pelo nome, reconhecidos, amados e enviados. Antes de qualquer missão pública, antes de qualquer obra, Jesus escuta do Pai aquilo que fundamenta toda a sua vida: “Tu és meu Filho amado”.

Essa palavra também nos alcança. No nosso batismo, fomos inseridos nessa mesma filiação. Não como ideia abstrata, mas como identidade concreta. Ser filho de Deus não nos livra das dificuldades da vida, mas nos dá um lugar firme de onde enfrentá-las. Quem sabe de onde vem, suporta melhor o caminho. Quem sabe a quem pertence, não precisa provar valor o tempo todo.

Em um mundo que constantemente nos mede pelo desempenho, pelo sucesso ou pela utilidade, o Batismo do Senhor nos recorda que a nossa dignidade vem antes de tudo isso. Antes de sermos pais, mães, esposos, trabalhadores ou qualquer outra função, somos filhos. E é dessa filiação que brota a responsabilidade de viver com mais verdade, mais maturidade e mais fidelidade no cotidiano da família, do casamento e da vida comum.

Que este domingo nos ajude a voltar à fonte. A lembrar quem somos e a viver como filhos que confiam, obedecem e caminham sustentados pelo amor do Pai.




Com o passar do tempo, muitos casais deixam de se convidar. A rotina engole os gestos simples, o cuidado vira obrigação ...
09/01/2026

Com o passar do tempo, muitos casais deixam de se convidar. A rotina engole os gestos simples, o cuidado vira obrigação e a relação passa a girar apenas em torno de tarefas, filhos e responsabilidades. O casal continua existindo, mas o encontro desaparece. E não porque o amor acabou, mas porque ninguém mais parou para escolhê-lo conscientemente.

Encontro não é luxo, nem extravagância. É decisão. É separar um tempo para estar junto sem distrações, sem falar apenas de problemas, contas ou logística da semana. É sair como saíam antes do casamento, quando havia curiosidade, atenção e desejo de presença. Casar não deveria ser o fim do encontro, mas o lugar onde ele ganha profundidade.

Talvez uma das metas mais honestas para 2026 não seja algo grandioso, mas algo fiel. Escolher um dia. Marcar no calendário. Deixar os filhos com alguém de confiança. Olhar nos olhos. Conversar. Rir. Caminhar juntos. Não para “salvar o casamento”, mas para cuidar dele antes que o cansaço roube o que foi construído com tanto esforço.

Casamento não se sustenta apenas com boa intenção. Ele precisa de gestos concretos que lembrem ao casal quem eles são quando estão juntos. E, às vezes, tudo começa com um convite simples: vamos sair nós dois?




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